The Glee Project (2×11) – Glee-ality (Season Finale)


“Como começar esta review?”

Ess foi minha pergunta ontem, segundos após assistir ao season finale da segunda temporada de The Glee Project. Onze semanas se passaram desde o primeiro desafio imposto aos quatorze competidores. Em meio a um abandono, desentendimentos, dificuldades, trollagens, evoluções e muito choro e suor, este foi, sem sombra de dúvida, o melhor ano para este tão avesso reality show.

A produção pareceu mesmo buscar um certo amadurecimento e certas falhas, principalmente no quesito criatividade, foram concertadas de um ano para o outro, porém resta saber quanto TGP ainda agrega em termos construtivos a Glee, vide Menino Damião e Cheesus Boy, mas enfim, acredito que mude mesmo a vida destes aspirantes, principalmente os que a final. Mas o que efetivamente esta nova personagem poderia acrescentar?

E essa é a grande questão quando olhamos para Ali, Aylin e Blake, que contrário a Alex, Damian, Lindsay e Samuel, tem mais a oferecer, não só em termos de talento, mas de apelo, seja por suas trajetórias ou aquilo que os criadores vislumbram neles. Tentando fazer deste a mais memorável das semanas, os últimos Glee Warrios conversam sobre suas expectativas e a ansiedade que os acompanhará durante aquela semana, afinal estão a um passo de realizarem seus sonhos, enfase para a palavra DREAM que foi usada várias vezes durante o episódio.

Robert surge parabenizando novamente o Top 3, mas corta direto ao assunto, que é a ultima tarefa deste temporada, que será a animada “You Can’t Stop the Beat” do musical Hairspray. Igual ao ano passado, os finalistas não estariam sozinhos, contando então com o apoio especial dos antigos competidores: Abraham, Charlie, Danni, Lily, Mario, Maxfield, Michael, Nellie, Shanna e Tyler.

É impressionante como a simples menção de seu nome já me emociona, então sem muitas apresentações pois sua presença já diz tudo, Chris Colfer fica com o cargo de último mentor convidado, pois quem melhor do que ele pra simbolizar o “jeito Glee de ser”?  Sua bela trajetória como Kurt, apesar de mal aproveitada durante parte da segunda temporada, foi uma das tramas mais convincentes e tocantes da série e por este representar tão bem o espírito gleekiano, escolheu facilitar a vida de todos, nomeando o trio como vencedor, afinal tanto Ali, Aylin e Blake conseguiram unir personalidade e bons vocais durante toda a performance.

Depois de um excelente “Raise Your Glass” como video final na temporada anterior, fiquei aguardando um pouco mais desta vez, mas enfim restava saber o que esta tal de “Tonight, Tonight” – que desconhecia até então – teria a oferecer. Antes de partirem pros estúdios, Zach tem a missão quase impossível de coordenar este descoordenado grupo, mas seu gargalhante jeito de ser não o impede de cutucar todos, dizendo que “devem dar o respeito que os finalistas merecem”. Nikki assume o controle pela última vez, numa das melhores sessões de estúdio, sendo esta uma das várias razões por estes três candidatos estarem onde estão.

Chris Colfer mostra em sua “One on One Session” que domina com tranquilidade seu senso de humor e maturidade, mesmo sendo o mais novo do elenco original. Seu conselho “Choose a song that will be with you forever” encaixou para os três finalistas, principalmente porque terão o direito de escolher, pela primeira vez, o que irão cantar para Ryan Murphy.

Com o tema “Noite de Formatura”, os finalistas plus os velhos conhecidos desta temporada transformariam este sonho/clichê norte-americano em realidade. Blake será o Rei do Baile; Aylin a garota que vai as escondidas pra festa e Ali como a “Mean Girl” do ano, escolhas nada surpreendentes por assim dizer.

O resultado do vídeo em si ficou bem positivo e a música, bem grudenta e animada, contribuiu bastante, além da aparição de alguns rostos que deixaram saudades e outros que nem tanto. Achando que já contavam com a participação de todos, eis que o Menino Damião, co-vencedor da Season 1 surge para preencher o vídeo com seus excelentes “Dance Moves”, só que não.

Que rufem os tambores, pois o último “Last Chance Performance” chegou e além da presença do Papa Troll Murphy, os finalistas terão a pressão sob suas costas coma presença de seus colegas de TGP, assim como alguns dos mentores convidados; Dianna, Darren, Amber, Grant, Samuel e Damian e também a “intimadora” presença dos escritores, Roberto, Michael, Ali Adler e por fim, o parceiro #2 de escrita de Murphy, Ian Brennan.

Buscando consagrar com o título “A Star is Born”, um a um, os finalistas sobem ao palco para a apresentar a performance das performances, esta que poderá mudar suas vidas completamente, sendo a primeira que buscará isto é Ali. Podemos pensar em Ali simplesmente como a garota que vence obstáculos dia-a-dia devido a sua condição como cadeirante, porém está bem longe disto.

Sempre a vi como uma grande bola de energia positiva e para além de suas limitações, foi a competidora que mais se adaptou e que mais evoluiu na reta final da competição. Contrário de Mario que usava de sua condição para descontar nos demais com sua arrogante personalidade, Ali parecia ser uma das pessoas mais fáceis de lidar, mas junto ao carisma e positividade que sempre esbanjou, vive uma garota durona, madura e determinada, disposta a vencer a qualquer custo e foi exatamente isto que fez ao cantar “Popular”, canção do maravilhoso musical Wicked.

Com tamanha teatralidade, Ali arranca sorrisos de todos ali presentes e confesso que além disto, conseguiu arrancar lágrimas de orgulho, pois sabe-se que cantar “Wicked” não é lá uma tarefa das mais fáceis, porém mas sua energia e vibração fizeram um belo combo com seu jeito alegre e espontâneo, rendendo o melhor solo até então.

Logo em seguida surge Blake, que após anunciar a canção mais próxima de seu coração, “I’ll Be”, promete entregar uma performance diferente de tudo que já viram deles, permitindo que todos conheçam seu lado sensível, que mostre que além da fachada, existe um cara especial. Confesso que  não conhecia sua música, mas esta tem uma das melodias e letras mais bonitas, principalmente para um momento como este. Com suavidade, entrega sua melhor performance na competição de maneira cativante, apaixonante e até divertida em algumas partes, porém é sua carta na manga que lhe coloca em destaque ao revelar que preparara na noite anterior, um poema intitulado “I’m The Guy”. Tal atitude pareceu arriscada, mas… 

I am the guy who will persist in his path
I am the guy who will make you laugh
I am the guy who strives to be open
I am the guy who’s been heartbroken
I am the guy who’s been on his own
I am the guy who’s felt alone
I am the guy the guy who holds your hand
I am the guy who will stand up and be a man
I am the guy who tries to make things better
I am the guy who’s the whitest half-Cuban, ever
I am the guy who’s lost more than he’s won
I am the guy who’s turned, but never spun
I am the guy you couldn’t see
I am that guy, and that guy’s me.

Aqui é um belo exemplo de como colocar-se num outro patamar, afinal sabendo de quão apelativas as histórias de vida de suas colegas rivais eram, porque não vender seu peixe. Mesmo não tendo a carga hereditária de Aylin e a condição física de Ali, Blake abriu seu coração, provando que existe alguém por trás do rosto lindo e do corpo atlético. O poema arrancou suspiros, sorrisos de ponta a ponta e lágrimas, até mesmo do Mr. Robert. Ok confesso, chorei também, porque sou uma garotinha com fraco para poemas, damn it e foi tudo muito lindo, mesmo.

Pronta para dizer que quer isto mais do que ninguém, que está a um passo de realizar seu sonho – perdi a conta de quantas vezes a Turcolindja disse isto – Aylin se apresenta numvestido super ousado, mas que segundo ela nem sua mãe se importaria, pois esta já a viu vestida em coisas “piores”. Provando que estava disposta a assumir riscos, escolhe o vocalmente difícil hit de Adele, “Rolling in The Deep” e considerando a presença de Amber na platéia, esta que apesar de não apreciá-la, sempre honrou a gordinha, Aylin parecia ter muito em jogo, mas nada disto a impediu de arrasar mais uma vez. Potência e afinação calibrada, a finalista deixa claro que é a escolha certa pra Glee e sua confiança transborda ainda mais quando rebate ser capaz de aguentar a responsabilidade, tudo isto porque Murphy dizia temer que ela talvez não aguentasse a pressão de representar jovens muçulmanas na televisão.

Com três grandes performances, os competidores aguardam ansiosamente nos bastidores o bate papo da Gazela e seus convidados. Dianna assim como a maioria dos membros do elenco original, abordam quão “apelativa”, de maneira positiva, Ali pode vir a ser para a série, principalmente porque pode dar algo que Kevin a interpretar Artie nunca pode: ele anda no fim do dia. Já os escritores mostram-se divididos entre Ali e Blake, inclusive Ali Adler acredita, junto com Zach, no potencial de Blake, principalmente em termos de atuação e versatilidade.

Gazela amada se diz colocada entre a cruz e a espada, pois antes de pisar ali naquele dia, já tinha em mente quem imaginava como vencedor, porém após as performances e as diversas opiniões, parecia voltar a estaca zero. Por falar em opiniões, quão bizarramente fofo foi ver Charlie – o único a dar voz total ao merecimento de Aylin – chorar a falar de sua amada namoradita. Apesar do apelo/exagero em falar que colocaria uma ponte entre as nações após o acidente de 11 de setembro, sabemos nitidamente quão importante e diferente seria ter uma personagem como ela na trama.

Nunca acredites em democracia quando o detentor dela se chama Ryan Murphy, então dizer que cada um ali o ajudaria a escolher o ÚNICO vencedor é praticamente uma utopia, pois sabemos que o ego e pirraça do Papa Glee falam sempre mais alto, principalmente em decisões como esta. Já havia mencionado isto, inclusive a própria Gazela já havia perguntado pra sua equipe: “Estamos em busca de uma estrela ou de alguém que nunca tivemos no programa?”, o que deixou a disputa, acho que desde o ínicio, entre Blake e Aylin.

A resposta para esta pergunta define o que Glee tem como propósito atual para seus criadores e o que a própria FOX espera do hit show. Escolher Blake é a escolha segura, a escolha que todos esperam e que bate de acordo com o novo “Glee Way”. Escolher Aylin é a escolha ousada, a escolha arriscada que pode gerar burburinhos, movimentando assuntos, ao meu ver altamente necessários, que bateriam de acordo com o velho “Glee Way”. Aqui fica a disputa em voltar a bolha original ou manter-se na bolha atual, esta mais fácil de administrar.

Vejo aqui um nítido conflito de interesses e de prioridades, pois fica evidente que Aylin é o que Glee simboliza, muito mais que Blake, pois apesar do garotão ser talentoso, ter presença em tela, atuar bem e possuir um lado mais sensível, não consigo ver nada que me conecte a ele, diferente de Ali por exemplo, que facilmente me conecto a sua força, nada relacionado a sua condição, pois ela sempre se mostrou além dela. Tudo que vejo em Blake é o esportista de bom coração, um Finn remodelado com uma veia literária, ou seja, o mesmo do mesmo, claro sem comparar uma personagem já construída a uma que nem tem sua forma moldada.

Acredito que Ryan realmente mostrou favoritismo a  Aylin desde o começo e um certo incomodo com a personalidade saltitante de Ali, mesmo reconhecendo seu talento e a impossibilidade de torcer contra ela, mas com Blake, este sempre sofrera uma certa influência de Zack, Nikki e Robert, até porque foram os três que acompanharam sua evolução. Não desmereço em nada a vitória de Blake como efetivamente o ÚNICO vencedor este ano, mas chega a ser um pouco decepcionante sim a revelação, pois sempre fui contra o “Playing Safe” e escolhê-lo foi exatamente isto, assim como fizeram com Damian e Samuel ao nomeá-los co-vencedores ano passado.

Curioso que a Gazela afirma que escolher “o vencedor” ano passado foi muito mais difícil que este ano mas dando o prêmio pra dois enquanto os outros dois finalistas também são contemplados, não mostra indecisão e sim falta de clareza e proposito, mas como exigir isto né sociedade, estamos a falar do Troll dos Trolls.

Ryan Murphy ficou conhecido por suas produções polêmicas e inovadoras, mostra-se bem banal em suas escolhas, mostra que está enfejurado e teme indivíduos que “estimulem” demais sua mente criativa. Mantenho a minha opinião que tanto Aylin quanto Ali contribuiriam muito mais a série, tornando-a mais madura, porém tudo isto depende de comem iriam “escrever” suas personagens, pois se foram pra fazer o que fizeram com Rory e Joe, fico até que feliz por elas não terem vencido, além de temer por Blake, que pode cair no mesmo buraco negro que seus colegas vencedores.

“I’m the Boss, so shut up Bitches”

Agora é esperar pra ver Blake com seu uniforme de jogador de futebol a andar pelos corredores do McKinley com um livro de poesias embaixo do braço ou seja lá qual for a fórmula que irão preparar para ele.

Nota para o episódio num aspecto geral, porém considerando a trivialidade, daria uma nota na média, ou seja, SETE.

8 thoughts on “The Glee Project (2×11) – Glee-ality (Season Finale)

  1. Excelente review😀 Eu concordo plenamente e fiquei um bocado desiludido por o Blake ter ganho. Sou fa da Aylin desde o inicio do programa, e para mim era ela que tinha a historia mais interessante e quem realmente deveria de ganhar. Ela tem uma voz bastante boa, e uma personalidade divertida. Acho que juntando o facto de ser muçulmana, ia dar uma personagem muito mais interessante que Blake. Blake era a escolha mais facil como tu dizes muito bem na review. Tenho pena porque penso que vai ser aborrecido ver o Finn versao 2 em Glee.

  2. Sinceramente acho que este ano eles não foram pelo “playing safe”, mas sim por quem sabe realmente actuar na televisão.
    Aliás até acho que foi uma boa escolha porque o futuro da personagem do Blake encontra-se em TBD até porque já, pela conversa deles, já tinham personagens definidas tanto para Aylin como para Ali. Isto aconteceu no ano passado e o resultado não foi muito positivo. (Aliás, ainda estou fulo porque diz-se que o Alex vai ficar na série, quando preferia mil vezes a Lindsay, mas pronto.)
    Se a Aylin também tivesse ganho teria ficado feliz também, mas acho que o Blake foi realmente a melhor opção. Só não queria a Ali, porque não sei se conseguiria suportar a voz dela todas as semanas!

    Boa review.

  3. OI MPP! Concordo plenamente! E já disse uma vez: não fiquei chatedo pelo Blake de ganho, e sim pela Aylin ter perdido. Ela realmente merecia, além de dar um ótimo personagem para a série. E a carreira dela em Hollywood não será tão fácil, visto que ela está totalmente fora dos padrões ‘hollywoodianos’, coisa que definitivamente não acontece com o Blake, que teria diversas oportunidades fora dr Glee.

  4. aaaah, que desilusão Murphy. A tua trollagem desta vez foi não haver trollagem. Ainda esperei que ele dissesse alguma coisa como “you’re all in” ou virar-se para trás e dizer “I’m looking at the new glee club, congratulations!” mas não, ele ficou-se pelas regras e escolheu só um vencedor…
    O episódio geral foi bittersweet, como Aylin descreveu a semana. O homework esteve muito bom, previsível que todos ganhassem, no ano passado foi igual… E é sempre ótimo ver todos os antigos concorrentes de volta. Não sei é porque é que Taryn não deu as caras. Ok que ela desistiu, mas o Cameron também desistiu e apereceu por lá.
    O vídeo foi bom, isso é um facto. Bem cliché, mas adorável. A música é engraçadinha, não a conhecia. Mas fiquei desapontado. Estava à espera de um We Are Young, ou algo parecido. E esperava também um pouco mais de destaque aos antigos concorrentes, como no ano passado, em que cada um teve direito a dizer um “what’s up?”.
    Ali, Aylin e Blake. Três justíssimos concorrentes. Apercebi-me, quando Ryan ia dizer quem era o vencedor, que eu torcia REALMENTE por Aylin. Não que não tenha achado a vitória de Blake justa ou que ele não merecesse, porque ele mereceu, mas Aylin iria dar tanto à série. Ela seria a reinvenção que Glee precisava, uma coisa nova, fresca. Gostei da defesa de Charlie, acho os dois uns queridos, não os acho de todo um casal “falso”. Mas acho que a edição também teve grande culpa, para todos estarem a falar em Blake e Ali, e depois só Charlie se lembrar de Aylin, isso sim foi forçado e acredito que houvesse mais pessoas a torcer por ela do que ele e Amber.
    O que foi forçado, a meu ver, foi o poema de Blake. Ok, o poema estava bonito até, mas achei um bocado demais. Foi aquele toque de graxa, pois ele sabia que não tinha assim tantas hipóteses contra a força de Ali e a personalidade de Aylin. Mas pelos vistos resultou. De certa forma até estou contente com ele.
    As performances foram espetaculares, destaque para Ali, com uma performance divertidíssima. Eu não dava nada por Ali no início e achava a sua voz irritante, mas ela ganhou o meu coração completamente, e como Troll Murphy disse, é impossivel não torcer por ela. Ela demonstrou-se bastante forte, e para ela, a cadeira de rodas era a última coisa que alguém se deveria lembrar quando olhassem para ela, algo que Mario também dizia, mas fazia exatamente o contrário.
    Enfim, esta temporada, a nível de concorrentes, no geral foi melhor, foi mais fraca em nível de eliminações da semana, e teve ótimos vídeos, no geral melhores do que no ano passado. Notou-se um amadurecimento. Só acho que deveria era ter dado a louca no Murphy este ano, e desse prémio a todos, em vez de ter sido no ano passado, agora valeria mais a pena. Agora vou esperar por Glee, e pela terceira temporada de TGP, que já estou bastante ansioso para ver!
    XOXO

  5. Ahhh Mama, concordo plenamente com todas as suas palavras….

    Não fiquei chatiado por Blake ter ganhado, mas sim por Aylin ter perdido +1

    Mas de qualquer forma esta temporada de TGP foi bem superior a primeira e fiquei até com vontade de ver mais…

    Atts

  6. Ah review linda (:

    Não fiquei chatiado por Blake ter ganhado, mas sim por Aylin ter perdido +1

    Queria tanto a Aylin =/
    Foi demais ver o Charlie falar sobre sua amada, uma temporada muito boa, mas fora as “trollagens”.

    Vamos ver oq Blake apresenta na 4temporada de Glee. =)

    beijaaaaaaaaaao, foi muito bom ler suas reviews *-*
    Vindo de vc, não poderia ser outra coisa haha😀

  7. Deviam os 3 ter ganho, muito mais que os da season final.

    Acho que é preciso uma “Aylin” na serie, alem que vá mexer com a religião mas que saiba aguentar a pressão.

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