666 Park Avenue (1×06) – Diabolic


Este é um exemplo de como fazer um bom episódio, desenvolver a trama de uma forma positiva, sem a necessidade de deixar milhares de perguntas pelo caminho. Não que eu não adore os mistérios que 666 Park Avenue está por criar, mas sim porque estes mistérios, estas perguntas, estão por se acumular e estava prestes a chegar um momento onde tantas perguntas apenas iriam torrar a nossa paciência.

No episódio passado descobrimos que Gavin não é tão intocável como especulávamos. Este episódio serviu para nos apresentar o seu grande rival, Victor Shaw, e o duelo de titãs que está prestes a acontecer. Ainda há muitos mistérios em torno de Gavin, porém senti uma vibe misteriosa vindo de Shaw. Sendo assim, ambos os personagens possuem os seus segredos e os seus mistérios, formando uma dupla perfeita para competir pelo domínio do Drake.

Sim, o episódio levantou algumas perguntas, mas estas foram essenciais para o desenvolvimento da trama. O episódio passado também serviu para nos mostrar que o ponto fraco de Gavin é Olivia, e todo o misterioso envolvendo o ex-namorado da esposa de Gavin é uma bomba relógio prestes a explodir e, aparentemente, Gavin teme o conteúdo desta bomba. Outra questão que o episódio levantou fora o misterioso conteúdo da caixa que fora roubada do cofre de Gavin. O seu conteúdo se tornou um dos meus mistérios favoritos, pois, afinal, não é qualquer coisa que pode deixa Gavin pensativo.

O caso semanal que a série traz não fora muito interessante, mas teve o seu efeito, assim como o da jornalista Annie, ao final do episódio. O médico que nos fora introduzido no episódio anterior, Dr. Evans, se torna mais uma vitima dos planos maquiavélicos de Gavin. Acontece que Evans é viciado em apostas e pede dinheiro emprestado a Gavin, mas este não sabe que precisará pagar com algo muito mais importante que dinheiro, que no caso foi libertar Kandinsky, para objetivos desconhecidos.

Neste episódio começamos a acompanha o declínio do relacionamento de Jane e Henry. As pretensões política de Henry afeta, mesmo que de forma indireta, o seu relacionamento com Jane e Laurel já deixou explicito que este precisa estar solteiro para alcançar um público ainda maior de seguidores.

E a situação atual de Jane está por favorecer esta possível separação do casal. O prédio escondeu todas as evidências da visita de Peter e de sua tentativa de assassinar Jane, deixando assim a impressão de que toda a história da personagem sobre os eventos da noite de Halloween fora criada pela mente da personagem. Sendo assim, Henry começa a desconfiar da verdade contada por Jane, mas tudo piora quando esta revela tudo o que lhe está por acontecer no Drake, soando assim como uma mulher que está à beira da loucura. Porém a descoberta que Jane faz ao final, sobre o seu parentesco com Peter, pode mudar o rumo das coisas.

E qual a intenção daquele detetive? Será que este sabe algo sobre o Drake ou será que este possui a mente muito mais aberta do que o comum?

Enfim, este fora realmente um bom episódio, soube focar no essencial e soube trazer um desenvolvimento que a trama estava por necessitar. A ausência de Nona, pelo segundo episódio seguido, e do núcleo Brian, Louise e Alexis, não são sentidas e mostra o quanto estes personagens são aleatórios na trama.

Audiências: Esta semana a série marcou a sua pior audiência e continua trilhando um caminho que a levará ao cancelamento. A série marcou 1.4 na demo e 4 milhões de telespectadores.

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