Glee (4×07) – Dynamic Duets


Sete. Número pra lá de mágico para a Potterhead aqui e acho que não foi mera coincidência de que “Dynamic Duets” foi o sétimo episódio desta temporada. Seja por magia ou super-poderes, minha imaginação sempre foi além e desde que me conheço por gente mergulho nestes universos fantásticos, que permitem uma pequena grande fuga da realidade.

E é assim que Glee nos proporciona o melhor episódio desta temporada e até diria que deu pra sentir um pouco de volta aquela brisa gostosa e pura, sem os dramalhões e cargas pesadas de episódios como “The Break-Up”, que foi um excelente episódio sem dúvida, mas gosto mesmo é de ver minha série curtindo sua essência, proporcionando boas risas e momentos finais que emocionam até o maior dos vilões.

Numa dose exata, o roteiro funcionou diferente dos demais e mesmo com ausências do elenco adulto em Ohio e do núcleo de NYC – que não teria inserção natural neste – foi interessante ver como as personagens de certa forma crescem e interagem, criando alianças esperadas e nem tanto por assim dizer.

Muitos ainda tem certo ingessamento quanto a turma nova e concordo que vê-los tendo mais destaque do que Artie e Tina por exemplo que estão lá desde o #1 é ultrajante, mas ao invés de reclamar como fiz por um bom tempo, o mais fácil a se fazer é abraçar o novo molde, aproveitando quando ele sucede e supera expectativas e digo claramente que para quem não esperava nada deste, o resultado foi pra lá de heróico.

Glee sempre correu certos riscos e os mais recentes foram o extremo do patético a exemplo do “Britney 2.0” ou o avassalador “The Break-Up”, mas fora isto, a série tem tentado ocupar um espaço diferente na telinha das quintas-feiras e mesmo que os resultados não mostrem isto e a série não consiga mais impactar da mesma forma que fazia nos primórdios, é bom ver que por vezes os criadores recuperam sua alma, liberando o que tem de melhor em suas mentes, mesmo que seja para um episódio tecnicamente tematizado.

Entaõ, já que sabem que tenho meu alter-ego como Glee Mamma, espero que embarquem junto comigo nesta aventura recheada de momentos bacanas. E já adianto meus parabéns antecipado a edição do episódio, desde a musicalidade até o formato HQ utilizado nas trocas de cenas.

Mesmo com a excessivade do Sr. Engomadinho ou deveria dizer Nightbird, mais ressalvada do que nunca, é aceitável vê-lo como presidente do “The Secret Society of Superheroes Club”, mostrando mais uma habitual reunião de um dos clubes do McKinley High. Apresentando o grupo, cada alter-ego heróico faz jus a personalidade em questão, então temos a Asian Persuasion (Tina); o Blond Chameleon (Sam); Tarantula Head (Joe); Sweet and Spice (Sugar)e os novos membros Dr. Y;num improviso porque obviamente Artie estava vestido de Professor Xavier – Queen Bee (Becky) e Human Brain (Brittany).

Depois de um pouco de enrolação, inclusive com o Nightbird a choramingar sobre seu rompimento com Kurt, tudo porque a asiática tentou persualido a fazer algo, o loser signal aparece no céu,  alertando o grupo que o troféu das Nacionais foi roubado da sala de coral, mas o sequestrador deixa um video camuflado diretamente da Academia Dalton, o que naturalmente deu a deixa para o Engomadinho reencontrar com seus ex-colegas passarinhos.

Jake resolve mover-se em relação a Marley, porém depois do que aconteceu em Glease, naturalmente a garota já estava encaminhada com Ryder, que a chamou para sair, gerando um atrito entre os rapazes, afinal Glee sem um triângulo amoroso não é Glee. Finn resolveu fazer cosplay de Schuester e em seu primeiro dia como mentor do ND já tem que acalmar os animos da galera, porém são seus próprios animos que não estão muito bem, mostrando que não é assim tão simples virar “professor” da noite pro dia. Depois de receber os dois novos integrantes do coral, Ryder e Kitty, o assunto a se discutir são as Seletivas, mas após dar uma bizarramente étnica ideia, a galera acredita que esta não é a saída mais certa, considerando que ele tem a defender um titulo Nacional.

Beiste Master age novamente com um arcanjo poderoso no McKinley e desta vez coloca Finn sob sua capa roxa, fazendo-o enxergar que a “Semana dos Heróis” do colégio pode vir a ajudá-lo a libertar a pessoa que ele está destinada a ser, ou seja, ao abraçar seu super-heroi interior, talvez consiga encontrar seu caminho como mentor do New Directions.

Servindo como os vilões novamente, os Warblers atraem o Sr. Engomadinho para sua toca porém achando que fosse encontrar Sebastian a aprontar das suas, Blaine percebe que o Pedrinha Pedrão viu o caminho da luz, deixando o lado negro da força, o que para ele é um saco, afinal estava acostumado a bulinar e infernizar os outros. Quem cuida disto agora é Hunter, o novo capitão do coral rival, este que jura com três “j” que é hetero, mesmo a dizer que veio transferido de uma academia militar.

Tentando dizer que o blazer sempre escolhe seu dono, os passarinhos começam mais uma cantoria e claro que o Sem Meias ia entrar nesta, pronto para assasinar mais um hit pop e desta vez a vitima foi Kelly Clarkson, cuja musica “Dark Side” é recheada de significados porém mais uma vez os criadores acham que Blaine é digno de representá-los, assim como fizera no chuverinho com “Figther”.

Nunca irei esquecer meu pai a dizer “Glee é muito gay né, esses garotinhos cantando e dançando”, mas enfim isto só ajuda a reforçar as noias que o Ex-Warbler tem na cabeça a respeito de sua situação no McKinley, ainda mais agora que está sozinho e com o status de traidor sem coração.

Finn aparece com seus trajes adoravelmente hilários como “The Treble Clef”, o unificador do Glee Club e mesmo com as piadinhas a rolar solta, diz que o tema da semana será “Dynamic Duets”, pois assim como os Vingadores, juntos eles provam ser imbativeis, por isto, mesmo com as diferenças existentes, Kitty e Marley e Ryder e Jake unirão forças, enquanto os demais montarão a estratégia para as Seletivas.

Já confessei que Kitty ganhou uma estrelinha comigo desde que se envolvera na produção de Grease e isto só veio a aumentar neste episódio, pois a Bitch Avatar tem se mostrado mais mutável com suas maldades e sua interação com Marley, tão distinta a ela, tem sido bem divertidade de acompanhar. Esse lance de bulemia da Menina Rose não tem tido muito apelo ao meu ver, sendo mais um resquicio de quão manipulada Marley pode vir a ser. Kitty Kat põe suas garras pra fora como Femme Fatale e seu jeito bossy ao impor a canção do dueto mostrara um pouco mais de sua personalidade.

Os níveis de testosterona estão altos para o lado de Ryder e Jake, principalmente porque os dois possuem o alter-ego “Mega Stud”, que nada mais é do que o “garanhão entre os garanhões”. Os dois  personificam super-herois disfarçados no melhor estilo Clark Kent, então a dupla apresenta “Superman” do REM, provando que Jacob e Blake tem muito entrosamento em cena e suas vozes casam perfeitamente, sem esquecer que a letra é perfeita para descrever a energia que eles dispõem em conquistar Marley, o que claro acaba em pancadaria.

“Isn’t MS a degenerative nerve disease?”

“I thought it was a girl’s magazine”

Apesar de se atrapalhar para separar os garotos, Finn pela primeira vez tem que agir como um adulto, considerando que agora tem de agir como mestre. Com um sermão da montanha, o Sr. Hudson acredita que coisas assim só acontecer porque os dois realmente não “entendem” um ao outro, assim propõe a “Lição Kriptonita”, onde tanto Jake quanto Ryder terão que expor seus maiores medos, pois só assim conseguirão se entender. O jeitão descontraido e mais a vontade de Finn parece funcionar melhor para seu lado, além claro de sua tentativa inspiracional como pequeno grande Yoda da Looservile.

“Deal do we have?”

Agora a parte do episódio que realmente me deixou babando de tédio foi o “mimimi” eterno do Engomadinho, sim ele cagou geral ( desculpem o linguajar) e traiu a pessoa mais importante de sua vida, mas agora vir com esse papo de que sentiu-se acolhido na Dalton? Depois de tudo que ele passou, todas as manobras e mudanças em sua vida. Ok ok, Kurt não está mais ali com ele e tudo mudou, mas meu caro tu ganhou o concurso “Nova Garota dos Corais de Ohio” ecantarola todo o dia, então que tal virar macho um pouco, bater a mão no peito e tentar dar um rumo diferente na vida, pois perdão e confiança não serão conquistados da noite pro dia.

Mesmo com Tina vivendo as sombras de todos, até mesmo de Santana que esta em Kentucky, ela sempre surge suas palavras de sabedoria, principalmente a respeito do Engomadinho, após Finn dizer que por “motivos de força maior”, ele resolveu voltar para a Dalton.

“Boh hoo, get over it. It’s like a bad Lifetime movie”

Pelo visto a conversa e o beijo de Ryder não surtiram um efeito muito positivo em Marley, pois a garota continua a recorrer aos dois dedinhos. A nova Bitch do McKinley bebeu um pouco da água batizada que consagrou Santana e Quinn, cada qual na sua era, como as eternas Bitchs do colégio. Mesmo sem perceber, a Bitch Avatar mostra também que sabe ser honesta, prometendo que dirá a verdade caso a fantasia de sua parceira a deixe gorda. HOLLYCOW, gorda aonde? Entendo que se ela realmente virar bulêmica, a tendência é justamente esta, mas por enquanto parece viver na neura, crescente dia a dia. Se os criadores quiserem mesmo seguir este lado, pegar pesado na temática, terão que fazer muito mais do que simplesmente satirizar com apelidos aos dois dedinhos.

“Are you still driving the bust to Puketown?”

Miau Miau e não é que Kitty ficou bem de Femme Fatale? E junto a ela, surge do box do banheiro a Wallflower, mas contrário a maneira que Marley se visualiza, a Bitch age do contra, dando um chacoalhão na moçoila a dizer que ela está H-O-T em sua fantasia e que seu alter-ego deve ser Woman Fierce em honra a seu cinturão “WF”.

Já vi gente falando que a Kitty pode ser a primeira personagem oficialmente bipolar na trama, mas bipolaridade vai bem além de ser ruim uma hora e outra ser boazinha, pois a doença tem haver com polos de humor, mas enfim, foi bom ver a gata dando um incentivo moral na insegura cachorrinha. O empurrão valeu, pois a parceria das duas com “Holding On For A Hero” da Bonnie Tyler foi sem sombra de duvidas um dos melhores duetos da série, cheio de atitude, trabalho de equipe e claro ótemos vocais, sem esquecer da ousada e divertida ventania provocada pelo chicote da Femme Fatale.

Com Glee, suas personagens tem que compor uma fatia à parte da sociedade, seja relacionado a sexualidade, limitações fisicas ou mentais e neste caso, nem mesmo Ryder escapa. Apesar do reboot do “problema”, pois Sam já fora introduzido como dislexo na segunda temporada, vemos que esta é a Kriptonita do novo garotão “nerd esportista garanhão”. Tudo isto só é revelado depois que Jake toma a iniciativa de abrir seu coraçãozinho, expondo que a sua grande fraqueza que não sentir-se parte de nada, pelo fato de ser parte branco, negro e judeu e o quanto isto sempre o fez ser alvo de constantes piadas.

Contrário a Sam, a trama agora resolve ir adiante e Jake age como um homenzinho ao contar para Finn da situação de Ryder, o que faz agendar um teste com uma especialista estudantil, esta que explica que é muito comum casos de alunos demorarem a ser diagnosticados, explicando assim as dificuldades que ele sempre teve nos estudos. Depois de passar para uma bateria de testes, sejam visuais e escritos, a nova personagem continua a crescer ao meus olhos e desta vez é seu lado mais vulnerável que o aproxima de Finn, que o assiste calado desabafar sobre quão difícil é viver sobre a sombra de si mesmo, quando seu interior não corresponde com o exterior, algo que senti desde que percebera que era diferente das outras crianças aos seis anos de idade.

Seja dislexia ou deficit de atenção, é realmente difícil para uma criança se encaixar enquanto todos os demais parecem “normais” ao seu olhar, além disto, é importante que a família dê o apoio necessário,  mas como normalmente isto não ocorre porque os pais por vezes não identificam o problema, a escola tem que fazer sua parte, encaminhando o aluno para aulas extra-curriculares. Isto é o que irá acontecer com Ryder, oportunidade que ele terá que agradecer principalmente a Jake. Glee parece sair um pouco só do circulo da “sexualidade” , arriscando na abordagem de outros problemas comuns aos jovens.

A relação entre Jake e Ryder parece ter se alinhado após os garotões “share their deepest darkest secrets” e é quando Jake resolve fazer a média com a Mamma Rose, –  esta que faz a fofoca contando que Marley fala muito sobre ele – os valentões ofendem a cantineira, tirando o Little Pukerman do sério, mas para sua surpresa, a trupi de super-herois, liderados por Ryder, o salvam do abate, nascendo um novo Bromance, que só não funcionará muito bem na prática porque ambos estão a investir em Marley, que tem o mel desta temporada.

É justamente por isto, ao perceber que seu rival é até que bacana, que o Little Bro liga pro Big Bro, pois não existe pessoa mais sábia do que Noah Pukerman quando o assunto é mulheres. Puck, que esta fazendo seus bicos em Hollywood, desta vez como super-heroi  na calçada da fama, diz pro irmãozinho que ele deve pegar leve, andar sorratinamente, pois com o tempo a garota estará na sua, uma abordagem bem diferente se formos pensar como ele se comportava pelo McKinley, pegando toda e qualquer alma viva.

“Listen man, i got go. Homeless guy just threw up on Barbra Streisand’s star. I got to snap a pic.”

Quem acha com toda a certeza que ele mandou essa foto pra Rachel, como uma forma de trollar seu grande ídolo? Genial a sacada….

A relação Blam ou Slaine como preferirem volta a ganhar força e desde que Sam unira forças com Blaine na corrida para presidente/vice estudantil, os dois se tornaram fortes aliados, uma prova que uma amizade entre um hétero e um gay pode existir de maneira sincera e real e é isto que o querido Bocão, que tem tido o destaque merecido até então, representa para o Engomadinho.

O ex-passarinho   irrita a todos com suas lamurias, mas é o que seu grande amigo diz a ele, que o faz repensar em tudo que tem feito e como tem se punido, principalmente por se entregar a alguém que conhecera pela facebook (afff). Tudo isto o fez perceber o grande erro que cometera, afinal senti que a união Klaine está destinada para todo o sempre.

“You got stop villianize yourself. Yeah you hurt Kurt. That wasn’t cool. So you’re trying to make it right but exiling yourself to Dalton won’t fix anything”

Ok, mesmo com Darren Criss a cantar de novo, aceito quando é um dueto. Sua parceria com Chord foi bem o que o momento exigia,  mostrando Sam ao violão com Blaine ao seu lado honrando “Heroes” de David Bowie, que me fez lembrar de “As Vantagens de Ser Invisível. ”, quando no livro Charlie,  opersonagem principal, diz sentir-se INFINITO ao lado de seus melhores amigos.

E achei que estas cenas finais simbolizaram um pouco disto, a começar quando o o grupo reune-se para pintar as paredes pichadas da escola, o que rende uma adorável e descontraida guerra de tinta. Acredito que com Glee a sensação deve ser esta, de que tudo é possível, de que tudo pode ser alcançável e principalmente que teremos ao nosso lado aquelas pessoas que nos fazem refletir em sermos melhores, por mais inusitado que essas parcerias, estas tão humanas, se pareçam.

E é assim que a cena mais heroica do episódio acontece e ao agirem como o Batman e Robin, Blam consegue recuperar a taça das Nacionais, num ardiloso movimento que deixa os passarinhos sem reações. Só resta ao grupo então comemorar o grande feito, devolvendo a taça para o local aonde ela nunca deveria ter saído. É aqui que Finn finalmente é acolhido pelo grupo, afinal sua nova responsabilidade não seria fácil, mas foi bem vê-lo com a sensação de pertencer, ainda mais quando recebe o título de “Unificador do Coral e das Amizades”, além de ganhar uma super pochete, com canetinhas e anti-ácido. Outro que confessa pertencer mesmo ao McKinley é o Engomadinho, que após muitos lengas-lengas, pede desculpar por ter sequer questionado sua verdadeira casa.

Acredito que o desenrolar ou diria o enrosco do triângulo amoroso Ryder/Marley/Jake quebrou um pouco a dinâmica do episódio, alias fiquei mais convencida neste momento com a relação de amizade entre Ryder e Jake do que a deles com Marley, cada qual a sua forma. Pode vir a construir algo bonito disto tudo, caso a moça se resolva, mas ao que tende, sabendo como funciona, tudose prolongará por bastante tempo, afinal uma boa briga de galos sempre faz bem para o ego feminino, alias que garota não se sentiria bem com dois boys magias destes a brigam por ela?

Ainda não sei se gosto desta Marley, ainda mais da maneira com que ela tem sido “moldada” e manipulada, mas quem sabe sua jornada mostrasse promissora, assim como fora na season premiere. Ryder desmarca o encontro porque causa do inicio de suas aulas extras, o que a deixa frustada e é aí que ela resolve agir como a Woman Fierce, chamando Jake para. Foi realmente bom ver o queixo caído da Bitch Kitty Kat, que achando que ia dobrar a moça novamente, dizendo que Ryder não está interessado mais nela, viu que sua criaturinha resolveu botar a fila pra andar, agindo contrário ao que todos esperavam.

Mesmo com as mudanças e divisões de núcleos, o único episódio que efetivamente disse a mim mesma “Poxa, isso ainda pode ser Glee”,  foi o season premiere, –  por mais curioso que seja eu sei – mas  foi com este sétimo e mágico episódio que me vi erguendo a mão em direção ao meu televisor, vibrando com o circulo formado e o grito tradicional do New Directions toda vez que eles se preparam para uma competição, que sei que não será nem 1/3 das que estamos habituadas, mas enfim…..

E foi com “Some Nights”, a bela canção do Fun., que recuperei minha JOY, aquela que vagava perdida pelos corredores do McKinley, que estava devastada junto com o coração Finchel dentro do Auditório, que ficara frustada ao ser convocada para a sala do Figgns ou mesmo quando empurrada raivosamente por Sue Sylvester.

A sacada de colocar a turma, dentre rostos antigos e novos, vestida de vermelho foi genial e ao mesmo tempo um golpe baixo, pois por mais que esteja descontente com a temporada; com a nova turma ou com o fato de que Rachel e Kurt não apareceram novamente, desafio você Gleek, a ousar dizer que não se emocionou com esta cena de encerramento, seja por minimamente lhe remeter a uma famosa e iconica cena, que nem preciso exemplificar aqui pois despensa apresentações. Esta primeira performance do New Directions – sem Wade/Unique, que desapareçera subtamente – sem dúvida já poderá entrar para o hall dos melhores e mais preciosas momentos da série.

No. When i see stars, when i see stars, that’s all they are

When I hear songs, they sound like this one, so come on

Oh, come on. Oh, come on. Oh, come on!

Isso é Glee, isso é abrir-se à alegria, celebrando um ao outro. Como Charlie se sentiu, pertencendo a ao mundo e as pessoas que estavam junto a ele, na semana passada, com “Dynamic Duets” consegui voltar a me sentir parte disto, este sentimento de INFINITO que Stephen Chbosky descreve tão bem em sua obra, que alias senão leu ainda, está perdendo um dos melhores e maiores livros a tratar do despertar da juventude e dos percalços de crescer perante a fase mais mutável da vida de uma pessoa.

Audiência: Glee continua a cair e nem a super liga de super-heróis deste episódio foi capaz de salvá-los, marcando baixíssimos 1.5/5 no rating e somente 4.62 milhões de telespectadores.

10 thoughts on “Glee (4×07) – Dynamic Duets

  1. AMEI esse formato HQ do episódio! E claro das citações para lá de nerds que apareceram.

    Gostei do episódio em si, acho que vou o que teve melhor desenrolar dos novos personagens. Acho que pela primeira vez vi eles como o new “New Directions”🙂
    Ainda não acho que é aquele Glee que me apaixonei (sou muita chata com isso xD), mas foi o que mais se assemelhou com ele.

    Espero que continue com essa fórmula, vai ver eu começo a me apegar um poucos mais com os novatos

    • Ueh, eu amei o episódio, foi DINAMICO e teve momentos divertidos e boas performances.

      Enquanto não concertarem o nucleo de NYC,vai ser assim, irrelevante e na boa, to desgostando cada vez mais do que tão fazendo com a Rachel, nem tanto pq causa da mudança e do visual todo, mas da falta de revelancia q ela tá, a começar que já ficou dois episódios sem aparecer
      E se antes até que conseguiram mesclar bem os dois nucleos, agora estão mostrando mesmo a que veio a Season 4: NADA

      Eu não sou mais a mesma com Glee meu caro, mas continua te amando ok😄

      XOXO

    • Vc deve tá estranhando pq não exponho mais meu mal humor com a série ou não sou mais critica como antes talvez, né? Dias de stress ficaram pra trás, pq não aguentava mais ficar no estado que ficava..

      • Hey Mary (:

        Eu estou estranhando o quanto você não vê que a série está horrível!
        O quanto consegue aceitar tão bem tudo que ela vem apresentando nesses últimos eps. =(

        São vários fatos que me deixam puto, mas destaco alguns que me deixam desnorteado.

        O que é o Finn querendo ser Will? coisa mais ridícula que eu já vi!
        Ele não precisava começar a sim, pqp u.u

        E esses novos personagens querendo fazer tudo que os originais já fizeram na 1ª temp. Tudo IGUAL DEMAIS!!!!!!!! =/

        E esses clichês? PQP, tá tudo muito obvio!!! Tudo muito chatooooo e maçante =/

        Rachel está sendo deixada de lado como você escreveu ai. e etc etc

        E sim, sinto falta das suas críticas sem dó, pq Glee não está dando nem dó mais e sim só raiva. =(

        Eu to sofrendo, pq eu amo Glee, 3 anos não podem ser jogados pro ar assim =(

        Enfim, deixa pra lá, o bom é que vc não deixou de gostar de mim HAHAHAA
        Isso é um bom sinal =D
        s2

        • Deixei bem claro que me formei com Glee e tudo que viesse dps não seria mais Glee,entao estou assistindo como outra coisa, um projeto mal projetado.

          SIm tá mto do mesmo,mas eu não consigo mais me afetar pq não tenho mais o mesmo envolvimento emocional com a série q tinha antes, então a vejo como qlq outra, se tiver uma cena COOL COOL senão fuck off sabe, é estranho dizer isto, me sinto estranha assistindo,mas to anestesiada com a série!

          Não perco tempo me irritando com Finn a ser Schuester, Blaine cantar ALOUCAMENTE e por assim vai, as personagens antigas sendo colocadas a esmo.
          Me fazia super mal sabe ser TAO INTENSA com a série e hj vejo q valeu a pena até lá, até ver eles a vencer nas SELETIVAS.

          Espero que entenda minha situação e sei q estou a decepcionar com minha “visão”, perdi o senso e acredito que não recupero mais não. SORRY IF I LET U DOWN mas fique tranquilo que o proximo review voltarei um pouco ao meu OLD SELF,mas já lhe aponto, Glee Mamma tá desgastada e precisando de repouso numa clinica, pq sinceramente tudo que tenho mais vontade é largar a série e não assistir mais, sei q não reflete as vezes no que falo nas reviews, mas é oq sinto,com excessão do 7º epi q gostei mto, porque com os demais praticamente BABEI assistindo e acho q nem isto consigo mais expressa rsrsrs

          Love

            • Claro que entendi queridão!

              Posso te dar uma dura agora????

              Não tava a esperar que esta temporada fosse ser alguma coisa diferente? Eu achei vendo o season premiere, mas dps….
              Agora me diga q tu não estava cheio de expectativas??? Glee não é bom amigo desta palavra, principalmente pq ela frusta a nação xd

              Mas logo mais te receito a dose e vc fica bonzinho bonzinho,mas de ponta recomento “low down your expectations”, pq qdo a série fazer algo MTO ALGO, ai vc ficará bem, caso contrário é o pior dos sentimentos, palavras de uma macaca veia xd

  2. Olá!

    Independente desse epi, que foi bonzinho, acho que essa temporada está sem alma, não sei. E sem rumo, desorientada. O Finn dirigindo o clube glee? O único episódio que teve essa alma da série foi o primeiro. Depois, parece que foi uma preguiça só.

    Um abraço!

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