Glee (3×19) – Prom-Assaurs


Acabei de ler “Will Grayson Will Grayson”, uma co-parceria literária que retrara o universo de dois adolescentes com personalidades distintas, porém que dividem o mesmo nome. Após concluir a jornada das personagens, o leitor pode desfrutar um pequeno bate papo entre os autores – John Green e David Levithan para os curiosos e amantes de livros – e enquanto abrem o processo de criação da história de cada um de seu Will’s, eis que uma frase me marcou e que além de simbolizar muito das duas personagens, cria um retrato de como um jovem se vê e é visto no mundo a qual vive, principalmente nesta fase que define boa parte seu caráter:

“In some ways, you are who you are because other people observe you, but in some ways, you are who you are spite of other people observations of you”

Soa óbvio mas é a pura realidade, somos constantemente analizados e observados, mas apesar destes olhares externos, somos aqueles que escolhemos ser.  Cada individuo sofre mutações e pode ser influenciado por pessoas, tendências e padrões, mas a essência do individuo quem molda é ele próprio, claro quando a maturidade o atinge plenamente.

Perante minha frustante experiência no meu High School, diria que Glee preenche um vazio deixado e este episódio compõe osTop Top’s da série, pois nos fez voltar ao primórdios, principalmente com algumas atitudes. “Prom-Assaurs” é 99% superior a “Prom Queen” e olha que ambos recaem os holofotes nas mesmas personagens. Esse 1% da parcela que o impede de ser perfeito se deve a interação das antagonistas, dando a justificativa de puramente agradar ou mesmo pra manipular claro reações entre os shippers e por maior que seja a criatividade inspirada no universo das fan-fics, tentam dar vazão ao tratado de paz entre as duas, mas tomando o “tudo como um todo”, nunca conseguiria aceitar, afinal existem outros exemplos de amizade com A maiúsculo e essa tal Faberry não é uma delas.

Canso de dizer, desde a Season 2 que a maneira com que a trama encontrou de “conectá-las” sempre fora mal aproveitada, seja em termos de talento das atrizes, como em termos de construção de suas histórias, paralelamente falando. O ultimo baile é novamente uma metáfora de suas personalidades, ambições e inseguranças e se muito ficara aberto entre o tapa no banheiro na temporada anterior, desta vez Berry não dá a outra face, mas praticamente age de um jeito bem característico seu, assim como Fabray apronta das suas.

Voltarei a falar sobre isto quando o momento for apropriado, porém por agora, após chorarmos  ao final do anterior, vemos as consequências extremas adotadas por ela, pelo menos por agora. Todos nós sabemos como funciona o cérebro e principalmente o coração de Rachel Barbra Berry e nestes casos de extrema provação e dificuldade, seu coração sempre atropela qualquer outra possibilidade  e mesmo a possibilidade de criar um Plano B torna-se nula, como já a vimos fazer diversas vezes desde o episódio piloto. Com Rachel é “Take Me Or Leave Me”, ou seja, Tudo ou Nada, o famoso Preto no Branco. Esse derrotismo imediato mixado com seu extremismo constante, a faz remover toda a decoração temática de seu quarto, ambiente que a motiva desde seu primeiro sopro de vida, alias essa Drama Queen não chorou quando saiu da barriga de Shelby e sim, cantou algum clássico da Broadway, deixando seus pais espumando de orgulho. Orgulho sintimos também ao ver Lea novamente a honrar em cada gesto e vestimenta, o amor incondcional de Rachel e também o seu pessoal por Mr. Fanny Brice, a eterna Funny Girl, interpretada maestralmente por sua musa inspiradora Barbra Streisand.

Se havia dito que este episódio trata diretamente de Rachel e Quinn, não podemos esquecer de Britt, afinal senão fosse ela e sua mente um tanto excêntrica, este baile não ocorreria. Pressionada por Figgns, Ms. Pierce precisa minimizar seu desastre estudantil, considerando que faltara em diversas aulas e seu rendimento em várias matérias está por um fio, o que parece a deixar numa situação até mais delicada que o próprio Puckerman. Após vetar a sugestão de um dos membros do comitê, cujo tema seria Castelo nas Nuvens – como as nuvens iriam suportar o peso, não é mesmo? – Britt finalmente escolhe o tema perfeito: Dinossauros. Eu, como amante declarada dos Dinos, tendo como Top 10 Favoritos o clássico de Spielberg, Jurrasic Park, não poderia ter ficado mais contente com tamanha e absurda escolha.

Apesar do erro atemporal, considerando que os candidatos deveriam ser anuncionados um tempo antes, devido ao tempo pra angariarem votos, eis que Sue logo anuncia os escolhidos deste ano sendo para King:  Rick “The Stick” Nelson; Finn Hudson e Brittany S. Pierce e para Queen: Missy Gungerson, Santana Lopez e Quinn Fabray. Destaque aqui para o revival do ex-casal popular e Brittana, provando que Britt ao olhar dos colegas de McKinley, é o homem da relação. Prometendo fazer jus ao seu titulo de Presidente Sênior, Britt anuncia ao Glee Club o tema, além de impor que Quinntana cantarão as baladas e farão a contagem dos votos dos vencedores, considerando o quanto desconfiam uma da outra, esta foi a solução encontrada para que nenhuma trapaceie. Aqui vale destacar a natural frustação de Becky, que sonhava em ser candidata a Queen, o que deixou Sue um pouco desconcertada com o comportamento agressivo de sua assistente e aluna predileta. Estava com saudades de sua “Inner Voice” de Becky representada pela Rainha Helen Mirren e mais uma vez a pequena cherrio surpreende em diversos momentos durante o episódio, principalmente quando interage com alguém inimaginável.

Li isto num review e achei extremamente hilário: toda a vez que Ms. Rachel Berry Almost Hudson sentindo-se depremida, chateada ou contrariada, vai ao auditório para cantar e seja com um tema em mente ou não, imagine a abordagem que ela deve fazer aos garotos da banda pra colocá-los a seu dispor em tempos de desespero e surtos, estes já bem habituais de sua persona. Desta vez o que a impulsiona a cantar é o fato de que seu noivo dividir a campanha de Rei e Rainha com sua ex-namorada, Quinn Fabray. Novamente o ping-pong Rachel-Finn-Quinn é colocado a mesa, mas desta vez sobre a ótica que Rachel está inciumada que terá que encarar o último baile de sua vida estudantil vendo seu grande amor ao lado de Quinn, trazendo um Back To Basics de toda sua inseguranças e temores, não de perder Finn, este é seu e ninguém mais tira, mas de não poder se agarrar neste conto de fadas, somando esta visão dos primórdios do ex-casal popular com seu grande sonho virou pesadelo. Finn age aqui novamente como cara que quer ajudar todos, mesmo que isto implique em deixar sua noiva a arrancar os cabelos, que mal teria em acompanhar Quinn, afinal depois de tudo que ela pastou e ainda somado ao acidente, como negaria ajudá-la a vencer a tão sonhada coroa.

“I can’t believe my entire High School carrer is gonna end exactly the same way that started: just a sad little jewish girl wacthing you getting all the attention with the pretty blondie cherrio”

Enquanto tivemos Rachel a ativar seu módulo “Me, Myself & I & More of Me”, algo que já sabemos que ela potencializa quando está na pior, Quinn encara mais uma sessão de fisioterapia ao lado de Joe e por incrível que pareça “She’s Still Standing”, mas desta vez literalmente de pé a andar pela esteira e mesmo caindo ao final, já percebemos que as sessões e a presença divina do Teen Jesus tem surtido efeito.  Se Rachel domina a arte de ser egoísta e temperamental, a Ex-Mamma Cherrio dá aulas de manipulação e  mentiras, pois ainda irá se manter na cadeira de rodas para ganhar mais apelo entre os alunos, afinal quer segurar o mistério até o momento do resultado do baile, provando que é um modelo de luta e perseverança, este que a consagrará como vitoriosa quando levantar-se milagrosamente de sua cadeira,causando impacto quando levantar-se pra receber sua sonhada coroa de Rainha.

Nunca fui fã da Fergie e muito menos de seu hit chiclete “Big Girls Don’t Cry” e nem por ter Lea Michele envolvida na versão achei a faixa lá grande coisa, porém Glee tem a tendência de somar um elemento diferente na performance e foi assim que me senti com o Trio Hummelberry Anderson a cantarolar, onde o casal veem prestar socorro a amiga que nitidamente entrou em curto circuito novamente com suas inseguranças com a Loira do Banheiro junto ao seu B-ancé (amei a junção Boyfriend + Fiancé que soa como Beyoncé). Desde a Klaine Fight acredito que os roteiristas conseguiram trazer de volta o bom e velho Blaine e sem dúvida a conversa que os três tem sobre como o Prom Sucks para cada um deles é fantástico, principalmente quando o eterno engomadinho se diz ofendido com a estúpida regra de Brittany em banir o uso de gel, afinal o que será dele com tanta eletricidade num mesmo ambiente?

“I’m gonna look like MEDUSA”

O grande IN YOUR FACE acontece quando Rachel divulga sua grande ideia ANTI-PROM para todos na sala do coral e considerando isto como um beneficio aqueles que não se sentem tão a vontade com o PROM, a verdade por trás deste evento do contra é jogada na cara da Drama Queen por ninguém menos que Satan, alias a Snix se apodera novamente de seu corpo. Acho que se todos tivessem uma Santana Lopez em suas vidas, com certeza conseguiríamos ser mais honestos com nós mesmos, pois apesar do método de Satan ser bem direto e reto, sempre foi a única a falar aquilo que todos pensam mas nunca teriam coragem de verbalizar. A grande real do boicote ao baile nada mas é do que a frustação de Rachel não conseguir lidar com o fracasso de sua audição e toda a pressão que tem colocado sob si mesma desde então. Já vimos-a tomar todos os tipos de atitudes egoístas, seja de deixar o Glee Club para ganhar a atenção que merece até mandar uma aluna que ameaçou seu talento para uma casa de crack, mas esta nova atitude só mostra a extrema dificuldade que ela tem de driblar suas dificuldades.

“So have fun at your “I’m a victim” party, acting like you’re not some selfish, self-centered, lame-ass wannabe diva from hell, because me, i’m going to go to my senior prom with my girlfriend and my friends”

Enquanto Finn brinca de pendurar posteres pra campanha King&Queen, ele e Quinn conversam a respeito de quem está na pior, ela ou Rachel, mas o que realmente acontece aqui mostra o poder das palavras da loira, principalmente quando esta presa a uma cadeira de rodas. O discurso que a atrofia de sua perna é um lembrete de sua vida passada e como as pessoas que estão de pé a andar a inspirar a continuar lutando é simplesmente genial e mesmo Finn já percebe que este será o discurso, mesmo que apelativo e bizarro que a fará agarrar o titulo de Prom Queen com os dentes.

O grande acontecimento finalmente se inicia e quão adorável foi ver Mike todo nerd com sua paixão por dinossauros, mas nada supera a visão de Brittany vestida de Pedrita a dançar com um bando de Dino Cherrios. Agora imaginem que isto me trouxe lembranças do inferno que passei no pior show que já vi em toda a minha vida, sim, estive no Rock & Rio para ver minha diva Joss Stone e tive o desprazer de ver a Ke$ha, que assim como Britt em “Dinossaur”, surgia ao palco com um bando de T-Rex’s saltitantes. Autotones de lado, é sempre um deleite ver nossa querida e empolgada Hemo a dançar.

“I thought going through all that terrible stuff this year made you cooler but no, you’re still the same old Quinn. All that matters is you”

Antes mesmo de falar de mais uma conversa de banheiro, um salve de palmas pra Cory e Dianna nesta grande discussão, pois nos fez relembrar as calorosas discussões do passado, sendo esta sem dúvidaa pior delas. Preocupada em ajudá-la no momento em que precisaria subir ao palco, Finn procura-a no banheiro e para seu grande espanto vê a loira de pé – destaque para quão bela Lady Di estava com seu vestido lavanda – o que o faz sentir-se a pior pessoa do mundo, pois achou fazer a coisa certa ao apoiá-la na campanha do baile, enquanto deixava sua amada de lado. O grande conflito aqui é sempre a escolha feita, Finn decidiu dar um voto de confiança, considerando o estado atual dela, porém percebe que tudo que ela mais se importa é a tal da coroa, lembrando quão loucamente obcecada esteve por isto no ano anterior.

Dar então um reboot nas velhas personalidades, tanto de Quinn, quanto de Rachel não torna o episódio nostálgico e sim repetitivo. Rachel é egoista sim, Quinn engana a todos pra conseguir o que quer sim, mas será que não  se cansaram deste joguinho “Bem me Quer, Mal me Quer” ou o “Jogo dos 7 Erros”, esperando mais uma vez a mesma lameira da conversa de corredor, por que é tão óbvio e previsivel que nem surte mais impacto.

Victim Party inicia no hotel chique em Ohio e nela estão Rachel, Kurt, Blaine, Puck e Becky, esta frustada com o baile verdadeiro, acabando aceitando o convite. Aqui vai meu momento Mamma sob minha favorita, afinal não é por que es minha menina dos olhos, que não irei puxar sua orelha também. Síndrome de Gata Borralheira toda garota tem, mas o importante aqui é vermos-a encontrar um meio termo para que consiga lidar com sua vida, afinal imagine se em frente a cada obstáculo ela for agir desta forma, a bater pés contrariada. Maravilhosa, você tem uma voz em um milhão, é uma estrela, está noiva do homem dos teus sonhos e por maior que tenha sido o engasgo, vamos acordar pra vida: NYC não existirá sem Rachel Berry e Rachel Berry não existe sem NYC, fim de papo. Entendo a necessidade, principalmente na reta final em colocar toda a carga pesada para desestruturar a protagonista, mas nenhuma Anti-Prom Party será suficiente para encobrir a realidade e principalmente qual o movimento que dará para reverter a maré a seu favor. O grande teste ainda continua, minha amada Drama Queen e é a partir de agora que você terá oportunidade de deixar seu self-absorved side para trás, tornando-se uma mulher segura e consciente de tudo que a vida lhe reserva. E como diria meu velho querido, que Merlin o tenha:

“We must try not to sink beneath our anguish, Harry, but battle on.” 

Mesclando o Prom com o Anti-Prom, nossa amada latina chega cuspindo fogo com seu vestido caliente ao som de “Love You Like a Love Song Baby” e neste momento vemos o poder que Naya Rivera tem para nós fazer gostar de uma canção da Cabeçuda Gomez. Revivendo novamente seu lado barraqueira no baile funk, Finn inconformado com o papel de idiota que ele próprio aceitou fazer, revolta-se com Quinn na pista de dança, obrigando-a a se levantar. Calma lá, sei que o grandalhão tem um lado estourado, mas qual a necessidade dele quase forçá-la a se levantar, numa cena que mais parecia que ele ia dar na cara dela do que outra coisa. Meu lado amargurado aguarda a Fabray levar um IN HER FACE desde que ela levantou a mão para minha Little Barbra, mas nada justifica esta cena, a não ser para “expulsar” o arrependido chutador oficial de cadeiras – não só de plástico – do baile.

Eis aqui o grande momento, a Extreme Make Over que transformou Rachel Barbra Berry em Lea Michele Sarfati Monteith, sim meus caros a Child Star faz uma participação especial em Glee, pois HELL TO THE NO que viamos Rachel a sair do banheiro. Um adendo aqui: é impressão minha ou boa parte do episódio se passou no banheiro? Brincadeiras a parte, com um ousado tomara que caia  e os cabelos repartidos para o lado destacando sua franja, Lea faz seu debut para espanto de Finn ou mesmo Cory, não sei mais ao certo onde começa um e onde termina o outro de tão lindos e apaixonados que eles ficam um com o outro. A cara de bobalhão com sua amada – dentro e fora da série – é visível e para o espanto de Lechel, seu amado diz que o baile estava tenebroso sem ela ao seu lado, o que a convence a ir para o McKinley curtir o pouco que ainda resta do último baile da turma, estimulando também Klaine a acompanhá-los. Puck e Becky curtem uma fossa juntos no quarto, mas antes disto quão fofa foi a cara do Puckerman a contemplar o Finchel Kiss, parecia que em sua mente ele pensava algo como “Dude, o amor ainda existe”.

E vualá, no mesmo dia que parte do fandom veio abaixo com a primeira foto que consagrou Monchele oficialmente como um casal, após viagens, flagras e comentários, é a vez do T-Rex entrar de mãos dadas com sua Hot Jew a frente de todos, para alegria de Samcedes e Tike que curtiam uma dançinha coladinha. A vibe dos casais logo muda quando a Boy Band ND incorpora a nova febre da meninada, os inglesinhos do The X Factor, One Direction. Se querem culpar alguém por estes cinco fedelhos existirem, culpem o Sr. Simon Cowell. Se ano passado a “guilty pleasure song” foi “Friday”, desta vez “What Makes You Beautiful” é que tira todos do chão, o que confesso me fez querer pular no palco pra agarrar os garotos, claro que não gostaria de arrancar um pedaço do tererê do Teen Jesus e apesar do Maridão estar bem apagadinho ultimamente, foi adorável os boys do ND a se divertir com o acedio da mulherada, principalmente do Mr. Bocão Evans, que teve com certeza uma epifania da sua época como White Chocolate.

“I didn’t get nomited for prom queen like that girl in the comercial”

Ladys and Gays este é o momento em que Mark Salling e seu lindo abdômen me fez chorar, um misto de alegria e orgulho com este momento de ouro do episódio, alias eu diria que foi um momento tão inesperado que entrara pra história da série de tamanha sensibilidade e bom gosto. Parabéns a sua excelente idéia Becky Jackson ao propor um Strip-Poker contra nosso eterno Bad Boy. Em meio a tanta ciumeira e trapaça, Becky dá o tom real ao eterno sonho de uma garota em ser Prom Queen e inusitadamente quem lhe proporciona isto é Puck, que nos despedaçou de emoção ao vê-lo criar a partir do papelão da caixa de cerveja duas coroas, coroando-os o Anti-Prom Queen&King.

“When we first met, you were everything i wanted to be: You were beautiful, popular and you had Finn”

Agora chegou a parte que realmente me fez virar os olhos, por mais que todo o restante compense, temos mais um papinho de corredor entre as nêmesis. Rachel Barbra Berry sei que está no seu sangue pedir desculpas, dar abraços e falar compulsivamente quando está nervosa, mas quão absurdo é ouvir que mesmo não tendo ideia do que fazer da sua vida, sentira-se orgulhosa por ter encontrado um jeito de ser amiga daquela que nunca imaginou que seria. Entendo perfeitamente o paralelo Patinha Feia e Cisne criado entre as duas, principalmente com a idealização do padrão de beleza e status que Fabray emite, porém como fica aqui o real sentido da palavra amizade, esta que é um dos grandes alicerces do ser humano?

O momento Pezberry apesar de meio forçado durante o tributo a Whitney, pelo menos deu ponto a uma conversa realista entre as duas personagens, com Rachel a admitar quão ótimo seria se tivessem cantado mais duetos maravilhosos juntas ou com Santana admitindo quanto ódio nutriu pela Drama Queen ao longo dos anos. Posso ter ambas como minhas favoritas, mas aqui sempre houve excesso de sinceridade e maldade, mas nunca tentaram ser o que nunca foram, amigas e nem o fato da formatura se aproximar mudaria isto, mesmo que a paz tenha sido decretada. Já toda conversa, sem excessão alguma entre Rachel e Quinn segue o mesmo padrão, Rachel a pedir desculpas ou a dizer quanto admira, se espelha e gostaria de ser como ela, enquanto a cara de paisagem reina na Loira do Banheiro. Não sei sinceramente o que o trio da trollagem planeja daqui pra frente, mas sinto que teremos mais um ou outro momento com este em breve, mas uma coisa eu sei, é muita ousadia nomear isto como uma amizade.

Já esquecemos de como Hummelberry nasceu? Claro eles são praticamente gêmeos siameses e a união tornariasse obvia, mas este é um exemplo de amizade solida e real, que caminhou desde “Duets” a passos de bebê até a realização do Wicked Dream em NYC. Chega a ser desrespeitoso ver a protagonista chamar sua antogonista de amiga mais uma vez, algo que aconteceu bastante nesta temporada. Qual é a desesperadora necessidade de fazerem isto, além de seguir com a rotina “Todos devem deixar o passado pra trás e pedir desculpas”? Ah sim, a frase seguinte de Santana é a resposta correta e acho que pararei por aqui, não quero soar como a Tia ranzinza mal humorada:

“Stop making out with Berry and get to the Spanish room, Quinn”

Olha acho que realmente me exaustei e está mais do que provado que Faberry me tira do sério, principalmente quando sua personagem favorita insiste em rastejar, mas vamos falar de coisa boa e isto acontece quando o realeza do Anti-Prom chega ao colégio. O simpático casal realiza dois grandes sonhos: o de Becky como Queen – não só sua voz interior – e Puck finalmente conseguindo misturar alcool no ponche da Sue.

“I won. Is everthing i’ve ever wanted and i don’t feel any different”

O decisivo momento da contagem chega e Santana e Quinn marcam ponto a ponto, revelando que por somente um ponto de diferença, a loira bateu a latina como Queen, mas Satan diz não se importar, sabendo que sua amada recebera somente quatro votos para King. Seja por peso na consciência, Fabray tem em suas mãos o grande troféu, este que almejou durante toda vida escolhar, mas parece não fazer sentido a ela. Será que agora, recuperada de seu acidente e com um futuro brilhante em Yale pela frente, a loira finalmente deixou suas ambições de menina? Sua conversa com a Satan foi extremamente direta e aberta, reconhecendo que ambas são candidatas tops, que sempre tiveram tudo que quiseram e agora será que não valeria a pena sair dali fazendo a diferença, somando de maneira diferente?

“I love finally getting to see the real you”

Outro que faz participação especial é Darren Criss, inclusive para aqueles que o conhecem do tempos de A Very Potter Musical, sabem que os caxos de Darren eram sua marca registrada, alias sempre gostei mais dele assim, ao natural do que no seu estilo “Mamãe acabou meu estoque de gel da semana”. Kurt apesar dos olhares de choque de todos os colegas para o mini-afro hair de seu namorado, senti-se orgulhoso dele finalmente mostrar seu verdadeiro eu e que não deve envergonhar-se nunca, pois este é o verdadeiro homem sem o produto.

“- Meu Deus, que patinho tão feio!”

Qualquer criança que se preze sabe reconhecer esta frase e com ela toda a simbologia de um dos mais clássicos contos infantis. O conto do patinho feio nada mais é do que uma metáfora ou paralelo da percepção de como este diferente pato é visto pelos demais, o que nada mais é do que um retrato da percepção humana sobre que somos para nós e para os outros principalmente.  Esse patinho deixou-se influenciar por todo o negativismo e olhares tortos que recebera. Afastado, sentindo-se não pertencer ao bando, este no qual ele destoava devido a sua aparência, avistou dois cisnes a contemplá-lo, para no fim perceber que um deles era seu próprio reflexo, enxergando-se como realmente era: um belo cisne. Rachel pode ter a sindrome do patinho feio com Quinn ao seu solado ocupando o cargo de Cisne, mas aos olhos daqueles que a amam desde o primeiro caminhar neurótico nos corredores do McKinley, ela sempre será nossa pequena grande menina mulher cisne.

No review anterior dissertei em pelo menos três paragrafos todo meu amor e admiração por Lea Michele e iste já acontece desde que me conheço como Gleek, alias me lembro como se fosse hoje do arrepio que senti quando Rachel proclamava sua primeira parte no hino da série “Just a city boy…Born and raised in South  Detroit…. He took the midnight train going anywhere”, então foi neste momento que estava entregue e vendida ao enquanto desta protagonista e pelo nome Lea Michele. Como não recordar da conversa Finchel no piloto com ela a dizer a Finn: “I think the rest of the team expects us to become an item. You, the hot, male lead, and me, the stunning, young ingenue everyone roots for” e então, durante todo o trilhar da série e da própria personagem, estávamos a torcer por você,  Rachel Barbra Berry e neste exato momento você e aquele que sempre amou são um casal e o mais importante disto tudo, construirão uma vida juntos, cada qual com suas ambições e sonhos, mas mantendo o sentimento verdadeiro que os impulsiona a seguir em frente, tornando-os cada vez melhores pra si mesmos e um para o outro.

“Maybe this time i’ll be lucky, maybe this time i’ll stay”

E pensar que ela dizia que todos amavam somente os vencedores, porém desta vez, numa virada a deixar todos com cara de interrogação, Figgns anuncia obviamente Finn Hudson como King e rufe os tambores, Rachel Berry como Queen. Diferente do ano passado, onde uma brincadeira de mal gosto corou Kurt como Queen, desta vez a presidente e vice-presidente do comitê Anti-Berry, mudaram todos os votos, coroando a futura Mrs. Hudson como Queen do Senior Prom. Não tenho dúvida que muitos ficaram a pensar “Como seria possível Quinn dar assim de mão beijada a coroa que tanto sonhei, esta que é sua por direito?”, mas eu diria que “Karma is a Bitch”, então talvez esta foi sua vez de contribuir de maneira positiva, por mais que Rachel seja mimada com esta impensada vitória. É impossível não chorar com a carinha de incrédula ao subir ao palco junto ao homem de sua vida, seu principe encantado, agora, Rei da sua Rainha. O pavor ao imaginar que aquilo, assim como Kurt passaria, seriamente somente uma brincadeira de mal gosto, algo como levar um  banho de sangue de porco como Carrie, a Estranha.

Desde o momento em que Kurt coloca a coroa na cabeça de sua melhor amiga, o momento em que Finn pega em sua mão, conduzindo-a para a primeira dança da realeza, meu lado mais girlie sentimental explodiu em meio a um rio de lágrimas, pois todos sabem: se Rachel Berry está feliz, o mundo gira de maneira diferente, principalmente quando Finn, com seus olhos lagrimejando age como o #BestBancéEver ao proclamar tão lindas palavras para fazer sua amada abrir os olhos para quem ela sempre foi, ainda é e sempre será:

“You’re sexy, you’re beautiful, you’re a inspiration to every single single person in this room, just like you are to me. From where you began to where you are now, you’re amazing”

E sim, tanto Rachel como aquela que belissimamente dá vida a ela são uma inspiração, a prova que o patinho feio ao olhar dos outros é na verdade um belo  cisne, ficando aqui a mensagem para todos aqueles que diziam que Lea Michele não era bela o suficiente para a televisão ou que sua etnicidade poderia atrapalhar sua carreira, pois é meus caros, tanto não provou a todos que estavam errados, como se transformou num dos grandes modelos para as garotas, não só norte-americanas, mas todas as Rachel Berry’s inseguras e donas de sonhos maiores que o próprio nariz espalhadas pelo mundo. Como Lea mesmo disse ao ganhar este ano o People’s Choice Awards: “This one goes to all the Rachel Berry’s in the World”. Salutos Ms. Berry, Prom Queen!

Enquanto Quinntana encerra o baile ao som de “Take My Breath Away”, que apesar de ser a canção mais brega do universo, simbolizou como nós Finchels e Moncheles de carterinha nos sentimos ao ver este dois coladinhos a dançar. Destaque também vai para Quinn a se colocar de pé, provando como Samcedes mesmo diz ser um “Praise! It’s a Prom Miracle”. Tirando ainda mais o nosso ar, somos contemplados com as adoráveis fotos de baile, todos estes a interagir com o Cute Dino, sejam os desacompanhados Rory, Artie e Joe até os casais Wemma, Samcedes, Tike, Klaine e Finchel, o que me faz pensar quanta falta sentirei deste Cast todo unido a nos trazer momentos tão especiais, momentos que mudaram minha vida e de muita gente por aí. E pra fechar, Tina abre seu coração a Mike em meio ao seu já clássico momento de chorona oficial da turma:

“I just don’t want it to end. Everthing. This whole year. I just wish it could go on forever.”

Quanto mais o Goodbye se aproxima, mais fico a pensar quão difícil será dizer adeus, principalmente sabendo que momentos como estes, onde todos estão felizes a viver e projetar seus respectivos contos de fadas, deixarão de existir, sendo substituidos por novos planos, novas trolagens e novos rostos, afinal sabemos que pelo menos metade do Cast nos abandonará. Mas fica aqui mais uma agradecimento antecipado, este que irá se repitir e muito até o dia 22 de maio, pois maior que seja o meu sofrimento, estarei ao lado de cada um deles, estes LOSERS LIKE US que amo tanto.

Artigo preparado por: Mary Barros

16 thoughts on “Glee (3×19) – Prom-Assaurs

  1. Acabei de ver o episódio e estou com um sentimento de saudade já, sinto como se a season finale, fosse mesmo a series finale. Gostei muito, especialmente da parte final do episódio, de ver como passado estes três anos a amizade entre todos cresceu. Tenho mesmo pena que esteja prestes a acabar…

    Até ao próximo.

  2. Mamma, ainda bem que você deu uma boa nota para esse episódio! Simplesmente me deixou arrepiado. Ver Rachel Berry ter o seu DIA é incrível. Quando ela foi coroada simplesmente me veio a cabeça um flashback de tudo que ela sempre passou e principalmente suas primeiras cenas em Glee. Como ela sempre enfrentava tudo e todos (por vezes, o seu próprio ego) para provar que era talentosa, ou quando era egoísta (até nisso eu a perdoava, porque sempre vi um pouco de mim em Rachel e na sua arrogância, hehe) ou quando fazia aqueles bicos por receber slush de alguém no corredor. Acho que ter torcido por ela, durante esses quatro anos, às vezes chorado em silêncio, e agora ver que ela finalmente conseguiu “se tornar especial por fazer parte de algo especial” não tem preço que pague.

    Como eu perdi meu comentário na review do episódio passado, vou dizer uma coisa sobre Choke: Odeio Ryan Murphy. E dessa vez é definitivo e não tem volta, rs. Me diga você, por que ele colocou Beiste como protagonista da história da violência doméstica? Só pra encher linguiça. Outro dia, eu li um comentário de um garoto e ele dizia que parece que o Ryan quer colocar todos os temas polemicos de uma vez só e eu concordo com ele. O que mais me indigna é que tenho certeza que demorará MUITO para voltarmos a ver Beiste e o seu relacionamento com Cooter. Sei que nem sempre é o Ryan que escreve a história mas tenho quase 100% de certeza que ele administra o rumo dos outros personagens e avalia a história dos outros roteiristas, então né, vou continuar culpando-o… Ele sempre tem a mania de inventar uma história ABSURDA só para complementar o episódio e depois esquecer daquilo. Como a Emma e o seu TOC, Rory e sua volta para o seu país, aquele garoto – que desconheço o nome- que estava de rolo por mensagens com o Kurt, a própria historinha da Lucy Caboosey. Não sei se é só eu que acho péssimo tudo isso, porque gostaria de ver MUITO mais da história desses que eu citei, né. Mas por eu, infelizmente, não achar um jeito de mandar um e-mail muito bem educado para ele, eu venho até aqui reclamar porque sei que você me entende, hehe. É chato, porque Beiste poderia ter sua história finalizada e até poderia sair nesse final de temporada (não que eu não goste dela, mas outros personagens precisam de história, principalmente na quarta temporada), mas ele fez o favor de inventar uma história que não sabemos quando ouviremos falar sobre novamente.

    Enfim, agora vou falar DESTE review, porque é pra isso que estou aqui, haha…
    Eu nunca imaginei que Puck e Becky pudessem ser um casal, portanto para mim foi uma surpresa. Tô até torcendo para o Puckerman não encontrar um jeito de se formar e repetir de ano para ficar com a Becky. Achei LINDA a cena dos dois e por mais que tenha considerado desnecessária aquela narração mental, durante a primeira vez que ouvi, foi excepcional a interpretação só pela voz de Helen.

    Chorei muito quando Tina disse que não queria que aquele momento, aquele ano acabasse. E eu fiquei assim na frente do computador “Nem eu Tina, sniff… Nem eu”.

    Pra mim foi um dos melhores episódios da temporada. Só rezo para não me decepcionar com o próximo. Mas pelo que ando vendo, rirei muito com Props e logo seguida será as Nacionais então dúvido muito que vá me fazer infeliz, os próximos episódios!

    Até a próxima review Mamma Mia!

    PS: Best moments: Blaine e seu cabelo lindo/Puck de cueca/Big Girls Don’t Cry/A Festa Anti-Baile (rialto da animação da Becky)/Love You Like a Song e novamente o Puck de cueca.

    • Aha eis aqui meu queridissssimo Lovatic!
      Demorei um pouco pra responder todos os coments, mas aqui estou euzita rssrrs!

      Vc disse tudo, Rachel está a um passo de concluir seu lema “se tornar especial por fazer parte de algo especial”.
      Agora falta coroar-se NATIONALS Winner e claro dps ingressar na NYADA e claro casar-se com seu dignissimo amor.
      I WANT IT ALL (momento Sharpay fangirling) for her.

      Bom, meu amor com Ryan Muprhy foi mto declarado em praticamente todas minhas reviews da Season 2 e desde então, com o inicio desta temporada, que começará já bem diferente e digo até hj ainda é BEM superior, deixei de lado o rancor pela Gazela e foquei-me no que conseguia aproveitar de bom, as lições e a beleza por trás de tantas trollagens do passado e digo que a jornada com este temporada fora prazeirosa e cheia de joy e mesmo episódios detestaveis como o de Natal ou Big Brother ou mesmo o do Ricky Martin, não conseguiriam impregnar meu amor perante os demais excelentes e tocantes episódios, pois Glee mais emociona do que faz rir, mas é a personalidade tão distinta de cada uma destas personagens e a maneira como o Cast as entrega que arrancar SEMPRE sorrisos da minha pessoa.

      Te vejo essa semana com o episódio DUPLAMENTE nostalgico, que nos preparara para o GOODBYE, este que já entro em coma depressivo desde já.

      XOXO

      Ps: Seu apelido está em processo de criação e inspiração, não se preocupe😄

  3. (Estou enxugando as lágrimas, wait…)
    Olá, minha Marikerida.Agora a sua Lambs vem, por meio deste comentário, dizer que riu e chorou tanto com o ep. como com a sua review.Loira do banheiro, barraqueira de baile funk,que Merlin esteja com ele, menina, tava inspirada, né? kkkk
    Bem, sério, acabei de ver o episódio, e posso dizer que foi, realmente, incrível.Posso até arriscar a dizer que foi mais cara de baile mesmo, daqueles filmes que a gente cresceu assistindo na Sessão da Tarde, do que o do ano passado.Esse ano mostrou que em certos momentos da nossa vida, a simbologia importa, sim.Não era só mais um baile, era “o” baile da formatura, aquele momento que deveria ser perfeito, e Quinn e Rachel, a seu modo, correram atrás disso.Claro, ninguém supera a Loira do Banheiro no quesito “I wanna be the prom queen”, e vimos sua forma delirante dar as caras pela coroa de novo, mas aquele momento decepcionado em que Finn confere que ela já pode andar foi um dos melhores do ep., pq fica laro, tanto pra ele como pro público, porque ele e Quinn nunca dariam certo, e pq ele escolheu Rachel.E o anti-prom, hein?! tacada de mestre genial, Becky mais genial ainda, Puck mostrando mais uma vez, que debaixo daquele moicano tb bate um coração de manteiga derretida capaz de tamanha fofura, como a de realizar o sonho da garota (aliás, Becky representa muito mais a realidade que qualquer um ali naquele baile).
    A ideia de um baile baseado nos dinos foi hilária, mas, aliás, o que mais poderia sair da cabeça da desmiolada da Brittany? Qse td mundo teve seu destaque, e eu tava sentindo falta daquelas maluquices dela…qto às músicas, a da cabeçuda ficou bem mais bacana ainda na voz da Santana, e tirando a clááááássica Take my breath away (brega sim, mas linda! kkkkk), eu não tomei conhecimento das outras.Ah, e eu adoro a Fergie e Big Girls don’t cry kkkkkk!
    Sua review foi linda, Mari, mas, como eu sou Finchel, tenho que comentar: Lea Michele Sarfati Monteith, sua linda, era vc, não Rachel, naquele vestido arrasa-quarteirão.Eu tb não sei onde começa Finchel e termina em Monchele, mas aquele beijo sob chuva de papel picado no final me deixou com os olhos marejados.Claro, dá para ver que a intensão era msm fazer jus à tradição, bolar cenas bem “bregas” e clichês, porque, como eu disse, esse ep. realmente tá parecido a esses filmes da Sessão da Tarde (os melhores filmes teens dos anos 80 e Ela é Demais, que já é de 99 kkkkk), mas enfim.O importante foi ver Finn e Rachel como reis do baile, merecidamente, por serem os mais lindos e apaixonantes, mas também para mostrarem que é possível realizar seus sonhos, ser bonito aos olhos de quem amamos e para todo mundo, ser feliz como se é e o que se tem, e claro, estar com alguém te faça sentir-se único e especial…

    • Lambs amada do meu coração!!!
      Te fiz chorar é???! GENIOUS, o meu ego se eleva, pois por ser extremamente emotiva, adoro emocionar os outros xd

      Ah vc sabe bem que inspiro master nos apelidos e frases bizarras né, é o diferencial do review sempre rsrssr

      Minha cara, nem falo mais nada de Finchel ou Monchele pois são tantos feelings que nem cabem mais, claro naõ sou tanto que nem minha Kiddo ou a Twinnie dela mas o amor é incondicional e passional rsrs

      Bom é isto ai, se prepare que amanha teremos dose dupla ou seja, review duplo rsrsrsrs, vou escrever até cair os dedos, pq CARAY vai ser gigante, vou postar os episódios separados, because of reasons!!
      Mal posso esperar pra ver as trocas de personagens e claro nossos CHAMPIONS ahazando nas Nationals, merecidamente dps dessas 3 songs FODAS do setlist, que claro não tem nada de VINTAGE como Blaine disse q seria o tema do campeonato masssss rs

      Bjao

  4. Olá, Mary *-*
    Maldita montanha russa, virou até clichê ficar toda semana dizendo isso kkkkk’
    Mas é a realidade, no anterior Glee nos entregou um eps mediano e nesse um eps fantástico!!! *—–*’

    Adorei as músicas, gostei de quase tudo que foi mostrado.

    Santana e Britt são lindas juntas *–*’
    Adorei o tema do Baile, Britt é muito engraçada, esperava mais do solo dela, mas foi legal. (:’

    Pela primeira vez devo admitir Sue estáva muito de boa!!! Em nenhum momento fiquei com raiva dela ou coisa do tipo, puts isso é uma evolução hehe’🙂

    Puck foi uma surpresa tb, gostei muito da atitude dele com a Becky, foi demais toda a emoção que ela passou sobre seu sonho de se tornar rainha do baile *.*
    Será mesmo que Puck vai ser reprovado =/

    Tina com sua fala épica, soube falar tudo oq eu sinto. *-*’

    Kurt e Blaine foram ótimos dessa vez, mais outra surpressa, adorei tudo dos dois, em nenhum momento achei bobo ou tenso oq mostraram. =)’

    Mercedes e Sam vão mesmo ficar juntos pelo jeito, e mesmo achando que eles não tem química, gosto de ver os dois juntos. (:’

    Agora falar de Quinn, é meio tenso, gostei da conversa no banheiro com o Finn, não sei se achei a atitude dela surpreendente, quando ela disse que tinha se tornado a rainha e nada tinha mudado, nada estava diferente, já imaginei algo do tipo, até foi aceitável.

    Minha linda Rachel, eu amo você s2 *-*
    Como estava linda e perfeita nesse eps, depois de sofrer tanto, acho que isso foi mais que merecido, ela ganhando a coroa foi lindo e ainda mais dançando com seu amado, pqp me fez quase chorar!

    Mary, como vc diz que a música Take My Breath Away é brega? OMG que pecado, é linda demais essa música rs, eu adorei ela ser tocada de fundo e nos apresentar toda essa galera tirando as fotos, deixando aquele sentimento que o fim se aproximada cada vez mais, e falar nele pode se tornar mais fácil a cada dia que passa…
    Não sei como vou me sentir com esse final, mas estarei aqui, como sempre fico repetindo nos comentários kkkk’ *–*’

    Enfim, um eps onde me surpreendi demais com tantas coisas, que nem sei comentar direito, um eps que entra para os favoritos sem precisar de muitas coisas fortes, só por fluir tão bem. *-*’

    Sua review foi novamente perfeita, toda emoção que você passa é de tirar o chápeu!
    Obrigado mesmo, por tudo isso. =)’
    Estaremos juntos até o final…. *—–*
    Beijooos

    • Bom roller-coster é o lema de nossa vida gleekiana não é mesmo meu caro??
      Eu já estou vacinada quanto a isto, pq sei que qdo querem que agt odeio agt ODIARA mas quando é pra nos fazer AMAR, choro de tão precisioso que foi e este baile foi nada alem disto, claro tirando algumas cenas que me irritaram como já deixei bem claro!!

      Os casais tiveram seus destaques, Tina ahazando, mesmo sendo a mais trollada, sempre abre a boca pra falar as coisas mais lindas e emotivas.
      Samcedes my ass pra eles rsrsrs, Mercedão tudo crê que não voltará pra Season 4 (não vejo pq tb e estou mtooo triste kkkkkkk) e o Sam sei lá eu oq farão, o ator é convidado e até agora nem mencionaram q ele tb se formararia querrendo ou não.

      RACHEL RACHEL RACHEL, eu nem preciso mais dizer que ela é a razão da existencia disto tudo desde o DAY ONE e será até o fim!!!

      Take My Breath Away é brega sim, mas é aquele brega que conhecemos e no fim gostamos e juntando a cena final, tornou-se a cena mais linda, pois foi o momento de coroação da nossa estrela AMADA.

      Tks one more time por passar por aqui e sempre ser este gleek carinhoso e querido!

      Bom saber q estaremos juntos a aplaudir nossos amados a jogar os chapeuzitos vermelhor pro alto!

      Ps: se tiver twitter me adicione: @ladymaricota , quero manter contato com os poucos que sobreviveram desde o termino do Portal.

      BJAO

      • Olá novamente *-*

        Eu fico me perguntando, o que será de Glee sem Rachel Berry daqui pra frente? =( É tão estranho pensar dessa forma ‘-‘

        Ah, eu não tenho twitter e nem face /chora /nãoexistou eu sei kkkk😛
        só tenho meu orkut abandonado e meu msn hahaha
        Se quiser me add no msn: andersonleandrogarcia@hotmail.com
        Bjoooooos. *-*

        • Queridão, Glee terá Rachel Berry, vc não sabe que ela, Kurt, Finn e Santana já estão confirmados para retornar?? Enfim, não será o MESMO claro e fico ainda com medo do que irão fazer, considerando que vai mudar TUDO, mas fico calma que não terei que me despidir da minha favorita tão cedo ainda!!

          Poxa vida, vc precisa se atualizar nas redes sociais rsrsr, dps te adciono mas eu raramente entro no MSN.

          Bjs

          • OMG!
            Eu estou por fora mesmo, lembro de ver uma notícia ano passado que a Lea não ia voltar para a 4ª Temp.
            E ela vai voltar, PQP que notícia boaaaaaaaaa \o/ \o/ \o/

            Realmente eu preciso, eu tb quase nunca entro hehehe😛

            bjoo’

  5. It’s a Damn Freaking Prom Miracle.

    Três palavras para resumirem este episódio: Rachel Berry, Rachel Berry e Becky Newton.

    Como sempre Mama fora um prazer ir ao baile contigo, é sempre prazeroso estar em sua companhia, mesmo que eu tenha atrasado um bocadinho…

    Enfim, pouco me importou as musicas (que é uma das razões pelas quais sobrevivi as montanhas russas de Glee até hoje), o que me importou fora a forma com que berry influenciou todos os outros persoangens a terem os seus momentos de glória, mesmo que esta encontrava-se bem distante do mesmo.

    A forma involuntária que esta uniu Puck e Becki, seu discurso humilhante e orgulhoso para Quinn. Berry definitivamente não é aquela mesma garotinha que conhecemos há três maios atrás e eu simplemente amei estar ao seu lado em cada passo deste desenvolvimento.

    Enfim, Mama, isto fora Glee realizando seus pequenos milagres, nos emocionando, nos fazendo chorar, nos fazendo aproveitar cada ultimo segundo que teremos com esta turma que aprendemos a amar, odiar, e a amar novamente.

    Sei que para mim tenho a sensação de que esta é a ultima temporada da série, que o episódio final será um triste adeus, uma amarga despedida. Enfim, eu não estou pronto para dizer adeus ao pessoal do ND, e, principalmente não estou pronto para dizer adeus a Rachel Berry. Simplesmente não estou.

    Ótimo baile, simplesmente ótimo, nostalgico, belo e emocionante.

    XOXO

    • Ah meu querido e eterno Prom Date, atrasado, me deixou pela a aguardar-te nas escadas de minha casa, mas compensaste com a bela pulseira floral verde que trouxera pra combinar com meu vestido!!! rs

      Sim meu caro o episódio foi em suma: Rachel Berry, Rachel Berry e Becky Jackson (não Newton) rsrssrrs.

      Vc viu que este episódio só seria perfeito senão fosse pelas Faberry cenas, que me ofendem profundamente, pq sou TEAM RACHEL até o fim e não aceito amizade, mas se é pra deixar o passado pra trás e formar-se em paz, que assim seja.

      O mesmo digo, esta season finale terá sentido de series finale, pois mesmo com a Season 4 totalmente “reformulada” como os writers e o cast insistem em dizer!
      E eu sempre disse isto, Glee é sinonimo e verbo conjugado para sua protagonista. Lea Michele a partir do momento em que marchou nos corredores do McKinley eu já soube que a amaria para todo o sempre e o momento em que esta deixar estes mesmos corredores, a caminho do seu sonhado e merecido sonho, eu iria sentir TODA a falta do mundo. Não é a toa que essa excentrica, insegura e ao mesmo tempo determinada e bela garota judia é minha personagem favorita na TV.

      Agora vamos lá, amanha teremos paulada DUPLA no emocional com um episódio de 1h20, que somente pelas canções, serão de arrepiar e compensar a lameira POP farofa deste ultimo baile.

      XOXO

  6. Oi Mary e fãs!

    Esse episódio foi bem melhor do que o anterior. Gostei bastante da entrada triunfal do Puck com a Becky no baile, meio que dando uma banana praquela coisa toda. Também gostei do modo como a Rachel não acredita que ela possa ser a rainha, mesmo por um dia, me lembrou daquela personagem humana e com aquelas inseguranças, que no fundo são uma das razões dela ser incrível.

    Mas sobre a temporada, ela começou tão bem, com tanto fôlego e coragem, depois ela foi patinando, se perdendo… As melhores histórias são aquelas que têm começo, meio e fim, parece que ao invés disso preferiram uma quarta temporada.

    Não é só a Rachel que está perdida, parece que os roteiristas também estão sem saber o que fazer com Rachel e companhia depois deles se formarem. Como mantê-los? A solução parece que vai ser estranha e artificial. Uma coisa que a série não merecia.

    Um abraço!

    p.s. Verdade, agora que me dei conta, 3.19, o final da série está chegando… Triste com certeza vai ser, mas espero que no bom sentido!

    • Hello queridão!!

      Bom vc disse mto, o começo, meio e fim, uma história bem contada vale muito mais do que tributos e temas polemicos, mas é o que eles querem e temo muito pelo que virá com a Season 4, principalmente com a confirmação de que haverão dois nucleos, dos formados e o do McKinley. Temo somente por minha Rachel Berry, ela merecia um spin-off, ou isto, ou nada…
      Se eles querem amadurecem, mudar o dia de transmissão da série e conquistar mais o publico, terão que soar muito pra isto, não é mesmo?

      O fim se aproxima meu caro e eu nem quero pensar nisto agora que ja´me dá um aperto ENORME.

      Bjao

      • Oi Mary!

        Ainda não entendi porque eles desistiram do spin-off. Tenho certeza que a Rachel/Lea sustentariam uma série própria, já imaginava até uma série mais madura e adulta pra ela… Eles querem fazer isso dentro do Glee? Parece uma idéia meio Frankstein…

        Bjs!

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