Glee (4×02) – Britney 2.0


Não sei se estão familiarizados com a série “In Treatment”? Basicamente é uma série originária de Israel sobre terapia e claro, trata das sessões do profissional com seus pacientes e o dele próprio com sua terapeuta. Eis que uma pergunta pontual seguida de uma resposta divergente apresentada no episódio piloto da versão norte-americana me vez classificar exatamente o que é Glee.

“O que aconteceu ontem a noite?

Bom, o que não aconteceu?  Você quer a versão longa ou o resultado final? Porque o resultado final é bem simples. Minha vida acabou.”

Calma calma, não estou a amaldiçoar a nova fase da série, até porque gostei e muito da season premiere, mas conhecendo Glee como conheço e acredito que vocês, os poucos com sanidade, também conhecem, a pergunta e resposta serve bem pra definir aqueles momentos nos quais Glee entrega o pior do seu pior. Este episódio foi de extremo mal gosto e nem mesmo serviu para incorporar o ditado popular “Falem bem ou falem mal mas falem de mim” ou até a justificativa de “Ah, B. Spears é jurada do The X Factor, nosso companheiro de noite, então vamos fazer isto”.

Demorei bastante pra publicar isto aqui por dois motivos: primeiro, não consegui dar vazão a minha vida profissional e pessoal, nesta posso incluir  o prazer de escrever as reviews e segundo, não me senti motivada de forma alguma, nem mesmo pra pistolar o segundo “tributo” a Britney Spears, ideia que somente a mente da Gazela e de seu time poderia acreditar que seria válida e segundo ele, honrosa a qualquer artista que seja. Considerando a delicada nova estrada que a série pretende, digo pretende, caminhar, nem sempre suas “boas intenções” resultam em bons resultados, principalmente quando sabemos a tendência “tiro no pé” que Glee tem ao dar vida principalmente a seus episódios temáticos.

Britney Spears preencheu boa parte de minha adolescência,  creio que dos meus 11 aos 15 anos, ela foi minha princesa do pop, aquela que acompanhava cada passo, cantava e dançava – sem sucesso – cada vídeo clipe e até mesmo arrastei minha mãe comigo ao Rock In Rio em 2001 para vê la “cantar”, ou diria, fazer o playback da história dos playbacks. Um pouco depois disto, a carreira de Spears passou por uma avalanche, iniciada por seu rompimento com Justin Timberlake e o divórcio de seus pais, que sempre foram muito presentes e até digamos, sufocantes em sua precoce vida de popstar. Os meios não justificam os fins, mas enfim, ela trilhou este caminho escuro, que levou sua carreira ao buraco, seja casando-se e pedindo o divórcio no dia seguinte, seja a raspar o cabelo, beber, fumar, agredir paparazzis e tornar-se mãe de dois filhos de um casamento fracassado que durara nem dois anos. Surtada ou não, tenho um olhar diferente da maioria, pois era fã e sei que ninguém com apenas 26 anos de idade – idade que eu aqui tenho agora – deveria passar.

Agora porque disse tudo isto? Porque Glee nunca foi e nunca será uma sessão de terapia. Pode até ser um portal de identificação e discussão de problemas sócio culturais, mas jamais será um templo de reflexão profunda. Então meu caro Ryan Murphy, onde você imaginou que as pessoas gostariam de rever, numa espécie de flashback porco, as desventuras em série desta artista, personificadas na figura de Brittany? Iluda-se o quanto quiser ao dizer que este tal “tributo” foi feito de uma maneira mais realista em comparação ao alucinógeno apresentado no segundo episódio da segunda temporada, mas meu voto ainda fica com o primeiro, pois pelo menos assisti-o anestesiada, dando gargalhadas, contrário a este, que me me fez querer enforcar com as cordas da aula de educação física.

Então seguindo a vibe do “Oops I Did It Again”, bem vindo a mais um episódio diarreia mental gleekiano….

Esse é o tipo de tributo que as músicas vão entrando uma seguida da outra, sem tempo ao menos de grudarem na sua cabeça e é assim que “Hold It Against Me”, faixa que remete a fase pop eletrônica da cantora – seja isto pertinente ou não a classificá-la como tal – inicia o episódio. Brittany tem a responsabilidade de cuidar do legado da “Unholy Trinity” e agora sem 2/3 do grupo, a loira tenta provar seu valor, algo que não agrada em nada a Kitty Cat, que quer roubar seu posto e muito menos Sue, que se diz extremamente decepcionada com sua capitã, a ponto de Pluft Plaft Zoooom, expulsá-la do time das cherrios. Frustada, busca consolo via skype com sua namorada Santana, porém esta vive as atribulações de ser uma estudante universitária e cherrio bolsista, o que deixa um buraco na relação, principalmente devido a distância.

E pronto, eis o motivo para justificar o tributo a Britney Spears: o New Directions deve animar a amiga, dando a ela a oportunidade de se aproximar novamente de sua artista favorita e talvez assim encontrar a luz no fim do túnel, luz esta que adoraria que fosse um trem desenfreado. Maldades a parte, a trens de distância, Tia Cassie desce a lenha em seu novo alvo favorito, ao dizer que a falta de sensualidade de Rachel é deprimente, por isto que ela deve ficar sentadadinha durante os ensaios da aula de Tango.

Alguém me manda um ticket pra Dream City, porque se viver em NYC do jeito que Kurt e Rachel viverão, Bitch I’m Hell com absoluta certeza. O núcleo da Big Apple serve justamente pra isto: nos fazer sonhar. Depois de uma dose de realidade jovem ao assistir How To Make It in America e Girls, ambas da HBO, é bom ver os BFF’s gazelar felizes e contentes com suas bicicletinhas num apartamento – SOS chamem o empreiteiro – que vale USD1.800 de aluguel.

Quanto amor sinto só de ver que estes dois finalmente estão juntos. Titia Spears nos trouxe “Till The World Ends” , uma das melhore canções de sua nova fase e até este dia chegar, creditarei que estes dois são de fato o OTP de toda a série. #prontofalei. Bebericando bons drinks após escolherem o cafofo, Ms. Berry abre seu coraçãozinho amargurado a respeito de Cássia Julina, mas pra seu espanto – novamente a diva não aprendeu que deve pesquisar tudo e todos quando chega a um novo lugar – descobre que o passado de sua professora ou seria da “Crazy July” é bem deprimente, tudo isto por causa de um show a parte que dera quando o celular de uma pessoa da platéia tocou no meio de seu grande debut na Broadway.

E para minha tristeza, mesmo com meu Marido envolvido, temos que processar o mash-up de “Boys/Boyfriend”, junção da princesa com o príncipe – cof cof – do pop Biba. Blaine e Artie começam as homenagens a “Melhor Vovó do Mundo” – dizeres presentes na camiseta de Brit – porém todo o sentimentalismo parece não convencer a acabada ex-cherrio/presidente estudantil. Quem mostra um lado já esperado de sua personalidade é Jake, que prova que ser putão é genético, para tristeza da doce Menina Marley, que percebe que mesmo com as trocas de olhares que eles dão um ao outro de vez em quando, ela parece não ser lá tão especial. Oops, the Puckerman Do It Again……

Falem o que for, mas Alex foi uma carta na manga desde o ano passado e agradeço por ele ter sido utilizado efetivamente só agora, pois doa a quem doer, ele dá um sabor diferente nos corredores, de um jeito que só sua Unique sabe bem fazer, principalmente quando o assunto é bater o cabelo. A diva encabeça “Womanizer”, canção hino pros cafajestes  numa tentativa de abrir os olhos da Menina Marley em relação a Jake, este que até solta suas asinhas pra cima da Tina e num divertido número de educação física, as garotas laçam o Wannabe Puckerman.

Quando um personagem quer ser creepy ele consegue e o comentário “I Miss You In The Showers” que o Avatar Boy fez a novata da NYADA só comprovou isto. Mostrando seu corpo malhado, a única coisa apelativa em seu conjunto, Rachel resolve pedir ajuda do veterano para provar que pode ser sexy ao contrário das criticas da Julina.

Opa agora chega a parte mais irônica e engraçada de todas, sim em meio a aprendizagem de matemática, temos o trio mais improvável de pessoas a cantar “3”, outra canção farofa grudenta feat engraçadinha da B.S. Analisando a canção, esta retrata a brincadeira de “Twister”, aquele famoso jogo de tabuleiro maroto que serve como uma plataforma de putaria leve, bom dependendo de quais são as regras. Aqui vemos o Bocão, a Asiática e pasmem, o Menino de Deus a dizer “Living in SIN is the new thing”. Joe, meu queridíssimo, tu vais pro inferno, sabe disto né?

Mesmo com esta bela e profundo homenagem “um, dois, três”, Brittany pira o cabeção literalmente, ao simular o pior momento da carreira de sua ídola: seu casamento com a maquinha de raspar cabelo. Enquanto o trio canta, é inevitável que todos comecem a gritar ao verem sua colega perdendo os eixos ao ameaçar raspar seu cabelo.

Olha quanta profundidade até então, meus amados. Quantas músicas já tocaram e nem as vi entrando e saindo direito em meio a confusa e descontinua trama. Só darei desconto desta vez porque esta fora a versão mais linda de todo o episódio, alias um dos mash-ups mais adoráveis e bem casados feitos pela produção. Menina Marley resolve brincar com o fogo ao chamar Jake para ajudá-la em sua “Britney Spears Week” e nada mais apropriado que uma pequena loucura pra unir o mais do que provável new shipper da série. Juntando “Crazy” do Aerosmith e uma das antigas favoritas, “You Drive Me Crazy”, as novas adições da temporada rendem mais uma boa performance, esbanjando afinação e química. “I just cant sleeeeeeeeep”.

Chega aqui outro apse da tragédia da carreira da artista: seu retorno dublado no VMA de 2007. Mostrando sua nova companheira, a Sury, um aplicativo do I-phone, Britt diz que só irá se apresentar se o New Directions aceitar a ideia de fazer uma performance dublada, considerando que eles foram convidados para se apresentar para toda a turma, num estilo “Push It” e “Toxic” das primeiras temporadas.

O grande momento pelo qual todos os gleeks hormonais aguardavam chegou: a performance de “Oops I Did It Again” de Ms. Rachel Berry cuja peso da pressão não recai somente na personagem, mas da própria Lea, após o momento de vergonha alheia que ela passara com “Baby One More Time”. As aulas de dança da Tia Julina sempre me alegram porque possibilitam meus queridos do SYTYCD brilhar mais uma vez na TV, mas deixando isto de lado, Rachel ou diria Lea, aparecem em cena, num figurino provocativo e com diversas mesas para ajudar o número, que contará com o apoio do Avatar Boy, que dança tão bem quanto atua – cof cof – e alguns alunos(as) da turma.

Mesmo possuindo mais química com a mesa do que com seu novo interesse amoroso, gostei num geral da ousada performance, cheia de toques e insinuações e até mesmo a Glee Version ficou boa, considerando que a voz de Lea não é compatível as canções de Spears. Bom depois de todos do fandom terem um AVC, a única que parece não ter se impressionado foi a carrasca, ainda mais depois que escuta alguns desaforos de sua nova aluna – Rachel joga na cara da Tia Julina o patético momento/vídeo que acabara com a carreira dela – a expulsa de sua classe.

A trama parece mesmo apostar no “opostos se atraem” e a defesa de Jake à Marley na cantina da escola só provou isto. A doce Menina Marley continua a sofrer na mão dos valentões, principalmente quando se vê obrigada a defender e revelar a identidade de sua mãe após esta ser ofendida por alguns jogadores babacas. Jake, como um cavaleiro desajustado protege a donzela e sua mãe, mas como os garotões parecem continuar com as provocações, resolve partir pra porrada, num Puckerman Style já bem conhecido.

“Cara, eu sou o malvadão original”

Schuester interrompe a briga e o leva pra ter uma conversa de homem pra homem, mas claro que não seria Figgins a lhe dar um sermão e sim o único e incomparável, Mr. Noah Puckerman, que vem diretamente de LA, onde mantêm seu negócio de limpeza de piscinas. Este foi o momento que me fez sentir Glee de verdade, cujos diálogos inspirados levantam e motivam qualquer um, até mesmo a mais perdida das almas, como tentam mostrar que Jake é. Puck deixa claro que ele dominou tudo e todas ali no McKinley, mas nada o fez se sentir mais útil e homem do que se juntar ao Glee Club, contando com o apoio de Schuester para ajudá-lo, apoio este que nunca recebeu do lixo de pai que eles compartilham.

Dai em diante o navio afunda de vez, com a ridícula performance de “Gimme More”, uma homenagem maldosa do vexame de Britney no VMA de 2007, evento que marcou seu retorno após suas desventuras em série. Usando o mesmo figurino e quase todos os passos da rotina, o New Directions aceita dublar a canção com Brittany ao centro comendo salgadinhos e bebendo soda, uma sútil analogia ao aumento de peso salientado pela escolha bizarra de figurino adotado pela B.S naquela noite. Olha cansa mesmo falar deste episódio e nem mesmo a ajuda adorável de Sam e os conselhos de Wemma para colocarem-a de volta ao topo conseguiram salvar todo o desastre e a tentativa patética de tornar a “personagem” de Brittany apelativa aos meus olhos. Sim, Heather dança muito bem e adoro seus momentos com Santana, mas até quando teremos que ver este tipo de fórmula?

Alguém me diz o que foi o “pep talk” entre Cassandra e Rachel? Tava mais do que na cara que a professora é assim devido a sua decaída carreira, esta marcada por um acontecimento e atitude que mudaram toda sua trajetória no universo do entretenimento, este que Rachel agora tenta desbravar. A dose de realidade é esta, o mundinho da Broadway é cruel e qualquer desvio pode lapidar qualquer chance. Não pude deixar de rir ao ver toda aquele “Me ajude aqui, segure minha perna e lalala”, porque claro que a Gazela sabe que Gleeks shipam as personagens, ainda mais Rachel, com qualquer coisa, até mesmo uma mesa, então porque não explorar a tensão entre as duas? A eterna Drama Queen resolveu pedir desculpas a sua professora, mas é ali que percebe que por trás do jeito duro e carrasco, existe um ser humano, o que só nos faz lembrar das bipolaridades de Sue Sylvester, hora Chapeuzinho Vermelho, hora Lobo Mau.

Chegando ao fim deste desastroso episódio, Hummelberry tem a árdua função de pintar o apartamento e quando Kurt resolve sair para comprar uma torta para animar sua BFF que anda pensativa a respeito de seu amado Finn, eis que o Avatar Creepy Boy toca a campainha com uma bizarra planta para desejar sorte no novo apartamento. A única coisa a seu favor neste momento é que não usara a desculpa de que “estava andando pela vizinhança”, fazendo ir direto ao ponto ao dizer que a acha incrivelmente sexy e que tudo que quer fazer, desde que a conheceu, é beijá-la. Como uma porta batendo em sua cara, Rachel o afasta e este vem com aquele papo que respeitará sua decisão mas que isto não muda como ele se senti em relação a ela.

Parece que a conversa com seu meio-irmão surtiu efeito, então Jake conta a Marley que entrará para o New Directions mas que conta com sua ajuda, considerando que é a única pessoa que conheci por ali. A pequena, que ainda estava usando sua jaqueta de coro desde o dueto que fizeram, é surpreendida a revelação de que a Avatar Girl está namorando com ele, mesmo com este não classificando desta forma.

Mesclando as desventuras no amor de Rachel em NY, Brittany sentindo falta de Santana e a decepção amorosa de Marley, a nova voz do ND pede seu último momento e em mais um solo, escolhe a romântica  “Everytime”, uma indireta direta ao começo de seus sentimentos por Jake.

Ufa, achei que não ia conseguir me livrar deste episódio. Agora é encarar o “Makeover” , torcendo pra que certas coisas voltem aos eixos….

Audiência: Ocupou o 1º lugar em seu horário, marcando 2.9/8 no rating 18-49 e um total de 7.46 milhões de telespectadores.

 

27 thoughts on “Glee (4×02) – Britney 2.0

  1. Mary eu te amo! Sério HAHAHA, como podemos ter opiniões tão próximas assim?
    Concordo com tudo!

    Odiei esse eps, e estou com medo, muito medo do que será daqui pra frente, a alegria que senti ao ver o Season Premiere foi jogado fora com esse eps =/

    Foram tantas coisas clichês que fiquei até assustado!!!
    Odeio quando Glee joga uma musica depois da outra sem podermos respirar, sem a história e os personagens caminharem u.u

    Oq foi a Marley com aquele idiota nesse eps? NOSSA, PÉSSIMO!!!!

    Outro ponto que odiei esse eps, é o fato de ter só músicas da Britney, que eu particularmente não gosto!!!! u.u

    Fiquei decepcionado, é linda Mary teremos mais um ano de montanha russa =/

    Salvo minha Rachel/ Lea que conseguiu pegar seu papel medíocre que deram a ela nesse eps e fazer bem feito!!

    Não sei nem oq comentar mais… =/

    Só fiquei com medo de chegar aqui e ver uma nota alta, já ia puxar sua orelha querida mama hahaha😛

    Beijos, e já posso garantir que o próximo não me animou muito não, mas pelo menos foi melhor que esse…

    sz

    • Hi meu caro!
      Agt sempre anda lado a lado né!
      Bom goste ou não de Britney a questão nem foi esta, mas a forma com q conduzem, enfim não espero nada, só qeuro ver o daqui pra frente né!!!

      Jamais daria uma nota alta, tenho diversos pés atrás com tributos, ainda mais deste tipow

      XOXO

  2. É triste realmente o RM achar que esse episódio foi uma homenagem à Britney… e triste também para mim que não gosto muito das músicas da princesa do pop. xD

    Espero muito que tenha mais episódio como “New Rachel” nessa temporada…

  3. Este episodio foi médio, nada a salientar, mas acho que o makeover sera pior.
    Ryan ja diz que o break up é o melhor episodio de sempre, estou para ver

    • Assisti o Makeover agora a pouco e este ainda é pior rsrsrssr!
      Já o da semana que vem, uhhhh mta expectativa em cima dele. Tão falando bastante que nem foi com o The First Time.

  4. ADOREI esse episódio. Como eu ri… nossa.

    As únicas coisas que não me agradaram foi o fato das músicas terem sido jogadas na nossa cara e o plot do Jake e do Puck. Não sabia que Ohio e LA eram lugares tão próximos que era só pegar um táxi, bater um papo de 5 minutos e ir embora. Achei muito forçado e não me convenceu.

    Quero deixar claro uma coisa: Amo Marley, adoro o Jake. Amo o casal.
    Agora, se é pra ter o mesmo triângulo ZZZZzzzZZZZzzz da season 1 e com os mesmos plots vou começar a implicar com eles. Quero que a Marley tenha mais atitude e não seja tão bobinha. Se eu gostasse de casal Malhação, via na Globo.

    O núcleo de NY tá bem melhor que o de Lima. Acho que é o fator novidade falando mais alto. Gosto muito da dinâmica Rachel e Cassandra. Kate tá perfeita e Lea tá levando com maestria tudo que lhe é proposto (como sempre, né).

    Sobre a Brittany, eu gostei de tudo nela. Eu ri muito… gosto muito quando Glee enfia o dedo na ferida. Mas pra mim, não foi tão ofensivo quanto eu vi várias pessoas falando. O episódio mostrou a fase mais dark da Britney, mas deixou claro que ela só é o que é hoje por ter superado tudo e se reerguido no final.
    Eu achei uma homenagem muito bem feita e pensada. Vendo os dois tributos, tá na cara que a ideia era essa desde a season 2.

    Respeito a opinião de quem não gostou, mas acho desnecessário o drama que fizeram por causa do episódio. Nada mostrado ali, já não foi mostrado e ridicularizado mil vezes pior em outros programas de comédia.
    Eu achei um tributo muito legal, pensado em todos os detalhes e cheios de referência. Mas foi um tributo do jeito Glee de ser.

    ps. Sam está tão sensato nessa season, tô gostando bem mais dele. E Sam e Brittany? casal a vista!
    ps. Kitty insuportável.
    ps. Unique em sua melhor forma. ;D
    ps. Tô começando a gostar do Brody.
    ps. SANTANA/NAYA LINDA! VOLTA PRA MIM. ='(

    Outro ps. Mary, quero dizer que acho que a gente vai ter muito o que discutir nos comentários dos episódios. A gente vai discordar em muitas coisas, pelo visto.
    Mas quero que saiba que aprecio demais as suas reviews. E espero que você entenda os meus pontos de vista. ;D
    Até o 4×03, beijo.

    • Lucas meu caro, se vc lê minhas reviews a um tempo já, sabe que a coisa que mais respeito e admiro são os comentários de vcs aqui, pois eles são minha maior gratificação.
      As vezes vejo os episódios através da otica de vcs, principalmente qdo a visão é bem diferente mas ainda assim obrigada pela gentileza mas saiba que não precisa ter medo de “por pitacos” mesmo qdo descordamos!

      Sim, minha avaliação foi bem radical, mas é assim que me sinto em relação a epis tributos fillers, que caem no meio da trama e de nada acrescentam,claro uma cena aqui e acolá fez valer.
      Eu fui me moldando com o passar dos anos e como tenho uma visão mto mto próxima da série, por toda a relação que criei com ela, me tornei extremamente passional, se gosto ou desgosto, isto fica bem evidente, vcs já perceberam né!

      Mas uma coisa digo, mudei bastante desde o finale passado, pois tenho minhas reservas ainda em relação a esta temporada e o rumo que pretendem dar a série…

      Quanto as personagens, tb amo Marley e vejo um grande futuro a ela, Se a gangue de escritores não limitarem-a num triangulo amoroso, pq parece que isto q ocorre sempre: a pessoa em questão não modo andar com as próprias pernas e sim com dois pares ao seu lado ou até as mais dependendo da suruba rsrsrsrs

      E tá ai uma personagem que não me desce: Brittany, sorry mas a lorita não cheira nem fede,mas claro tem seus momentos comicos!!!

      O nucleo de NYC de fato esquentou em relação a premiere e Lea está fazendo oq já esperavamos dela: BRING DOWN the HOUSE com seu talento fora deste mundo!

      Bom meu caro é isto ai, keep it going e nos vemos semana que veem!

      XOXO

  5. Posso dizer que gosto deste episódio?😮
    Não foi tão bom como o primeiro episódio, mas tivemos uma boa dose de Brittany que andava muito esquecida desde a terceira temporada! Ainda para mais, porque não usar a história da Britney Spears com a própria Brittany? Acho que fez todo o sentido, até porque foi a Britney que “lançou” a Brittany. Quem tem culpa de toda esta história é a própria Britney. Mas pronto, percebo todo o ódio a este episódio. Sim foi totalmente exagerado a cena da máquina de cortar o cabelo, mas o mundo da Brittany existia por causa da Santana, faz todo o sentido ela se sentir assim. O que a fazia “viver” era a claque. E o momento Brittana foi tão sincero e a cena final da Brittany a olhar para o computador foi igualmente muito boa.
    Sim não é um episódio de nota 8… mas de certeza que não é um episódio de nota 4,9. Mas gostos são gostos, e ninguém os pode questionar.

    • Claro que pode dizer que gosta, este não é o proposito de comentar? Sò pq estas contra o que penso, não quer dizer que não posso ler né rsrsrsrs

      Pode fazer extrema minha nota, mas é isto ai e fique tranquilo, gosto e mto qdo as opiniões não vão de encontro com a minha. É bom gerar discussões saudaveis!

      Bjs

  6. Sabe o quê, querida Marikerida? Eu te admiro de verdade por conseguir extrair uma review tão boa e grande de um episódio tão oco quanto este.Com tanta coisa boa para se fazer um tributo… e lá vem o Glee, no melhor estilo cearense posso dizer, “frescar” com a minha cara.Sim, episódio chatinho, uma ou outra coisa salvando aqui e acolá, tipo Aerosmith surgindo com Crazy, o trio cantando 3 e Rachel realmente muito bem em Ops, I did it again.No mais? Avatar, tu é um mané.Sim, eu escrevo este comentário envenenada pelo próximo, e mais ainda pela promo do quarto, e amiga, sinto que minha vibe gleekiana não estará bem por muito tempo… um beijo!

    • Ah Lambs, agt faz milagre qdo a situação exige né,mas eu ainda estou super bem,mesmo com o Makeover. Minha vibe não é a mesma antes desta temporada começar, mas este distanciamento tem sido bom, até pq nunca fui tão IN extrema com os shippers da série, torço mas de maneira saudável,sem achar que faço parte da relação deles rsrrsrs – sorry aspengers – e acho que o próximo episódio vai ser um teste e tanto pra vc,minha filha e mtos ai.

      KEEP IT STRONG mas ouça oq digo: quem sabe algo de bom não sai disto. OTIMAS atuações sabemos que teremos, pq confio no amor de Lea e Cory por suas respectivas personagens e é isto que me poe no chão sempre: o potencial que algo “sad” pode trazer,o amadurecendo que a série, pq o núcleo de NYC tende a ser isto, queiram ou não.
      Independente das escolhas, as direções mudaram e custa um certo tempo pra encontrarem-se de novo, principalmente qdo os mapas não estão traçados por completo.

      Love

  7. Adorei o episódio. Quando anunciaram que Glee faria um segundo tributo a princesa do pop, fiquei irritada. O primeiro já tinha sido ruim e poderiam homenagear outras pessoas mais talentosas, então não criei expectativas. Isso foi bom, porque me surpreendeu de diversas maneiras. Foi sim, uma grande sacanagem, as referências ao passado negro que a Britney tem, mas isso me passou uma sensação boa. Aquela sensação de que Glee tá voltando a fazer piadas sem medo, como na season one. Há muito tempo eu não ria assim com o seriado, estava quase esquecendo que era comédia. Houve um excesso de músicas e algumas tipo Hold It Against Me foram desnecessárias, mas o episódio fluiu bem para mim. E cada vez mais confirmo que o pessoal de NYC é quem vai levar a temporada toda nas costas.

    • Engraçado como as visões mudam pra cada um né,consegui ri pouquissimas vezes rs!
      E concordo sim ctg,a tendencia é NYC carregar a série, justamente pq senão conseguirem inovar em Ohio, entrarão num Looping eterno, um repeteco de tudo que já sabemos bem!

      Tks por passar por aqui.

      XOXO

    • Tem claro uma parcela claro, até pq FUI mt fã dela, mas foi inevitável, não gostei do episódio e mto menos da proposta dele. Sorry se pareci imparcial demais, mas foi oq senti.

      XOXO

      • nao eu entendo sim que é a sua opnião. e depois de ler sua review essa foi a minha, mas continuo a ler suas reviews q vc escrevem com mto envolvimento com a serie e respeito isso

        • Tranquilo Anderson, sei q sempre passa por aqui, fico mt feliz com isto e concordando ou não, estaremos juntos a rir, chorar, amar e xingar a série, não é mesmo??

          XOXO

  8. Não é que eu acabei achando suas reviews de novo Mary? E que droga é essa de concordarmos em 90% das coisas sobre Glee?

    Enfim, tambem achei o episódio fraco, salvo apenas pelas cenas HummelBerry (que sempre salvam em Glee) e a Marley, minha nova favorita de Ohio. Ainda não consigo gostar do Jake, que mais que nunca se torna um Puck2, mas o dueto foi maravilhoso. Não torço por eles, entretanto. Queria ver Glee parar de se apoiar em romance, afinal tanto Marley quanto Jake tem potencial para terem boas histórias separadas.

    Acho o Brody tão forçado que me dá raiva, mas como um hater de Finchel (que droga, né, acho que é o único ponto que discordamos) gosto de como ele tira a Rachel da zona de conforto, mas se ela se separar de fato do Finn, espero que fique sozinha por um tempo.

    De resto, acho a Britanny fraca para segurar um episódio e estou achando essa Sam “apoio do grupo” meio jogada, preferia Tina (que mostrou algo disso no fim da temporada passada) e Artie (que também já deu provas disso) para fazerem isso. Afinal, se Blaine será “The New Rachel” vocalmente, poderiamos ter Artina como o “The New Captains”, moralmente falando.

    P.S.: Kitty é tão desnecessária quanto o episódio.
    P.S2.: Alex me surpreende, mesmo eu não simpatizando muito com ele. Sua Unique foi, em quatro episódios, tudo que Mercedes nunca conseguiu ser em 3 temporadas.
    P.S.: Mantém o Team jesus e deixa a Lindsay de fora? Não entendo isso.

  9. Eu tenho de confessar, eu também gostei do episódio. Claro, a season premiere estava Himalaias de melhor, mas mesmo assim, Britney 2.0 superou o 1.0.
    Brittany brilha sempre com as suas sábias palavras, e este episódio foi uma boa paródia a toda a vida de Spears. Não vejo como uma homenagem, é mais uma paródia, como fazem em muitas outras séries. E não é falta de respeito nenhum, na minha opinião. A verdade é que a vida de Britney esteve muito bem representada e hilariante, num humor que fez, de facto, lembrar a 1ª temporada, onde Sue ainda fazia piadas sobre comer placenta. Assim é que eu gosto de Glee. Fearless.
    Gosto muito do destaque que estão a dar a Sam, ele é o líder que Finn nunca foi, e ele agora está encarregue de encaminhar os membros dos ND, e apoiá-los, como ele fez esta semana com Britanny.
    As saudades de Santana são imensas, o pequeno chat com Brittany não chegou. Por favor Santana, podias ir para NY e ser a nova namorada de Cassandra July, por exemplo…
    Quem voltou também foi Puck. Foi bom tê-lo de volta. O destaque dado aos novos personagens ainda não é muito, mas é o ideal, se tivesse mais, seria aborrecido, porque os fãs querem é ver os antigos, aqueles por quem já estávamos todos apaixonados antes.
    Em NY, passa-se a melhor parte do episódio. A storyline de Rachel é muito boa, e adoro Cassie July e a sua história. Muito awkward a cena dela com Rachel, em que a Miss Schwimmer a ajudou nos alongamentos. Mas confesso que Cassie tinha razão. Lea Michele é muito sexy, mas Rachel não. Achei muito desconfortável a performance de Oops.. I did it again, e Rachel ainda tem muito que aprender.
    O grande erro deste episódio foi a quantidade sufocante de músicas. Bastantes músicas eram desnecessárias, como Hold It Against Me, Boys/Boyfriend, Womanizer (mas esta estava muito boa, adoro Unique) e Everytime. Adorei a versão de 3, mas achei muito estranho estar lá o teen jesus, considerando a letra da música… You Drive Me Crazy também estava muito bonita, adoro a voz de Marley. Gimme More foi a cena mais hilariante do episódio. Só faltava Britanny, em algum ponto do episódio beijar uma Madonna…
    Vemo-nos no Makeover, e digo já, tive de tirar o volume do meu pc quando a horseface “cantou”…
    XOXO

  10. Unica coisa memorável…

    Lea e Oops! I Didi It Again…

    É Glee, após uma premiere promissora, você Did it Again e despedaçou minhas esperanças…

    Ah, outra coisa boa, Brit e Sam, mas o próximo episódio já fizera questão de estragar isso.

    Atts

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s