The X Factor USA 2012 – Auditions/ Bootcamp/ Judges’Homes


É fim de ano. O verão se aproxima, a sensação de férias de fim de ano começa e o The X Factor retorna, mas desta vez diferente. Mudanças na equipe, mais divertido, um jeito povão e bem sensacionalista. Como essas mudanças refletiram no programa até agora? Quais efeitos as três primeiras fases do programa, que já estão encerradas, surtiram? Vamos lá…

I – Auditions

Essa é considerada por muitos a fase mais divertida do programa. Afinal de contas, nada melhor que várias doses de vergonha alheia, caras estupefatas da platéia e os comentários de Simon para fechar com chave de ouro. Eis que temos Britney Bitch! Uma jurada que gerou polêmica e mesmo antes do início do programa deu o que falar, conseguindo adeptos e haters. Ela pode não ser a mais qualificada, nem ter o maior conhecimento musical para ser uma jurada mas – deixando a parte de mentora de lado, que a mesma vai ser discutida mais a frente – convenhamos suas caretas, comentários e reações aos loosers e freaks dessa temporada deixaram a fase das Auditions bem mais divertidas. Quanto a Demi, a mesma provou ter merecido seu lugar no programa, não perdendo em nada para suas “antecessoras”. Em geral, eu diria que o segundo ano acertou bem nessa primeira fase. O nível de talento apresentado foi maior em comparação ao primeiro ano, conseguiram nos arrancar mais risadas e graças a deus, a enrolação por parte da edição, colocando aqueles vídeos de dez minutos sobre a vida do candidato e sua espera na fila antes dele se apresentar diminuíram, fazendo com que em momento algum os seis primeiros capítulos que nos apresentaram superficialmente aos candidatos se tornasse cansativo ou massante.

O Melhor: Menos enrolação, melhor nível de candidatos em geral, doses de vergonha alheia, comentários de Simon e Britney Bitch!

O Pior: As intrigas toscas e montadas do backstage, mostrando candidatos vaidosos sendo idiotas com candidatos mais humildes que, na maioria das vezes, levavam a melhor. Completamente desnecessário!

II – Bootcamp

Se anteriormente a produção tinha ganhado pontos por acelerar o ritmo do que nos era apresentado, aqui a mesma exagerou na dose e perdeu vários pontos por isso. Participantes ótimos que haviam anteriormente cativado o público e ganhado certo destaque durante as Auditions – como Jeffrey Gut e Panda Ross – ganharam muito pouco tempo de tela ou sequer apareceram, sendo eliminados sem a menor explicação. Apesar disso, as novas provas e dinâmicas esse ano durante o Bootcamp foram melhores estruturadas, permitindo-nos conhecer melhor os participantes individualmente e dispensando a enrolação, os ensaios e os dramas da dinâmica de grupos do ano passado. Assim, colocando-os para se apresentar em um por um na frente de seus adversários e formando duetos na segunda prova o programa aproveitou melhor os dois capítulos de sua segunda etapara para definir melhor a personalidade de cada um e a relação dos mesmos entre si.

O Melhor: As novas provas e dinâmicas.

O Pior: A pressa em apresentar o contéudo, deixando de fora participantes talentosos e queridos pelo público, sem dá-los tempo de tela e satisfação.

III – Judges’ Homes

Outra fase também bastante esperada pelos fãs do programa é a Judges’ Homes. Aqui é o momento no qual a competição começa a tomar forma, os jurados se separam, as categorias são designadas e só os melhores permanecem. Começando pelas escolhas de mentores para cada categoria, ótimo trabalho da produção. Deixar mentores mais experientes com as categorias mais desafiadoras – Grupos com Simon, que é com certeza a mais difícil e Adultos com L.A. Reid, que também não é fácil. Já as novatas fiacm com as categorias que até então demonstravam ser as mais fortes e não representavam grande dificuldade em mentorar da maneira certa, no caso de Britney que ficara com os Teens e Demi com os Young Adults, que até o momento da escolha pareciam ser os grupos mais talentosos, sem precisar de tanto treino e melhora quanto as outras duas categorias. Como é a partir daqui que só os melhores 24 participantes ficam, dos quais pelo menos 12 nós ainda veremos durante um bom tempo, a ausência de um apresentador que até então não havia importado, começou a ser sentida, pois já era hora de haver alguma interação com os mesmos e de nós começarmos a conhecer-los melhor. Quanto às decisões tomadas pelos jurados em relação aos 4 participantes que iriam para os live shows, achei bem satisfatória e concordei com a grande maioria.

O Melhor: Os mentores assinalados para cada categoria. A formação através do programa de novos grupos que nesse ano parecem bem mais promissores que os formados pelo mesmo ano passado.

O Pior: A ausência de um apresentador e de uma maior conexão com os participantes.

Então pessoal, é isso! De uma forma geral, acho que foi um início muito bom para a nova temporada. A nova bancada de jurados até então demonstrou ter uma boa química – resta agora saber, nos live shows, se Britney e Demi serão boas mentoras – e o nível dos participantes em geral aumentou bastante. Só alguns furos da produção e a ausência de participantes queridos e promissores que deixaram a desejar. Em breve estarei postando a review do 1° live show e, a partir dai, toda semana terá uma nova review correspondente ao live show apresentado na mesma.

One thought on “The X Factor USA 2012 – Auditions/ Bootcamp/ Judges’Homes

  1. African American writers will make amazing works of non-fiction which might be popular and then sell on-out at bookstores. In viewpoint writing it can be essential which you, mcdougal, are ‘not present’ in the scene you happen to be describing.

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