Glee (4×03) – Makeover


It’s what you wear from ear to ear

And not from head to toe

Lover … Never, never change

Keep that breathless charm

Won’t you please arrange it?

Cause I love you

Remember,

You’re never fully dressed, without a smile!

Voltando a dezembro de 2010, mais precisamente quando Glee colocava ao ar “Special Education”, resolvi começar minha review com uma citação que marcara bastante aquela época:

“God, grant me the serenity to accept that #Glee is bipolar, the courage to keep DVRing & the wisdom to know it will be different every week”

Bom, resumidamente pra assistir Glee tens de ser corajoso, paciente e acima de tudo, consciente de certa forma, algo que não sei se todos são, principalmente a partir deste momento, no que foi e sempre será na minha opinião, a pior fase da série. Glee Mamma aqui já preencheu todos os perfis de fã:  desvairada, enfurecida, apaixonada, depressiva, saltitante, mórbida, crítica, revoltada, caps lock, entre outros.

Agora existem os motivos pelos quais as pessoas assistem Glee. Ah meus caros, estes são bem variados e é aí que gostaria de introduzir esta review, mais precisamente, o que “Makeover” simbolizará para tudo e para todos. Existe todo tipo de pessoa que assiste Glee, pois hoje em dia nem me atrevo a chamar o fã da série de “Gleek”, porque isto ficara no passado. Bom, temos os amantes do gênero musical; os que sofreram/sofrem bullying e que projetam uma maneira de enxergar a vida de uma maneira mais positiva; os que são posers das Glee Versions; os críticos especializados de blogs/sites; os desocupados – que é uma parcela mínima – e por fim a raça que mais me tira do sério: os shippers, mais precisamente as Ship Warrior presentes neste lindo e hipócrita fandom.

Este fandom tornou-se presunçoso e arrogante como a própria série e podem ficar tranquilos que também me incluo nesta parcela, afinal quantas vezes achei que Glee seria melhor se fosse feito da forma com que eu bem quisesse? Faça assim, faça assado, mas entre o cozido e mal passado, esta produção nunca foi e nunca será aquilo que os fãs querem e – acho que nem quem a criou sabe o quer – por isto ela gerou e ainda gera tantas frustrações.

Projetei diagnósticos positivos a trama ao longo das minhas milhares de palavras ditas no Portal de Séries e agora no Casa de Séries e as fiz mesmo quando as pretensões estavam bem distantes desta fantasia fantasmagórica que criei. Agora sabe o que tudo isto trouxe pra mim, me desculpem a palavra? Um stress do cacete. Não me arrependo jamais, afinal a raspadinha escolheu a loser em questão, mas porque continuar a assistir com tanta intensidade e investimento emocional algo que parecia não querer mudar ou ao meu ver, melhorar?

Assisti a terceira temporada com uma visão diferente, esta que já mudou após alguns episódios, fazendo-me voltar a um módulo reservado, aquele que derruba ao mais baixo nível todas as expectativas que antes alimentava, para então, ser surpreendida quando a série quisesse proporcionar isto. “This drug is our love” é o sentimento de qualquer Gleek de verdade senti, exclui-se o poser birrento fanfarrão que adora por pitaco simplesmente  pra causar. Então aqui fica uma dica de alguém que, mesmo parecendo arrogante as vezes, tem propriedade pra falar, pois posso não ter pra várias coisas na minha vida, mas pra esta budega aqui eu tenho: “Pare de criar castelinhos da Disney pois estes castelinhos sempre foram feitos de areia, esta que se desmancha a qualquer ventania!” 

 “Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia, tudo passa, tudo sempre passará”. 

Trollagens a parte até porque odeio o Lulu Santos, Glee não será mais do jeito que já foi um dia e é muita ingenuidade minha, sua e da própria produção se achar que isto é possível. Sim, a essência pode ser preservada? Claro. Os sonhos ainda estarão lá para serem sonhados? Também acho que estarão, as vezes até por demais, porém temos que pensar que a série está sobrevoando ares diferentes. Tamanha ousadia a colocou no horário das nove as quintas-feiras, contra séries de mais visibilidade como Grey’s Anatomy e Person of Interest, mas isto não é o que realmente importa e sim como manter dois núcleos e diversas personagens, tentando mesclar o velho e o novo. Eu mais do que ninguém fui contra este novo modelo, todos bem sabem.

Com tanta contrariedade, resolvi distensionar meu bico e deixar o ar passar por meus pulmões, este as vezes fresco e outras vezes poluído  como já tivemos com os dois episódios, aprendo minuto a minuto, encarando com transparência, um pouco do irreal/real da série e garanto que tem sido bem melhor simplesmente sentar e relaxar no sofá com meu caderninho de anotações ao lado, desfrutando daquilo que me oferecem, mesmo não sendo aquilo que quero que ofereçam, mas num geral tem sido, com exceções claro do “quando eles fizeram de novo” do episódio temático.

E se muitos pedem pela primeira temporada, não farei isto, pois ela será preservada a sua verdadeira essência, a aquilo que lhe tornou especial, pois tudo o que veio seguido a ela sofreu mutações, muitas delas que não concordei e ainda não concordo, mas que aprendi a não me deixar afetar tanto, pois sei que uma vez Glee, sempre Glee, ainda mais que Ryan Muprhy continuará a usar sua boina amarela e agora que domina o twitter, estará a gargalhar dos riots furiosos que cada um do “fandom” provoca. Como diria Sade de Awkward: “Sorry im not sorry”, mas não permitirei que ele ria mais as minhas custas. 

Tá aqui um exemplo claro que tira qualquer um do sério: mais um Solo pro Blaine. Desde sempre sabíamos que ele seria a figura central quando Rachel saísse de Ohio mas mesmo com ela por lá, a predileção da produção foi evidente, mas do que adianta continuar reclamar agora?  Como diria minha Kelly querida, “O que não te mata, te fortalece” e este tem que ser o espírito pra assistir Glee, senão meus caros, é cova na certa.

Everybody Wants to Rule The World”, clássico das Tias – meu tio os chamava assim – oops Tears for Fears, representa bem a nova fase do Engomadinho Sem Meias, este que segue quase a saga do anel, neste caso a saga dos clubes, ao se alistar para todos que vê pela frente – quem queria que ele marchasse ala Rachel Berry põe o dedo aqui – com destaque para o de RPG, que deve ter sido a realização para as nerdice fofa do Darren. Esta é a forma dele tentar preencher o vazio deixado pela partida de Kurt mas até onde ele será capaz de ir? Hum, Brittany você ganhou então um rival na corrida como presidente estudantil. Falando na atual presidente, esta convoca Artie como seu vice, mas talvez não imaginaria quão caxias ele é, se bem que isto é óbvio até pra uma lesma.

Acabei não falando muito dele no anterior, afinal o episódio em si não permitiu muito, mas vemos uma tentativa do roteiro em desenvolver Sam, afinal já não era tarde dar algo de consistente pro Chord, considerando que ele está presente desde a segunda e só recentemente entrou para o elenco fixo. Mesmo ainda sem saber aonde ele more desde que voltara pra Ohio, sua aproximação com Britt tem rendido bons momentos e mesmo sem saber qual rumo deste relacionamento, por enquanto tem sido divertido, principalmente quando mostra-se frustado por ela não ter escolhido-o como vice, o que logo é é revertido, quando convence Blaine que ele deve tê-lo como vice, mas esat união inesperada com o Magic Sam pode vir a ser interessante, principalmente por causa de razões a sua antiga profissão, né boys and gurls??😄

Entendo bem que algumas pessoas estão a falar que o núcleo de NYC tá muito fantasioso e sonhador, mas este não é todo o propósito da bagaça? Ainda sim é surreal conhecer uma design foderrastica da VOGUE que contratou nosso amado Porcelana e que é – PASMEM – um amor de pessoa. Titia Sarah Jessica Parker interpreta a querida Isabelle Wright, uma chefe fashionista utópica, mas que tem seu charme e até humanidade, considerando que estamos acostumadas com a vibe Miranda Priestly de Diabo Veste Prada. Encontrando algumas conexões pois ambos são provenientes de pequenas cidades, o novo estagiário da conceituada revista prova que propagar seu estilo pelos corredores do McKinley rendeu boas criticas e nem preciso dizer quanto sorri quando ele responde que Audrey Hepburn é um de seus ícones.

Limitaram Kurt ao sonho da Broadway devido a sua aproximação com Rachel, mas não pode-se esquecer qual era a promissa do personagem quando este fora criado. Nosso Porcelana é um fashionista único e peculiar e ver esta faceta sendo explorada me alegra bastante, pelo menos até que não conquiste o NYADA  DREAM para se juntar com sua BFF. Não sei até quando esta trama irá se prolongar, até porque parece-me que ele se aplicará de novo no meio do ano, mas até lá nosso divo terá muito o que contribuir no universo da moda, ainda mais ao lado de uma insegura chefe.

Outro que quase me matou mas acabou por me fortalecer foi ódio que nutri por Sr. William “Covinha” Schuester. É, ainda me recordo o azedo e  amargo gosto que sentia na minha garganta com cada aparição, comentário e solo vergonhoso que este fez ao longo da série. Hoje, no meu ano sabático nem mesmo Alcione conseguirá me tirar do sério e olha que a racha é Jedi no assunto. Sue tem sua colaboração novamente e mesmo sem entender o porque Jane Lynch ainda estar ali, ela tem sido de suma importância pra dar um choque de realidade no professor e a frase abaixo exemplifica bem isto.

“Sua frustação de adolescente em vencer as Nacionais já foi concretizada, então agora você tem que lidar com sua vida de adulto”

Schue se projetou tanto no sonho de seus pupilos, sonho este que era seu próprio, que esqueceu de crescer no decorrer e não percebeu que precisa se graduar de seu passado, para aí sim descobrir quem ele realmente é para além do New Directions. Esta é uma das transformações do episódio, não é tão extrema visualmente, mas é em termos de posicionamento, principalmente quando novos projetos podem vir a atrapalhar promessas eternas de amor e felicidade, na saúde e na doença ao lado de Emma.

Desorientado, percebe que está sem ideias para as Seletivas mas como sua antiga arqui- inimiga não poderia dizer melhor: “Quando é que você teve boas ideias?”. Com engraçadíssimas trollagens sobre as regras e temáticas das competições que nunca são cumpridas, o ND parece ter de enfrentar não só o buraco de componentes, terá que enfrentar novamente uma crise existencial de seu mestre, o que não mostra nada de novo, mas quem sabe não exista alguma artimanha por trás, o que eu duvido mas enfim.

Ironicamente o professor é o responsável pelo comitê organizacional das Seletivas, onde percebe sua falta de interesse e dispersão a algo que sempre almejou para sua carreira. Isto o faz pensar que algo definitivamente está errado, o que o obriga a pedir conselhos a sua amada, neste caso requisita por Emma, a profissional.

Tentando estimular-se a fazer algo pra implementar seu conhecimento, Schuester se aplicar a um programa do governo que capacita profissionais a aprimorar programas de artes nas escolas públicas, sendo este um projeto de vida que lhe proporcionará mudar outras vidas, algo que sempre quis como educador e homem. A trama é promissora, mas isto implica o afastamento do professor por alguns meses, deixando um espaço em aberto, que se for conforme imagino,  já prevejo quem pode tocar o barco em sua ausência, ainda mais depois de uma certa deixa no season finale. Emma o apoia, eu o apoio e tenho certeza que mesmo com tristeza no rosto, seus losers do ND também o apoiarão, mas basta saber se isto será interessante para as mentes  criadoras.

Iniciam-se os preparativos para o debate estudantil e mesmo Sam não sabendo bem o que é um, os ânimos da disputa estimulam um dueto pra lá de inesperado mas que por fim foi um bom número. “Celebrity Skin” marca a primeira parceria musical Bram e de fato não podemos negar que eles tem muita química juntas, mas o que realmente importa neste debate todo é o que virá dali a pouco.

Para aqueles que acompanham a hit series da HBO, devem ter achado brilhante a comparação do estilo de Rachel com o de Lena Dunham, cuja personagem é pra lá de excêntrica na série, principalmente no quesito guarda roupa. Assustada pelas “Black Swan” de sua turma de dança, Ms. Schwimmer desabafa com seu BFF a respeito da maneira com que a enxergam, o que provoca um turbilhão criativo nele ao ponto de levá-la para Vogue as escondidas no meio da noite. Kurt sempre foi o primeiro a apontar o dedo para o jeito de se vestir de Rachel e suas opiniões eram bem cruéis se voltarmos três anos atrás, quando ainda eram arqui-inimigos. Apesar de suas saias e meias compridas serem sua assinatura pessoal, certos modelitos realmente não condizem com sua nova realidade.

Isabelle os surpreende porém quando a chefe dos sonhos escuta a palavra “MAKEOVER” não consigo repreende-los, puxando o adorável mash-up “The Way You Look Tonight/ You’re Never Fully Dressed Without a Smile”, que uni as vozes de SJP as Chris e Lea, enquanto a transformação da patinha feia num belo cisne ocorre, momento que nos faz lembrar o episódio do baile, no qual foi coroada a rainha ou também como o momento em que Lea fez sua primeira aparição na série se assim preferirmos dizer.

Entendo perfeitamente que é estranho ver Rachel tão transformada à figura daquela que a representa, mas será que não ficara um pouco claro que Lea é Rachel, tanto que o papel foi feito sob medida a ela? Isto não justifica, mas quando a protagonista começa a sofrer mutações devido ao novo e adaptável ambiente que esta, é inevitável que as comparações comecem a surgir, afinal onde começa Rachel e termina Lea ou vice-versa? Não irei me prolongar, porque este assunto irá voltar com tudo logo mais….

Usando sua criatividade artística  Kurt resolvera gravar todo o video-clipe da transformação de sua best e claro que gostaria de compartilhar com seu amado, mesmo que seja a distância via Skype. Agora entendi mesmo quando disseram que a conversa online seria bem triste, pois apesar do entusiasmo do Porcelana a falar sobre sua nova vida e o vídeo, Blaine se senti deslocado, sem ao menos conseguir opinar ou falar de sua vida, considerando que Kurt fala bastante de si.

Sam tem sido a revelação do núcleo de Ohio, cumprindo um papel de líder nato, mesmo com o título direcionado a Blaine. Sua capacidade de fazer os outros se sentirem bem sempre foi sua grande qualidade, vale lembrar de quanto ele ajudou Quinn durante a segunda temporada. E é isto que ele fez com Brittany e agora com o Sr. Engomadinho, mesmo que seja pra fazê-lo tirar sua assinatura pessoal: a gravata borboleta. Aproveitando a onda de votações norte-americanas, o saudosismo das eleições sobrevoa o McKinley, primeiro a colocar os vice-presidentes a falar de suas expectativas e mudanças para aquele ano. Maridão além da veia para direção tem uma bela oratória, mesmo que provoque sono em todos ali presentes com suas incansáveis analises e promessas.

Sue que servia como interlocutora do debate parece se arrepender de estar ali, mas duvido que não tenha acordado com o strip tease do Magic Sam, afinal quem resiste a aquele abdômen perfeito? Mesmo sem conteúdo e sentindo-se ameaçado, Brittany não mostra muita qualidade com seu discurso, tirando sua sincera declaração de amor a escola. Chega a vez de Blaine fazer a diferença e mesmo criticando as proibições da antiga presidente a respeito do uso de gel, se coloca como um candidato aberto a fazer a diferença, trazendo coisas novas ao McKinley. Provando que este ano pode ser seu ano, o Ex-Warbler vence as eleições e mesmo com sua forte parceria com Sam – o Wolverine e o Cyclopes do McKinley – se senti vazio, pois veio para o colégio por causa de Kurt, mas não acho justo dizer que tudo que fez, fez em prol dele. Blaine teve seus momentos egoístas, é  só lembrar da produção do West Side Story, que culminou na primeira grande briga séria do casal. Klaine passará por provações fortes, mas a principio quem parece sentir mais o impacto da mudança é a New Rachel.

Tentando entender a cronologia da série: os acontecimentos atuais datam acredito eu quase cinco meses desde a formatura, considerando que três meses foram só de Summer Break. Glee não escolheu, considerando a nova proposta, mostrar a transição da cidade pequena a cidade grande, o choque que isto causaria a alguém como Rachel Berry, por maior que sejam suas ambições e sonhos.  Então é realmente inusitado e chocante vê-la com o cabelo ondulado e o modelito sensual pra prática de dança.

Quando se tem uma porta voz cheia de confiança e personalidade, imagino que seja difícil controlar a fera que exista dentro de alguém como Ms. Michele, que muitas vezes passa como uma pessoa “diva”, no atributo negativo da palavra. Sua confiança não nasceu da noite pro dia, pois muitas portas e nãos já levara na cara, sendo que seu grande “makeover” aconteceu graças a Glee.  Seu envolvimento com o show, sua beleza e talento foram valorizados exatamente pelo que ela simboliza e é isto que a mudança de Rachel deve representar. Por mais corriqueira que pareça, é a exigência que depositam sob a personagem mais suscetível a acertos e também erros, cuja atriz traz muito de sua própria bagagem pra dentro da série, isto pode vir a ser ruim, mas sempre foi o que imaginei que fosse acontecer .

Soa até superficial, mas uma mulher sempre escolhe aceitar primeiro sua mudança externa, porque a interna dá mais trabalho e assusta. Sei bem disto, pois tenho o costume de uma semana antes do meu aniversário,  nos últimos cinco anos, mudar algo no meu cabelo, seja a cor ou corte radical como fiz este ano. Isto mudou algo dentro de mim? Talvez sim, talvez não, mas me vejo um pouco diferente no espelho depois que fiz isto, pois foi como se eu deixasse pra trás alguma coisa, mesmo que mínima.

Makeover”  então é sobre esta garota a tentar se ver e parecer diferente, mas o que só me entristeci um pouco é que a mudança não ocorreu por sua conta , mas tratando-se de alguém altamente influenciável, não era de se estranhar. Kurt deu-lhe o empurrão, mas o grande salto agora será mediar sua mudança exterior, esta que poderá ou não fazer com que a interior siga o mesmo percurso.

Avatar, por mais inexpressivo que seja, despertou algo diferente a ela, nem que seja pra enaltecer seu ego ou para torná-la por instantes a garota espontânea que flerta e sensualiza com um cara que nitidamente arrasta-lhe um caminhão. Realmente é bizarro vê-la cantar, sorrir e sensualizar com alguém que não seja seu amado grandalhão Finn, mas “A Change Will Do You Good”, o primeiro dueto dela com o Avatar ou mesmo totalmente tomada pela excitação do momento, transformar-se na garota que tom a atitude, convidando o novo garoto pra jantar em sua casa.

No fim do dia Rachel será Rachel, com suas inseguranças e bloqueios e quem ficou com dúvidas que sua verdadeira essência está perdida, não deveria pensar de maneira tão imediatista, a esquecer quem ela sempre foi. Temos esta tendência de querer manter nossas personagens favoritas no formol, presas neste pedestal intocável, mas gostaria de perguntar: “Isto seria bom pra quem?”. Por isto resolvi não julgar nenhuma atitude até assistir “The Break-Up”, pois este sim irá unir o velho ao novo e doa a quem doer, a mim sei que também doerá, teremos que encarar os diversos rompimentos que possivelmente ocorrerão, principalmente porquede certa forma, todas as personagens principais que se graduaram a alguns meses atrás tem como referencial quem foram até então e será de grande responsabilidade dos roteiristas soltar estes laços para então fazê-los se descobrir, para aí sim fortalecê-los ao lado daqueles que estão destinados a estar.

Uma das coisas que me trouxe certa paz antes do inicio foi a declaração de Brad que esta temporada seria focada mais no indivíduo, nem tanto nos casais, pois por mais que torça pelos meus shippers amados, eles precisam alçar vôos solos. O estopim do momento entre Rachel e o Avatar, acredito que abrirá portas para desenvolvimento pessoal, não só dela como o do próprio Finn, que precisa mais do que ninguém na série. Não existe certo e errado aqui e sim como eles irão reagir perante tudo e quanto estarão dispostos a enxergar, porque seja na ficção, sabemos que estas coisas também acontecem na vida real, opa se acontecem. Dean que interpreta Brody disse que a “escolha seria totalmente de Rachel” e não deixa de ser verdade, pois este já deixou bem claro seu interesse e se antes ela o afastou, agora o colocou para dentro da toca, deixando qualquer sinal evidente.

Lembram-se do “Surrender” de Finn no season finale? Esta é a permissão pessoal e intransferível ao crescimento dos dois, agora se mudar é estar também com outro cara, aí não é mais comigo. O que tenho a declarar, como advogada do diabo, é pra que não tirem conclusões precipitadas, pois sabemos bem o stress que isto gera.

O virar desta curva não é o retrato de quem trai ou é traído como acontecia no High School e sim de duas possibilidades: a de um carro desgovernado preparado para colidir com a primeira coisa que vê pela frente ou a de um motorista a tentar ser prudente ao colocar-se de volta a estrada, continuando sua nova jornada até encontrar o destino sonhado. E acho que a relação deles sempre foi assim, meio desgovernada e impulsiva, mas que com auxilio de uma estrela guia, sempre os coloca no caminho certo do amor que sentiram, sentem e sempre sentirão.

Esse é o poder do amor e se este fosse fácil, qual seria a graça de torcer por Rachel e Ross, Lois e Clark, Amy e Ephram, Seth & Summer, Scully e Molder, Monica e Chandler, Buffy e Angel, entre outros grandes casais da televisão? Me diga se algum deles teve sua vida facilitada por seus criadores? É só puxar a memória que veremos que a maioria deles selaram seus corações somente nos últimos minutos, sendo assim, se Finchel – isto se estende aos demais casais em certos aspectos –  está fadado a este destino e ainda assim me proporcionar excelentes interpretações e bons e maus momentos, sei que a espera terá valido toda a pena, mas novamente não sou eu a motorista deste carro e muito menos serei eu aquela que enviará mensagens de texto a dizer que estou a caminho, pois sei que isto traz maus agouros, assim como o desejos de certas shippers alucinadas e fora da realidade.

Ps: Não fora minha intenção, em momento algum nesta review, ofender o ponto de vista de ninguém. Somente tentei passar minha perspectiva, claro, com um sútil conselho ao que sei que assim como eu fiz e muito, se afetam com o caminhar da carruagem.

14 thoughts on “Glee (4×03) – Makeover

  1. Todo mundo tem pelo menos mais de um motivo dentre aqueles que você citou pra ser Gleek. Entre outros, estou na categoria de Shippers. Monchele, Finchel e Klaine, by the way. Por isso que a princípio, fiquei magoada com a nova Rachel por ter beijado Brody. Não conseguia aceitar que eia estava solteira, senti que estava traindo Finn. Depois de tantas análises ao comportamento dela, ainda não cheguei a uma conclusão sobre o que é certo e o que é errado. Por enquanto também quero os dois solteiros, para amadurecerem e depois voltarem. Até porque o que não está me deixando tão mal com The Break-Up é saber que é endgame. Fora os últimos três minutos de Makeover que me deixaram confusa, os outros quarenta foram excelentes. Hummelberry em NYC vivendo seus sonhos me faz aguentar muita coisa quando os tempos estão ruins. E gostei da personagem da Sarah Jessica Parker ser boazinha, longe do estilo Miranda. Má por má, já temos a “Cássia Julina” rs Minha música favorita do episódio foi o trieto Hummelberry + SJP, espero ouvir mais deles em breve. E continuo quase dormindo com o núcleo de Ohio. Poucos salvam.

    • Sim, eu passei por alto nos motivos, eu mesma tenho vários, fique tranquila, não quis engessar ngm a um somente!
      Sim, Endgame é oq mantem todos de pé, até mesmo eu que nem sou tão shipper assim, torço e amo o casal, mas não sou dedicada e fanatica.

      Vamos esperar pra ver oq vem, mas tenho boas esperanças com o proximo, por mais triste que aparente ser, parece promissor ao desenvolvimento de todas as personagens.

      See ya dear

  2. Eu já tinha te dito via twitter que achava que levaria um pouco de puxão de orelha nesta review.Segui seus conselhos, e assisti ao terceiro episódio, desconfiada, chateada, enfim, mas assisti.O núcleo do McKinley para mim, foi o mais divertido, e me surpreendi de um jeito muito bom com a música do Blaine que eu já tinha perdido as esperanças de ver em Glee, Everybody want to rulle the world, porque eu tb sou muito fã das “Tias” kkkk. A interação Brittany e Sam tem sido interessante, e o momento Sue e Will rendeu em cenas muito bacanas (sem falar da nostalgia ao ver o diretor do coral de surdos-mudos). E, sim, eu tô passando as impressões do que eu achei normal, bom, dentro da média do que se espera em Glee (aliás, cadê a Beiste?), mas o papo fica reto mesmo quando se fala no núcleo de NY. Achei uma fofura a Isabella (Carrie in the Glee), torci pelo Kurt, e achei bem bonitinho o desfile de Rachel com aqueles vestidos glamourosos. Agora, a questão é: o quanto da Rachel se ganhou ou se perdeu a partir deste episódio. Shipando Finchel/Monchele(embora este ship seja da vida real e não entre em questão), eu quase, literalmente, chorei de raiva.Você, Marikerida, foi testemunha do verdadeiro ataque coletivo do qual participei, xinguei, enchi os ouvidos da minha mãe, da minha irmã, e até uma aluna minha chegou ontem revoltada na escola em que dou apoio pedagógico me perguntando “o que fizeram com a Rachel?’. A questão para mim é: mudaram a personagem em um tempo tão curto que não deu tempo de assimilar.Num ep, ela rejeita Brody; no outro, chama-o para sua casa, cozinha, o beija, e quem sabe o que rolaria se Finn, com seu time perfeito( alguém lembra do 21×2, em que ele vai fazer as pazes com ela depois do funeral da irmã e da Sue e chega com flor na mão a tempo de ver Jesse beijá-la?), não tivesse chegado.Aliás, palmas para a expressão do Cory que muda em segundos da alegria para o choque de que Rachel estava ali com outro cara.Com a cabeça mais fria, e até já cansada de falar sobre isso, acho que Rachel vai partir o coração de Finn, que ela deveria ter se dado mais um pouco de tempo para absorver tanta coisa nova, mas que, uma característica importante da personagem, que não se via há muito tempo, reapareceu com força: a impulsividade.Ela mudou, se deslumbrou, se envaideceu, e msm que não merecesse tudo o que foi dito sobre ela no calor das emoções, eu não me sinto “errada” em achar que a Rachel não mudou para melhor.Talvez ela equilibre tudo, o novo e o velho, o clássico estilo, os princípios de Ohio com as coisas novas de NY. E, sim, eu sei que grandes casais das séries sempre passam por isso, eu até hoje não me conformo com Pacey ter trocado a Andie pela Joey, em Dawson’s Creek…então, no ep. que vem, provavelmente mais chateada que agora, mas com aquela consciência da inconstância de Glee, a gente se verá por aqui.Beijos!

    • Ai minha cara, não adianta, eu posso vir a recitar o dia da criação do mundo certos pensamentos no vou ajudar a acalmar e o teu é um deles.
      Falei da cronologia justamente por isto, para nos o tempo não parece ter rolado, mas na trama sim passou, mais de 5 meses, pode ser pouco tempo, mas é o tempo de Glee e por não terem mostrado como Rachel ficou sozinha amargurando a separação, muito disto pq causa da divisão dos nucleos, o repentino pegou mta gente, mas não, ainda não acho que foi tão chocante assim,pois espero mto mais disto tudo e o lance aqui não será ela ficar com o Avatar, tá longe disto..
      Paciencia minha cara, paciencia!

      EBAAA vc tb era Pacey/Andie? TUDO menos a boca aberta da Joey nem pfv.

      Love ya and KEEP STRONG ok!

  3. Gostar de uma série com tantos altos e baixos como essa é realmente para muitos poucos. Já a acompanhei com muita carga emocional para cima dela e não foi muito satisfatório para a minha vida “real”. Então estou igual a você, assistindo sem muita pressão.

    Bem, o núcleo de NYC para mim está tudo maravilhoso! Pode estar fantasioso? Sim, mas já estou tão cansada de ter só notícias ruins nos boletins diários que um pouco de encantamento não vai matar ninguém xD
    Além de eu achar ÓTIMO uma pessoa simpática trabalhando na Vogue!
    Super suspeito eu falar isso, mas para mim a melhor parte do episódio foi o Kurt na vogue.com. Achei linda essa ideia de que não precisa se planejar muito seu futuro muito em uma coisa, sempre abra um leque com várias opções. Bem, para mim que estou começando a minha vida adulta como eles isso quer dizer alguma coisa xD

    Eis, a partes dos ships que para mim foi o grande responsável pelo decaimento da série… O meu OTP de Glee é St. Berry, mas nunca ofendi e briguei com alguém por causa disso ao contrário da maioria dessa fandom que cada dia eu tenho mais repulsa. Na minha humilde opinião Kurt e Rachel nunca tiveram esse brilho individual tão forte agora. Os dois entraram no relacionamento muito antes de ele começar efetivamente e NY só mostrou para eles que sim tem vida lá fora sem precisar ficar gastando seu tempo integral com alguém. Enfim, sempre achei que os dois que eram o que sempre procuravam para continuar o relacionamento e agora a situação está totalmente revertida. Vai ser interessante essa inversão de papel.

    Em relação a Rachel acho que o que aconteceu com ela e o Brody foi semelhante ao que ocorreu com meu querido fdp Jesse. Ela estava totalmente carente e acabou se jogando nos braços do primeiro que viu que se importava com ela…
    Não sou Finchel nem Klaine, mas sei que esse amadurecimento sozinho para os quatro vai ser tão bom.

    O núcleo de Ohio nesse episódio foi muito melhor! Espero que explorem mais o antigo cast que continua lá porque eles merecem.

  4. Mary,

    Admito que sou um dos que estava com a essência da nossa Rachel estar se perdendo, quero dizer, sempre torci para que ela evoluísse como personagem e enfrentasse novos desafios, entretanto mais uma vez o roteiro me trollou e fez essa mudança ser rápida demais. Eu sei que o tempo é curto, dividindo núcleos, mas essa de “música-visual novo-personalidadeousadaagora” me assustou. Fico feliz em dizer que fui tranqüilizado por você, afinal nossa Ms. Berry ainda está lá.

    Acho interessante essa história toda da Lea-Rachel, porque cada vez mas elas se fundem . Desde o inicio ficava claro que a Rachel era uma faceta da Lea e Vice-versa e isso era o que tornava a personagem real. RM deu sorte com ela e com o Chris, duas personagens prontas para serem exploradas. Mas assim como o Chris tem suas diferenças do Kurt, eu gosto das pequenas coisas que tornam Rachel quem ela é.

    Eu gosto do Darren, pelo seu talento e por seu envolvimento com HP, mas passei a odiar seu excesso de solos. Porque em algum lugar no meio do caminho, Blaine parou de acrescentar algo. A música de abertura não me conquistou, mas as cenas e a possibilidade de uma nova faceta para Blaine me cativaram. Eu acredito no potencial dos personagens de Glee e, absorvendo seu conselho, tento não colocar expectativas. Talvez RM acabe aproximando Darren e Blaine, todos sabemos que ele adora isso.

    Nesse episódio, aprendi a apreciar esse novo Sam e espero que ele cresça como personagem como líder e com essas novas amizades, mas ainda fico com aquele pé atrás. Começo a perder a esperança de algum espaço para Tina ou Artie. Enfim, Glee tem muitos personagens e alguns serão, indiscutivelmente, deixados de lado.

    Continuado achando o Brody sem sal, mas vale por tirar a Rachel da zona de conforto. SJP esteve ótima e apesar de meio irreal, espero que a trama dela e do Kurt se mantenha. Will podia sumir que nem notaria.

  5. Bom, este fora um episódio que me deixou extremamente sonolento… E acredito que não tenha perdido muita coisa, a não ser o cliffhanger precisamente clichê ao final, mas ao menos me deixou ansioso para ver o episódio desta semana…

    Estou adorando o núcleo de NY, enquanto em Ohio as coisas se desenvolvem de uma maneira onde “os ricos cada vez ficam mais ricos, os pobres cada vez ficam mais pobres”… Enfim, muitos personagens, pouco destaque para os que realmente interessam.

    Estou até bem ansioso por The Break Up… Ao menos a seleção musical dste é ótima…

    Atts

  6. Olá Mary (:

    Nossa, você curtiu esse eps o.O hahaha
    Entendi seus fatores, mas eu não me agradei muito não… algumas coisas foram boas apenas, outras não me despertaram nada.

    Gostei do puxão de orelha kkkkkk Você é uma graça (:

    Rachel e suas mudanças, não sei onde eles acham que ela vai mudar de uma hora para a outra, ela continua sendo meu amor lindo e sexy❤
    Eu até que gostei dela com o Brody, mas não é nada demais, e o final foi super clichê, vontade de dar um murro na cara do Finn, ainda estou com ódio dele =(

    Kurt está cada vez melhor, gostei de quase tudo sobre o personagem, fiquei com dó do Blaine, poxa ele fez praticamente tudo pelo seu amor e agora está realmente "sozinho" e sem saber oq fazer do outro lado, e esse termino dos dois que com certeza ocorrerá daqui pra frente, vai ser tenso… Não imaginava que os dois um dia iam terminar rs '-'

    Enfim, nem quero imaginar se eles vão juntar Sam e Brit, sério ficarei puto aqui se isso acontecer. =(

    Enfim, não gostei muito do eps, e sim , sei que Glee nunca mais vai ser o mesmo, que tudo está mudando, mas o ruim é saber que ela tem potencial pra ser melhor e só faz quando quer u.u

    Beijão, até a próxima, espero estar mais animado *-*

  7. Nunca fui um fã de Glee tão dedicado como tu és, sempre assisti a série na boa, sem preocupações e sem muitas irritações. Para mim é apenas mais um teen show que eu gosto de ver uma vez por semana, e nem é pelas músicas, até porque costumo saltar algumas, mas sim pelos personagens e pelos jovens atores tão promissores que esta série tem.
    Nunca fui muito de shippers em Glee, talvez porque ache que ainda não há nenhum casal mesmo marcante (tirando Santana e Britanny, e mesmo assim, acho que o casal funciona melhor como amigas). Finn é das personagens mais desinteressantes da série, e talvez por isso é que não ache particularmente importante que ele volte para Rachel. Apesar deste episódio não ter sido tão focado nela como os anteriores, Miss Schwimmer está numa ótima fase, aliás, acho que nunca esteve tão bonita como neste episódio, e não precisa de Finn agora para arruinar as coisas.
    Até gostei do dueto dela com Brody. Sim, o rapaz não acrescenta nada, é apenas uma delícia para as meninas e um tormento para os shippers de Finnchel, mas não podemos negar que ele canta melhor que Finn (qualquer um canta…).
    Kurt também está a ter uma história adorável, apoio a ideia de ele deixar a Broadway e agarrar-se à moda, pois isso daria outra dinâmica, para não ser toda a gente a querer ser um músico. Até que gostei da aparição de SJP, tirando a música que ela cantou, pois a famosa Carrie Bradshaw não tem a melhor voz, mas foi bom ver uma boss boazinha, para variar.
    O clima em Ohio esteve também interessante. Mas houve muito Blaine, mais uma vez. Blaine é a coisa mais overrated em Glee. Solos, solos e mais solos. Em Rachel era aceitável, pois ela era a protagonista da série, e ela brilhava, nem que fosse numa cena no WC. Mas Blaine irrita. Já chega. Ainda mais agora vamos tê-lo como presidente dos alunos.
    Estou a adorar Sam nesta temporada. Esqueçam Finn, Sam é o lider dos New Direction e rouba a cena sempre. A sua amizade com Brittany está a ser muito boa, e espero que continue assim. Quase todas as séries teen têm a mania de colocar uma amizade rapaz/rapariga, e estragá-la com uma paixão entre os dois, como se isso acontecesse sempre, como se não houvesse outro interesse a não ser o interesse carnal. Na realidade não é assim, toda a gente tem grandes amigos do sexo oposto, sem segundas intenções. E acho que é importante haver uma amizade assim, sólida. Continua no bom caminho, Sam!
    No final temos o aparecimento de Finn, e estamos preparados para um próximo episódio de partir o coração.
    XOXO

  8. Esse episódio me deixou dividido, não sei se gostei ou se não gostei.
    É que o núcleo NY está tão bacana que as vezes eu fico frustrado com Ohio.

    Tudo que envolve o Will é ZZZZZZZzzzzzzzZZZZZzzzzz… e o Blaine me cansa demais.Adoro o Darren, mas seu personagem é muito chato.
    Só destaco em Ohio a Brittany que sempre me arranca boas risadas e o Sam, que vem se destacando demais e mostrando um lado mais humano e menos superficial. As interações Bram estão muito boas, mas não quero vê-los como casal. Nem é por causa de Brittana, mas pq acho que seria legal uma amizade entre um cara hétero e uma menina que não vira romance.

    Em NY, Rachel continua dominando. Linda demais.
    Tô gostando cada vez mais do Brody. Eu vejo uma química dele com Rachel e acho que essa coisa dele que instiga o novo na Rachel faz o personagem ainda mais legal.
    Adorei também a SJP. Ela e Kurt podem render bons momentos. Ela é bem fofinha.

    Agora, o cliffhanger desse episódio é bom demais. Ri tanto da cara do Finn. Acho que foi o final de episódio que mais assisti de Glee. hahaahhaha…

    Muito ansioso para o 4×04. Torcendo muito pra Finchel e Klaine terminarem. Rachel e Kurt precisam se libertar um pouco de seus namorados chatos. =p

    ps. QUERO NAYA NA MINHA VIDA. OUVINDO EM LOOPING O SOLO DELA NO 4X04. ;DDDDDDDD

    Beijos, Mary!😉

  9. Poxa Mary, desculpa vir aqui de novo, mas é que eu acabei de ver o episódio 4×04 e tô atordoado ainda com tantas emoções.
    Só precisava vir aqui e dizer isso: PERFEIÇÃO. já tô adiantando o meu comentário da próxima review.

    ps. eu só queria saber qual é o nome da série que a gente eu vi no 4×04?
    Pq não foi Glee, foi mais que isso.

    Desculpa novamente. =l Se quiser apagar o comentário pode apagar.Só precisava extravasar mesmo. =)

  10. e a primeira vez que discordo da nota por achar que merece pior, muito pior. normalmente acho que merece melhor. mas este episódio foi muito mau, equivalente ao 3 ou 4 episódio da season , acho que se chamava unicorn, em que o mesmo e centrado no rory. adiante ….
    as músicas foram más e a história dispensável. sei que o próximo episódio terá músicas muito melhores, mas não sei se vou gostar de todos aqueles break ups. principalmente pelo da britana. aguardo muito o regresso da santana. já se sabe quais episódios mais ela vai entrar?

    • Ah meu caro entrei em hiatus tb e confesso que fiquei master preguiçosa, além do mais meu trabalho me deixou ausente por duas semanas, somando esta, mas creio que até o fds eu posto. GLEE MAMMA PROMISE!

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