666 Park Avenue (1×01) – Pilot


Confesso que esta nova empreitada da ABC era uma das estreias que mais aguardava nesta Fall Season. Não tem como não ficar ansioso ao saber que o fabuloso Terry O’Quinn estará por interpretar um diabo, simplesmente não tem. O tempo passou e finalmente 666 Park Avenue estreou e esta supriu todas as expectativas que desenvolvi pela mesma.

Grande parte da minha expectativa se dava a presença de Terry O’Quinn no elenco e a proposta da série em si. Quem me conhece sabe o tanto que o universo sobrenatural me atrai, e achei bem promissora a premissa da série. Em 666 teremos um casal de jovens a conseguir um emprego de gerente em um antigo e luxuoso prédio de NY, o Park Avenue, porém este antigo prédio esconde segredos sobrenaturais e algo indica que todos os seus moradores possuem ou estão prestes a fazer pacto com o demônio.

Sim, a trama se desenvolveu de uma forma interessante, gostei de pequenos detalhes e das características pessoais dos personagens principais. Não é o melhor piloto da Fall Season, por enquanto é Last Resort que leva esta honra, porém é um dos pilotos mais promissores desta.

O grande charme deste piloto e, conseqüentemente, da série é o personagem de O’Quinn, Gavin Doran. Doran é misterioso, pretensioso, manipulador e consegue tudo aquilo que deseja, este é o demônio encarnado em pessoa e usa de mentiras, artimanhas malignas, tentações para dominar as pessoas que habitam o Park Avenue. Neste episódio podemos observar apenas alguns de seus truques, porém tenho a impressão de que muito mais virá pela frente.

A história envolvendo os Barlow serviu apenas para nos mostrar do que Gavin é capaz de fazer quando os seus pedidos não são atendidos. John não cumpre o pacto e acaba por perder definitivamente a sua esposa, assim como sua vida. Esta parte também deu para perceber que Gavin não é nada flexível e com um vilão destes a série poderá ir longe.

O casal principal não mostrou nada de revelador. Fora nos apresentado de uma forma digna, centrando um pouco mais em Jane do que em Henry. Está um pouco evidente que esta possui alguma ligação especial com o prédio, ou até mesmo com Gavin, as descobertas que esta fez durante o episódio foram promissoras e todo o mistério envolvendo o colar que Jane possui também atiçou o meu interesse.

Houve também outros diversos mistérios que atiçaram a minha curiosidade em relação à série. O outro casal apresentado pelo episódio, composto por Brain e Louise, são tipicamente comum, mas Gavin está interessado neles de alguma forma, isto ficou evidente no momento em que este conversa com Brian e no momento em que Louise sofre o acidente no elevador. A presença de Alexis promete esquentar o clima da série e as intenções da personagem ainda são desconhecidas.

Acredito que este piloto cumprira eficientemente sua principal missão: fazer-nos querer mais. A trama mostrou-se cheia de mistérios, diálogos e atuações boas e um bom clima de tensão. Estou bem ansioso pelo desenvolver da série e espero que esta saiba manter esta peculiar qualidade que fora mostrada neste piloto.

Audiência: Mesmo tendo como lead in duas grades séries, Revenge e Once Upon a Time, 666 Park Avenue desiludiu e apresentou apenas um rating de 2.2 na demo e 7 milhões de views.

6 thoughts on “666 Park Avenue (1×01) – Pilot

  1. Well, adorei esse piloto *-*

    Essa série é aquela série que você se envolve e nem percebe, e isso já aconteceu comigo em seu primeiro eps (:

    Já me senti por dentro de vários mistérios que ela trata, e não acredito que a audiência desiludiu, vamos esperar que ela se mantenha pelo menos…
    Essa série promete e não pode ser jogada fora assim, desse jeito (:

    • Mais uma hein…

      Também adorei 666, assim como ti quando percebi já estava inteiramente envolvido com os mistérios que a série nos apresentou. Fiquei super ansioso pelo próximo episódio.

      Sim, 666 promete e muito e espero que esta ganhe a valorização que merece…

      Atts

  2. Bem, eu ADOREI 666. Durante os 40 minutos eu fiquei congelado a olhar para o ecrã. A história é bastante interessante e os personagens até agora são bastante bons. Adorei como eles conciliavam a morte das pessoas com o som da orquestra, ficava magnífico. A série tem um tom bem sombrio, e quando estamos a ver parece que sentimos um frio dentro de nós, não sei explicar, mas gostei muito.
    Gostei especialmente de Gavin, Olivia e Jane, e sim, também concordo que há alguma coisa que liga Jane àquele prédio.
    Fez-me lembrar de certa forma o filme de animação Monster House.
    Certamente uma série a acompanhar.

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