Glee (3×22) – Goodbye (Season Finale)


I never thought one day you’d be gone,
away forever more
No one can say, no one could explain
why you were taken
Oh where are you now?
Could I get there somehow?
It’s time to say goodbye
Black out the sun and pack up the sky
Don’t let my tears start to make you cry
Each time I try to say my goodbye
Try to stop asking why
Tell me it’s true, tell me there’s something more
Another time for love
One day I’ll know, one day I’ll be there

Will you be waiting?

Primeiramente gostaria de pedir desculpas pela demora de um mês na postagem da review do finale, mas devem saber que passei por um período de negação pós-finale, não por não ter gostado propriamente das poucas conclusões que este deu, mas pelo fato que sei com A+B que não conseguir assistir Glee mais da mesma forma. Então, peço um pouco de paciência ao ler esta review, que será sem dúvida a mais estranha e desconfortável que já escrevi, pois não sei se consigo garantir algo no calibre de “Nationals”, que me deixou aos prantos com tanta perfeição e nostalgia e ainda leva o título de melhor episódio da temporada e arrisco dizer, de toda a série.

The Corrs sempre ditou toda e qualquer trajetória de minha vida desde o primeiro momento que os ouvi no ano de 2000. Estando feliz ou triste, minha banda favorita sempre trazia um sentimento diferente com suas canções e é “Goodbye” que traz exatamente o que senti ao final deste episódio. Não sei dizer se foi um  ADEUS propriamente, pois mais pareceu uma despedida daquilo que foi e nunca mais será, daquilo que amamos e teremos que aprender a amar novamente, caso quisermos manter a esperança de um novo recomeço. Um finale carregado de simbologias que nos remetem a este sentimento, esta paixão a primeira vista em meio a tantos DR – “Discutir Relação” que tivemos.

 O discurso e as homenagens das personagens deram o tom a este “Goodbye Glee”, mas para a Glee Mamma aqui nada mais foi do que o fim de uma Journey e o começo de um New Directions, no sentido mais literal possível das palavras. Qual será este novo direcionamento, somente saberemos no próximo fall season e claro, dependera da nova fórmula e proposta, a começar pela mudança de exibição para as quintas-feiras, o que trara uma carga de exigência e maturidade maior para produção.

Todas as “soluções” provavelmente serão liberadas até o final de julho, quando começam as filmagens e algo poderá ser dito no Painel de Glee na Comic Con no dia 15 de julho, mas a pergunta martela minha cabeça: como dividir Glee em dois universos, algo que já estamos bem acostumados com os programas da FOX, entre eles LOST e Fringe, que em determinado momento de sua existência criou uma narrativa diferente. Teria Glee a credibilidade necessária para assumir  uma nova narrativa? Sendo direta, não. E agora podemos descartar totalmente esta divisão de episódios intercalados ala J.J Abrams Productions, pois já afirmaram que Lea Michele aka Rachel Berry é a unica que aparecerá em todos os 22 episódios da temporada, ou seja, ficamos na mesma, ou seja, como será esta narrativa, acredito que ninguém ali saiba…..

E faço das palavras de Schuester as minhas….
“My work here is done. There’s only one thing left to do. Say goodbye. “

O começo do fim nunca será o começo do fim que senti ao vislumbrar o logo da Warner Bros emergindo perante meus olhos, na última exibição cinematográfica de Harry Potter. Então, este adeus é menos carregado, mas tem sua emoção e pressão, ainda mais considerando o quanto dedico-me a Glee desde 2009, seja aqui nas reviews como a conversar com Gleeks a respeito e até mesmo me envolvendo em algumas atividades do fandom, este que em suma me irrita profundamente, tirando alguns amados e amadas.

Schuester cumpre um papel de expectador neste, algo que nós como Gleeks também fazemos de certa parte, pois o Show tem que Continuar, nem que seja pela última e ninguém melhor do que os Originals 5 pra darem o pontapé inicial. Nossa amada troll do twitter @msleamichele já havia soltado a lingua ao revelar que teriamos uma nostálgica cena envolvendo Rachel, Kurt, Mercedes, Artie e Tina, aqueles cinco estranhos e corajosos indivíduos que resolveram se candidatar ao New Directions a três anos e é a recriação de “Sit Down You’re Rockin’ The Boat”que os olhos já debulham de lágrimas, ainda mais com a bela cena mesclada com a cena do pilot.

Com aquele sentimento de desejar manter tudo ali do jeito que sempre foi, o Mestre com Carinho dá o tema da ultima tarefa do New Directions, então os Sêniors escolherão canções para aqueles que ficam e os que ficam cantarão para aqueles que partem. Tirando a sagaz piada de Quinn ao dizer que Schuester faria uma número de rap, o professor cantarola no violão – marca registrada de homenagem aos pupilos – “Forever Young” do rouco Rod Stewart.
“When i first got to McKinley, i was afraid to make eye contact. I didn’t talk about politcs, i didn’t share what was in my heart, oh let’s just call the Cadillac pink and be done with it. I was in the closet and most of the days i was also in the Dumpster but McKinley has made me a stronger, more socially conscious fashion-forward person and perhaps i played some small part in making it possible for tadpole gays all over Lima to be themselves in public. Not a bad legacy for someone who once pretended to be in lust with Rachel Berry so i wouldn’t have to date Mercedes Jones. Now if can just get through the next few days without turning into a hot mess teary train wreck. “
Fica registrado no decorrer da despedida o discurso de cada um dos formandos e o primeiro deles é Kurt Hummel, nosso porcelana que antes era arremessado pelos armários do colégio e que mesmo seguro de quem sempre foi, acabou por procurar um refúgio em outro colégio, este no qual teve a oportunidade de encontrar o grande amor de sua vida, Blaine Anderson. Blaine foi um dos grandes responsáveis por Kurt encontrar coragem para sobressair a todos os obstáculos que encontrou durante o período escolar, porém o maior dos incentivadores é o homem, que contrário ao que muitos pais em sua posição fariam, tornou-se seu maior apoio, sua muralha de conforto, além de um grande amigo, este que como mesmo dissera, através do relacionamento criado entre ambos, tornaram-se homens melhores, aprendendo dia a dia um com o outro.
“It was like i was living with a alien. I mean, i try to keep up, but, uh, you know, once your mom passed, i really didn’t stand a chance. I am proud of what you and i did together.”

E que presente melhor – pra mim a segunda melhor cena do episódio – foi Burt a aparecer no auditório do colégio para homenagear o filho. Sim, meu queixo caiu no momento em que Britt e Tina surgem dos bastidores vestidas com o famoso colã preto, o que grita somente uma canção: SINGLE LADIES. Com o “Hit it” que deixaria a Holy Feriado extremamente orgulhosa e com a luvinha brilhante ala MJ, Mr. Hummel nos faz rir, chorar e vibrar com um dos mais momentos mais eternizados de toda a história de Glee e assim como a cena dos Originals 5, podemos relembrar do franzino Kurt a dançar, no episódio o qual marcou como  “saída de Nárnia” para seu pai.

Contando sobre o exótico presente de formatura que ganhara do pai, Blaine resolve por em pauta tudo que senti em relação a separação dos dois e a possibilidade eminente de viverem um relacionamento a distância e com menções adoráveis ao triste porém lindo “The Notebook”, os dois fazem juras de amor eterno de uma maneira genuinamente estudantil, mas vale pensar o que o futuro realmente reserva para eles, mas isto não iremos confabular, pois nem as mentes criativas devem ter uma solução e claro, considerando o rumo real ao final, tudo ficará ainda mais em aberto. E é ao som de “I’ll Remember” da Madonna, que nosso amado Porcelana proclama sua Goodbye Song, esta que em suma diz muito ao quanto aprendeu de si mesmo, deixando pra trás certas coisas e guardando na memória quanto e como mudou, muito disto graças a Blaine e seus verdadeiros amigos ali presentes.
“What matter is that we’re friends”
 A grande expectativa gira em torno das aprovações de Rachel, Finn e Kurt, então de um jeito bem Freak Berry, faz com que seu Biancé e seu Best prometam que assim que suas cartas de aceitação chegarem, as abrirão juntos. Em mais um monologo de graduação, nossa latina se esforçar para parecer positiva com a boa noticia que Mercedes conseguiu um contrato de back-vocal, além de uma bolsa na UCLA ou que Mike recebeu uma bolsa na Joffrey.
“This is embarrassing. I’m a star, so what am i doing heading to Kentucky? I’m just as talented as Mercedes, Boy Chang, Berry or Lady Hummel. Thank God for Mom. She’ll know what to do”

Santana apesar do jeito ácido, curto e grosso, sempre foi uma das mais confusas personagens, seja em relação a sua sexualidade como em definir seu futuro e sua escolha profissional. Desde que confirmaram que a cantora latina Gloria Stefan interpretaria sua mãe, pensei se seria este o momento apropriado para introduzi-la, ainda mais num season finale tão “decisivo” por assim dizer?

Em mais um encontro no Breadsticks, Mamma Lopez se junta a filha e sua amada numa papo aberto sobre a orientação sexual dela, assim como o destino que esta pretende tomar daqui pra frente. Ainda acho que a trama de Santana com sua vó fora mal aproveitada e nem imagino o que eles pretendem propriamente com a Mamma, mas o que importa aqui é que Satan confessa pra sua mãe que não quer ir pro programa de Cherrios em Kentucky e sim ir pra NYC. OI? De onde isto surgiu. Quando Finn resolveu virar ator, ok, entendemos as motivações dele, mas tirando ao fato de que a produção precisa rechear de maneira apetitosa núcleo de NYC, não vejo lógica alguma pra tal desejo dela, mas enfim é Glee..

Agora qual foi a grande surpresa pelo fato de que Britt não iria se formar? Really Satan, você conhece sua BFF a anos e ainda fica chocada? Brittany nunca mostrou sinais de competência na escola e por que esta iria conseguir concluir o High School? E vendo as coisas pelo lado positivo, a Dumb Cherrio vê o fato de repetir de ano como uma oportunidade aprimorar e fazer melhor seu último ano, seja lá o que ela queira dizer com fazer melhor. E então, considerando a nova virada de mesa, Satan diz que pode então ficar em Lima junto a sua amada, ou seja, volta a estaca ZERO.

Celebrando os que cuidarão daqui em diante da sala de coral, Finn, Rachel, Santana, Mercedes,Puck, Kurt, Quinn e Mike colocam todas suas energias na deliciosamente perfeita “You Get What You Give”, um verdadeiro hino de resposta a “You Can’t Always Get What You Want”, canção dedicada aos juniors restantes Artie, Tina, Blaine, Sugar, Sam, Joe, Rory e Brittany. Estranho vÊ-los assim, porém justo a considerar a trajetória reservada a cada um deles, mesmo que ainda confusa e nebulosa pra alguns.

Deixando a metáfora do drama da dança da cadeira entre Finchel de lado, é a vez de Finn entregar seu monólogo:
“I remember the 1st day of school this year. I had no idea what i wanted to do, who i was. I wasn’t the past that i was scared of.  I’d call my high school career a total sucess. I mean, not in terms of grades and stuff, but i won a state title in football, a National championship in Glee Club. I never hurt anyone real bad, and it turns out i never actually accidentally got anyone pregnant. It was the future i was terrified of but not anymore . I’m getting married to a great girl. I’m moving to New York to chase my dreams with her and my gay stepbrother and how do i know? Because i nailed my Inside The Actors Studio audition with the main dude himself. Yeah fear is no longer in my vocabulary”

James Lipton faz sua aparição especial durante a audição de Finn, mas sinto dizer que este é um passo muito muito grande para alguém que acabou de decidir o que parece decidir o que fazer com seu futuro, mas enfim, um dos momentos que mais aguardei desde o episódio piloto foi a trama relacionado a como Schuester inseriu Finn no New Directions, mais precisamente, se iriam revelar que o professor implantou maconha a fim de chantageá-lo a entrar para o coral. Mesmo um pouco frustado com as palavras curtas e diretas em seu Yearbook, Finn cumprimenta seu grande mentor e este por crise de conciência acaba contando que aquele mágico saquinho que apareceu em seu armário, na verdade foi implantado por ele, mas mesmo pedindo desculpas pelo que fez, o grandalhão confessa que isto só faz Schuester ser mais incrível ainda. Mais um ciclo se fecha, deixando a verdade acerca da cantoria do chuveiro em “I Can’t Fight This Feeling” aparecer….

Em conversa com Mamma Hudson, Finn retoma novamente o quanto ainda se senti em falta com seu pai e ao fato de não ter se dedicado a escrever a carta para o Exército. Mesmo com Carole a falar que o pai fizera suas escolhas e que o próprio Exército possui regras, a sombra da real imagem do seu pai ainda será o seu grande tormento, pelo menos até que fique em paz consigo mesmo e que traga paz ao seu pai, algo que passa em sua cabeça e coração. O fato do pai ter sido um verdadeiro herói apesar de todo o trauma pós guerra ainda o faz diminuir-se perante seus sonhos e o loopingeterno de Finn retoma, mas se faz necessário, podendo colher frutos maduros, algo que efetivamente como personagem masculino principal da série ele precisa.

Artie toma a frente a representar os juniores e com belas palavras dedica a canção a todos, especialmente a Finn, uma pessoa a qual nunca imaginou chamar de amigo, este que mesmo antes do Glee Club ser um pouco mais descolado (quando isto aconteceu? rsrs), sempre segurou as pontas pra todos, mesmo que implica-se por em risco seu status de garoto popular. Sabiamente foram seus sacrifícios que os ajudaram a chegar onde chegaram. E quando o assunto é The Beatles, qualquer apresentação é dispensável e somente o choro emocionado tanto meu quando de @msleamichele – reparem que em todos os números musicais a bichinha tá chorando – resta pra retratar a poesia de“In My Life”.

There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.

All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I’ve loved them all.

 “Who would ever thought i’d ended myh McKinley days where i started..back on top? I got into the school of my dreams and we won Nationals plus i’m feeling stronger every day. Everyone else is so emotional but i don’t feel that way. I guessed i cried enough tears for three graduations or maybe it”s just hard to feel weepy when i look at my friends. They’ve grown into such incredible people. Nothing’s gonna stop any of them. Well, maybe one of them. This school has given us all so many gifts, me specially and want my last week here to be about giving back a little of what i got “

Sempre fui fraca quando o assunto é Quick e desde a Season 1 acho que muito de Quinn e Puck fora perdido. Acredito que a dinâmica entre os dois fazia total sentido, mas considerando todos os atalhos que cada um teve desde o nascimento de Becky, foi realmente dificil juntar os pedaços no meio do caminho, mas o que realmente importa aqui foi aonde ambos chegaram. Puck se estrangula pra passar no novo teste de espanhol  e mesmo com a ajuda de Bestie, o bad boy está com a confiança abalada. Engraçado que Quinn faz um discurso bem saudosista a dizer que apesar de tudo que enfrentou, hoje consegue ver que o McKinley a fazer uma pessoa mais forte e que assim gostaria de retribuiu tudo que ganhou. Curioso é saber o que ganhou, pois minha linda Di tua Fabray só ganhou mal agouro, poucas falas, e solos e a mais carregada trajetória pra uma adolescente, mas enfim temos que ver o lado bom das coisas, certo?

Uown e lá vamos nos em mais uma cena da “Loira do Banheiro”, porém desta vez é Quinn que age como decência numa conversa com Ms. Berry, num gesto que deixou as Faberrys todas extasiadas, afinal entregar uma passagem de New York pra New Haven como sinal pra manter o contato pós formatura é um sinal de “Quero você pra mim e irei te amarrar a minha cama até você dizer que é só minha”. Bitches please,fico feliz que esta seja a última cena de banheiro, corredor ou qualquer outra interação entre elas.

E conforme Rachel mesmo diz, Puck quando esteve com Quinn estava no seu melhor momento e é isto que ela tenta fazer, ajudá-lo a estudar pro teste. O moicano parece estar entregue e mesmo que seja tudo meio momentâneo colocá-los frente a frente novamente, sempre foram o casal que mais precisou de um “encerramento” decente, afinal são eles que viveram o mais temido acontecimento no High School: serem pais.

Mesmo com os devaneios com Beth, eles se encontram novamente, nem se seja pra dividirem um último beijo, este que mesmo com Puck a relutar o pouco achando que não o merece, os fazem relembrar quão especiais são uns pros outros, seja por ele ser o primeiro cara dela ou por ela o tornar um cara melhor.
“Funny thing about a kiss. If it comes at the right time from the right girl, it can be like magic. It can bring you back to life like CPR but with tongues. It can take away the doubt and the fear. It can change you, even if it’s just back into what you always where: an all-original grade-A, badass.”
E sabendo que o beijo de Dianna Agron valeu U$5.550 dolares no GLAAD Awards, nada mais justo do que elevar em 200% a estima do bad boy do McKinley, a ponto de colocá-lo a todo o vapor frente a frente com seu decisivo exame. Outra bad girl que sua última real participação nesta temporada é Sue e esta divide cena com ninguém melhor do que aquela que sempre fora de certa forma seu espelho em versão reduzida e mais nova. A relação entre as duas foi pontos altos e assim como sua interação com Puck, fora deixada de lado, mas no quesito “encerramento” cumpri com o prometido, mas ainda assim não resolve todos os problemas e escolhas feitas para estas personagens.
“You’re nothing like me. You’re better. Sure I’m as smart as you are and every  bit as pretty, but somehow you’re slightly less evil, and I admire that. I  admire you Quinn Fabray. “

O momento em que Puck diz que tirou um C e que isto simboliza um A para ele, já indica que o moicano se juntará aos amigos para o grande dia de suas vidas no High School. Talvez por não ter tido uma experiência prazerosa durante meus três anos no colegial, realmente senti como se um vazio fosse preenchido ao vê-los com as roupas vermelhas de formandos, um momento que hoje percebo que consegui vivenciar, mesmo que tenha sido em 2008 quando me graduei na faculdade.

Outro paralelo que faço facilmente – me julguem ou não – é com High School Musical, o musical piegas da Disney que me fez desmanchar no cinema com o ultimo filme, este que também retratava a formatura das personagens. A emoção foi pontual, pois no mesmo ano de estréia do filme, me formaria, então foi tudo como um balde de sentimentos, lembranças e saudade, estas de um tempo que não volta nunca mais. Fica então meu agradecimento a turma de 2012 do McKinley High, por permitirem que fizesse fazer parte da Graduation que nunca tive enquanto adolescente.

“Glory Days” tem a pegada Rock & Roll necessária e ninguém melhor que os Bros Finn e Puck pra celebrar o grande vitória. Figgns a chamar cada um deles foi realmente uma emoção tremenda e todos os ali presentes a prestigiá-los rendeu mais um memorável momento, mas nenhum dos Sêniors a emergir pelas cortinas ao ter seu nome anunciado me emocionou mais do que Rachel Barbra Berry. Vê-la a sorrir, concluindo mais um grande passo rumo ao seu brilhante futuro é de encher os olhos e como uma TEAM BERRY since 2009, não poderia deixar de aplaudi-la de pé, jogando confetes e serpentinas.

Sinceramente não sabia ao certo o que esperar, bom eu até imaginava, mas somente com o cair final das cortinas nos últimos segundos do episódio, consegui entender o porque, mesmo que a minha resposta  possa ser diferente daquela que os criadores tenham pensado. Rufem os tambores pois Rachel, Finn e Kurt estão na sala do coral a olhar suas três cartas de aceitação, estas que irão definir de uma vez por todas o destino de cada um. O processo de seleção norte-americano é bem diferente do nosso aqui no Brasil, mas acredito que a ansiedade e agonia de receber a noticia via correio deva ser absurda, afinal aqui abrimos pela internet e sabemos nosso destino nas faculdades que nos aplicamos.

Finn puxa a fila primeiro e ao abrir sua carta encara a rejeição do Actors Studio. Kurt segue puxando a sua e o mesmo lhe ocorre, NYADA não o aceitara. Rachel com o olhar desesperado devido a rejeição das duas pessoas mais importantes de sua vida, abre a sua, recebendo a notícia a qual ela e toda a nação que torce aguardou ouvir: “I got in”. Pensando na lógica ilógica do mecanismo chamado “cérebro dos autores” nada me surpreende rejeitar Finn, até por que seria surreal até em níveis gleekianos aprová-lo na mais conceituada escola de atores norte-americana, sendo que este não estava devidamente preparado. O grande impacto repercute em seu relacionamento com Rachel, afinal novamente estão em páginas diferentes com o futuro. O grande giro aqui foi optar por reprovar Kurt, este que assim como Rachel sonhou com sua carreira na Broadway.

Já que os demais já tiveram seu momento,  chega a vez de Rachel balbuciar mais um monologo, este que prova que a estrela mais brilhante de Ohio por fim nunca consegue tudo que quer ao mesmo tempo, por maior que seja seu desejo e energia pra isto se concretize.
 “If on my 1st day at this school you’d asked me what i would have wished my life would have looked like on my last day this would have been it. Prom Queen. Marrying the quarterback.Show Choir National Champion. On my way to Broadway to study. BROADWAY. All my dreams have come true but then, why am i soo sad? I guess because in real life dreams are more complicated than they are in our imaginations. I can’t bring Finn to NY. He’ll be reminded of his rejection every day and being there without Kurt would be like remaking Beaches without the Bette Midler character. So i’ve decided. I’m deferring my acceptance to NYADA for a year and working with the two of them on their applications and auditons to guarantee  we’ll all go together next year. I’m actually thankful for this whole mess. I used to think Broadway was my one and only love. I’m so glad something has made me come to my senses.”

Acho que meu discurso se aproxima um pouco com as primeiras palavras de minha querida: quando vi Rachel Berry a marchar pelos corredores, talvez nunca conseguiria imaginar  que ela tomaria uma decisão assim, considerando a base inicial de seu caráter e escolhas puramente voltadas a si. Sinônimos a sua personalidade não faltam, seja Broadway, Star, Shine ou em mesmo sua grande inspiração, Barbra Streisand. Foi assim que a trama entregou sua protagonista para além do jeito Control Freak de ser e junto a sua jornada incansável na busca por ser uma grande estrela, a dissecou de uma maneira bem interessante e honrosa, pois por mais que não gostes de seu jeito lunaticamente irritante de ser, é impossível não torcer por ela, seja por que realmente deseja o melhor ou para que simplesmente a calem, dando aquilo que sempre quis.

Antes da grande reviravolta da trama, Santana recebe a visita de sua Mamma na escola e esta informa que sem a filha saber, reservava todo mês uma quantia para ajudá-la em seus estudos. Satan diz não querer ir pra faculdade, então se o desejo da filha é seguir pra NY, todo o dinheiro arrecadado seria de bom grado, afinal daqui em diante as escolhas serão dela e tudo que sua Mamma tem a fazer é apoiá-la. Agora com um olhar profundo para sua fotografia com Brittany, fica em aberto qual será a escolha da latina pra próxima temporada. Junte-se ao clube dos sem rumo minha cara…

Glee talvez nunca tenha conseguido ser tão fiel a uma base de personagem, como fora na de Rachel Berry e hoje vejo que mesmo com alguns momentos de revolta gerados por tentarem desviá-la de sua essência, o caminho nesta estrada de tijolos deveria ser unico e exclusivo dela e por mais que desejasse que seus dois melhores estivessem ao seu lado, a trajetória para alcançar seus sonhos sempre foi solitária e é com o coração apertado que vemos que ao invés de seguirem pra capela pra finalmente se casarem como ela imagina, Finn a leva para embarcar no trem das 4:25 com destino a NYC.

Rachel tem por trás do jeito nerd, a determinação inabalável, a luta, persistência e por muitas vezes, as artimanhas para ser e fazer a diferença, uma garota cuja pequena estatura parece não comportar o imenso talento, este que com o passar do tempo conseguir distribuir com aqueles que conviveu e aquele que amou a cada dia. Finn tem por trás do jeito imponente de garoto popular, com espírito de liderança, líder do time de futebol e do Glee Club, um rapaz cuja imensa estatura parece não comportar sua baixa estima e insegurança.

Tempos atrás estes dois tão distintos indivíduos deram voz um ao outro pela primeira vez ao replicar “You’re The One That I Want”. Rachel se tornaria o grande sonho de Finn, aquilo que ele tem mais certeza e por mais que para todo o resto ainda não tenha encontrado respostas – a honra e a verdadeira imagem de seu pai é uma delas – a respeito de que caminho seguir, tem absolutamente certeza de uma coisa: nada, nem ninguém poderia se colocar perante o destino daquela que segundo suas próprias palavras”permitiu que eu a amasse”.

“Bordeline/Open Your Heart”, que é até hoje meu Finchel Duet favorito, prova que não importa quem era dono da chave ou da fechadura, eles se permitiram amar, crescer e chegar onde estão intensamente e não há prova de amor deixarem um ao outro, neste momento. Aqui vemos que ambos fizeram escolhas, ao ver de muitos como radical, considerando quão jovens são. Rachel ao decidir adiar NY por um ano em prol de ajudar aqueles que ama, mostra a mulher que se transformou e por mais fora de personagem que pareça ser a muitos, temos que aceitar que ninguém mantêm-se imutável, ainda mais no colegial e ainda mais após as conquistas que ela mesma nomea como impensáveis.

Finn aqui não é a ancora que a impede de navegar, não é o peso de papel que a segura a mesa e sim é o homem que também adiou sua maior realização e conquista e mesmo que não tenha o talento e sonho do tamanho de sua amada, o amor que senti por ela, mesmo que os infortúnios o tempo o impedido de visualizar algumas vezes, o fez tomar a maior decisão de sua vida, esta que o definirá como um homem de verdade daqui pra frente, um homem que seus pais se orgulharão e com o tempo e o coração no lugar, Rachel também se orgulhará.

Amor de verdade não é egoísta e muito menos possui uma via só e por maior que seja a dor, a partir do momento que sabe identificar quem o outro realmente é, certas decisões tornam-se corretas. Finn mesmo agindo por suas costas, faz o que é certo e por mais dilacerado que seu coração esteja,  é neste momento que vemos quão comprometidos está com seu sentimento e com aquilo que almeja pra ela. Lea e Cory provam mais uma vez quanto acreditam em suas personagens – claro o fato de estarem juntos na vida real contribui – mas a tempos que não ficava sem ar com uma cena tão impactante e bem entregue com esta e isto deve-se unica e exclusivamente a química natural e verdadeira que eles tem como Rachel e Finn.

Finn tem absoluta certeza que quer se casar com ela, porém a ideia de segurá-la ali o deixa doente e como uma épica tragédia shakespiriana,  o que eles tem se desfaz, não num sentido de “terminar” e sim de “libertar”. Mesmo sabendo que estaras sozinha em NY, tem consciência que ela terá que dar estes passos sozinha, sem sua presença. Relutando como já imaginamos que iria fazer, Rachel tenta desviar dizendo que irá segui-lo aonde for, mas é nesta hora que recebe a facada final em seu coração: Finn revela numa surpresa não tão surpresa que irá pra Georgia pra redimir o nome do seu pai. Num drama digno de um romance de Nicholas Sparks, Finn Hudson parece realmente disposto a abraçar a carreira militar de seu pai, porém mais uma vez age em prol dos outros, sacrificando-se, seja por Rachel ou pelo seu pai.
“You’re going to get on that train, and you’re going to go to New York, and  you’re going to be a star. Without me. “
Quando é que o veremos agir pra si mesmo? Sutilmente, Finn torna-se o grande mártir, aquele que mesmo perdido em si, consegui visualizar as melhores escolhas, dando novas chances a aqueles que ama e este grandalhão não poderia amar mais alguém do que ama seu pai e Rachel Barbra Berry. Este é o gancho de grande potencial para o futuro da série e se não acredito em nada no novo formato, na patifaria de dois núcleos, uma coisa tenho certa: o caminho a ser traçado até chegarmos ao final feliz deste casal, pode vir a ser uma das tramas mais maduras e bem construidas, claro se a mente dos criadores estiver no lugar certo, como temo que não está a tempos.
“Home is Where Your Heart”

Agora é deixar na mão do destino pra ver a moral desta bela e trágica história de amor, mas o é que agora irão descobrir quem são e como a partir disto amadurecerão para ficarem juntos pra sempre. Brad já mesmo disse durante a Season 2 que Finchel não é feito de “middle endings” e por maior trollagem que possa parecer separá-los, deixando um grande cliffinger, fica aqui uma porta pra finalmente colocar Glee em outro patamar e nada mais sério do que finalmente mandar Rachel para o local aonde sempre pertenceu.

E é com a canção do casal Nikki e Adam Anders – ela conhecida como treinadora vocal do TGP e ele como o Glee Music Master –  “Roots Before Branches” , que o casal protagonista caminha rumo ao mais doloroso adeus, mas é o fixar destas raízes que permitirão que o destino os coloque juntos, afinal sabemos que eles são “Mean To Be”.

Rachel precisa ir pra NY sozinha e Finn precisa libertar-se do fantasma de seu pai, conseguindo transformá-lo na figura positiva que sempre gostaria que o visem. Acredito sim que @msleamichele elevara o potencial da série como sempre o fizera até então e agora que terá um núcleo somente seu, a série poderá se impor de maneira diferente, porém é todo o restante e o direcionado dado a isto, que pode vir a desmerecer o alto nível que indica no núcleo de NYC.

Se Finn uma vez salvou o Glee Club dando uma New Direction ao grupo, desta vez proporciona a Rachel uma New Direction, então agradeço a ti Frankenteen por acreditar tanto quanto nós acreditamos.  Se isto não é amar, não sei de mais nada, então meus caros, fica aqui registrado que tudo que um dia torci, vibrei, chorei e cantei por Rachel, agora posso dizer que farei o mesmo por ti, não só por ter feito o que fez, mas por provar ser o coração da série, pois sua amada de fato é a alma, que preenche cada vão de inconstância e instabilidade.

A sensação de ver cada um a acenar na estação de trem de Lima fez meu coração se desmanchar por finalmente perceber que não estávamos dizendo Adeus somente a Rachel Berry e sim a Glee no real sentido de sua palavra.

E fechando um Adeus com cara de até a próxima, aquela mesma garota que marchou inicialmente pelos corredores sabotando o professor do coral, caminha com uma dor imensa no peito, mas que desembarca na cidade que a receberá de braços a parte, pois fazer parte de algo especial, a fez pra lá de especial e ali tem tudo pra ser ainda mais.

“You made it Ms. Berry”

 Finalmente cheguei ao meu Goodbye e só tenho a agradecer mais uma vez por me fazerem sentir parte de algo especial, pela paciência de rolar e rolar a barra de texto e por maior que seja minha descrença com a Season 4, estaremos juntos pro que der e vier, mesmo que eu tenha que ler confissões com esta abaixo:
“Kevin Reilly wants a Glee that’s about Top 40, pop culture, big stars. So I  know that he loved the end of this season, and I went and pitched him the next  season and I think he loves it because it’s very pop-culture-based.”

 Se formos considerar os desejos do Big Boss Reilly e as cartas a mesa da Big Mamma Murphy, tudo indica que este molde pop, big stars, Top 40 somente remete a uma temporada, a pior delas na minha opinião: Season 2. Agora como dar jus ao talento e sucesso de Rachel Berry aka Lea Michele no núcleo NYC e em contrapartida manter o “underdog status” nos corredores e sala de coral do McKinley High? Pois agora os tão fadados losers são National Winners, o que inviabiliza um reboot em tudo, voltando ao primeiro slushie e empurrada no armário.

Tamanha ambição da produção pode vir a ser o maior tiro no pé da história, assim o que poderia ter sido o GOODBYE mais ideal – não digo perfeito –  me faz questionar: “Como manter dois núcleos tão distintos e ainda tornar o programa assistível?” Preciso dizer o que acho a respeito?! Irei destilar mais do meu mal humor habitual conforme maiores informações dos devaneios da Gazela e da Turminha da FOX surgerirem ao longo deste Summer Season, mas por enquanto ficarei com um trecho de “Defying Gravity”:
“Something has change within me, Something is no the same”
Então só tenho uma coisa a dizer: até 13 de setembro….
Artigo preparado por: Mary Barros

8 thoughts on “Glee (3×22) – Goodbye (Season Finale)

  1. Ahh Mama… Review mais do que emocionante, um de seus melhores até hoje, conseguiu retratar em belas palavras o que todos nós gleekianos sentimos ao acompanhar este Goodbye, que por sinal achei-o perfeito em diversos sentidos.

    A melhor cena de todo o Glee fora ao final do episódio, Finn libertando Rachel, esta assistindo o seu amor partir e cantando a bellíssima e emocionante Roots Before Branches, um dos melhores momentos musicais da personagem.

    Enfim, foi tudo muito lindo e sua review deixou as coisas ainda mais belas… Mas ainda é um grande ? para a próxima temporada…

    Resta-nos esperar o que os bons ventos musicais irão trazer e o que o Ms Troll Murphy está nos preparando…

    XoXo Mama, fora sempr eum prazer lhe acompanhar durante esta série que marcou determinados momentos de nossa vida. Glee como conhecemos pode ter acabado aqui, mas, como ti, espero que esta seja apenas uma oportunidade para uma New Direction.

    Atts

    • Ah meu eterno Prom Date!!!
      Obrigada pelo carinho, pelas palavras e claro a paciencia, sempre batendo cartão nos meus reviews desde muito muito tempo atrás😄

      Fico feliz que tenha conseguido expressar-me, foi realmente estranho escrever este e acho que faltou algo, mas enfim sou uma meia chata quando se trata de Glee, vc bem sabe!!!

      Sim, a melhor cena foi de fato os 3 minutos finais, foi realmente um TAKE MY BREATH AWAY, juro que se Lea e Cory já tinham me impressionado, ali ficou bem mais evidente!!!

      Temos autos ????? pra proxima Season, mas enfim o lance é diminuir a – 1oo as expectativas e esperar as trollagens😄

      Rumo a uma nova direção, LETS PREACH!!!

      XOXO

  2. Hey Mary, oq foi isso? Quer me matar do coração? É isso mesmo! =(
    Nem sei por onde começar a comentar, não tenho estrutura para tanto, como você rsrs.

    Primeiro quero dizer que essa 3ª temp. teve seus altos e baixos, como você mesmo sabe, o quanto ficamos aqui falando da grande montanha russa que Glee estava fazendo, e isso não me agradava, me deixava mal pelo fato que quando começou essa temp. eu até comentei contigo que queria aproveitar todos os 22 eps de uma forma mais emocionante, não perdendo nenhum segundo se quer. E ai quando começou a aparecer alguns poucos eps fracos me sentia mal pelo fato que talvez a série estaria perdendo tempo e que logo tudo ia acabar e não ia ser do jeito que eu imaginei. Mas ai de uns eps pra cá, finalmente a série engrenou, pena que engrenou perto demais do fim, mas pelo menos foi né, e ai tivemos uma sequência memorável se assim posso dizer entre esses 5, 6 últimos eps!!!
    E chegando nesse Season Finale( que antes tudo indicava que seria um Series Finale para essa turma que acompanhamos desde 2009), se tornou algo que eu nem sei explicar. Como sendo um eps cheio de nostalgia? Sim e muita, de perda? Eu acho que tb, e principalmente de mudanças em um caminho incerto que não temos como confiar e nem deixar de confiar, apenas esperar para desfrutar do que pode vir a seguir.
    Ficou na minha cabeça essa sua frase “Como manter dois núcleos tão distintos e ainda tornar o programa assistível?” E agora nem eu mesmo consigo tirar isso da cabeça, ainda tem chão pra Setembro, mas creio que a ansiedade está matando demais rs.

    Enfim, vamos ao eps em si…
    Algumas coisas que aconteceram me deixaram mega emocionado, e outras nem tanto, mas digamos que foi o certo ou talvez a única saída.

    Começo a falar sobre Kurt, o personagem que eu mais vivo em desavenças, e po vários motivos não sei ao certo se o admiro ou se ao mesmo tempo o desprezo, algo meio doido por assim dizer, mas foi aquele personagem que eu quase nunca me importei mas que apesar de tudo trouxe momentos incríveis e cheios de surpresa, posso não gostar de sua voz e ele pode ter feito “estragos” nas minhas músicas favoritas, mas nada disso tira o mérito que eu fui aceitando o personagem a cada momento que ele foi trazendo em cena, e o mais lindo de tudo que o envolve foi seu relacionamento com o pai! E não tem como, eu morri/ fiquei doido e maluco com a cena do SINGLE LADIES!! Mais que uma demonstração de amor e sim de heroísmo de caráter e acima de tudo compreensão pelo fato de aceitar um filho com todo drama que o carrega, sensacional se assim posso dizer, digno de uma coisa rara que falta nesse mundo, pais que tentam ao máximo entender seus filhos mesmo que seja algo completamente fora do comum ou contra a si mesmo.
    Não sei se gostei do Kurt ser recusado, estava creio que ele seria aceito, então nem imagino oq será do personagem. Só acredito que o ciclo total do Kurt em meio a toda sua polêmica e seus sonhos loucos, se fechou e de uma forma positiva, criando algo inovador e completamente forte! (:

    Falar sobre Santana e Britt foi algo fácil, e fiquei sem entender a escolha da personagem sobre mudar seus planos, e sua mãe a apoiando foi muito bonito, só espero que ela saiba aproveitar o apoio de uma maneira coerente!
    Britt sem dúvida é a personagem mais carismática e engraçada que a série trouxe, nunca saindo de seus momentos e às vezes trazendo momentos bonitos de se ver, ela mesmo sempre soube quem era e sua reprovação foi algo mais que verdadeiro. Espero que as duas continuem juntas, pq apesar de estarem juntas, elas são acima de tudo mais que amigas e sim “irmãs unidas”, não sei se ficou claro kkk

    Como sempre Mike e Tina ficaram meio apagados, mas o destino de Mike estava mais que certo e gostei muito. Não tem muito oq dizer, adoro os dois personagens e apesar de sempre serem meio mal aproveitados, acabaram por trazer momentos bons e sem duvida Tina trouxe um eps espetacular com um eps voltado a só ela hehe, e não tem como não comentar sobre o fato que a Tina sempre e sempre mesmo digo assim, veio com falas mais que dignas, incríveis e tocantes! Ainda está na minha cabeça muitas de suas frases tocantes.

    Artie pra mim sempre foi o personagem que eu mais me encantei na 1ª temp. todo seu jeito bobinho de ser e engraçado me ganhou, mas nessa 3ª temp. foi mais um personagem que na MINHA OPINIÃO, foi mal aproveitado em vários momentos, todo o drama que o personagem trouxe na 1ª temp. não faz mais efeitos nos dias de hoje, meio que foi sendo empurrado pra deixa dos panos, mas apesar de várias falhas, é outro personagem que possui diversas falas dignas e tocantes! E foi mais que bonito ele se abrindo ao dizer o quanto Finn o ajudou e jamais imaginou que seria amigo de alguém como ele.

    Mercedes foi outra personagem que ficava sendo minha 2ª personagem preferida na 1ª temp. todo seu drama, sua voz e sua força de vontade me matava por inteiro, era tudo tão gostoso de se ver, creio que eu torcia por ela em vários momentos e jamais vou esquecer sua canção da Aguilera em 1×16, onde cantou a escola toda o quanto se sentia bem consigo mesmo, apesar de toda sua história. Ai quando vimos a personagem nessa 3ª temp. foi completamente inaceitável toda sua vontade de querer brilhar mais e passar por cima da mais linda de todas rsrs, creio que Mercedes passou por vários momentos confusos, tanto com seu romance com Sam e outras coisas, só esperava muito mais da personagem nessa temp. e isso não aconteceu, mas foi bom ela ter se dado bem, no final das contas. *-*

    Quinn e Puck, em minha opinião sempre foram os personagens que eu mesmo mais deixei de lado, Puck nem tanto e sim Quinn, que foi simplesmente a que fez mais “cagadas” em todos os 3 anos, a que eu mais odiei, a que eu mais quis sinceramente assim, que tivesse um final completamente ruim. ‘-‘
    Ainda acho que a personagem não conseguiu passar nada em todo esses 3 anos, quando as coisas encaminhavam bem tudo caia e indo sempre ao fundo do poço, talvez uma cena aqui e outra ali foram boas, mas nada digamos ótimas!
    Todo seu drama com a filha nessa temp. foi pra água abaixo, toda sua revolta e mudanças foram descartáveis assim como a própria personagem pra mim.!
    Mas o que salvou ela desse eps foi sinceramente algo que nunca imaginei: Sue!
    Sim, eu adorei e fiquei surpreso com a cena das duas, foi simplesmente uma das melhores cenas que as envolveram, fluiu tão bem que até senti algo sobre elas, sendo que é tão raro isso acontecer…
    Sue Sue, apesar dela ser completamente BIPOLAR em todos os eps que apareceu, acabou por trazer momentos aceitáveis nos últimos eps, e isso me agradou muito, não sei ainda oq sua gravidez vai trazer e quem será o famoso pai, só acho que isso não interfere em nada sobre Glee pra mim, fora do contexto sem muitas expectativas se assim posso dizer, mas claro essa é minha opinião, posso vir a queimar a língua, mas só acho que não se encaixou muito bem como era pra ser. (:

    Não tem como não comentar a nostalgia que foi ver Rachel, Kurt, Mercedes, Tina e Artie juntos! Sinceramente eu não esperava, foi foda demaaaaaaaais! *-*
    Que saudades que deu hehe.

    A formatura foi muito legal, só eu achei estranho os pais da Rachel não estarem presente em um momento único de sua filha? Sei que não é lá aquelas coisas, mas esperava que eles estariam ali a observando, tendo orgulho de sua grande filha! =)

    Não sei como falar sobre Finn, só sei que apesar de suas escolhas duvidosas, tudo fluiu bem, mesmo EU não achando certo, libertar seu amor foi algo que eu jamais imaginei, ok, foi simplesmente corajoso e certo a se fazer? Pode até ser, mas pra mim eu queria que ele ficasse com ela ainda, e sério todo o drama com seu pai no exercito é desnecessário, pelo menos pra mim, mas eu ENTENDO, juro que entendo rs. E não há duvida, ele foi um personagem que cresceu e aprendeu muito nesses 3 anos e fico feliz por isso. (:

    Ainda não consigo comentar sobre a personagem e atriz que eu mais amo desse seriado e assim acho que de quase todos os seriados!rs.
    Rachel Barbra Berry. Minha Princesa, minha linda❤
    Comentar sobre ela é a coisa mais difícil de se fazer, simplesmente posso dizer que sem ela nada disso faria sentido, sem ela eu jamais me apaixonaria por Glee como foi, ela sem dúvida foi a personagem que me ganhou no momento que apareceu, toda aquela garota desajeitada, cheia de sonhos, com uma garra sem igual! E com um dom marcante: SUA VOZ! *-*
    Toda sua trajetória, desdo primeiro eps até esse último, foi completamente SENSACIONAL E LINDO!
    A personagem em todos os momentos foi a única que não saia do papel, que não ia ao fundo do poço, teve seus defeitos? Ok, todo mundo tem! Mas ela cresceu muito com tudo isso, com toda derrota a personagem só se erguia cada vez mais, se tornando mais bela a cada eps, e mais confiante! Toda trollada que ela levou, e todo seu drama foram necessário pra marcar quem ela é agora nesse momento, ou como ela vai ser daqui pra frente!
    Seu amor pelo Finn é inquestionável, foi aquele amor juvenil mais puro que trouxe, toda sua coragem de sempre correr atrás do que quer, sem ter medo de se arriscar foi sem dúvida único!
    Seu drama com mãe e pais gays foram outros pontos altos da série, tudo eu digo tudo mesmo que envolveu a personagem me deixou intrigado, louco e curioso! Jamais imaginei gostar tanto de uma personagem assim, mas foi algo que aconteceu sem planejamento, sem nada forçado, só simplesmente aconteceu!
    E fico mais feliz ainda em saber que tu Mary tem o mesmo sentimento e enxerga tudo que ela tem de melhor! *-*❤
    Minha felicidade por saber que ela estará na 4ª temp. inteira é imensa!🙂
    Só espero que agora a personagem viva em constante desenvolvimento de todos os sentidos possíveis que eu possa imaginar!
    Nada mais lindo, como a despedida dela e sua canção, Finn do lado de fora do trem e aqueles "tchauzinhos" dos amigos, uma das melhores cenas que Glee trouxe pra mim!!! SEM DÚVIDAS! Lea soube se entregar 100% a personagem que foi em todos esses anos, a melhor e mais marcante!
    Não sei oq esperar, só não quero que ela se perda agora que finalmente conseguiu um pedaço do seus sonhos futuros. *–*
    Com certeza eu me envolvi por completo com a personagem, e aprendi diversas coisas, ri, chorei, fiquei frustados, todas as emoções possíveis *-*
    I Love You Rachel/Lea s2 hehe😛

    Agora, quero te agradecer Mary por todos esses momentos que passamos nessa 3ª temp. consegui estar em todos os comentários, creio eu rs, te enchendo e me desabafando tudo que tinha pra desabafar contigo!
    Foi uma experiencia que vai ficar pra sempre guardado em mim, obrigado mesmo por tudo isso!!! Sei que chega a ser clichê ou sei lá oq rsrs, mas não tenho como te agradecer, foi muito bom ler textos imensos e cheios de emoções como ninguém mais que tu conseguiria ter a honra de fazer!
    E espero estar presente na 4ª temp. te enchendo e se envolvendo com oq Glee pode trazer daqui pra frente! \o/
    Vamos que vamos \o/
    Espero que n fique brava por eu falar, tantas e tantas bobeiras aqui nesse comentário, talvez sendo o maior que eu escrevi, mas que acima de tudo foi sincero, pode ter certeza. *.*

    • UOWWWWWWWWWWWWWWW Ander, vc se superou, mas JAMAIS te condenaria por isto, pelo contrário me trouxe as lágrimas, pois eu que tenho que agradecer por manterem-se firmes e fortes comigo, seja vendo a série apesar de tudo ou seja a ler meus extensas dissertações, acho que vou mudar a categoria, pq review não é o que eu faço com Glee!

      Obrigada a você sempre pelo carinho e as palavras, tb mto apaixonantes pela série!!

      Nos vemos em setembro com ctz, com aquele misto de “WHAT COMES NEXT” mas enfim, é Glee, essa caixinha de surpresas.

      XOXO queridão

  3. Olá!

    Gostei muito do episódio, pra mim não tinha como ser melhor. Pode-se até dizer que não foi o melhor da temporada, (pra mim foi “first time”), mas esse episódio teve de dar conta do destino de cada personagem, mostrar a formatura, as despedidas… E teve tudo isso, juntamente com alguma dose de lembranças daqueles 13 primeiros episódios da série. Aliás, aqueles episódios foram a coisa mais legal que eu já vi na TV! Sem contar com o final de tirar o fôlego de qualquer fã.

    Engraçado como depois de algum tempo a gente deixa de ter raiva pela série não ter continuado com aquela magia inicial e passa a entender que isso seria impossível!

    Estava assistindo e gostando do episódio, apesar de achar apenas bom, e pensando: Ah, então é assim que eles vão manter a Rachel em Lima e enrolar por uma 4a temporada inteira… Então… Uau, que virada, fui pego completamente de surpresa, com um final forte, emocionante, completamente digno da série. Um presente pros fãs, pra muitos o final da série como ela deveria ser. E a Lea, excepcional como sempre…

    Acho que mesmo que a continuação não seja tão boa, já que a série como a gente conhece realmente se encerrou aqui, e desde que não se torne um simples caça níqueis pros criadores, mais pra frente vamos olhar pra esse último episódio com muito carinho.

    Também acho a história dos dois núcleos muito estranha, infelizmente acho que os queridos ND não têm mais histórias pra contar… Já a Rachel, em NYC, pode ter muitas histórias, se os criadores forem honestos e corajosos. Um horário mais apropriado eles já têm.

    Comecei a assistir Glee por acaso, parecia mais uma daquelas séries adolescentes, mas aos poucos meus zapings começaram a parar cada vez mais naquela jovem (meio nariguda) de olhos grandes, e fui percebendo que a série tinha algo mais, por trás daquelas piadas bobas, um drama real e cativante. Por acaso, procurando algum comentário sobre a série, me deparei com um texto incrível chamado “Um Amor Imenso por Glee”. Um texto perspicaz e ao mesmo tempo jovial e apaixonado, com que me liguei imediatamente, que via muito do que eu via e muito mais.

    De lá pra cá todos os episódios, vários bons, vários regulares, alguns irritantes, alguns inesquecíveis, vêm sempre acompanhados pelos seus belos comentários e réplicas, Mary, como uma boa conversa, um complemento inseparável e muito especial da série. E isso é mais um motivo pra eu torcer por uma ótima nova temporada.

    Bom, é isso…
    Então… Até a temporada 4, hein?!
    Um abraço!

    • Pois é meu queridão! Tua presença aqui e de alguns outros sempre me alegrou e muito, sabendo que apesar de tudo que passamos com a série nestes últimos anos, poderia compartilhar tudo que senti e vivi neste tempo.

      Foi bacana lembrar da coluna “Um Amor Imenso por Glee”, pois foi ali, escrevendo cada uma daquelas palavras, percebi que dedicaria muito de mim, do meu sentimento e tudo que ela me transmitiu. Até hoje me emociono relendo esta coluna, inclusive preciso colocá-la aqui no CS, considerando que o Portal se foi…

      Bom é bem isto que disse, dizemos nosso Adeus ao que a série era e o que virá, não sabemos, mas mesmo com meu mal humor habitual e descrente, é torcer pra que pelo menos o nucleo de NYC seja condizente com a personagem e a atriz que a personifica.

      Bjao meu querido e até setembro😄

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