Glee (4×06) – Glease


Existe alguém que está 100% a gostar desta temporada? Bom, essa pergunta é utópica demais considerando que estou a falar de Glee, mas pergunte-se a si mesmo: “Algo mudou e muito, não?” Acho que irei repetir isto até o final desta nova fase, pois por mais que esteja com a mente aberta, não consigo me adaptar a nova proposta, seja lá se existe uma propriamente e olha que sou super adepta a mudanças.

Depois de relutar em dirigir a nova produção musical do colégio, Finn tem outro grande desafio em suas mãos: coordenar o New Directions na ausência de Will Schuester. A novidade já é logo direcionada ao grupo no inicio e conforme já esperado, causa um grande alvoroço, principalmente de Tina, que mesmo sem querer ofender, diz que o grandalhão mal sabe o que fazer da vida, então como poderia estar preparado pra guiá-los, nem que seja até as Seletivas. Outra que parece não aceitar em nada a escolha de Schuester é Sue e assim como expusera sua opinião a respeito de Wade interpretar Rizzo, agora solta suas garras ao absurdo de colocar um garoto, que mal se formou para cuidar do Glee Club, mesmo que a atitude seja extra-curricular e não remunerada.

Tina nada ao acaso continua a ser uma “team player” e assim como sempre fizera desde preparar os figurinos das competições, ajuda com a produção de Grease, além claro de interpretar Jan. O embaraço aqui é o súbito aumento de peso de Marley, o que obviamente é coisa da cabeça da dela, afinal ninguém de um dia consegue engordar tanto assim. Tal aumento de peso é justificado porque Kitty, a usar de dotes de costureira, encurta as vestes, agindo como felina traiçoeira a atormentar a garota dócil como um cachorrinho.

Mamma Rose aparece novamente e desta vez é questionada pela filha a respeito do gene da família, afinal sendo sua filha, Marley teme um dia começar a ganhar peso, o que não necessariamente é verdade, pois por mais que sua mãe teve predisposição para engordar, pode manter um estilo de vida saudável, o que inclusive estimulara a própria mãe a entrar numa dieta.

Mesmo desconfortável com seu novo status, Finn tenta provar o seu melhor, a começar por pedir desculpas pelo comentário inapropriado que fizera a treinadora em relação a seu bebê. Sue armada dos pés a cabeça parece não estar disposta a se dobrar e mesmo a mostrar que os “Evil Days Are Over”, contrário ao que muito vimos nas temporadas anteriores, se mostra convicta a boicotar seu “novo colega” de trabalho, e o agendamento do treino das Cherrios no Auditório – mais uma vez – põe seu plano em prática, deixando o co-diretor de Glease a ver navios, mesmo sabendo que ao final tudo iria se resolver e a peça sairia nos conformes.

Provando que este novo obstáculo não será capaz de derrubá-lo, Finn leva os garotos para a oficina de Burt e lá com um carro a ser reparado, propõe que seus brothers usem a imaginação. Mesmo com eles meios descrentes, sabemos que Grease somado a uma oficina só poderia resultar em brilho, ou como mesmo diria Danny Zuko, “Grease Lightning”. Liderados pelos vocais de Ryder e Sam, devido a suas personagens na peça, Glee dá mais uma aula de produção, colocando os garotos a lustrar e dançar em volta da lata velha que naturalmente se transforma num possante carro vermelho, retratando fielmente a cena original do musical do final dos anos 70.

Todos aguardavam talvez o reencontro de Rachel com o Avatar, não a pensar que agora que ela terminou com Finn eles ficariam juntos, mas para visualizarmos como iria se comportar a parti disto. A alternativa foi essa, deixá-la afastada de tudo e todos, tentando focar-se no seu real objetivo: sua carreira. Esta sempre foi a melhor saída para a protagonista e mesmo com a presença do Avatar como um potencial interesse romântico, muito se perderia na construção e amadurecimento dela como uma jovem mulher. Sua vida começa a tomar forma, revelando que fará seu primeiro teste off-Broadway, o que Cassandra, que retorna neste, frisa não estar preparada, por conhecer o produtor/olheiro de longa data.

A ousadia de Rachel em dizer que a professora deveria recuperar seu jogo, tentando um dos papéis prova ser um tiro no próprio pé, porém isto ela somente irá refletir depois. Mostrando que está com seu “C Game” engatilhado, a professora que percebeu a tempos a conexão entre sua aluna e o veterano, convida o camarãozinho para ajudá-la numas sessões de dança fora do horário convencional, porém ele, comprometido em ajudar Rachel, diz se pode esperar alguns dias, o que claro a Srta. Julina aceita com bom grado. Aham Claudia, senta lá, senta…..

Kurt faz sua aparição na NYADA para ajudar Rachel a se preparar, porém é seu primeiro encontro com a professora de sua melhor amiga que rende uma cena pra lá de interessante, até diria curiosa, mas que só os dois BFF’s parecem não perceber, algo que o famoso ditado popular “Quando a esmola é boa demais, o santo desconfia”.

Após ouvi-los conversar a respeito da produção de Grease no McKinley, tudo isto porque Kurt recebera um sms de Tina, Tia Julina, boba como ela só, resolvi botar pilha na ida deles para Ohio, seja porque é Grease ou porque é divertido ou porque estarão com seus amigos. Enfim, mesmo com Rachel a relutar após Kurt dizer que precisa ir porque não aguenta mais ficar miserável por causa de como as coisas ficaram com Blaine, a professora resolve dar uma de boa samaritana, concedendo de bom grado suas milhas, para que assim sua aluninha viaje para sua terra natal. Como diria a banda inglesa The Kooks, “you’re soooooo naive”.

Enquanto os dois se preparam para seu primeiro retorno juntos a Ohio, as garotas são recepcionadas por Kitty para o primeiro sleepover desta temporada. Considerando que continua a colocar caraminholas na cabeça de Marley, a anfitriã apresenta lhe os dois dedos, estes bem familiares a aquelas adeptas da prática de vomitar para emagrecer. Aqui vai mais uma tentativa de abordar um assunto bem comum a juventude, principalmente as garotas que são constantemente influenciadas pelo “parecer” antes mesmo do “ser”. Casando perfeitamente com o momento, Kitty apesar de interpretar a insuportável Patty Simcox, encarna Rizzo, afinal a moça é o grande tormento da protagonista de Grease. Marcando seu primeiro solo na série, inclusive parabéns por ganhá-lo antes mesmo de Tina, Kitty satiriza Marley a cantar “Look At Me, I’m Sandra Dee”, o que naturalmente a deixa extremamente chateada, principalmente a considerar o teor da letra.

Apresentando mais um núcleo familiar antes mesmo daqueles que estão lá desde os primórdios, conhecemos o Sr. e a Sra. Adam, pais de Wade/ Unique, que foram convocados na escola a pedidos de Sue Sylvester. Preocupados com a exposição do filho, mesmo a apoiá-lo com seu “inner-diva side” desde seu estouro nas Nacionais em Chicago, proíbem que ele interprete Rizzo na peça, principalmente por ter sido alvo de comentários maldosos e até de agressões, algo que ao meu ver demoraram pra abordar, afinal estamos a falar de um garoto a vestir-se de garota no High School.

Como o show tem que continuar, Finn usufruiu de uma carta em sua manga, trazendo Santana para substituir Wade como Rizzo, afinal tem alguém mais Rizzo que a Ms. Lopez? Tina aqui é trollada novamente, pois acreditava que iriam recorrer a ela para o papel, mas como sempre a asiática fica de lado.

Realmente é estranho ver Hummelberry a andar pelos corredores do McKinley depois de quase sete meses distantes, mas é com a mesma nostalgia que somos projetados as suas lembranças, de um tempo que jamais voltará, até mesmo quando esbarram com a Alcione isto fica evidente, pois ela mesma vive em outra realidade em Los Angeles.

Se já passaram o que passaram com o rompimento, imaginem como seria o reencontro dos dois casais principais da série. Pois é,  o clima fica pesado quando Finchel e Klaine se veem pela primeira nos bastidores de Glease. Com um “cri cri cri” e as palhas de feno a voar, os agora “ex” tentam agir cordialmente um com o outro e mesmo com o buraco existente, tentam expressar o quanto significa estarem ali naquele dia especial.

Marcando seu quinto solo em seis episódios, a “New Rachel” que está se mostrando mais Rachel do que a própria neste quesito, surge no palco na primeira performance oficial de Grease. Com um papel menor como Teen Angel, o Sr. Engomadinho embala “Beauty School Drop out”, canção dedicada ao sonho de Frenchy em seguir a carreira na moda. Aqui vale dizer quão assustadoramente igual e perfeita Vanessa Lengies aka Sugar Motta estava, esta que foi de longe a personificação mais fiel, afinal foi só colocar a peruca rosa que não saberia distinguir quem é a original e quem é a sósia.

Botando em ação a prática dos “dois dedos”, Marley apela e no desespero minutos antes de se apresentar tenta forçar o vomito, este que é interrompido por Ryder, que percebe as estranhezas de sua parceira romântica. Blake volta a conquistar e sua personagem realmente veio pra acrescentar, trazendo algo muito sincero. Sua sensibilidade beira um pouco o jeitão ursão amigo existente entre Finn e Sam, mas diferente dos dois, seu jeitão nerd desencanado acaba por diferenciá-lo, principalmente quando faz Marley enxergar que ela é incrível assim, do jeitinho que ela é.

A química entre a dupla é evidente e se antes torcia por Jarley, agora já não sei mais aonde meu coração shipper fica, pois Ryley de fato tem potencial, ainda mais pelo fato dele fazê-la rir, mesmo que seja aos custos de seu primo que se “cagou” todo enquanto lutava em sua escola. Ryder a inspira com seu retorno, o que rende outra versão de “Look At Me, I’m Sandra Dee”, versão bem a cara da protagonista de Grease, minutos antes de sua grande transformação.

“I don’t want to kiss a girl who’s got puke on her breath. Either on stage…or later.”

Mesmo sem entender ao certo sua relevância aqui para além de preencher o buraco na peça, Santana retorna admitindo que também senti falta de sua agora ex-namorada, o que é natural considerando a história delas e mesmo depois de toda a conversa que tiveram, está feliz por Brittany ainda estar solteira.

E é com um certo pesar, até porque este solo exige, que Ms. Lopez vai ao palco com “Worst Things I Could Do”, que acaba se revelando uma colaboração musical, com Wade/Unique a lamuriar sua condição de telespectador, sendo que ele mesmo deveria estar naquele palco e por fim, Tia Julina a soltar suas garras sobre o corpo nu do Avatar, numa sessão privada noturna de dança que claro renderia um quente momento entre eles, momento estre previso, que não enganou ninguém, bom somente Rachel Barbra Berry.

O pouco destaque de Tina até então já era esperado, mas foi bom vê-la em bons termos com Mike, afinal eles foram, mesmo perante tudo, o casal mais estável e sólido dentre todos. A forma com que eles se separaram realmente foi estranha, o que acabam por conversar a respeito quando o outro asiático parabeniza a performance da asiática. A sensatez dela em admitir que mesmo separados descobriu mais sobre si mesma mostra que mesmo sem ocupar metade do tempo de tela dos demais, é uma das mais maduras da turminha.

“You know, this last week, I’ve been thinking. Maybe we shouldn’t have broken up. Maybe it was premature.
Maybe, but we did. And it really tested who I am. And I’m liking who I am. But I miss you, too. So we can talk about it.”

Assim como Olivia Newton-John surpreende quando aparece para todos de roupa de coro e cabelos armado, a nova queridinha Melissa Benoist faz jus a personagem e mesmo com sua morenice, fica belíssima como Sandy, não mais Sandra Dee. Ryder fica boquiaberto e novamente eleva o ego da garota as alturas, dizendo que estas maravilhosa e que tudo será maravilhoso, selando com um beijo caloroso, para a tristeza de Jake, que acompanha tudo a poucos passos deles.

O grande momento do episódio chega, alias digo aqui que realmente acordei com “Glease”, não que o episódio esteja sonífero até então, existe piores, mas sei lá, faltava algo para ficar apelativo e a resposta para isto só poderia ser “You’re The One That I Want”. Considerando o histórico com esta canção, saberíamos que Rachel, que estava sentada a contemplar a produção de seus ex-colegas de coral, iria se abalar, alias não só ela se abalou tenho que confessar.

Ryder e Marley encarnam estonteantemente em todos aspectos o primeiro verso da musica, estes que tiveram direito aos choques e gracejos de Danny e as andadinhas e o cigarrinho a ser queimado de Sandy, porém nada, mas nada mesmo, iria preparar os Gleeks, especialmente os devotos Finchel para o momento seguinte.

Embarcada em suas memorias, Ms. Berry projeta-se para o palco junto com Finn e numa belíssima referência ao passado da série, mais precisamente ao episódio piloto, temos a chance de relembrar a primeira canção entre o casal protagonista. Até o final do número recebemos aquele arrepio na espinha, aquele que se multiplica, afinal este é Glee que queremos, este é o Glee que precisamos, mesmo que seja por breves momentos, dos mais irreais possíveis com todos da turma antiga a trocar juras de amor, seja Finchel, Klaine, Tike ou Brittana.

Aqui que as coisas desandaram um pouco ao meu ver, não pelo que o momento representou, mas como Rachel em especial reagiu, porém considerando sua essência foi algo que poderíamos ver acontecer. A questão aqui não é superar ou não o rompimento, mas sim a forma com que ela aparentemente lida com isto, que ao meu ver ainda não processou, talvez não dá forma que deva. Impactada com o que sentiu ao assistir a apresentação de Grease, recorre ao Avatar, este que estava a metros de distância, porém se estava longe dela, separados pela ligação telefônica, estava bem próximo de sua nêmesis Tia Julina.

A boa e velha Rachel Berry está de volta ao perceber que algo aconteceu entre Brody e a professora, afinal como ela mesmo fez questão de jogar em sua cara, enquanto viajava atrás do namorado perdedor, deixou pra trás o pedaço de carne mais quente da NYADA. Entre outras linhas, Cassandra mostra seu jogo, este que Rachel fez questão de aconselhá-la a seguir considerando ser a coisa certa a se dizer, mesmo já tendo experimentado do pior com a carrasca. São essas “nasty life lessons” que a farão enxergar um mundo além do Rachel Berry Rainbow.

“I’m THE GAME, Schwimmer and you’re what you always been. A privileged, self-indulgent…..”

Já que a maré de sorte não parece remar a seu favor, só  lhe restava a ela chorar, porém dar de cara com Finn provou ser o menos indicado para o momento. Percebendo algo diferente nela, tenta penetrar no escudo colocado entre eles e mesmo com o adorável e proposital elogio errado para arrancar-lhe um sorriso, não deixa de perceber que seu choro, um dos vários que ele aprendeu a identificar com o tempo, não fora causado por sua pessoa e sim por causa do outro. Superando ou não o que tiveram juntos, Finchel neste exato momento não progride, então o inevitável acontece quando Finn pede para que eles não se falem mais, nem através de canções e que gostaria que ela, das próximas vezes não avisasse que viria a cidade.

“You know, I don’t really know what’s going to happen between us, but I know that you used to be the guy that would make me feel like the most special girl in the whole world, and it doesn’t feel that way anymore. Now it just feels sad and confusing. And the worst part is that it doesn’t even feel that bad anymore.”

Emendando com mais uma pedrada no coração, Kurt e Blaine finalmente se encaram, mas nada parece ter mudado, nem mesmo o distanciamento para processarem tudo que aconteceu. O buraco entre eles está cada vez mais maior, principalmente porque o Porcelana perdera um dos componentes essenciais no que tinha construído com o Engomadinho. Hummelberry percebem simetricamente que foi um erro irem para lá, pois o que antes os fazia sentir em casa, agora não faz mais, o que não deixa de ser triste.

 “Relationships are about trust. And I don’t trust you anymore.”

Os jornais locais deram ótimas reviews a co-produção de Mr. Abrams e Mr. Hudson e mesmo com o pouco destaque do diretor nato da turma, Artie aka meu maridão brilhou nem que seja um pouco com sua boina fora de época. Quebrando com o clima, Schuester traz um discurso nostálgico a seus pupilos e com um “Adeus” já ensaiado, passa o cetro de mestre para Finn Hudson, mesmo que seja por alguns meses. Mesmo com a tristeza de vê-lo partir, é com um sorriso torto no rosto que o protagonista percebe que um grande poder trará grandes responsabilidades, alias o próximo episódio falara bem disto acredito eu.

“I have so much to thank you guys for. Not just for making every day of my life an absolute joy, but for giving me this chance to share that joy with others.

Faço das palavras de Schuester as minhas, pois sem dúvida todos estes anos nesta montanha russa me tornaram uma pessoa diferente, nem que seja por simplesmente ter algo em comum a compartilhar com cada uma das pessoas que Glee trouxe a minha vida. JOY define de fato este sentimento, mas não sei se conseguirei compartilhá-lo daqui pra frente, assim como o mentor de nossos losers fez agora. Não vejo mais as coisas da mesma forma, nem mesmo as músicas tem me empolgado para assistir propriamente o episódio da semana e mesmo a trama, que esta diferente e até que de uma forma mais “leve”, também não tem me acertado em cheio.

O que resta agora é esperar e ver qual será o rumo disto tudo, pois como a protagonista mesmo disse, o que era especial, agora é confuso.

Audiência: Glee continua a cair, desta vez reduzindo 0.3 no rating em relação ao quinto episódio transmitido semana passada, além de registrar 5.22 milhões de telespectadores a acompanhar a produção do novo musical dentro da série musical.

5 thoughts on “Glee (4×06) – Glease

  1. Ah eu gostei desse episódio! Até me irritei um pouco menos com os novatos haha
    Enfim, para mim o ponto alto do episódio foram as lembranças lá de 2009… Até coloquei meu DVD aqui para lembrar o quanto aquilo me faz bem, e que saudades de Finchel dos 13 primeiros episódios! Até eu que não ligo muito para o casal fiquei mexida.

    Também não estou muito empolgada nessa temporada, tem episódios legais mas nada tão animador e esperançoso ainda. Já desisti de tentarem resgatar a season 1.

    E RM e máfia, gosto muito quando tratam de assuntos que são frequentes nos jovens, mas sério até isso me cansou um pouco. Invente outra série que fala desses temas porque nessa eu quero ver o crescimento dos personagens e não mais e mais problemas.

  2. Eu estou cada vez mais triste com essa nova fase de Glee.😥
    Tinha tudo pra ser ótimo daqui pra frente, e estão fazendo tudo errado, ai que saco! =/

    Não sei se vou aguentar mais que isso, só Rachel que está fazendo eu continuar, pq se ela saísse ia ser demais pra mim. =(

  3. Acredita que eu nem assisti ao ep. todo? Motivo: saí, tenho relatório do estágio da facul, enfim… sei lá, às vezes parece que só vejo Glee por causa de Finchel, e, eles estando separados, um vazio realmente aparece, por mais que eu esteja gostando do Ryder com a Marley, por mais que ache que a Unique cante demais… qdo vi a alucinação de Rachel, ou Santana cantando, foi que realmente percebi que é aquilo ali que faz falta, e nenhum personagem novo vai tapar. Mas, enfim, achei o final doloroso, Rachel se fazendo de forte, Finn tentando enxergar algo ali da escuridão. Eu daria um 6,0 no geral. Bjus minha Marikerida

  4. Seria um pecado muito pecaminoso se eu dissese a ti, minha querida Prom Date, que nunca assisti Grease?

    Bom, para mim foi mais um episódio regular, sem grandes acontecimentos ou momentos marcantes. Nada de anormal…

    Atts

  5. .Oi Mary!

    Depois de alguns bons episódios, que serviram pra dar algum ânimo àqueles fãs que desconfiavam muito desta quarta temporada, esse episódio mostrou uma falta de rumo.

    O fato de a audiência vir caindo pode até ser uma coisa boa. Não sei como o Ryan acha que a série pode durar mais quatro (!) temporadas desse modo. O único momento que realmente valeu foi no “You’re The One That I Want”. Aliás, valeu mesmo.

    Por mais que os antigos “new directions” sejam queridos, eles não deveriam aparecer tanto de forma tão gratuita, acho muito forçado e esquisito o modo como eles aparecem de volta pra Mckinley, sem história nenhuma pra contar. A única que vale a pena acompanhar é a Rachel, claro, e talvez o Kurt e o Finn.

    Se Glee quiser se manter viva, acho que tem que investir nos novos personagens. A Marley é um achado, e pra mim, depois da Rachel, a melhor personagem da série. Se eles forem competentes na sua trama ela pode sustentar boa parte da série.

    Concordo contigo, é esperar os próximos episódios, fazer o que.

    Um abraço!

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