Covert Affairs (3×12) – Wishful Beginnings


Como suspeitava, a trama centrada em Fischer e Lena chegou ao seu final. Agora a temporada de Covert Affairs começa dar rumo ao seus últimos episódios, apresentando uma nova dinâmica e uma nova trama. Wishful Beginnings manteve o ritmo de seus antecessores e soube apresentar uma trama bem amarrada, com cenas empolgantes e momentos que nos deixaram ansiando por mais.

Achei que Annie iria demorar um pouco mais para voltar ao seu país, achei que esta e Eyal iriam encontrar algumas adversidades no caminho de volta. Mas não, começamos o episódio com Annie já presente em território americano e já encarando os problemas de seu retorno. Por diversos momentos durante o episódio pudemos identificar os problemas que Annie teve de encarar, alguns esta conseguiu enfrentar, porém outros, como o retorno a sua casa, fora deixados de lado momentaneamente.

Mas Annie retorna e já se encontra escalada para uma nova missão, tudo isso por causa de seu ótimo relacionamento com Eyal, uma vez que esta nova missão será conjunta com a Mossad. Porém Joan faz um pedido surpreendente a Annie, o que faz esta balancear em relação aos seus objetivos nesta missão.

Sabemos que Annie é um tanto emocional, e que sua personalidade leal não permitiria que esta traísse as pessoas que lhe são próximas. Sendo assim, não me senti surpreendido quando Annie trai a CIA e divide as informações secretas com Eyal. O roteiro também está por criar uma ligação cada vez mais forte entre ambos os personagens, mostrando que é possível surgir um relacionamento diferente da amizade que ambos nutrem.

Mas para Eyal, o relacionamento que está prestes a surgir é algo a mais, é uma missão que precisa ser executada. Porém é obvio que Eyal nutre alguns sentimentos por Annie, o que tornará tortuosa a trajetória desta missão que lhe foi concebida. Annie teve a coragem de desafiar a CIA e mentir para a mesma em nome do relacionamento que possui com Eyal, mas será ele capaz de fazer o mesmo com a Mossad em nome do relacionamento que possui com a agente?

Temos também um pequeno destaque dado a Joan, mas não consegui me importar com o mesmo. Sua relação com Sean é misteriosa, principalmente após esta mentir sobre o mesmo em uma conversa com Arthur, que percebeu logo de cara as mentiras da esposa. Mas a história do grupo da CIA centrado em ajudar viciados não me convenceu, espero que venham coisas melhores da personagem

Enfim, fora um episódio que teve como objetivo nos mostrar qual será o caminho que a série percorrerá nesta reta final de temporada. Estou satisfeito, assim como estive por toda esta temporada, e estou com as minhas expectativas elevadas para os episódios restantes.

Audiências: A série mantém o ritmo das demais semanas, marcando 0.8 na demo e 2.7 milhões de telespectadores.

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