Glee (4×09) – Swan Song


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Shine Bright Like a Diamond….

Posso odiar o novo single de Rihanna, mas ele vêm bem a calhar com praticamente boa parte deste episódio. Uma pessoa em específico merece os louros, porque brilhou do começo ao fim, mostrando o porque de ser considerada uma das grandes vozes atualmente ou como mesmo a Gazela disse dois anos atrás: “Talentos como dela nascem um a cada geração”.

“Swan Song” é um titulo pra lá de previsivel, pois simbolizou o deslize que ocorrera ao final do episódio de Ação de Graças, mas contrário a simbologia de ser a principio o último canto do cisne do New Directinos, também veio de encontro com a filosofia da protagonista, que decidira agir como se fosse a última vez.

Sua determinação e segurança apareceram, uma maturidade conquistada gradualmente nestes seis meses como aluna da NYADA. Por isto que Rachel Barbra Berry sempre será nosso diamante puro e radiante, onde mesmo que seu exterior ainda choque a muitos, foi bom vê-la a dominar com maestria aquilo que nasceu e está destinada a fazer.

Conforme previ, as consequências do desmaio de Marley foram pouco abordadas, algo que espero que retomem, pois a superficialidade perante a gravidade do problema de uma garota que pratica bulimia mostra que ou Glee aprende a aprofundar suas temáticas ou continuará a criar “propagandas gratuitas vazias”, o que eu sempre acredito que será a segunda. Enfim, mesmo com Santana a apontar para Kitty por infectar a cabeça de Marley, o grande chute noi peite acontece quando Sue aparece contente a comunicar que o abandono do palco no meio de uma performance automaticamente os elimina, ou seja, os Warblers foram decretados vencedores da Seletivas.

vlcsnap-2012-12-13-16h58m47s53Esta temporada tem conseguido mesclar os dois núcleos, mas acho que até agora somente o season premiere e o episódio dos rompimentos conseguiu dar chances de igual pra igual para as duas cidades, considerando que a tendência tem sido ver Ohio a se desenrolar bem e NY empacada ou vice-versa. “Swan Song” conseguiu dar momentos bons aos dois grupos, porém foi impossível prestar atenção no McKinley e em mais um draminha momentâneo “Glee Club is Over” enquanto do outro lado da Terra do Tio Sam, viamos a estrela mais brilhante refletida no mais belo céu, alias pela primeira vez nitidamente em nove episódios.

“Do you know how demeaning it is when they just turn to you and yell ‘Hit it!’ and you’re just supposed to know what song they’re gonna sing?!”

Com um desabafo pra lá de sensacional do Piano Man, Brad, Sue sobrevoa vitoriosa, mas após tanto tentar, desta vez ela não precisou fazer nada para destruir o Glee Club, porém considerando que a “vilã” não é mais “vilã” a um bom tempo, concordo que a sensação é tão vazia quanto assistir Prometheus.

Figgns reafirma numa espécie de disco furado que o New Directions não tem mais como se manter porque a escola não pode deslocar recursos para tal, mesmo que Finn se esforçasse pra manter o grupo unido, o que naturalmente não acontece pois principalmente Tina (como não amar seus surtos) e Artie direcionam a culpa a Marley, afinal se ela não tivesse desmaiado, eles não estariam ali vendo o Glee Club ruir.

“This is all Marley’s fault. New Rachel, my butt. I knew Rachel Berry. I was friends with Rachel Berry. And you, Marley, are not Rachel Berry.”

Tudo acontece meio que mecanicamente, diferente da quase eliminação do grupo na primeira temporada, nesta mesma etapa. Nunca achei que diria isto, mas sinto falta do Schuester e mesmo que Finn esteja a dar 100% do seu tempo, dedicação e paixão a sua nova função, ainda acredito que sua trama poderia ser mais autêntica e não um reboot do seu mentor, pois sempre soubemos que a conexão existente entre ele e Will muito foi pelo professor reforçar que Finn era seu “eu” adolescente.

São em momentos como estes que vemos que a série se enverga no mesmo do mesmo, porém antes, em situações como estas, de momentos delicados que os colocam na corda bamba, conseguiamos abraçar a causa, contrário ao sentimento que não é mais o mesmo, aquele de torcer para eles não deixem de acreditar, mas sou Gleek e nunca desisti, então continua a cantar “I’m Still Standing” junto com o Tio Elton John.

vlcsnap-2012-12-13-17h03m51s67O inevitável acontece e Finn tenta iluminar a todos, dizendo que sempre haverá o próximo ano, que no fundo sabe que não é verdade, pois metade da turma é sênior, restando somente Marley ao seu lado quando avisa que conseguiu reservar o auditório por quatro minutos durante a noite de sexta-feira.

Obrigados a preencherem o vazio deixado pelo fechamento do Glee Club, cada um decide seguir em frente, seja Artie bate tambor com sua roupa ridicula na banda de marchinha; Tina e Blaine viram Cherrios; Jake e Ryder jogam basquete; Joey entra para o time de paintball e até mesmo Unique se envolve com o time de hockey terrestre, mesmo não conseguindo se equilibrar.

“Where Christians, Jews, and Muslims can shoot at each other freely.”

Se certas coisas pareciam jogadas na trama de Ohio, somente pioram quando decidem juntar Bram. O desenvolvimento da amizade entre os dois foi o que ajudou Brittany a superar a distância e depois do rompimento com Santana, porém estava bem mais feliz com sua interação com Blaine, além do que Glee e quase qualquer outra série teen parece não acreditar que um garoto e uma garota possam ter algo sincero, sem precisar estar emocionalmente conectados.

Apesar da fofa cena com Sam a trilhar um caminho com cereais, que Brittany vai porcamente comendo até chegar a ele, foi imensamente desnecessário, por mais que “Something Stupid” caia como uma luva para os dois “Dumb Blondes” da turma. Rolou uma trollagem para estimular o riot que seria causado pelo Brittana Fandom, que naturalmente não aceitará esta união e mesmo com a bitoca que eles trocam, depois de certa relutância, sabemos que Santana também não vai deixar isto barato, dando um jeito de jeito de ficar junto com sua amada burrinha novamente.

vlcsnap-2012-12-13-17h08m57s41Como o plot de NYC fora totalmente irrelevante no anterior, desta vez ele veem com tudo, mostrando porque o maior investimento se encontra na Big Apple. Mesmo surpresos com os amigos perdendo nas Seletivas, o duo Hummelberry parece mais disposto a focarem em suas vidas. Kurt está um pouco apreensivo depois que mandou sua nova aplicação para Carmen. Falando nela, foi foi maestral sua metódica explicação sobre o exclusivo processo dos convidados para o Winter Showcase que ela promove todo ano na escola.

Num momento digno de uma ópera, a exigente mestra caminha pela escola com um envelope, este que sobrevoa as mãos de Rachel Barbra Berry, que depois de muita apreensão, sorri de canto a canto, afinal este é um dos primeiros grandes reconhecimentos de seu talento impar e descomunal, alias são estas uma das poucas palavras que descrevem o que ela entregará logo mais.

Sempre existe um momento “rolling eyes” e por incrivel que pareça pertencem a Kate Hudson, que deois de muitas firulas da hollywood star, que mesmo a tentar entaltecer o plot, nada acrescenta a ele, o que rende mais uma ceninha slash grotesta entre a professorinha e sua aluna. Considerando o nítido recalque com o convite para o Winter Showcase, a Tia Julina resolve alfinetar a Ms. Schwimmer, atraindo-a para um Dance-Off, que só comprova que os criadores devem parar de envolver Lea em números deste porte, pois mais que seu vocal seja soberbo no clássico do Chicago, “All That Jazz”, não precisa de tanto vai.

As farpas trocadas entre elas depois do “showzinho de dança” – tática descarada pra provocar as pervertidas do fandom – comprovam que Rachel, apesar de ser quem é, sempre soube quem ela é, fazendo-a valorizar o seu potencial e o quanto acredita em si mesma, contrário a própria Tia Julina, que ainda vive a se lamentar dos erros cometidos no passado.

Cassie: You’re not good enough yet.
Rachel: Maybe you’re right. I’m not as good of a dancer as you are.
Cassie: Oh, you’re finally learning something in here.
Rachel: But I’m just as good of a singer. Maybe even better.
Cassie: You think anyone in here believes that? Because there’s a big difference between self-confidence and delusion.
Rachel: No one else has to believe it. No one but me.

Kurt também passa pelas suas, recebendo então um balde de água fria da Madame Tibedaux, que detona suas expectativas dizendo que o video de sua segunda aplicação foi sem alma e que não fora suficiente para lhe garantir uma vaga no próximo semestre.

“…but if you give me a stage to sing on, i know in my gut, there’s no one that can beat me”

Vivendo a vida como se fosse o último dia, Rachel continua a agir com espontaniedade e mesmo ao bitocar o Avatar, deixando o surpreso com tal gesto, sua Golden Star sintila ao dizer que apesar do nervosismo em se apresentar, seu instinto lhe afirma que ninguém poderá vencê-la e essa linda garota estonteante em seu vestido branco não poderia estar mais certa.

vlcsnap-2012-12-13-16h39m16s126Depois de vermos a versão dançante da Cece do American Idol, Rachel se coloca a frente do lindo salão oval, no que seria, por por mais surreal que seja, o primeiro solo de Lea Michele nesta temporada, o que compensa a falta, pois não seria o único. Se a espera foi longa, é compensada em poder vivenciar mais um casamento perfeito entre Rachel Barbra Berry e seu maior idolo: Barbra Streisand. Considerando que quando o assunto é esta grande artista, o amor e admiração é um extensão aplicada também para Lea Michele.

Se “Don’t Rain On My Parade” nos introduziu a essência do que seria a melhor personagem de Glee, agora “Being Good Isn’t Good Enough” é a resposta para sua nova fase, mais madura, segura e conciente e se a música mesmo diz, ser bom nunca foi o suficiente para Rachel e é assim que ela excede o limite de sua grandiosidade, fazendo todos aplaudi-la de pé, o que lhe garante um Encore a pedidos da platéia, que nada mais é do que a chance de se apresentar novamente com outra canção de seu repertório, pedido que  Carmen Tibedaux autoriza sem ao menos questionar.

“Being good just won’t be good enough…I’ll be the best or nothing at all”

Muitos podem virar o nariz, afinal sempre nos perguntamos, como uma garota judia pode gostar tanto do Natal, mas deixando as religiosidades pra lá, Rachel é uma amante do canto e da músic. Nada melhor que “O Holy Night”, por mais batida que possa soar, para representar a escolha de seu segundo solo, algo que nunca ocorrera na história de Glee e que só alguém como ela poderia ter tal privilégio. Lea conseguiu dar um outro tom a canção, que arrepiou a alma do mais descrente.

Confesso que mesmo não sendo muito conectada com o real significado do Natal, como nascimento de Jesus, me vi transportada para esta realidade paralela que somente esta pequena grande estrela consegue nos transportar, pois assim como a própria diretora da NYADA disse, o que ela fez foi SOBERBO. ( destaque aqui também para a mesclagem da cena, a mostrar Finn tristemente embrulhando os troféus e peternces da sala de coral, porém nada conseguiu tirar o brilho dela.)

Madame Tibedaux mostra que sabe mesmo surpreender quando convida nosso amado Porcelana para se apresentar naquele momento, ao vivo e a cores para todos os presentes. A insegurança seguinte de Kurt é natural, considerando quão dura e exigente a diretora fora com ele, mas é o apoio incondional de Rachel e como a amizade deles complementa um ao outro, que torna o momento mais mágico do que ele já estava sendo.

vlcsnap-2012-12-13-17h10m56s186Depois de algumas escolhas não tão apropriadas, fica com “Being Alive” do musical Company, que inclusive Rachel diz ser a oportunidade perfeita para ele mostrar seu lado mai sentimental, assim como fizera de maneira avassaladora em “I Wanna Hold Your Hand”, uma bonita lembrança a um dos mais belos momentos da série. Se ele não tem seu pai para dedicar a canção, que dedique a si mesmo, pois merece e o faz com maestria, arrancando lágrimas de sua melhor amiga e suspiros de todos os presentes.

Mesmo afastados, Finn e Rachel parecem aos poucos encontram uma forma de se comunicarem, mesmo que eles tenham deixado claro durante a visita dela a Ohio, que o afastamento era a melhor solução. Independente do que aconteceu, é importante eles dividirem este momento, afinal cresceram como colegas de coral até amantes. Após esta conversa “amigável”, talvez encontrem uma ponte para continuar a lutar por si mesmos, além de manter o respeito e admiração que sentem um pelo outro, antes mesmo de serem felizes para sempre como casal.

A ligação de Rachel foi precisa, trazendo aquele significado que por vezes Glee mesmo esquece. Muitos se perguntaram quem a série quer ser nesta nova fase, ou seja, pretende navegar o universo High School ou seguir aqueles que já o deixaram? Duh, a resposta pode ser óbvia ao pensarmos que quer os dois, mas uma hora terão que se posicionar firmemente sobre sua identidade, esta bem confusa mesmo com a proposta ousada de dois núcleos e a ideia de transição existente entre a juventude e a vida adulta.

Glee é Glee quando está no McKinley, fora de lá é outra série, cuja proporção tem potencial para ser mais e enquanto não resolverem o querem fazer, até mesmo para o próximo ano, a série só perde, tanto em potencial pra trama quanto a seu talentoso elenco.

“Finn, listen to me. You know, even if we, we never won our Sectionals, or Nationals had never happened, it still would have been worth it. I mean, glee, it’s about the love of the music. It’s about people like Puck and Artie not just singing together but actually being friends. It’s about Brittany and Mike dancing just for fun when no one else is around. It’s even about the romances. You know they come and go, but they’re just as important.”

Separados pela distância a conversar sobre ganhas e perdas, o que ela diz a ele o transforma, fazendo-o escrever um e-mail para todos os membros do New Directions, tentando tocá-los de alguma forma, até mesmo quando dividi a notícia de que Rachel vencera no Winter Showcase. Caso eles ainda acreditem, deverão comparecer nas escadarias da área externa da escola, o único lugar que Marley conseguiu autorização para que treinassem após o horário das aulas.

vlcsnap-2012-12-13-17h16m03s196Sonhar, Acreditar e Lutar sempre foram um dos vários lemas da série e é Finn que tenta manter esta chama acessa, ao lado de Marley, a única sobrevivente aparente do New Directions. Em meio aos flocos de neve que caem sobre seus simpáticos gorrinhos e suas roupas quentinhas, –  por mais bizarro que seja ver uma guria que esta doente ficar a cantarolar no meio da neve –  Glee é Glee e agora “Don’t Dream It’s Over” precisará se tornar o hino da turminha, esta que de par em par aparece ao chamado do novo mestre, mesmo sem saber o que o futuro lhes reserva, o que sabemos que a Gazela e sua trupi dará um jeito pra resolver isto, por mais surreal que seja a alternativa.

Finalizando da mesma forma que a review anterior, a trama de Marley continua a não convencer e acredito que a última chance de fazerem isto será no episódio natalino, que já tem por responsabilidade salvar-se do fracasso e da bagunça do último episódio temático da série, caso contrário, será mais um plot jogando ao vento frio e gélido desta época do ano (para eles claro).

Mesmo com o olhar perdido de cada um dos membros do New Directions, o destaque do encerramento fica por conta de Kurt, que após muito suar, finalmente recebe sua tão sonhada carta da NYADA, aprovando-o para o próximo semestre, o que o colocara lado a lado com Rachel, mesmo que ela esteja um semestre a frente, foi lindo vê-los juntos aonde eles nasceram pra estar.

Audiência: E parece que Glee empacou de uma semana para a outra, mantendo os mesmos 2.2 rating e 5.43 gleeks a se debulharem de lágrimas com os solos magníficos da Ms. Berry, que só por si merecia um aumento de audiência, mas……

8,6

2 thoughts on “Glee (4×09) – Swan Song

  1. Marikeridaaaaaaa
    Este fim de ano tá muito pegado, e confesso que baixei o ep. mas não o vi direito, saltei um monte de partes e vc preencheu estas lacunas ( que só vou conferir qdo meus alunos ficarem de férias).
    O importante disso tudo, para mim, foi o msm para vc: Rachel Berry. Ela é única, especial, rara, passional, uma força da natureza que ninguém pode dominar, e amei ela finalmente ter dado vazão à suai intensidade. Claro, a gente sabe que a Lea tá ocupada, gravando seu próprio disco, mas Rachel em toda sua glória tava fazendo falta… eu só achei meio deslocado o beijo no Bode ( não é nem questão shipper não, é pq achei aleatório msm), mas, enfim… como disse não vi o ep. direito, mas Don’t dream is over foi fantástica!!! E, sinceramente, Melissa Benoist é uma gracinha, mas Marley ainda tá muito travada, sem graça, sei lá, nem com drama o negócio dela deslancha. A melhor cena, sem dúvida, foi o olhar cheio de lágrimas do Finn e a emoção dele na voz ao dar parabéns para Rachel; e, eu tenho ctz, pelo menos às Regionais eles ainda devem chegar esse ano. TE AMO!!!! ADOREI A REVIEW!!

  2. Really? Eu adoro Diamonds xD
    Vou ser sincero, não queria ver Kurt em NYADA. Preferia mil vezes vê-lo a ser uma estrela da moda. Seria um rumo interessante. Rachel já está a cobrir perfeitamente o Broadway Dream, não era preciso mais um. Gostava de um pouco mais de variedade, só isso.
    E wow, Finn está tão crescido nesta temporada, nem parece o mesmo. O glee club está cheio de machos alfa este ano, temos Jake, Ryder, Sam e Joe. Mas continuo a dizer que faltam personagens femininas fortes no grupo. Antes tínhamos Rachel, Quinn, Santana e Mercedes. Agora temos Kitty, que é completamente desprezível e Tina, que ninguém realmente leva a sério. É preciso um pouco de girl power naquele glee club.
    Achei bastante interessante eles terem perdido as sectionals, afinal eles não podiam ganhar todos os anos, além de que a qualidade do ND este ano está menor, comparando com as vozes dos anos anteriores. E será interessante ver o que é que eles irão fazer até ao fim do ano se não tem nenhuma competição para ganhar…
    xoxo

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