Touch (1×09) – Music of the Spheres


Os números deram sorte para a nova empreitada de Tim Kring e Keifer Sutherland, Touch fora renovada para uma segunda temporada e fez por merecer esta renovação, principalmente quando comparadas a séries como Alcatraz e Terra Nova, que foram grandes produções e grandes decepções. Porém há ainda alguns detalhes a serem melhorados caso a série queira manter o seu número atual ou aumentá-lo ainda mais, nada de muito complicado, Touch já mostrou ser capaz de surpreender e de ousar, apenas peço para fazer tal com um pouco mais de freqüência.

Music of the Spheres fora um episódio morno, trouxe pouca ação e pouco desenvolvimento para a trama principal. O destaque trazido pelas conexões fora uma pequena trama localizada em algum território cuja língua portuguesa é a principal. Não consegui identificar se estávamos no Brasil ou em Portugal, ou em alguma outra cidade, mas pelo fato de termos um pequeno café entrando em falência, creio que estávamos no Brasil. Brincadeiras à parte, fora bom ver a língua sendo utilizada na série, mesmo que esta apresenta uns sotaques horríveis.

Martin continua sendo o personagem que mais sofre com estas conexões. Enquanto este fica perdido, correndo para lá e para cá tentando entender os números e entender as pessoas, Clea e Jake conseguem se desenvolver, mesmo que pouco, deixando o personagem principal meio que devasso neste sentido. A única coisa que aconteceu, que achei até importante, fora o fato de que Martin decidiu a começar a aceitar Jake da forma que ele é e não tentar moldá-lo  para ser normal.

As investigações perante a seqüência de Amélia e as pesquisas de Teller tornaram as coisas ainda mais interessantes. O surgimento de um novo personagem gerara diversas perguntas e algum interesse, principalmente quando Jake tem um grande desenvolvimento com o mesmo. Não sei o que a série pretende, mas era este tipo de desenvolvimento que queria ver na relação de Jake com Martin, espero que haja uma grande razão por trás disso senão ficarei bem decepcionado com a série.

Enfim, fora um episódio basico, a série está por dar passos lentos em direção ao desconhecido. É muito bem ver esta chance dada a Touch, em uma segunda temporada os erros cometidos nesta podem ser consertados e melhorias podem ser feitas das mais diversas formas. Mas há algo que me assusta, o efeito Kring. Espero, realmente espero, que o que aconteceu com Heroes não aconteça com Touch.

Artigo Preparado por: Well Fernandes

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