Supernatural (8×03) – Heartache


Esse episódio de Supernatural foi basicamente uma DR entre os Winchester. Eu estava crente que nada disso voltaria a acontecer, pois na semana passada eles estavam muito bem, como se nada das crises indignadas de Dean tivesse acontecido. Mas, eu esqueci completamente que o Winchester mais velho não consegue perdoar nada e não deixaria passar batido a decisão de Sam viver a vida sem procurar saber se o irmão estava vivo ou morto. Como de costume, Dean simplesmente deixa as coisas para serem debatidas depois, ou então, manda indiretas com relação à sua insatisfação sobre determinado assunto.

E foi isso o que aconteceu no decorrer do episódio inteiro. O mais decepcionante é sair do clima bom da trama da semana passada para cantar Rolling in the Deep com os Winchester. Não gostei da ideia deles terem um caso a ser resolvido, por mais que isso sempre tenha sido a essência de Supernatural. Sendo honesta, essa pegada já desgastou, graças à temporada passada. Não fiquei empolgada com o mistério que os irmãos tiveram que dissolver e morri de tédio. O pior de tudo nem foi a inserção do caso, mas os motivos dos quais ele existiu.

A trama do Deus Cacao e todo o mistério do ladrão de corações – tema que deu nome ao episódio – não rendeu tantas expectativas. Dean e Sam estavam em pé de guerra e, pelo menos por parte do Winchester mais velho, a situação toda ficou muito chata. Ele toda hora forçava a barra em declarar seu amor por caçar, que Sam e ele formavam uma excelente dupla, que nasceu para isso, etc. Dean não tem nada a perder, então, é mais fácil trabalhar dessa forma para sempre. Acredito que os efeitos do comportamento dele ainda sejam reflexos do purgatório e com o segredo que ainda ronda o paradeiro ou o término da existência de Castiel.

Eu não gostei da maneira como ele não respeita os sentimentos de Sam. O Winchester mais novo conseguiu ter a voz que nunca teve ao anunciar que não quer mais ser caçador. Esse foi um dos pontos cruciais desse episódio. Sam saiu de casa para viver longe do sobrenatural. Ele fazia faculdade e pretendia casar com a Jess. Depois de muito tempo e de perrengues infernais, o rapaz finalmente conseguiu um pouco de paz e, infelizmente, esse sentimento só existe quando Dean some. É triste pensar dessa maneira, ainda mais por eles terem uma irmandade incrível, mas realmente está na hora de alguém abandonar o barco e nada mais justo que seja o caçador mais jovem.

Não tenho muito que falar do episódio, pois ele foi bem fraco, não tanto quanto a season premiere, porque teve certa movimentação, mas não acrescentou em nada. Sinto que haverá uma leve enrolação sobre o sumiço de Kevin e a tábua de Deus, algo que aconteceu com os leviatãs. Enquanto não há formas de resolver o que importa, eles irão caçar. Tudo se repetirá e, quando chegar perto dos episódios finais, nada será tão chocante ou enigmático como Supernatural costumava ser, devido a cansativa espera.

Depois de três episódios, ainda acho que foi extrema burrice renovar a série. Do jeito que as coisas andam para os Winchester, sinto que haverá um fim em breve, ainda mais por Sam sentir falta da vida normal dele e ter, finalmente, batido no peito sobre o que realmente quer. E não é caçar. Dean pode continuar sozinho na estrada, pois ele já está psicologicamente estragado. Ele poderia dar as mãos para Damon Salvatore e pular da ponte, porque está muito difícil aturá-lo.

Não tenho pontos altos para levantar. O episódio não foi sombrio como tentaram e nem todo o banquete a base de sangue e coração me deixou encantada como nos velhos tempos. É bom eu voltar a me acostumar com os picos de Supernatural, porque de bipolaridade só os Winchester sabem lidar. É nessas horas que sinto falta dos personagens-chave como Crowley. Eu comentei que sentia falta dos irmãos brilharem, mas acredito que isso demorará um pouco mais para acontecer.

A única parte que gostei do episódio foi a presença de Amelia e Riot em um meigo flashback sobre a vida de Sam, antes de Dean voltar. Eu sempre gostei do Winchester mais novo ao mais velho, pois ele sempre acreditou que havia uma vida além de caçar. Ele ainda acredita que as coisas podem mudar e é fato que ele quer encontrar o Profeta e sua tábua para que as portas do inferno se fechem logo de uma vez. De verdade, a cena foi uma inspiração, um detalhe pequeno, mas que o rapaz sente falta. Sam foi o garoto que saiu de casa e, depois de muito tempo, ele quer partir de novo e seguir as rédeas do destino.

Além dos portões do inferno, sinto que chegará o momento em que Sam terá que fazer a grande escolha. Dean ou uma vida normal? Eis a questão!

Audiência: a série não teve muita diferença com relação à semana passada e subiu 1.0 na média do ranking, o que me espantou, pois a qualidade de um episódio para outro são gritantes. Contudo, os Winchester teve 2.190 milhões de hunters pregados na telinha, uma quedinha básica.

4 thoughts on “Supernatural (8×03) – Heartache

  1. eu gostei do episódio! a minha parte preferida também foi flashback sobre a vida de Sam, antes de Dean voltar! quando Dean estava em apuros ainda pensei ai aparecer o castiel ou ate o seu novo amigo do progatorio, quero saber mais sobre ele.

    • O final do episódio realmente foi mto perfeito. Sam merece ser feliz, algo que realmente ele não sabe há mto tempo😦

      Eu precisoooo do Castiel de volta, é😦

      Beijão!

    • Eu fiquei com raiva assim que o episódio começou HAUHAAHUAHUAAHUA pq era caso e eu não aguento mais caso. Daí veio o Dean enchendo o saco, queria chutá-los na traseira é HUAAHUAAUHAUHAUHAUHAUH

      Beijão!

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