Desperate Housewives (8×05/06) – The Art of Making Art/ Witch’s Lament


Ah vida ocupada, a quanto nos abrigas. Ando numa daquelas fases de tal modo ocupadas que nem dou pelo tempo passar e quando por mim tenho duas semanas de reviews atrasadas. Que óptimo. Posto perante este problema o que é que tenho de fazer? Reviews duplos, pois então. Não é algo que goste de fazer, mas desta vez, sem hipótese alternativa, terei que envergar por este caminho.

8×05 The Art of making Art

Bem, este episódio irritou-me profundamente e por isso, ainda bem que não escrevi a review na altura, porque assim, depois de ter visto o seguinte, os meus ânimos relativamente à história acalmaram-se. O episódio foi fraco, parado e desinteressante. De novo repito que a série nunca é totalmente chata, porque conhecendo tão bem as personagens e os seus segredos passados e presentes, basta uma pequena referencia aqui e outra acolá para que nos nasça um sorriso nostálgico na cara e tudo corra bem. Mas isso não é o que nos propôs esta temporada. Esta temporada final propôs-se a criar um fim inesquecível e infelizmente está a fazê-lo de uma forma banal. O mistério da temporada fica quase esquecido e faz-se uma referência esporádica para não dizerem que nem falam no pobre Alexandro, enterrado há tempo mas sempre na cabeça das nossas amigas. Susan vê-se em atritos com o seu professor de arte (que me irrita profundamente e em quem vejo pouco interesse) que claro, se interessa pelo seu trabalho e promete tentar descobrir o que está por trás daquela mulher sensível que a faça pintar tão bem de vez em quando. Claro que é só uma tentativa de criar suspense porque não vai ser o pintor a descobrir nada. Lynette tenta a sua sorte nos bares para esquecer que Tom anda a traí-la com uma médica bem-sucedida mas tudo corre mail quando não consegue envolver-se com o desconhecido. Gaby vê-se em mãos com um problema novo: além de ter de cuidar da escola como lhe foi imposto, Carlos começa a beber para esquecer (cliché demais) e envergonha-a em frente às amigas. Bree decide ajudar o lar de beneficência em que Bem trabalha e num ápice transforma-o num restaurante chique que todos querem frequentar. Ok, eu até percebo que tenha sido engraçado mas qual o sentido desta história? Como é que é plausível sequer algo assim acontecer? Transformar um abrigo num restaurante chique em meia dúzia de dias? Por Favor. Felizmente o episódio termina com Ben a mostrar a Bree onde será construído o novo abrigo, deixando-nos com um óptimo cliffhanger: o abrigo será construído no local onde as meninas enterraram Alexandro.

O melhor – O cliffhanger, apesar de fraquito, lá criou algumas expectativas

O pior – A história da Bree foi irrealista demais…

8×06  Witch’s Lament

Episódio de Halloween é sempre sinónimo de alguma diversão em Wisteria Lane e este não prometia o contrário. O inicio do episódio com as meninas a correr na floresta, perseguidas por alguém e a narrativa de Mary Alice estavam de facto soberbas, mas o episódio começou a errar um pouco aí. Quantos de nós, ao verem a cara de choque delas não percebeu logo que o corpo tinha desaparecido? Era mais que óbvio e guardar segredo até ao fim estragou um pouco expectativa. Mas foi uma boa ideia que funcionou de forma perfeita ao ser incluída no clima da noite das bruxas, e claro que um cliffhanger assim consegue deixar-nos em pulgas.

Susan continua a lidar o seu insuportável professor, e desta vez também com o seu filho, que fica a seu cargo durante o dia de Halloween. Pai e filho têm desentendimentos, Susan tenta ajudar, sensibiliza o pintor, este diz meia dúzia de palavras secas…. Objectivo? Coloquem a Susan de novo a passar-se com as amigas porque este arco está desinteressante demais.

Lynette teve uma boa história esta semana, envolvendo Tom e a nova namorada e Penny. A médica decide fazer um vestido para que Penny use na noite das bruxas mas Lynette claro que não concorda. Renne mete as suas opiniões no meio e acabamos por ver a pobre rapariga Scavo vestida de forma pouco indicada para a sua idade. A médica decide ajudar Lynette e as duas têm uma conversa franca onde percebemos que as discussões entre ambas vão ser interessantes no futuro, com ambas a lutar por Tom.

Bree e Gaby andaram numa roda-viva a tentar convencer Ben a mudar o local de construção do refúgio, mas em vão. A cena com os sapos foi muito engraçada e Eva Langoria continua a brilhar em todas as cenas em que entra. No fim do episódio Bree decide que o melhor é fazer é retirar o corpo do local para que não o descubram, e como líder que leva Lynette e Gaby, com maus um conjunto de objectos essenciais numa operação do género para retirarem o corpo. Claro que o pior acontece quando alguém (polícia) chega ao local e as vê, mas depois de uma fuga pela floresta as três encontram-se em frente ao local do enterro e percebem que alguém desenterrou e levou o corpo de Alexandro. Um óptimo cliffhanger que provavelmente nem será abordado nos próximos episódios mas que nos deixa ansiosos por saber o que vem a seguir.

O pior – O fim do episódio, sem dúvida.

O melhor – As cenas de Renne e Ben. Gosto de ver a personagem com alguma história.

Artigo orinalmente escrito por Rui Alvites e publicado no Portal de Séries.

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