Glee (4×05) – The Role You Were Born To Play


Sei que estou pra lá de ausente e distante com Glee e por mais que justifique o porque de agir assim agora com a série, realmente é estranho não vê-la mais da mesma forma. Não digo isto por não estar a surpreender, o que acho que até está, mas acho que me exauriu um pouco sentir, viver e me consumir tanto com este universo loser. Ainda assim, deixo claro que ainda acredito que tirarei boas experiências e emoções desta nova fase.

Depois de um hiatus de um mês com um episódio avassalador para todos os shippers, Glee tem a obrigação de dar continuidade a sua trama, considerando que de certa forma “fechara” alguns ciclos e por mais que certas coisas não tenham sido retomadas, a exemplo de Rachel e Kurt em NYC, acho que “The Role You Were Born To Play” conseguira focar numa personagem que mais necessita de desenvolvimento: Finn Hudson – já nem me canso em constatar o descaso completo com algumas outras figuras já bastante presentes desde o primeiro ano .

Depois de encarar o “worst break-up ever” com sua amada ao final do anterior, Finn enfrenta sua nova realidade: trabalhar na oficina de seu padastro, nosso querido Pappa Hummel. Sua falta de direção e prespectiva toma foco neste e para minha alegria, a pessoa que escolhem para colocá-lo de volta nos trilhos é Artie, meu querido maridão que anda pra lá de apagado nesta temporada. Agora com a nova produção musical do McKinley, acredito que volte a brilhar como merece, assim como fizera dirigindo West Side Story e ter Finn ao seu lado, co-digirindo a peça, poderá render inusitados momentos.

“You’re my friend, my hero. I’m not gonna lket you burt yourself in self-pity, Finn”

Se tem uma coisa que Mr. Abrams sabe ser é bossy, então sua apelação quase terrorista vale a pena quando este diz que Finn precisa parar com o famoso “mimimi” da vida e começar a acreditar que ele é capaz de ser mais, assim como enxergam que ele pode ser. A ideia do ex-lider do ND em produzir o musical Grease trouxe aquela inspiração que ele normalmente tinha durante o primeiro ano da série, sem lembrar que a música do clássico musical de John Travolta e Olivia Newton-John marcou o primeiro momento dele junto ao coral, principalmente porque foi seu primeiro momento com aquela que se transformaria no seu grande amor.

Outro que ficara bastante devastado com o rompimento ou seja lá o que foi que ocorreu entre eles, foi Blaine. O “New Rachel”  perdeu totalmente seu rumo mas uma coisa que ele nunca perdera é o direito de ter um solo em todo o episódio, o que já até parei de contar considerando a praxe da trama em dar-lhe este privilégio. “Hopeless Devoted To You” é aquele tipo de canção grudento e melô que naturalmente é comum vermos ser cantada por uma mulher, mas neste caso tentam além registrá-la como a audição do novo protagonista de Ohio para Grease, mostra quão despedaçado ele está por ter traído Kurt e com o fato deste dar-lhe o maior dos “cold shoulders”.

Desesperado com sua nova posição como co-diretor da peça, Finn age como já esperavamos, abandonando o auditório dizendo que não nascera para isto e que não se vê preparado pra tal responsabilidade. Sabendo como seu amigo e herói iria se portar, Artie revela suas duas cartas na manga e ninguém melhor que uma excelente treinadora vocal e um brilhante treinador dançante para ajudá-lo a acreditar. Marcando mais um retorno da velha guarda, Alcione e Mike chegam a Ohio para dar aquela forçinha extra que eles tanto precisam pra iniciar a seleção e os ensaios da produção.

Mostrando-se um verdadeiro olheiro, Finn começa a rondar no colégio em busca de um talento digno para o papel principal da peça e ao pisar na quadra bisolhando o treino do time de Beiste, o grandalhão percebe através da fala da treinadora que ele tem uma qualidade que poucos tem.

“You wanna know the thing about you that makes you special? It’s not the singing or the dancing or the way you threw the ball. It’s that you could move people.”

E é ai que avista a irreverente presença de Ryder Lynn, o secundarista recém transferido para o McKinley, que empolgado com seu touchdown, mostra não ter vergonha alguma em mostrar seu jeito nerdão com sua dançinha.

Enquanto Finn parece ter resolvido o quesito “Danny Zucco”, Wade vive o dilema de querer aplicar-se para o papel de Rizzo, porém considerando o taboo de um garoto a representar uma garota – lembrem de Kurt com Wicked – sua Unique talvez não realize seu grande sonho, considerando quão similar sua inner diva é com a personagem mais salgada e irreverente do musical.

Sue deixa bem claro seu descontentamento ao descobrir que a Uretha Franklin – outstanding nickname – tem interesse pelo papel, porém a conhecer a treinadora e seu velho jeito, sabemos que ela fará de tudo para impedir isto, principalmente após um inusitado conflito quando resolve defender suas ideias.

Decidida a provar que também pode ser quem quer ser, Marley junta-se a sua BFF e juntas fazem a audição para o papel de Sandy e Rizzo respectivamente, porém a escolha musical não foi nada feliz, alias só comprovou que Glee definitivamente não sabe fazer versões das músicas da rockstar Pink. “Blow Me (One Last Kiss)” é dificil por demais de ser interpretada e mesmo com o talento vocal de Melissa e Alex, nestas horas percebemos como a cantora original é realmente boa, pois assim como acontecera esta semana no The Voice, ninguém parece conseguir suceder com esta música.

Finn finalmente procura Ryder na sala de estudos e ali tenta convencê-lo a fazer uma audição para Grease. Antes mesmo de explorar esta promissora relação entre os dois rapazes, vale  ressalvar a introdução de Blake Jenner, vencedor da segunda temporada do The Glee Project. Apesar de virar o nariz com sua vitória, por achá-la segura demais, vendo seu debut em Glee realmente compreendi que Blake talvez seja aquela novidade que a série precisa, aquele novo inicio, considerando que o guri de fato tem presença e carisma em cena.

Ryder é o garotão atleta mas que também se esforça para ir bem nos estudos, pressionando-se ao extremo para bem suceder em todos os quesitos. Finn tenta provar a ele que a música acabou por transformá-lo, dando uma nova motivação de vida e é isto que o garoto acaba por presar seus conselhos, após ir mal numa prova.

Vivendo como um verdadeiro rockstar em mais um momento brisa/realidade, Finn introduz a ele “JukeBox Hero”, clássico do Foreign, canção que coloca o velho e o novo lado a lado, comprovando o que já imaginamos com esta nova adição do elenco.

Voltando as desventuras amorsas, como Glee não se cansa, vemos aqui se formar mais um triângulo amoroso, neste caso um quadrado a considerar a presença da Avatar Girl. Ryder se aproxima da Menina Marley justificando que agora que tentará o papel de Danny e ela de Sandy, acha que devem passar mais tempo juntos para se prepararem.  Quem não curte muito a ideia é Kitty, que trava uma World War III com sua doce rival, considerando que ela fora praticamente a pivô de sua “separação” com Jake.

Jake fica também a jogar em cima do muro e mesmo com dificuldades de deixar Marley se aproximar, acaba por sentir-se inciumado com a presença do novo garotão, decidindo então se apresentar com Kitty, acirrando ainda mais a disputa pelos papéis principais na produção. Aqui foi de fato o primeiro momento que vi alguma possibilidade para a nova cherrio e sua rendição de “Everybody Talks” do Neon Trees com Jake foi realmente natural e cheia de gingado, mostrando os dotes dançantes de Jacob Artist – que fica cada vez mais sexy – a considerar que esta é sua principal atividade artística antes que tentasse se aventurar como ator.

Apesar de todas os “Grease Moves” , Wemma tem seu tempo de tela, considerando as tensões deixadas entre os dois após Will ser aprovado para o curso de especialização na capital, o que claro deixou um impasse entre o casal ao saber se Emma realmente abriria mão de sua vida por alguns meses em prol a acompanhá-lo em seu sonho.

Num momento terapia de casal, vemos que Beiste serve como uma bussola para o casal, marcando o retorno de Dot na série, que de fato foi uma das grande adições do elenco adulto desde a segunda temporada. Tentando apaziguar a situação, Emma resolve aceitar viajar com o noivo, porém a treinadora percebe em seu olhar, que sua decisão não é totalmente de acordo com que ela senti.

“Pumpkin, Will loves you like a farmer loves his blue ribbon pig.”

Beiste faz sua parte ao conversar com a amiga conselheira, dizendo que percebeu somente por seu olhar que reluta em sua decisão, afinal por mais que ame Will,  pode ser sincera ao revelar que não quer viajar pra capital, podendo agir por si só, além de ser a “garota” dele.

Continuando com o núcleo adulto, Sue percebe que Unique fez seu movimento para conseguir ser Rizzo, o que a obriga a convocar imediatamente Schuester, Figgins e naturalmente Finn para uma reunião urgente.

Sua justificativa até que se prova coerente, a lembrar o quanto Kurt sofreu a dois anos atrás vitima de bullying, porém agora que os tempos mudaram (será?), nem mesmo Schuester vê como um problema o fato de Wade/Unique se candidatar, ainda mais que Finn, como diretor da produção, aprova a situação, mesmo esta sendo polêmica. Apesar de sua abordagem infeliz ao ofender o bebê de Sue, o grandalhão se impõe com sua decisão final, batendo de frente com a Ex-Evil Coach, que sem sombra de dúvidas não deixará barato. Será que Sue encontrara um novo rival em Finn?

“Okay, we need to do that thing where we call people back. What’s that called? Callbacks!!!”

Antes de chamar os candidatos ao elenco principal, Tina é relembrada mesmo que por breves segundos. Após muito se esquivar da presença de seu ex no colégio, Mike finalmente consegue ficar frente a frente com ela, o que mostra que as coisas entre os dois não terminaram lá muito bem desde que ele se formou. Evitando a todo custo ficar perto, a esquecida do ND diz que não irá fazer uma audição para a peça, mesmo com Mike a dizer que seu talento é indispensável.

Propondo um desafio final a Ryder, Marley, Jake e Kitty, os treinadores convidados Alcione e Mike tomam frente ao palco numa das mais divertidas e bem produzidas cenas de Glee. Olha, confesso que a o retorno da Mercedão nem me provocou grandes revoltas, pelo contrário, sua ousadia e negrice habitual fizeram jus ao momento, pois realmente alguém precisava instigar a turma nova a mostrar o melhor que eles tem.

“Born to Hand Jive” é talvez minha canção favorita de Grease e a maneira com que a recriaram provou duas coisas:  a nova turma sabe dançar e de fato este quarteto tem quimica um com o outro. Num troca troca de casais, vez vemos Marley e Ryder interagindo ou Jake e Kitty, porém é o movimento ousado da “estrela dupla” entre Ryder e Kitty que ganha o destaque da cena.

Fazendo jus ao trecho da música “how low can you go”, a Avatar Girl perde a postura e seu temperamente explosivo acaba atrapalhando tudo, somando seu ciume visivel por Marley e a disputa declarada dos novos garotões.

Provando que é um líder nato cuja habilidade para motivar os outros é grande, Finn tem uma conversa bastante comovente com o Wade/Unique, este que mostra seu valor talvez pela primeira vez, deixando um pouco de lado seu jeito Diva safadinha, dando espaço para um cantinho mais vulnerável de sua personalidade. A decisão do diretor em aprová-lo (a) para o papel de Rizzo será um grande passo, afinal a considerar que Glee inseriu praticamente um travesti, será pra lá de interessante vê-lo a ocupar um papel de destaque na trama. Vale aqui lembrar o que ele (a) diz a respeito de não saber qual é seu lugar, desabafo que bate de frente com a situação atual do próprio Mr. Hudson.

“I don’t feel right in the men’s locker room, but I can’t go into the girls’. And I don’t feel right in men’s clothing, but I can’t wear dresses every day. It sucks to never know your place. It’s just nice, for once, to feel like I’ve found one.”

O grande momento do episódio chega e diferente dos dramas em West Side Story, desta vez a revelação da lista de aprovados é feita de maneira mais descontraida e maiws uma vez todos os membros do New Directions preenchem o elenco, onde Brittany é Cha Cha; Tina é Jan; Sam é Kenicke; Sugar é Frenchy; Joe é Doody; Blaine é Teen Angel; Wade/Unique é Rizzo; Jake é Putzie; Marley é Sandy, Ryder é Danny e Kitty é Patty Simcow, deixando uma pergunta no ar.
“Who the hell is Patty Simcox”
Ironias a parte com a cherrio chamando o Jesus Boy de Avatar, Kitty abraça seu lado maldoso como sempre e mesmo a pegar um papel sem muito destaque, volta a atacar Marley, desta vez a pegar na insegurança da garota com seu peso, considerando que sua mãe é obesa.
Concluindo o episódio de uma maneira leve, temos por fim duas cenas importantes centradas no eterno mentor e pai de todos, porém contrário a seu envolvimento com seus pupilos que está diferente nesta fase, vemos que a abordagem escolhida é atentar-se a sua vida adulta, principalmente seu relacionamento com Emma.
A conselheira que estava a preparar mil e um pratos para o jantar, acaba por chamar a atenção de Will, afinal nitidamente estava tentando esconder sua real decisão por trás de seus ataques de ansiedade na cozinha. Lembrando daquilo que conversara com Beiste, resolve ser sincera com seu amado, revelando que não quer viajar, o que ao invés de travar mais uma discussão entre eles, prova ser o momento mais maduro que eles tem desde as idas e vindas do complicado relacionamento que sempre tiveram.
“I would rather be here, far from you but feeling really close, rather than close to you but feeling really far away”
É no fim que Will mesmo percebe que nestes quase quatro anos que convivem, a base do que eles construiram foi uma relação de conquistga de confiança e aceitação. Provando que podem sobreviver mesmo que por quatro meses distantes, Schuester faz a promessa de que assim que retornar eles finalmente irão se casar.
Aqui fica mais uma promessa de mudança e agora com a ausência de Will Schuester do McKinley e da vida de cada um de seus pupilos, a pergunta que não quer calar é quem ficará como responsável pelo Glee Club durante seu afastamento. Quando Finn retorna a Ohio após mais uma grande baixa em sua vida, sua aproximação ao local que sempre lhe acolhera se torna óbvia, porém apesar de ser também uma escolha óbvia, nada faria mais sentido do que Will propor a Finn o cargo de mentor do New Directions, a considerar que o grupo de coral é uma atividade extra-curricular que não exigiria sua formação como educador.
“It’s nice helping other people’s dreams come true.
It’s called being a teacher.”
Talvez esteja aí a vocação de Finn, um professor, alguém que motive, mova e impulsione os outros, pois por mais que goste ou não de sua personagem, ele sempre se mostrou como alguém assim, mesmo sem perceber. É só pegar o túnel do tempo a relembrar das competições do New Directions ou mesmo a impulsionar sua amada para seu NYC Dream e até mesmo suas duas mais recentes ações, seja com sua aproximação com Ryder e sua conversa com Wade/Unique provam sua apetidão.
Acho que é isto, Glee conseguiu evoluiu um pouco o núcleo de Ohio que estava realmente precisando de um pouco de ação e agora é esperar por Glease, a mais nova produção musical do McKinley High School.
Audiência: “The Role You Were Born To Play“ foi assistido por 5.73 milhões de pessoas e marcou 2.4 de rating. Houve uma queda de 02. no rating relacionado ao episódio anterior, mostrando que a tempos Glee não consegue recuperar sua Golden Era com sua audiência.

5 thoughts on “Glee (4×05) – The Role You Were Born To Play

  1. Ah, sabe, Marikerida, eu realmente gostei do episódio.
    Não sabia que a Divalea Michele não estaria nele, e até brinquei com a minha irmã achando que isso nunca aconteceria (ep. de Glee sem Rachel?!), mas, no fim, percebi que, como vc disse, desenvolveram Ohio e o negócio ficou interessante. Dentre as novas aquisições do elenco, eu não assisti ao TGP2, mas adorei o Blake Jenner, ele trouxe uma alegria, um frescor que fez bem à série. O Puckermann caçula tb é um achado, mas, se bobear, perde a Marley pro novato. Aliás, acho a Marley linda, tem uma voz que dispensa comentários, mas ela precisa ter sempre aquela cara de choro? A Kitty tb anda me divertindo bastante, até, mas eu acho que ela precisa entrar logo no ND pro circo pegar fogo de vez. Parece que este foi o ep. de pôr um pouco as coisas nos trilhos, mas não aguento mais Blaine depressivo kkkk E, finalmente, Finn levantou a poeira e deu a volta por cima. Aos poucos, sem alarde, com a ajuda dos amigos verdadeiros, ele tá descobrindo que existe vida pós-Rachel Berry… e quanto ao Wemma, fiquei feliz pelos personagens terem sido focados também, tido sua trama desenvolvida. No mais, tb amei como fizeram Born to hand jive baby, pq é a parte que mais gosto em Grease e ficou bem legal em Glee; Jukebox Hero tb ficou massa; adorei ver Beiste de novo, um tiquinho de Tike e Sue soltando fogo pelas ventas. Um episódio que não causou estardalhaço, mas foi bem feito😀
    Bjus Maricota
    P.S: Mas meus ouvidos qse estouraram com a versão terrível que ficou Blow me one last kiss kkkkk

  2. O que mais ando a detestar no Glee é o Blaine, ando tao enjoada, mas tao enjoada dele….
    Marley é a minha nova personagem preferida, é perfeita, e acho que ela e o ryder faziam um belo casal.
    O jake e a kitty surpreenderam na musica, e o Born to hand jive,foi muito bom. um dos nº mais divertidos de se ver.

    Sem duvida que agora o Ryan encontrou o vencedor do Glee Project 1

  3. Um episódio bom de Glee, mas alguém me explica a razão pela qual não estou conseguindo mais me empolgar com a série?

    Estou por achar os covers sem sal, e as cenas musicais também estão por desejar…

    Mas tenho esperanças de que a série voltará a me agradar… Ah não, eles apresentaram Gangnam Style…

    Atts

  4. Então, vi esse episódio cheia de mimi porque não teria NY. Até me surpreendi e gostei do episódio sim.
    Mas, ainda não me veio também a empolgação com essa quarta temporada…

    Gostei muito de como estão tratando o Finn como personagem, confesso que não sou muito fã dele, mas torço para que encontre o seu caminho.

    E nossa, não consigo gostar desses novos personagens! Eu queria até gostar, mas está difícil para mim. Sei que deveria ter essas novas aquisições, mas não acho necessária tantas já que os escritores nem sabem cuidar muto bem dos que ainda estão lá desde o inicio…

    Enfim, Glee é Glee vou acompanhar até o último dia no ar.

  5. Mary minha linda, mil desculpas!
    Mas a onde esse eps vale 8,8? PQP!
    Decepção =/

    Clichê demais do começo ao fim!!!! Está muito ruim, triste triste, nem quero comentar mais =(

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