Glee (4×01) – The New Rachel


Should i give up or should i be chasing pavements?

Como diria Nina Simone, “It’s a New Dawn, It’s a New Day, It’s a New Life” e acredito que a maioria dos Gleeks – me rendo a me incluir nesta parcela – estão numa vibe “Feeling Good” após este primeiro episódio. Desde maio, tudo estava muito nebuloso, além claro das dúvidas de quem ia de vez e quem voltaria, mas principalmente de como tudo funcionaria, o que me matutava: “Será que conseguirei assistir Glee da mesma forma?”. O sentimento de certa forma mudou e parecia que tinha me graduado junto com a série. Joguei o chapéu ao alto e ao pegar o canudo, percebi que aquele momento simbolizou nitidamente três anos de amor e contradições, sentimentos que definem minha jornada ao lado da série e acredito, que sejam também o sentimento de muitos de vocês.

A canção do Imagine Dragons, utilizada neste episódio, mesmo que seja mais um solo do Sr. Engomadinho Sem Meias, expressa bem o que tento dizer neste novo dia, nesta nova vida, neste novo review. Nunca poderia mudar quem eu sou, então é tempo de começar ou diria, recomeçar, não é mesmo? Apesar as alergias, urticarias e refluxos gleekianos que senti nos últimos meses, apertei o play ontem a noite sem alguma pretensão, algo que nunca ocorreu tão claramente durante as três primeiras temporadas, principalmente quando cada qual iniciava. Foi só a partir do primeiro vislumbre, não só de uma “New Rachel”, que pude perceber que tínhamos um “New Glee”, pois apesar de ser uma canceriana extremamente passional, sou o tipo de pessoa que só acredita vendo.

Bati muito na tecla de que esta temporada seria um grande erro, ainda mais com a divisão entre dois núcleos. Temia que tudo que fora construído, mesmo que a trancos e barrancos, fosse substituído pela avareza e a falta de real propósito, pelo menos aquele pelo qual a série nos foi vendida, proposito que desapareceu ao longo dos anos. Como aprendi a apreciar o bom, o mau e o feio, foi assim que me preparei para esta nova direção, mas sem o mau e o feio, percebi que vivi novas experiências, claro com pitadas de trollagens e repetições já esperadas, mas que ainda assim fazem Glee ser Glee.

Logo de cara, sem o blah blah blah “That’s What You Miss On Glee”, já vemos Kate Hudson, deslumbrante-mente a esbravejar: “Welcome to Nyada. This is Dance 101, my name is Cassandra July”. O novo cenário, a nova dinâmica de uma aula que Rachel nitidamente não domina somado a presença desta nova e carrasca instrutura, dão uma maturidade que Glee talvez nunca tenha tido e mesmo sendo os primeiros vislumbres deste núcleo, já percebe-se que com o direcionamento correto, será muito promissor, não só por ter Lea a carregá-lo com maestria, como já sabiamos.

O arco de Hudson na série marcará seis episódios, mas contrário as demais participações de celebridades da tv, cinema e da música, ela terá um papel importante na construção de uma nova protagonista, afinal sem deixar de ser quem é, aquela garota sonhadora que tanto amamos, Rachel ou será Little Miss Schwimmer – uma sútil analogia a David Schwimmer, eterno Ross de Friends – deverá encontrar seu “New York Mojo” caso queira sobreviver nesta selva de pedra dos sonhos, local que está com os dentes e lingua afiados para colocá-la pra baixo, afinal será ela  “Lima Good” ou “New York Good”? Como membra fixa do Team Rachel, estarei sempre na primeira fila a aplaudir sua jornada e mesmo que solitária por agora , sabemos que irá vencer. Com mais um monologo, apega-se as fotos de seus pais e principalmente de seu grande amor Finn, este que a fez se render ao final da terceira temporada, escolha a qual os colocara em diferentes direções.

Quando o casal protagonista rompe da maneira com que acontecera, tudo que esperamos é muito drama, mas também esperamos, desculpem o termo, um “Pinto Empata” pra se colocar entre a situação. Ok, isto não soou muito bem, mas esta é a função de Brody Weston aka Gato Molhado aka Avatar na trama. Sim pessoal, minha filha, afilhada e comadre gleeks o chamam de Donkey pela vero semelhança com o burrinho do Shrek, mas somando seu rosto estranho e o fato dele não saber sorrir nas fotos promocionais e  aparições públicas, sua atuação o transforma em um Avatar, afinal ainda acho que o verdadeiro ator está sentado nos bastidores enquanto sua versão azul disfarçada faz todo o trabalho.

Enfim, para entenderem sua irrelevância, pelo menos inicial, Brody serve como um novo “Sebastian”, claro não tão escroto e ácido, mas é aquele que irritará os shippers fervorosos do casal mais venerado pelo publico, porém sua personagem é tão superficial que ainda não dá pra botar pitaco no que ele realmente acrescentará. O apelo de colocá-lo a sair do chuveiro, após uma cantoria nostalgicamente porca que tentou remeter ao momento de Finn na Season 1 e o do Sam na Season 2 foi realmente patético. Sua introdução não causa impacto, mesmo sendo a versão hétero neurótica com rituais noturnos de limpeza facial da nossa Ms. Berry.

Andando quilômetros e quilômetros de distância, chega a vez de Ohio mostrar sua fatia, alias este vai e vem nos primeiros dez minutos do episódio me deixaram extremamente irritada, mas como qualquer coisa nova, tendo a estranhar a principio, ainda mais se tenho resistência a ela. Jacob dá o start que já estamos habituados, registrando para seu blog, as atividades do novo ano letivo no McKinley. Com o status de Campeões Nacionais, o foco o New Directions ganha destaque, onde Artie vive um momento de camaradagem com os Jocks; Tina “Make Change Forever” – triste saber que Tike estão oficialmente no status “just friends” –  tendo atitudes meio arrogantes com sua sombra oriental, mas quem arranca risos é Sam, que ao dar autógrafos para um grupo enlouquecido de garotas, é requisitado a fazer mais uma de suas imitações, desta vez como Jacó Preto, o lobinho da tal saga sem sal.

Ver Kurt a perambular por Ohio é realmente estranho, principalmente quando conversar com sua BFF ao telefone. A dinâmica Hummelberry sempre foi a trama mais sólida de Glee e mesmo a distância, o roteiro encontrou alguma forma de conectá-los. Nosso amado porcelana está disposto a ajudar seus amigos e ex-colegas de coral a encontrarem novos talentos, afinal com a grande lacuna deixada pelos sêniors, vários acentos precisam ser preenchidos. Sue faz uma ponta mas pouco conseguimos entender de qual será a pretensão com ela por ali, a tirar o fato de que sua bebê nasceu, a pequena Robin, nome que homenageia a atriz que interpretou sua irmã Jane e que também tem Síndrome de Down. Esta pequena nova personagem ainda é um misterioso, pois ainda não concebo a ideia que Sue estava realmente grávida, mas agora vendo por esta ótica, pode ser que Sue tenha feito uma inseminação artificial de um óvulo de sua falecida irmã, como uma forma de afirmar seu amor e dedicação a pessoa que mais amou.

Agora que  o New Directions conquistou as Nacionais, nada mais esperado do que os populares trazerem os abastados da cadeira social para seu lado. Conhecemos algumas figuras sem nome como os novos acéfalos jogadores de futebol e a nova bitch cherrio, Kitty, uma versão robótica, quase Avatar, pois assim como Brody, não traz nenhum apelo, nem aquele “Amaremos odiá-la”, pois quando se tinha Santana como a Queen of Lima Heights, dona dos melhores insultos, qualquer outra bitch teria que penar muito pra conseguir o mínimo de atenção.

Num corrida digna da disputa pelo trono em Game of Thrones, o New Directions, mais precisamente Blaine, Tina e Brittany mostram-se obcecados em assumir o posto de estrela deixado por Rachel, mas o que não esperavam era o anuncio de Schuester a respeito do novo integrante na sala de coral. Sim, Gazela Murphy parece ter se arrependido e após perceber quanto impacto Unique causou com suas duas aparições, – muito maiores que toda a temporada de Damian e metade das de Samuel – Alex Newell entra pra trupi como personagem recorrente.

“Que ótimo corte de cabelo, Mercedes. Achei que havia se graduado.”

Sabemos que Wade/Unique será o cruzamento de Kurt e Mercedes, mas ainda acho que ele trará algo ousado ao grupo, além de ser obviamente único, não adequando-se propriamente a nenhum gênero. Com os dentes a trincar, o quarteto em busca da ascensão marca um confronto musical no auditório, onde Maridão, o Bossy Director terá a responsabilidade de escolher a nova figura central do Glee Club. Ao som do grudento hit de verão, “Call Me Maybe” ganha sua Glee Version, tão farofa quanto a original, que pouco acrescenta, mas que cumpre com o quesito de keep it fresh.

Após duas robóticas novas personagens, Glee apresenta aquela que tende a ser a melhor adição da série este ano: Marley Rose. Melissa Benoist já ganhara os gleeks, eu inclusa, muito antes da season premiere, seja com sua bela voz ou com sua adorável personalidade em algumas das entrevistas concedidas. Apesar de muitos acharem que sua aparência e estilo de vestir era muito “Rachel Wannabe”, eis que a construção de sua personagem surpreende, afinal por incrível que possa parecer, ela é diferente de tudo aquilo que já vimos dentre a cadeia de personagens na série.

Ao introduzir-se a timidamente a turma do coral no refeitório, percebemos que a nova merendeira do colégio é alvo de brincadeiras ofensivas, estas que entendemos o porque quando a cena coloca a mulher junto a Marley, revelando que ela é sua mãe. A crítica mencionou sua história de vida como algo clichê pelo simples fato de ser a doce garota que tem um relacionamento muito amoroso com sua mãe, esta que provavelmente a sustenta sozinha trabalhando em cantinas escolares. É impossível não se apaixonar pela Menina Marley, que propositalmente recebe um nome que associamos ao cachorro, mas que aparenta ser uma pequena grande pessoa. Mesmo com suas limitações e bloqueios é humana no sentido visceral e acredito que não seja um clichê e sim o que Glee representa, a “Joy”, sensação que senti em cada uma de suas aparições.

Nem todos tem a oportunidade de ter uma boa relação com suas mães, seja por quaisquer motivos, mas quando sua mãe é seu porto seguro, sua rocha de sustentação e admiração como é o meu caso, consigo entender facilmente quão difícil deve ser a Marley ter que esconder a identidade daquela que mais ama, tudo isto porque ela própria teme que a segreguem devido a sua profissão como merendeira.

E o ironico é que em seu curto tempo de tela, senti que a conhecia mais do que muitos membros originais de Glee, assim fica um pedido: mostrem quem Sam é, explique com quem ele vive já que se afastou dos pais, contem um pouco da vida de Artie e de suas limitações fisicas e seu papel junto a sua família, sigam um caminho diferente com Tina, para além de ser a asiática que ninguém nunca lembra e que costumava namorar com outro asiático. Antes de saber que casal ou triângulo ou quarteto irá ser formado ou separado, mostre-nos estas personagens, cuja individualidade pode ter muito a acrescentar, fazendo-os se conectarem, criando mais identificações com a audiência, assim como me tive com Rachel desde o piloto  e agora, com Marley.

Numa cena sútil entre Cassandra e um aluno, mesmo a tentar encorajá-lo a perseguir o “Broadway Dream” após este revelar que conseguira uma ponta num espetáculo, a carrasca professora guarda algum tipo de frustração profissional, afinal muitos já dizem que “quem não consegui  fazer ou ser aceito nas artes, acaba por ensinar os outros”. 

Com quase vinte minutos de episódio, “The New Rachel” prova que a nova fórmula parece funcionar e mesmo com o vai e vem, cada trama mostra-se solida e continua de onde parou pela última vez, até mesmo quando as canções entram no roteiro. Provando ser uma forte candidata a BFF de April Rhodes, Cassandra July prepara um coquetel de frutas batizado de vodka, bafo que chama atenção de Little Miss Schwimmer. Com mais uma forte alfinetada, a instrutora de dança mostra a que veio, humilhando a todos com a performance de “Dance Again/Americano”, mais uma mash-up version, inclusive para alguém que se tornou Mamma pela primeira vez, bitch, you’re on fire.

“Você não está na minha lista Schwimmer , você é a minha lista.”

Claro que a tentativa de colocar o The X Factor como showrunner de Glee é uma das grandes sacadas desta temporada nas noites de quinta-feira, bom se a audiência do reality subir evidentemente. Chega o grande momento das audições e agora considerando a popularidade instantânea do coral, chovem candidatos a preencher as vagas. Bizarrices a parte como o guri maconhado com síndrome de rapper e a quebradeira do funk eletrônico, mais uma nova personagem dá as caras e como ele mesmo diz seu nome é “Jake, just Jake”.

O misterioso rapaz apresenta-se com “Never Say Never” da banda The Fray, versão que a meu ver ficou muito boa, talvez porque me surpreendi com a voz do guri. Um fato curioso de Jacob Artist, o ator, é que este tem formação como dançarino desde os cinco anos de idade, tudo isto porque  sua mãe é dona de um estúdio e seu treinamento lhe rendeu uma bolsa de estudos em Julliard. Agora se ele está em Glee, façam as contas não é mesmo. Largando a dança pra seguir outro sonho, de ser ator em LA, será que a produção vai aproveitar sua experiência ou o colocará somente como o bad boy?

Dono de um pavil curto, o rapaz sai derrubando tudo após Schuester interromper sua canção, alegando que outros mais precisavam se apresentar. Não sei bem se ele convence neste aspecto, mas ao se sua história for bem conduzida, pode vir a ser uma personagem com potencial.

O momento pelo qual mais aguardei chegou, além claro das saudades eternas que sentia da voz inspiradora e arrepiante de Ms. Lea Michele. Mudando de sala de aula, alguns poucos alunos, sejam eles novos ou recorrentes na NYADA, ficam frente a frente ao “Round Room”, uma bela sala ovalada com excelente acústica, apta pra avaliar as habilidades vocais dos alunos. Whoopi Goldberg retorna como Madame Thibodaux, a exigente diretora da academia e desta vez explica que até o fim do semestre, cada novo aluno terá duas grandes chances de impressionar, o debut que acontecerá naquele exato momento, que segundo o Avatar serve como uma espécie de “Freshman Reaping” e a segunda no “Winter Showcase”, caso naturalmente sejam convidados a se apresentar.

Esta cena é uma amostra de como mesclar com perfeição o núcleo de Ohio e o de NY e nada melhor do que juntar uma boa e velha voz a uma boa e nova voz. Introduzindo “New York State of Mind” originalmente de Billy Joel mas que fora regravada por Barbra Streisand, Rachel se prepara para sua primeira grande audição como aluna da NYADA e lá longe, Marley se arrisca nas audições do New Directions. O que ninguém imaginou é que estas duas garotas tão distintas em suas histórias de vida, poderiam render uma performance tão apaixonante, claro Lea possibilita isto até se tiver a cantar com um cabo de vassoura animado, mas a voz de Melissa é uma brisa nova de ar, trazendo um timbre diferente, cheio de soul e jazz, algo que faltava dentre as garotas. Arrisco dizer que se um dia as vozes de Lea e da Naya engravidassem, nasceria desta união a voz de Melissa. Ok, isto não soou bem, mas….

Schuester assume um papel meio apagado neste episódio, alias se tivemos a menção de Finn, Mike e Santana como parceiros daqueles que ficaram, Emma nem sequer é lembrada, o que espero que não perdure como em boa parte da segunda e por vezes durante a terceira temporada. Com Wade já preenchendo uma vaga, a única aprovada é Marley, deixando Jake e toda sua péssima atitude fora da sala de coral. Assumindo sua real identidade, Unique faz sua aparição pela primeira vez e é neste momento em que Maridão é colocado na parede pelo quarteto “Wannabe Rachel Berry”. Tchan tchan tchan, alguém tinha dúvida que o vencedor seria Sr. Engomadinho Sem Meias? Nem consigo borbulhar de raiva, porque considerando que Unique acabara de entrar, Brittany provavelmente será presidente estudantil novamente e Tina é a criatura mais trollada da história televisiva, o ex-passarinho cantante receberia facilmente a coroa, até por que já tinha este status, mesmo que não oficial, desde a segunda temporada.

Tentando mostrar-se compreensivo com a nova realidade deles como casal, Blaine confessa que senti-se mal ao ver seu amado empacado em Ohio, quando claramente pertence a NY e mesmo que tenha sido reprovado na academia, existem outras formas de fazer parte da cidade de seus sonhos.

Agora o acontecimento mais inovador de todos: Blaine ganha um solo, YAY. Não entendo a tendência a dar músicas das divas do pop – Pink e Aguilera – e muito menos os grandes hits alternativos do momento, mas enfim, “It’s Time” – conhecida por embelezar mais ainda o trailer da adaptação literária “As Vantagens em Ser Invisível”, novo filme de Emma Watson – até que ficara bem na voz de Darren Criss, principalmente com a cena fofinha que fez lembrar de minha infância, um momento “Escravos de Jó, jogavam cachangá, tira, põe,deixa ficar” ou mesmo as brincadeiras que minha mãe, como uma boa professora primária me ensinava com os saquinhos de areia.

Juntando as cadeias sociais mais uma vez na mesa do refeitório, a mãe da Menina Marley vira alvo novamente de piadas, não só dos populares, então cansada de ouvir os insultos e as piadas de mal gosto, revela para surpresa de todos que a Tia da Merenda é sua mãe, o que a faz se retirar decepcionada com os membros do New Directions, estes que ela achara serem diferentes dos demais.

Voltando a Big Apple….Brochel é o tipo de shipper que existe com um simples propósito: agradar os hatters de Finn, alias ele compõe o esquadrão junto a Quinn. Ninguém pode em são consciência torcer piamente para que ele e Rachel fiquem juntos e sim para que ela fique longe de Finn, pois esse Brochel é diminutivo de Brocholeta ou Brochante e nem se seu Avatar Toy aparecesse depois que a toalha caisse, iria mudar muito minha opinião. Não sou uma Finchel Whore como muitos, mas agora consigo entender porque o tal Dean tenta vender a ideia de que “Tenho quimica com Lea Michele” ou “Sou Brochel mas também gosto muito de Finchel”. Meu caro, Lea Michele tem química até com uma árvore do Central Park, então seu argumento é inválido e mesmo sabendo que a culpa não é só tua, seu Avatar Character precisa de muitas atualizações e nem mesmo todo o discurso “Acrescente novas experiências junto as antigas” e “Não lute contra o seu novo eu” não causam impacto, alias falta algo no núcleo de NY para torná-lo mais apelativo – para além de um tanque com oito cubinhos – mas o ingrediente que falta virá ao final de “The New Rachel”.

O melhor pai da televisão aparece para mais um momento de cortar o coração. Burt faz aquilo que qualquer pai faria se acreditasse e apostasse nos sonhos de seu filho: o mandaria ele pra longe, em busca de seus sonhos. Papa Hummel mesmo com o olhar triste e a dor imensa no coração, leva  Kurt e sua bagagem ao aeroporto, voo que o levará direto para NY. Ver Kurt trabalhando no Lima Beans e com matricula feita na escola comunitária é realmente um disperdicio, pois claramente nosso Divo Porcelana não pertence a nenhum destes lugares. Com um empurrão de seu maior cheerleader, deixa suas inseguranças pra trás, colocando um pé a frente a caminho da selva de pedra de seus sonhos, pois temos que começar de baixo pra chegarmos ao topo.

“Você pode sempre voltar se quiser, mas sei que não voltará”

Nitidamente sentidos com a atitude nada acolhedora que deram a Menina Marley, Sam lidera o New Directions para um sincero pedido de desculpas, além claro de tentar convencer a nova integrante a reintegrar o grupo, este que escolheu abandonar graças as constantes ofensas a sua mãe. Deixando os rótulos de lado e reconhecendo que ela tem uma grande voz, o grupo volta a ser o que era, diferente daquilo que mostrara até então. Alex pode não agradar a muitos, mas adoro sua ousadia como Unique e o jeito que ele tentou estimular Marley foi surpreendente, considerando quão Diva ele/ela é.

O que também volta ao normal, até porque sabíamos que não ia funcionar do jeito que estava é a união das Cherrios & Jocks com os Losers. Kitty tem o único momento brilhante, mas tudo que pude pensar é “Quão brilhante seria se tais ofensas tivessem sido profanadas por Santana Lopez?

“Podemos aturar o incapacitado, a cabeça de tarantula e o Riquinho pobre, porque todos vocês foram campeões nacionais como nós, mas nosso convite não se estende a recém operada Preciosa, baseada no livro “Barf” de Sapphire e na filha de Mike & Molly, como membros do nosso grupo”

E com tais ofensas, Marley e Unique levam no rosto o gelado e melado o batismo oficial como novos membros do Glee Club e assim, a nova velha ordem é restaurada. Enquanto progressos e regressos são feitos, Schue resolve cavucar a ficha do novo aluno Jake, deparando que sua atitude pode ser digamos que genética. Ao tentar conversar com ele, revela que sabe que descobriu que seu sobrenome é Puckerman, mas como o aluno  mesmo diz, devem haver dezenas de  Puckermans espalhados por Lima, fato que nem seu meio-irmão sabe de sua existência. Fico no limbo com o Mini Puckerman, apesar que no inicio o jeitão bad boy de Noah também não me convencia, mas quem sabe, não mude de opinião.

“Tire a tensão de seu ombro”

Mesclando o primeiro momento de Marley no auditório a liderar os vocais do ND, a nova membra vai de nada mais nada menos que “Chasing Pavements”, o primeiro grande single da carreira de Adele, inclusive este grande poder traz grandes responsabilidade, mas Melissa corresponde e faz jus a bela canção, esta que bate muito de frente com o sentimento de Rachel em NY. Sozinha e melancólica com as dificuldades que tem tido com Cassandra, Rachel contempla em seu Iphone as fotos de seu grandalhão e num ato já esperado, liga pra seu melhor amigo em busca de consolo, este que veem da melhor forma possível quando ele ordena que ela olhe para trás.

“Talvez você deve sair e encontrar um novo colega de quarto.”

Seria realmente um desperdício deixar estes dois separados, assim como seria um desperdício me deixar a viver da mágoa de cabocla com a série.  Glee conseguiu dar fluidez a suas tramas, deixando de lado aquela sensação de turbilhão de personagens e acontecimentos que estamos já acostumados, agora se este ritmo for presente somente no inicio pra realmente impressionar, pelo menos contrário a Jake, a Glee Mamma aqui conseguiu tirar a tensão do ombro, afinal era bem agonizante estar a sete palmos da terra em termos de descrença.

Foi estranho voltar a escrever depois de tanto tempo, mas já digo que estava mesmo com saudade destes momentos e claro, de cada um de vocês, que ainda terão coragem de perseguir estes novos caminhos ao meu lado.

15 thoughts on “Glee (4×01) – The New Rachel

  1. A sensação de assistir a Glee nesta 4ª temporada foi de “ufa, tô de volta para casa”.Como diz o Bonão em Walk on, “o amor é tudo o que você não pode deixar para trás”.E eu amo Glee de uma forma tão doida, que chorei 3 vezes de surpresa e saudade da série.Parece que o RIB teve uma espécie de workshop com Glória Perez (sim, pq a mulher é capaz de mesclar tramas no Marrocos, em Miami e na Índia e continuar com o subúrbio carioca numa boa), então, ela poderia ensinar como fazer esta coisa andar em NY e em Ohio, né? kkkk Rachel sozinha na Big Apple foi de partir o coração; e aquele Brody, lembrando agora do Rennanzim que disse p/ mim ainda hj à tarde que “seu santo não bate com o dele”, é exatamente o que vc disse, alguém que só tá lá para embolar o meio-campo até Finchel se alinhar novamente.Fiquei meio passada que Tike tenha acabado, e achei aquela Kitty uma reciclagem mal feita de Quinn da 1ª temporada, mas ela claramente não cega aos pés da beleza e do talento de miss Agron.Enfim, Call me maybe foi divertida, e, para mim, Tina devia ser a “new Rachel”, mas Marley…eita.Entendi pq vc e a Carolzita já estavam de chamego antecipado com ela.A menina tem nome de cachorro, uma mãe adorável, uns lindos olhos azuis e uma voz que fez jus a um dueto emotivo e lindo com Lea Michele.Amei a garota! Ela não é chata, “a boazinha que enjoa”, é determinada, amorosa e meiga.Ai, e o irmão do Puck?! caraca, o menino me ganhou assim que abriu a boca pra cantar, amei, sei que ele vai fazer o bad boy até encontrar o caminho da luz, mas gostei.E Kurt com Burt, pela madrugada…#CHOREI Um exemplo de tudo este Mr.Hummel.Como não podia deixar de ser, Blaine chatonildo cantou só, mas até da música dele e do apoio a Kurt gostei.Aliás, claro que Kurt deveria ir para NY msm sem NYADA ou o que quer que seja! Para completar, chorei mais ainda feito bezerro desmamado com Kurt chegando lá para deixar Rachel mais feliz enquanto Marley matava a pau no novo, velho, eterno, New Directions.
    #CASSANDRA JULY, SUA VADIA, NINGUÉM FALA ASIM COM A RACH, TÁ? kkkk sério, ela é uma versão muito mais bonita e sarada de Sue Sylvester nos seus áureos tempos. Bjus minha eternamente Marikerida!

    • Minha Lambs queridisssima. Nem preciso dizer quão feliz fico em já abrir a season com um coments teu né😄

      Os momentos SHJFHJSHJDHFJKD voltaram mas tratando-se da Glee Mamma pode ser que tenha que sacar a PISTOLA DE PREGO, mas espero que esta fique criando teias por enquanto né ,afinal sou mto mais fácil de lidar qdo Glee caminha nas direções certas rsrssr!

      Aha agora entende nosso amor a primeira vista por esta queridisssima??? Espero mais e mais dela e quero vÊ-la cantando mto JAZZ, Glee precisa mostrar que Jazz tb pode ser acessível sim, não só para elites ou pessoas de “gosto refinado”.

      Kate vai contribuir mto com este inicio de temporada e espero que a Parker tb, apesar de não apreciar ela.

      Hummelberry ao final?? ALL MY TEARS, pq estes dois, mesmo qdo tudo tiver a desabar, sempre serão a razão de Glee SINCE day 1.

      Praise my dear and welcome back😄

      Love

  2. OMG! QUE SAUDADES DESSAS REVIEWS ENORME E CHEIAS DE AMOR s2

    Vamos lá…

    Me surpreendi!!!
    Estava com tanto medo, com medo de tudo que Glee construiu fosse jogado pro ar e tudo mudasse de uma pra outra e de uma maneira ruim, mas felizmente isso não aconteceu… Claro que não está TUDO perfeito, mas está um recomeço de Glee que tenho certeza que precisava ser feito. *-*

    Como as coisas foram boas em apenas um eps? Demais da conta!
    Muitas saudades do meu amor: Rachel *–*
    “Não. E continuarei melhorando, até ser a melhor que já viu!” =D
    Esperando por melhores momentos com meu amor no ar.

    São muitas coisas pra comentar que estou maluco aqui, sem conseguir concretizar tudo de uma maneira boa de entender rsrs…

    Realmente a “nova Rachel” Marley é de se apaixonar, eu não acho que ela é uma nova Rachel como ficou ouvindo por ai, acho que ela também é única, tem vários elementos diferentes entre ela e a grande Rachel. Gostei da relação dela com sua mãe, gostei dela ter contato para todos sobre isso, pensei que ela ia esconder e ia ser um dos dramas nos próximos eps, ótimo que isso não vai acontecer (:

    Nossa, já estava meio que estranhando a mudança dos nossos queridinhos juntos com essa “Mistura de Quinn+ Santana”, ótimo que as coisas já voltaram ao normal, são essas mudanças que eu tinha medo, e que bom que não aconteceu em um longo prazo. (:
    Também acho que essa Kitty e o Brody não trouxe impacto algum, só o Brody que trouxe uma belezinha assim digamos que diferente rsrs, percebi que vc não gostou nenhum pouco dele né? kkkkk
    Concordo com você, Rachel tem química com qualquer personagem. *-*
    Mas oq será se caso eles venham a ficar juntos? Não sei ainda se aprovo. ‘-‘
    Ela ainda acredita no seu amor, vamos ver até quando. =D

    Adorei ‘Unique’ ter voltado. *–*
    Gosto muito do Alex, desde quando vi ele no TGP =)
    Achei que a atuação dele melhorou MUITO! E seu jeito divo pode trazer vários momentos bons ao qual Glee precise.

    Vamos ver oq esse Jack vai trazer de bom, ele pelo menos não canta mal, mas seu jeitinho irritadinho, pra mim foi chato! Esperando um madurecimento do personagem, e ninguém mais que nosso grande Will pra ajuda-lo (:

    O que a Sue vai trazer esse ano? =/
    Não entendi ainda como as coisas vão ser pra ela, espero que ela apareça bem menos que nos outros anos. E não venha a nos irritar não é mesmo, Mary? hahaha

    Sabe quem eu adorei demais nesse eps? O Kurt *——*
    Eu sempre gostei do personagem, mas ele me irritava muito, e infelizmente eu não gosto da sua voz, mas esse eps ele estava mais vivo, mostrando tudo oq o personagem estava sentido, meio preso na escola, e tudo mais…
    Gostei do Blaine sendo um ótimo namorado, acreditando no Kurt, não sendo egoista de deixar ele partir.
    … E novamente tivemos a relação linda dele e de seu pai, que é sempre bom de se ver, é de se invejar com alguma coisa assim, é tão bonito, tão foda, é sem palavras!
    E também acho que ia ser um desperdiço jogar fora a dupla Rachel&Kurt, fiquei tão feliz com o final dos dois se encontrando… AAHH, vida longa a essa amizade foda =D

    Enfim, fiquei muito feliz com essa volta, estava morrendo de saudades!!!! De tudo, e ver um eps redondinho assim caiu muito bem. (:

    Ah, não posso deixar de comentar que concordo MUITO contigo nesse probleminha que vc citou, vou até copiar aqui:

    “E o ironico é que em seu curto tempo de tela, senti que a conhecia mais do que muitos membros originais de Glee, assim fica um pedido: mostrem quem Sam é, explique com quem ele vive já que se afastou dos pais, contem um pouco da vida de Artie e de suas limitações fisicas e seu papel junto a sua família, sigam um caminho diferente com Tina, para além de ser a asiática que ninguém nunca lembra e que costumava namorar com outro asiático. Antes de saber que casal ou triângulo ou quarteto irá ser formado ou separado, mostre-nos estas personagens, cuja individualidade pode ter muito a acrescentar, fazendo-os se conectarem, criando mais identificações com a audiência, assim como me tive com Rachel desde o piloto e agora, com Marley.”

    Sabe, eu queria muito que isso acontecesse mesmo, eles precisam focar bastante nesse aspecto pq está complicado! Queremos um desenvolvimento melhor desses personagens que sobraram e estão no último ano certo? Espero muito que as coisas mudem e melhore de uma forma boa…

    De resto as coisas estão muito bem, só espero que continue assim, mas infelizmente ao falar de Glee não tem como, vamos acabar dando algumas voltas na montanha russa hehe =)

    Ótima Review, como sempre, ótimoo estar de volta aqui nos comentários, espero estar contigo mais um ano ai pra frente, onde podemos ter vários opiniões parecidas….

    RACHEL MEU AMOR s2
    HAHAHA

    • Ander, posso chorar again com sua fofura e carinho??? Vc consegue imaginar quão feliz fico ao ver seus gigantes e apaixonados comentários???
      Bom saber que o que escrevo e olha que escrevo né, ainda faz as pessoas lerem😄

      A palavra geral pra esta premiere foi: superou e surpreendeu. Acho q ngm esperava boa coisa mesmo, pq sabemos que Glee tende a CAGAR com diversas tramas, mas quem sabe o juizo bateu na sala dos criadores, né? xd

      Isto mesmo, quero desenvolvimetno das personagens, antes mesmo de vê-las enfiadas em relacionamentos e draminhas.

      Não sei oq farão com Schue e Sue por exemplo, mas SOOO WHAT, eles não chamam minha atenção desde o final da Season 1, então manterei assim.

      Eba, vc tb curte a divanice do Mr. Newell. Eu acredito sim que seu jeito “sassy” vai trazer boas tiradas e momentos na sala do coral e ainda admiro mto a confiança e segurança deste guri em se travestir. Mta gente veste mascara atrás de máscara no dia a dia e não consegue encarar mta coisa como ele encara de peruca e salto alto. ADMIRO, ainda mais que ele anda de salto melhor que eu, mas isto não é um desafio a ngm, pq sou um desastre rsrsrs.

      AI ai de vc se me abandonar durante o ano, vou aonde vc estiver a disparar meus pregos. Os Gleeks sabem da minha furia rssrrs, brincandeirinha tá😄

      Bjao e logo mais Glee é Oops, They Did It Again…..

      • Ownt! *–*

        Você sabe que não importa o quanto tu escrever, eu sempre vou ler tudo!!!! Mesmo que passe horas e horas lendo \o/

        Não vou te abandonar, assim espero hehe *–*

        Que Glee mantenha o nível, e possamos ficar felizes como agora😀

        beijs s2

  3. E parece que desta vez Glee não desiludiu. Eu estava com esperanças que a Tia Murphy nos premiasse com um bom início de quarta temporada, afinal todos estavam com medo do desastre que estava por vir.
    Gostei muito desta season premiere. Talvez a melhor season premiere de Glee até agora. O ritmo estava muito bom, a passagem de NY e Ohio estava muito interessante e o timing era ideal.
    Vou começar por falar em Rachel. A grande estrela da série carrega a parte mais adulta e talvez a mais interessante storyline desta temporada: a sua ida para NYC. De facto, não me importava nada que houvesse o tão falado spin-off de Rachel e Kurt em NY. Cassandra July é uma ótima personagem, aquela professora bitch que parece que faz tudo para te deixar ficar mal, mas aposto que há mais qualquer coisa nela, uma mágoa qualquer que a faz agir assim. Anyway, K. Hudson foi uma grande adição ao elenco, e espero que ela apareça mais que 6 episódios… A performance dela foi memorável, e como mencionaste bem, ela acabou de ser mãe! Como é que é possível?!
    A adição póstuma de Kurt ao núcleo de NY foi certeira, eu não gosto muito da voz dele, mas a personagem é adorável e a química dele com Rachel é tão convincente e real, faria muita falta o apoio de Kurt a Rachel. Sendo assim, o núcleo de NY fica mais interessante, ainda mais com o novo boy magia, que só vem para dar tensão sexual, uma coisa para agradar a fangirls… Mas sinceramente, não senti falta nenhuma de Finn, Rachel consegue brilhar sozinha, talvez melhor assim.
    Voltamos as nossas atenções para Ohio. Acho que faltam personagens fortes, you know what I mean? São todos meio sem sal, não há um membro dos New Direction que salte à vista e diga: Pronto, agora sou eu quem manda nisto tudo! Não que não sejam bons, mas não há aquelas personalidades fortes, como Rachel ou Mercedes, Santana ou Puck… São todos passivos, e acho que a escolha de New Rachel ficaria melhor em Tina, acho que ela tinha potencial para isso. Blaine é tããããõ overrated. Unique também é uma boa adição, adoro os comentários dele/a. Não suportava Alex em TGP, mas está a fazer um ótimo trabalho em Glee. A melhor frase do episódio foi mesmo “That’s a great haircut, Mercedes! I thought you graduated”. Brittany como sempre arrasa, e Heather fez muito bem em ir a aulas de canto, se não foi, parece mesmo, porque os seus vocais evoluíram.
    Kurt estava mesmo desecaminhado, até dava pena, ele por ali sempre a arranjar algo para fazer, a prender-se ao passado. Acho que ele serviu como caricatura para ver como seria se todos os ex-membros tivessem ficado para trás, iriam todos estar na mesma situação que Kurt. Mas depois houve aquela cena magnífica com o pai do ano, e ele voltou a encontrar o seu caminho, que ia dar a NY. Louvei a atitude de Blaine, foi muito maturo ao deixar Kurt ir, pois ele não estava feliz em Ohio, e Blaine queria fazer tudo para que Kurt ficasse feliz, mesmo que isso os afastasse.
    Vamos agora aos novos personagens. Eu sempre louvei Glee pela sua capacidade de selecionar ótimos membros para o elenco, sejam estrelas já feitas, ou novatos em ascenção. Mas este ano desiludiu. Kitty é fraquíssima, não tem uma ponta de carisma, não tem aquele sentimento de “vou adorar odiar-te” que tínhamos com Santana ou até mesmo com Quinn, não é evil como elas, é apenas uma wannabe. O que mais me irrita é que eles têm 2 edições de TGP com pessoas fantásticas, e eles não aproveitam ninguém além dos vencedores. Aylin daria uma ótima Kitty, ou até Lindsay, essas sim, tem espírito bitch adorável.
    Ainda estou a aprender a gostar de Marley. Ela é querida, ela tem uma voz muito bonita, uma história também boa e o “dueto” com Rachel fora impecável. Mas há qualquer coisa nela que me mantém com um pé atrás. Mas ok, consigo gostar dela.
    Jake, também lhe falta um bocadinho de personalidade, menos forçado. Mas consigo também gostar, não é tão mau como Kitty (aliás, quem é que se chama Kitty?), e também tem uma voz agradável.
    Não vou falar de Shue ou de Sue, porque ambos foram bastante insignificantes neste episódio, exceto a cena em que nos fora introduzida Robin.
    Concordo contigo quando dizes que deviam dar-nos a conhecer os membros mais velhos do Glee Club, antes de contarem as histórias dos novos.
    Enfim, espero que a temporada mantenha o nível deste episódio, pois promete muito. Blake Jenner e a Miss Horseface (sorry fans) Sarah Jessica Parker ainda estão por vir, e estou desejoso para ver o que eles têm para acrescentar.
    Para a semana temos Britney, bitch!
    (Por falar em tributos, vi alguém na net a comentar que deveriam fazer um episódio tributo com músicas Disney, e achei isso glorioso. Só que deve ser um bocado complicado por causa dos direitos, uma vez que Glee é FOX, e Disney é ABC, ou ABC é Disney.)
    XOXO

    • Meu querido pupilo e colega de Casa, bom vê-lo por aqui tb!!

      Acho que esta foi a reação geral dos Gleeks e até de parte da critica: Glee voltou melhor do que o esperado.

      Vamos torcer pra Hudson realmente ficar mais um pouco mas não sei se alongando mto a trama dela, não deixará espaços pra novas aulas e aprendizados pra nossa linda Ms. Berry. Vamos ver né…

      O spin-off seria a coisa mais linda, mas fico a pensar que não iriam arriscar a tanto, ainda mais que o nucleo do Mckinley é tão familiar e proximo a todos.

      Hum, agora que falou das personagens novas, realmente Ali daria graça a uma Kitty ou qlq outro nome, bem melhor.
      Menina Marley? Amor a primeira vista, desde que vi sua entrevista a um mês atrás. Ela é bem distante de Rachel em personalidade, mas tem aquele A de adorabilidade instantâneo, não vi UMA Pessoa até agora a falar que não bateu seu santo com o dela.

      Eu acho q ela tem algo por trás sim, mas eu acho que são certas barreiras por sua história de vida e seu relacionamento e dificuldades vividas com a mãe. SE explorarem bem, mta coisa boa e tocante sairá disto. Eh um relacionamento humano e já que Burt não estará tão mais por perto – snif snif – quem sabe não nasça uma bela relação familiar, alias é preciso mais momentos assim, pq familia é a basa de um adolescente, claro qdo este recebe retorno e aceitação dela
      Qto aos demais acho que falta mto ainda, principalmente a Brody, que sim parece ser um bom rapaz, intencionado pelo menos, diferente de SEbastian, mas não tem apelo, além dos gominhos de seu abdomen lindo rssrsrsr

      CLAP aqui, pq tb não suporto a Horseface rsrssrsrsr. Mas acho q ela dará o glamour necessário ao lado de Kurt

      Bom de Disney contente-se com alguma canção da Demi Lovato, ok que não é mais do canal, mas agora é da FOX rsrs.

      Eu amaria um epi musical ala Disney mas rivalidades de estúdio existem, se bem que nem tanto assim viu. Modern Family é da ABC e o Jesse Tyler vive aparecendo no SYTYCD como jurado, mas como envolve direitos autorais de musicais, estas que sabemos rendem HORRORES pros cofres da produção de Glee, acho bem improvável conseguir uma trégua.

      See u later cause Glee will Do It Again..Oops😄

  4. Minha animação pra essa temporada era algo que não cabia em mim. Assisti o episódio com a expectativa mais alta possível e não me decepcionei em nenhum momento.
    Fiquei impressionado como eles conseguiram achar um balanço legal entre NY e Ohio. Não me incomodou em nenhum momento.

    Fiquei encantado a Marley/Melissa desde o primeiro momento em que vi/ouvi. Essa menina é linda, doce, talentosa… Me conquistou muito fácil e adorei que a sua personagem é interessante (tinha medo de ser uma menina chata).
    Gostei do Jake, mas só depois que ouvi a versão de NSN quando lançaram as músicas. Não esperava ouvir essa voz dele. Me surpreendeu demais.
    Sobre a Kitty ainda não tenho muito opinião formada, porque ela é uma cópia muito sem sal de Santana + Quinn. Mas não posso negar que quando ela chamou a Marley de filha de Mike and Moly, eu ri.
    O Brody parece ser legal. Achei que ele seria um vilão, mas ele parece ser um cara do bem. Só não tem muita personalidade mesmo. Ainda temos que conhecê-lo um pouco mais.
    Adorei a Cassandra. Kate tá linda e encaixou perfeitamente no papel.

    Rachel cada dia mais Lea e linda. Tô encantado o quanto ela mudou ao longo das temporadas. Me deu uma angustia tão grande quando ela começou a chorar no final do episódio… só queria entrar na tela e falar que eu tava ali pra ajudá-la! ;D
    Kurt e Burt renderam, pra mim, a melhor cena do episódio. Como eu amo esses dois juntos.

    Sobre o ND, eu fiquei um pouco incomodado com a popularidade deles. Ainda bem que tudo voltou ao normal no fim do episódio. Me surpreendi com Unique; ela conseguiu me arrancar umas risadas. Alex parece ter encontrado o ponto certo no papel (menos mal, pq não o suporto).
    Tina flopando já é normal… só espero que ela tenha seu tempo em tela em todos os episódios. Ela merece.

    Foi um episódio lindo e emocionante. Achei tudo muito bem feito e atuado. Desejo de verdade que a temporada apresente uma qualidade semelhante a este episódio.

    ps. mas eu só vou fechar 101% com Glee depois do próximo episódio. Tô com um medo tremendo desse novo tributo. Minhas esperanças são de que eles querem fazer esse novo tributo pra se redimirem pelo primeiro que foi péssimo.

    • Hi Lucas!!!
      Tu se encaixava na leva de Gleeks ansiosos, que estamos com as noites de sono atrasados né! Bom bem sabe, deixei bem explicitico qual era minha expectativa, alias aprendi a baixar um pouco minha ansiedade pq meu amor pela série as vezes me fazia mals rssrsrrs – quase tive um AVC assistindo diversos episódios, o ultimo que aconteceu isto foi On My Way”.

      Tivemos aquela sensação de sentar num balanço num parque infantil e a trama nos embalar pra cá e pra lá, mas sem aquela sensação de tontura, sabe? Foi isto que este season premiere representou meu caro.

      Marley surpreende sim, pois é a GIRL NEXT DOOR mas não é chata como as vezes as boazinhas são! Tenho grandes expectatiavs com ela.
      Jake falta mais, mas acredito que sua interação com a doce Marley – já deram a entender isto – será um ponto alto pra personagem.
      Kitty, NEXT e Brody tb next né.

      A tendencia é sim vermos Rachel amadurecer mais, ganhar mais confiança, algo que vemos mto na personalidade de Lea, afinal ela exala estas qualidades e com Chris agora ao seu lado, podemos esperar mais e mais momentos daqueles que dão alma e coração a série desde sempre xd

      Hum, Britney Bitch o retorno rsrssr. Só pude rir qdo descobri que haveria outro, mas agora com a loira autotone como jurada do X Factor, era mais que esperado um puxa saquismo rsrsrs. TEMO, mas uma coisa sabemos: não teremos dentista e nem anestesias envolvidas. Terão que sambar pra convencer na realidade MESMO, claro com um ou outro delirio que já imaginamos, principalmente tratando-se da DIVA mór da Brittany xd

      XOXO queridão e até a próxima

  5. Estou surpreso… O que encontramos aqui foraum Glee tentando ser mais maduro, mais constante e mais interessante.

    As músicas foram bem selecionadas e bem executadas, a trama se mostrou mais integra e mais interessante e a parte do episódio centrada em Rachel fora o melhor que Glee fora capaz de oferecer.

    Enfim, a fase nebulosa passou e espero que Glee continue intercalando estes dois mundos com perfeita simestria, algo que ficou evidente neste episódio.

    Enfim Mama, não comentarei muito pois ando muito ocupado, mas novamente você fez um review execelente e expressa quase todas as mesmas opiniões que possuo sobre a série.

    Atts

    • Hello meu Prom Date, como é bom vê-lo aqui novamente ao meu lado.
      Fique tranquilo, sei como é o teu pensar sobre a série e as suas esperanças são as mesmas que as minhas, garanto!

      Nos veremos em mtos e mtos encontros, seja em NY ou Ohio ou LA ou no Afeganistão😄

      XOXO

  6. Voces escrevem todos muito, mas não consegui de deixar de ler as reviews, é sempre as opinoes dos outros.

    Como esperava o Ryan acertou no 1º episodio, o mais dificil será manter a formula e acertar nos restantes.

    Antes de ver o episodio vim ler a review, e quando falavam bem da marley ficou com o pé a tras, porque não sou facil de agradar, mas acertaram em 100% na personagem. Tem uma optima voz e uma presença agradavel, será facilmente uma das minhas personagens preferidas. Quanto às suas parecenças com a Rachel, penso que não serão assim tantas. A voz é igualmente boa mas totalmente diferente, a maneira de vestir tambem é diferente a Marley muito mais simples e menos formal, além da Marley ser muito menos egocentrica.

    Neste episodio as personagens que apareceram tiveram todas mais importancia e mais falas.

    Quanto ao titulo New Rachel, deveria ter sido dado para Tina, e o Blaine nem deveria ter podido concorrer uma vez que ele ja era o lider vocal masculino, e nao o Finn, mas enfim… Desde os ultimos episodios da season passada comecei a perceber que a Tina tem uma boa voz e que deveria ter mais oportunidades .

    Quanto às outras personagens novas, ainda nao tenho uma opiniao formada. Apenas a kitty irrita um bocado …

    Senti muita falta da Santana, quanto às outras personagens ficou estranho sem elas mas não andei à procura delas especificamente

    Ate à proxima

    • Hello gurl!
      Ah vc não imagina minha alegria ao ler estes reviews ENORMES, sempre espero pra ir além da minha opinião. Sempre mto pertinentes!

      Ah mas vc leu a review antes de ver o epi?? Como assim? rsrssrsr
      Sim, Marley é totalmente diferente de Rachel sim, tem um jeito meigo e adorável mais acessível do que Rachel, de fato! Sò aqueles que amam a excentricidade e o ego da protagonista desde o inicio é que entendem.
      Já essa guria querida é um verdadeiro achado e tenho ctz que ela tem potencial pra dar ao McKinley uma nova brisa, afinal nunca houve uma personagem como ela.

      Sacanagem mesmo darem o titulo ao Blaine, sendo que sempre houve uma figura masculina central, querendo ou não….É só pra continuarem a sacanear a Tina, mas ainda espero mais atitudes mal humoradas dela, pq chega de ser TEAM PLAYER né!

      Até mais dear.
      XOXO

      • Sim, li antes para ter uma ideia do que podia esperar.
        Estou a torcer pela Tina, por mais que o Blane faça um espetaculo em cada muisca podiam dar uma musica de vez em quando para a Tina, toda a gente ia gostar.

        • Justo!!
          Nem preciso dizer oq acho do Blaine.Adoro o Darren e sua voz e presença mas a personagem me desgastou.

          Tina, quero mais que ela se rebele e sim, cante mto mais.

          xoxo

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