Emily Owens M.D. (1×05) – Emily and… The Tell-Tale Heart


Todos já sabem que estou apaixonado por Emily Owens M.D., porém isto não quer dizer que eu esteja cego e que não vejo alguns dos defeitos que a série possui. Neste review vou tentar pegar um pouco mais pesado com algumas tramas exploradas pelo episódio, apesar de ter gostado do mesmo. Só não garanto que irei conseguir criticar demasiadamente a série, pois, para mim, tudo que esta faz ainda é bonitinho e fofinho.

Bom, o desenvolvimento é um dos elementos da série que merece atenção. No começo achei que esta iria se desenvolver de uma maneira mais lenta, algo mais semelhante a Hart of Dixie, porém a série me surpreendeu e cada episódio tem sua função. Ou seja, cada episódio mostra uma desventura de Emily e sua paixão indiscutível por Will.

Neste episódio a personagem é bombardeada com a culpa, culpa por diversos acontecimentos. Acontece que Emily não é uma garota má, Cassandra já cumpre este papel na série, e esta acaba por se preocupar com todos à sua volta, mesmo que não goste de todas as pessoas que estão a sua volta. Esta é uma das características que mais gosto na personagem, esta inocência, esta infantilidade, e ver que esta ficou por se sentir culpada pelo fato de Will estar por maltratar Cassandra mostra estes traços de sua personalidade. Por mais que seria bom para Emily se comportar um pouco mais como Cassandra, isto estragaria sua personalidade e Emily acaba por descobrir isto neste episódio.

Um dos problemas que encontrei na série é o excesso de tramas, tanto recorrentes como paralelas, e isto acaba por afetar o desenvolvimento das mesmas. Mas, de certa maneira, este excesso de tramas me passa uma sensação incrível de realismo, pois Emily não consegue ficar parada nem um minuto sequer, sempre tendo que fazer algo aqui e algo lá. E é exatamente isto que acredito que um interno faça em um hospital, trabalha, trabalha e trabalha mais um pouco.

O drama entre Micah e sua mãe, a dócil Joyce, se agrava e com isto a série ganha os seus primeiros tons dramáticos. A recuperação da mãe de Micah não é algo que vejo acontecer em um futuro breve, Emily Owens não pode esquecer que é uma série dramática e que, mesmo sendo um drama pastelão, precisa fazer os seus personagens passarem por situações em que o drama esteja evidente.

O que menos gostei em relação ao episódio, e em relação à série em si, é Tyra. Sinceramente, não consigo compreender a personagem. Esta diz que ainda está no armário, mas não pode ver um rabo de saia que já está toda assanhadinha e sabemos que esta já tentou ficar com alguém no hospital e que seus amigos do colégio sabem sobre a sua sexualidade. Alguém me diz qual a razão pela qual esta teme tanto a reação de seu pai?  Esta trama apenas me incomodou e não me agradou nem um bocadinho.

Enfim, tentei criticar o episódio mas não consegui encontrar muitos argumentos para isso. Mesmo após cinco episódios, Emily Owens continua por ser uma série que envolve o seu telespectador e o faz sorrir por pequenas e bobas coisas, e é exatamente este elemento que falta em diversas séries da atualidade.

Audiências: A série conseguiu estabilizar esta semana os mesmos números de seu episódio anterior, 0.4 na demo e 1.2 milhões de telespectadores.

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