So You Think You Can Dance (9×07) – Week 1


Welcome to So You Think You Can Dance….

Que saudades tinha do coro puxado pela querida Cat Deeley, porém saudades senti mesmo deste misto de emoções e opiniões, partidárias ou não,  que sinto nesta época do ano, afinal Summer Season é a época mais feliz, pois marca o retorno do meu reality show favorito. E que maneira melhor do que iniciar com uma rotina que facilmente substituiria a abertura de Mad Men? Isto mesmo, Chris Scott (The LXD) provou porque deve ser considerado um visionário da dança, além claro de dar uma nova mostra de seu brilhantismo cenográfico e por que não diria, cinematográfico, afinal o que faz é Sétima Arte sem dúvida alguma. Vale a pena conferir……

Agora se os publicitários fazem dinheiro em Mad Men, o Top 20 precisa agitar pra valer nesta primeira semana, afinal a competição tende a piorar daqui pra frente e para os telespectadores muito vale da famosa “primeira impressão”, principalmente após Nigel revelar a grande e chocante notícia: na semana seguinte sairão dois rapazes e duas moças, ou seja, restarão somente 16 logo na segunda semana.

Rotina #1: Witney & Chehon
Gênero: Samba
Música: “Jump” — The Cube Guys & Lucinana
Coreógrafo: Louis van Amstel

Review: Uma dupla um tanto diferenciada, afinal ela, uma caliente especialista em dança de salão e ele, um clássico bailarino profissional. O que valeu nesta fraca rotina foi como Chehon se empenhou, mesmo estando fora de sua zona de conforto, mas de fato precisara se soltar mais, pois experiência no ballet o deixou muito regrado e rígido e será curioso ver como ele “rebolará” mais durante a competição, não somente neste número de Samba, que em termos de criação e escolha de música por exemplo, foi um dos piores já feitos. Witney não decepcionou, afinal estava com um gênero familiar a ela e é sua presença de palco somados ao seu desprendimento e confiança, possam fazer com que Chehon incorpore com a partir desta parceria.

Nota: C+

Rotina #2: Tiffany & George
Gênero: Contemporary
Música: “Turning Page”—Sleeping At Last
Coreógrafo: Sonya Tayeh

Review: Confesso que pouco me impactei com Tiffany quando a conheci, mas quando a vi pareada com George, uma fagulha se acendeu para este casal.  Sonya talvez nunca esteve numa fase melhor, senão digo melhor, pelo menos diria apaixonada, pois esta bela rotina contemporânea veio a surpreender a todos, gerando até brincadeiras de Nigel alegando que a coreografa está apaixonada. A qualidade e presença estonteante de George nunca foram questionadas, mas foi Tiffany que provou seu valor, conectando-se 200% com ele, numa fluida, vulnerável e corajosa história de amor, onde cada um buscou ao outro, colocando-os no Top 5 na minha opinião.

Nota: A+

Rotina #3: Janaya & Brandon
Gênero: Lyrical Hip Hop
Música: “Take Care”—Drake featuring Rihanna
Coreógrafo: Nappytabs

Review: Só digo uma coisa: Nappytabs vocês já foram melhores. Desde que surgiram na Season 4, o casal trouxe para o programa uma vertente mais leve e romantizada do hip hop, o que eles chamam de lírico, mas quando se tem memoráveis na bagagem premiadas rotinas como “Bleeding Love” , “No Air” e a melhor de todas “Outta Your Mind” , muito se espera, mas neste caso, pouco se entrega. Mostrando os percalços de um casal que luta pra ficar junto apesar da dependência do álcool do homem,  Janaya até que se esforçou pra “losing up” um pouco mais, assim como Brandon, que apesar do “steping”, ser coreografado toda semana é outro tipo de exigência a ele, porém ao final, conseguiram contar a história, porém esta foi uma das mais fracas da noite.

Nota: D+

Rotina #4: Alexa & Daniel
Gênero: Jazz
Música: “Hey Hey”— (DF’s Attention Vocal Mix) – Dennis Ferrer
Coreógrafo: Sean Cheesman

Review: Aqui apresento-lés a “Dupla de Risco”, afinal ambos foram grandes apostas dos jurados desde a Vegas Week e vê-los juntos, por coincidência ou não do sorteio, só prova que a pressão continuara sobre suas cabeças, ou seria neste caso, sobre seus corpos inteiros? Sean Cheesman é conhecido por fazer os competidores suarem com suas rápidas e dinâmicas rotinas e esta não fora diferente. Apesar do conceito ser um pouco confuso, Alexa e Daniel interagem num quadrado revestido de ferros, porém este espaço limitado pouco permite que se conectem como parceiros, deixando um ar frio e por vezes forçado, principalmente quando tentam sorrir durante a performance. O grande desafio de ambos será desprender a técnica, balanceando com a emoção e transparência, tanto de seus movimentos, como também de seus rostos.

Nota: B-

Rotina #5: Amber & Nick
Gênero: Viennese Waltz
Música: “Nights in White Satin”—Tina Arena
Coreógrafo: Jason Gilkison

Review: Esta rotina apesar do belo trabalho de câmera, captando cada giro e movimento do casal, ganha o título da que menos me impressionou, seja pela coreografia em si, como pela dupla. Nick teve dificuldades durante os ensaios, afinal Gilkison exige extremos dele, considerando que está dentro de sua zona de conforto. Ainda assim é Amber que acaba chamando mais atenção, deixando Nick um pouco apático, servindo para conduzi-la, algo que por sinal ele não fizera muito bem, considerando a cara fechada que ela fez após alguns incidentes e exibições “sem querer” de sua calcinha, mas enfim, estas coisas acontecem, o que não justifica o humor da moça, pois vale lembrar que teve competidora no passado que até dançou com um pedaço de pena grudado nos lábios.

Nota: D+

Rotina #6: Amelia & Will
Gênero: Hip Hop
Música: “The Lovecats”—The Cure
Coreógrafo: Nappytabs

Review: Smelly Cat, Smelly Cat…..Phoobe ou a companhia de Cats estariam orgulhosos destes dois nerds e desengonsados. Tá aí uma parceria que nunca iria imaginar, mas que ao final da rotina se tornou minha favorita em muito tempo. O jeito pateta de Will com a personalidade impar de Amelia tornaram esta felina performance a mais divertida, sem contar que eles foram o que mais conseguiram exibir suas personalidades. Estou com os olhos vidrados em Amelia desde sua primeira aparição e Will me conquistou com sua persona desde a semana passada, então acredito que se continuarem balanceando bem a técnica com a personalidade, terão várias refeições felinas pra dividir durante as semanas. Isso eu diria que é um trabalho digno de Nappytabs, pois além do humor e musicalidade, conseguiram mesclar diversos gêneros, seja Broadway, Jazz e claro o Hip Hop.

Nota: A-

Rotina #7: Janelle & Dareian
Gênero: African Jazz
Música: “Jungle” — Hilight Tribe
Coreógrafo: Sean Cheesman

Review: Sean Cheesman pôs a mão em dois dos mais exóticos competidores e foi com Janelle e Dareian que ele conseguiu imprimir com mais facilidade seu estilo de coreografia, afinal ambos são bem dinâmicos, além de exalar simpatia e conexão. Dareian tem suas falhas técnicas e Janelle é historicamente provado, a competidora mais azarada, conseguindo se machucar toda semana, mas desta vez pisou no palco do programa, fazendo aquilo que bem sabe: enfeitiçar. Esse é outro casal que pode vir a surpreender, pois são tão fora dos padrões, que tornam-se exoticamente apelativos.

Nota: B+

Rotina #8: Eliana & Cyrus
Gênero: Broadway
Música: “Run and Tell That”—Hairspray (Original Broadway Cast)
Coreógrafo: Tyce Diorio

Review: Eliana quando colocou a mão no chapéu para escolher seu parceiro, talvez nunca imaginou que fosse tirar Cyrus. Unindo a melhor dançarina este ano com o mais fraco dançarino somado a uma animada e até que boa coreografia (Tyce Diorio me agradou, nem acredito), o resultado só poderia ser puro entretenimento. Como Nigel mesmo disse, ela ainda não mostrou ” seu jogo”, mas que é a competidora na qual as demais moças devem bater, isto é inquestionável, seja em técnica como em maturidade. Já Cyrus ganha um “E” positivo por seu empenho, o que pode colocá-lo num patamar parecido com o de Russel, vencedor da Season 6, afinal o rapaz era Krumper, porém se esforçou e conquistou o público. Cyrus tá bem longe de se comparado, mas vale acompanhá-lo daqui pra frente.

Nota: C+

Rotina #9: Audrey & Matthew
Gênero: Contemporary
Música: Unchained Melody”—The Righteous Brothers
Coreógrafo: Travis Wall

Review: Eis aqui a mais bela rotina da noite, onde mais uma vez o querido talentoso Travis Wall fez nossos corações desmanchar, ainda mais quando tem sob sua batuta dois lindos competidores, em todos os sentidos da palavra venho a dizer. Audrey apesar da pequenice e do rosto de menina, dançou como uma gigante madura, além de estar extremamente vulnerável vestindo uma fina camisola, tudo isto pra remontar o momento “Titanic” da rotina. Matthew representa seu amado, que inicia desenhando um retrato de sua musa, porém é a maneira com que a coreografia cresce que enche nossos olhos de emoção, sejam pelas constantes elevações, que parecem colocar Audrey como uma marionete nas mãos de Matthew ou pela incrível química que eles já tem juntos, o que me faz querer que eles se casem e tenha muitos bebês lindos. Travis + Audrey + Matthew = Perfection.

Nota: A+

Rotina #10: Lindsay & Cole
Gênero: Paso Doble
Música: “Unstoppable”—E.S. Posthumus
Coreógrafo: Jason Gilkison

Review: Mudando totalmente a atmosfera doce e apaixonada da rotina anterior, o número de encerramento reacende as chamas, estas que faltaram um pouco por exemplo na abertura do programa. Considero Cole como o competidor mais diferenciado este ano, afinal sua especialidade pode não ser vista muito como dança, mas este já provou que treinou em diversos outros estilos e é sua versatilidade que lhe rende o prêmio de melhor performance individual da noite. Nigel afirma que esta foi a melhor performance masculina do programa no gênero Paso Doble e considerando o grau de dificuldade e concentração que exige, principalmente do homem, Cole pode ser uma força a ser reconhecida. Lindsay faz um belo trabalho e contrário ao seu estilo e personalidade cativante e caliente de sempre, desta vez os holofotes não recaíram sob ela e sim a seu parceiro, porém não tiraria seu mérito e belas extensões, sem esquecer do lindo vestido preto.

Nota: A+

Agora o ranking da noite:

Melhor dupla: Audrey & Matthew

Pior dupla: Janaya & Brandon

Melhor performance masculina: Cole

Pior performance masculina: Nick

Melhor performance feminina: Audrey

Pior performance feminina: Janaya

Artigo escrito por: Mary Barros

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