Glee (3×18) – Choke


“Deep in space there are giant interstellar clouds. Most of them just float through the universe, content to be balls of gas and space dustbut there are special ones. Maybe they collide with a supernova or are just made up of something extra amazing but one day they just get too big for the nebulas they’re in and with the sheer gravitational force of their awesomeness, they become a star.”

O monologo acima, brilhantemente entregue durante os primeiros minutos do episódio sinaliza o que realmente penso sobre o casamento entre Lea Michele e Glee. Todos aqueles que se identificam, torcem ou mesmo se apaixonam a cada dia pela protagonista sabem que ninguém melhor que Lea para entregar performances tão fora da orbita regular. Child Star, como a chamam na vida real, trilhou ao longo destes quase quatro anos, um caminho que raramente alguém com a bagagem artistica como a dela poderia sonhar e ao menos projetar pra si. Todos sabemos que a transição teatro vs tv é bem delicada e tal mudança drástica pode influenciar e muito a carreira de um artista, claro se isto não for bem administrado. Lea rompeu barreiras ao chegar em 2012 como uma das grandes representantes de sua geração e por maiores que sejam os comentários sobre sua personalidade e ego, talentos assim são um em um milhão. Lea Michele é Rachel Berry e Rachel Berry é Lea Michele, o que muitos podem pensar que elas são somente uma extensão do passado e presente uma da outra, mas esta gigante de apenas 1,52 de altura sobressai a própria série, esta mesma que a ajudou a dar este grande passo a caminho da lua, pois como fã incondicional de ambas, tanto Rachel, como Lea, o céu não é limite.

Agora vocês me perguntam, fora a babação de ovo, qual o propósito de começar o review desta forma, não é mesmo? O motivo é simples: Glee na minha opinião tem sido a cruz e a espada pra sua estrela principal e por mais rude que isto soe, fico a pensar se conseguirão manter esta conexão que sentimos com seus sonhos, motivações, ambições, além da maneira apaixonada e dedicada que dita sua vida. A promissa de manter Rachel durante a Season 4 será o grande desafio dos criadores, além de como farão pra dar jus a um talento como o de Lea? Façam o que bem quiserem pra justificar a renovação, mas não destruam uma das personagens mais especiais da televisão dos últimos tempos, transformando-a num clichê do ego daqueles que a criaram, pois visivelmente precisarão deste brilho se ainda quiserem se manter com um pé no chão, pois com os dois já sabemos que não conseguem mais.

Soa estranho falar tudo isto após escrever escrever um “Dance With Somebody” altamente emotivo e nostalgico, mas vocês bem sabem que quando o assunto é Rachel Berry, eu me transformo numa leoa superprotetora e meio negativa, principalmente quando tratam de maneira nada especial e dedicada um dos grandes momentos de sua vida: sua audição para conquistar o Broadway Dream. “Choke” simboliza claramente o pior direcionamento que a série constantemente se propõe a nos entregar: temáticas pesadas em meio a outros acontecimentos, tornando tudo superficial e difícil de processar. Tratar de religião, morte, sexualidade, preconceito e até o mais recente caso de suicídio são algumas das formas que Glee conseguiu tratar pra dar voz a assuntos discutíveis na sociedade, porém na minha simples opinião de Glee Mamma, o titulo do episódio não simboliza somente o engasgo da protagonista, mas o engasgo da própria série, que se esforça perdidamente pra tentar ser maior do que es, ou seja, tenta a qualquer custo passar uma mensagem, nem ao menos se preocupando que em vez de desenvolver aquilo que ainda consegue, tenta enfiar moral da história na guela de todos.

Agora que os episódios temáticos parecem encerrar-se, o grande desafio realmente começou e ainda assim usam uma certa linha de raciocínio gleekiano para ditar e mesmo tentar interligar suas personagens, o que visivelmente não funciona. Mesmo esquecendo detalhes como “Rachel is Vegan”, quão peculiarmente perfeito foi mais este monologo com a já famosa preparação da Drama Queen, malhando e olhando-se no espelho para estimular sua auto-estima para os próximos dias, estes que ditarão seu futuro. Finn serve como grande apoio, ajudando-a a praticar e por mais assustador que sejam suas expressões, esta é a protagonista, desta vez mais balanceada que a da Season 1, mas que ainda mostra que ao contrário do que muitos acham, a boa e velha Rachel Berry não estava morta e enterrada e sim veio sofrendo algumas atualizações.

“My hole life has led to this moment”

Fico realmente confusa em que ordem dar a este review, afinal as três tramas que ocorrem durante o episódio atropelam uma a outra e ao final nenhuma dela atinge o objetivo, tornando tudo: desnecessário ou forçado. E é assim que Glee ultrapassa o sinal ao trazer para os corredores do McKinley o seguinte assunto: Violência Doméstica. Como inserir um tema tão recorrente e delicado a esta altura do campeonato? Bom não sei ainda a resposta, se vocês a tiverem por favor me ajudem a abrir a mente. Usando o maior clichê que fora o espancamento de Chris Brown em sua ex-namorada Rihanna, o roteiro abre porta para este grande e ensurdecedor problema, que em suma atormenta diversas mulheres, crianças e jovens em sua maioria em todo o mundo. O foco claro teria que ser direcionado ao elenco adulto, assim Roz e Sue tornam-se porta-vozes ao unirem-se para punir os comentários ofensivos feito por Santana após esta ver que a treinadora Beiste está com o rosto machucado. Compartilhando risos e comentários mesmo que não tão diretos quanto o da latina, Mercedes, Tina, Brittany e Sugar entram na onda, o que deixa Roz ainda mais inconformada.

“Hatrack, Asian Horror Movie, Li’l Oprah, Rojo Caliente and Salsa Caliente”

O ping-pong de tramas muda de lado ao mostrar Kurt como Fantasma da Opera e Tina como Christine, sua musa inspiradora. “Music of The Night” é sua escolha para a audição, porém mesmo treinando esta canção a um certo tempo, ainda não se senti confortável em sua própria pele, o que podemos facilmente compreender, afinal nosso Porcelana não faz do tipo de garoto que se esconde por trás de uma mascara, mesmo que esta seja pela metade.

NYADA Plot Check. Domestic Violence Plot Check. Chega a vez de Puck dar o ar da graça ou simplesmente diria: mais uma descabida para tentar lembrar que ele ainda existe, pelo menos desde o retorno de Beth no inicio da temporada. Mark Salling é na minha opinião o membro do Cast que sempre destoou de tudo, algo que sempre lembrarei minha mãe a dizer “O que esse velho com este moicano horroroso ainda faz ai?”. Pois é, me pergunta a mesma coisa e principalmente nesta temporada onde tudo que lhe ocorrera além de Beth, foram performances musicais altamente aleatórias. Desta vez a enfase se dá a sua dificuldade em se graduar, considerando que es um péssimo aluno, fazendo-o recorrer a arte da sedução com sua professora de geografia, matéria a qual poderá enforcá-lo. Alice Cooper não deve ter ficado muito contente com esta nova rendição de “School’s Out”, mas a performance serviu para rebelar a personagem perante o sistema estudantil que ele tanto desprezou.

E como senão bastasse mostrá-lo perdido em meio a tudo que acontece ao seu redor, eis que o trio trollagem decidi nos apresentar o Mr. Puckerman, sim o papai desaparecido de Puck, cujo ator parece mais jovem que o próprio Mark. Brincadeiras a parte, o pai visita o filho em uma das casas de piscina que trabalh  eo único o pretexto para reaparecer após cinco anos é pra pedir dinheiro emprestado, pois é as vezes os papeis se invertem completamente. Enquanto isto, Finn anda preocupado com a ausência do melhor amigo e junto aos Bros, formam um plano para confrontá-lo,pois sabem se ele não ir bem nesta prova, não conseguirá se formar. Todos aqui sabem que sou PotterHead declarada, mas uma das minhas grandes inspirações e modelos é ninguém mais ninguém menos que Audrey Hepburn e naturalmente como grande fã não poderia deixar de amar e venerar um de seus melhores trabalhos: My Fair Lady. Assustada ao ponto de nem sequer ouvir a canção antes, eis que os garotos resolvem ajudar Puck a estudar pra prova e qual música mais geograficamente apropriada para isto? Resposta: “The Rain in Spain”, que retrata uma das cenas mais icônicas para qualquer fã dos clássicos musicais. Nem preciso dizer que acelerei a cena durante a versão desrespeitosamente Rock & Roll da canção.

Voltando ao outro plot, eis que as três treinadoras do McKinley, Sue, Roz e Beiste convocam as Glee Girls para um lição de moral e já que desta vez Schue nem sequer apareceu para tematizar a aula na sala do coral, Ex-Evil Coach toma frente como co-coordenadora do Glee Club. Todo esse caminho de redenção de Sue está realmente a cansar, afinal como Sugar  mesmo diz quem a treinadora pensa que é pra dizer o que podem ou não dizer, principalmente quando tudo que sai de sua boca é ofensivo. O paralelo entre o relacionamento juvenil das garotas e a situação de real de uma mulher casada, esta submissa a sofrer em silêncio com o abuso foi altamente inapropriado mas serve para abrir a lição de casa para as garotas.

Todo fã enlouquecido por musicais, especialmente por Chicago tem como canção preferida “Cell Block Tango”, uma das melhores performance na Broadway e também na adaptação para o cinema. Para aqueles que não estão familizaridos, a música retrata os motivos pelos quais aquelas seis descontroladas foram parar na prisão, ou seja, cada uma destas seis mulheres matara seu marido, seja por causa de manias irritantes ou acusações de adultério. Agora como fazer jus a algo tão grandioso? Não fazendo claro, pois mesmo com tamanho esforço, as Glee Girls pareciam mais a brincar de dança da cadeira no aniversário de alguma amiguinha da escolha do que propriamente a mostrar a agressividade e sensualidade que CBT exigiria de qualquer mulher. Novamente, pretensão não parece ter limites e nem adianta dizer que faltou a Rachel ali, pois fico a imaginar a vergonha que seria para alguém como a Lea, que naturalmente não sabe dançar interpretando uma presidiária na dança do acasalamento com a cadeira. Agora vocês entendem por que Amber ficou somente como a narradora, não é mesmo? Sem criticar o esforço e empenho das chicas, mas totalmente fora de eixo, deixando o tema ainda mais incoerente, algo que parece atingir o nervo de Beiste, quando em meio a performance musical nos revelam flashs do real motivo de seus machucados no rosto: o maridão Cooter bateu nela.

Dot é uma joia bruta e sua Beiste trouxe alguns momentos de comoção e empatia desde que a personagem fora inserida na trama, porém o afastamento da personagem só fez seu retorno parecer vazio em contrapartida a suas outras participações. Sabemos que o elenco adulto aparece e desaparece em questão de segundos, mas foi realmente uma boa jogada colocá-la de volta desta maneira, criando um plot para preencher espaço, sem contar que nos obriga a chorar, pois realmente é isto que acontece. Impossível não se emocionar com sua confissão para Sue e Roz, revelando a vergonha que sentiu por ter apanhado do marido, este que assim como muitos homens tem o nervo atingido a simples imagem da pilha de louça ou mesmo a casa desarrumada. Não tiro aqui o mérito e a bela atuação de Dot, porém soou apelativo demais, até mesmo para os padrões da série, considerando o esforço que eles fazem pra nos facilmente provocar lágrimas, o mesmo foi com a saída do armário de Santana, que ainda acho que foi mal aproveitada.

Depois de tudo isto ser apresentado segmentadamente, eis aqui o plot que justifica o termo “Choke” do título, apesar que acredito que na cabeça dos criadores, eles realmente acharam que agressão + reprovação + audição teriam algo comum além de sua terminação.

“I vowed not to speak with you unless William & kate got pregnant, Liza passed or unless one of us was in grave danger”

Mais uma épica cena Hummelberry a porta dos armarios acontece, desta vez com Rachel quebrando o silêncio preparatório para condenar a escolha musical de seu melhor amigo. Kurt mesmo a ensaiar o clássico do Fantasma da Opera, tem como carta na manga a controversa, arriscada  e dourada “Not The Boy Next Door” do musical Boy From Oz, que recentemente consagrou Hugh Jackman como um prêmio Tony no revival da peça. O estranho aqui é ver que mesmo seu sonho sendo aquilo que mais a motiva e impulsiona a sentir-se segura, Rachel adota um perfil “playing safe”, algo que faz lembrar sua conversa com Shelby ao inicio da temporada, quando ela penava para escolher uma canção para ganhar o papel principal na produção de West Side Story. Seu nervosismo misturasse com o autoritarismo, este que acaba atingindo Kurt, pois segunda ela, escolher uma canção arriscada é uma maneira de se auto-sabotar caso venha a falhar, restando a ele apresentar “Music Of The Night” que segundo Rachel seria o “Don’t Rain On My Parade” dele.

Depois de tanto remendar, costurar e tricotar o novelo, o grande e decisivo momento Hummelberry chega, dando a primeira aparição de Whoppi Goldberg como Carmen Tibideaux, um dos grandes nomes da NYADA, além dos títulos que carrega de sua antiga carreira na Broadway, mas agora ela está ali a frente deles para julgá-los aptos ou não para compor a nova geração da prestigiada escola. Realmente admiro a simples existência de Whoopi e mesmo estando afastada do mainstream, foi realmente especial vê-la em Glee, mesmo que numa curta e objetiva participação, esta que sabemos que durara pouco, considerando que aparecera no penúltimo episódio.

O nome Kurt Hummel é chamado ao palco e após Rachel, travestida de Christine borrifar perfume em sua garganta, o Fantasma sobrevoa a frente da temida Sra. Tibideaux e após perceber sua expressão de despreso ao clichê da escolha musical, Porcelana resolve tirar a mascara, mostrando que por trás da capa e roupa preta se esconde um garoto corajoso com as clássicas calças douradas que consagram a auto-biografia de Peter Allen. Para espanto de Rachel que agora se junta a Blaine e Schuester na platéia, Kurt com auxilo das backing vocals Tina, Britt e Mercedes – reparem no vestidinho das Regionais Season 1 – prova que de fato não é qualquer um ao botar pra requebrar as cadeiras ao som de “Not The Boy Next Door”, inclusive recomendo todos a verem a performance de Hugh Jackman no Tony Awards 2004.

O único criticismo que venho a colocar aqui é que a quebra do episódio tirou totalmente o impacto deste momento e apesar de Chris Colfer mais uma vez provar quão único es, o décimo episódio não fez jus ao seu merecido e dourado momento. Não digo que não deveriam explorar Puck e Beistie, mas a maneira com que isto é inserido com um culminante e divisor acontecimento é que acabou no fim não proporcionando o impacto almejado para nenhum dos plots.

Team Berrys ao redor do mundo deem as mãos a Glee Mamma pois o grande momento de nossa Streisand Wannabe chegou. Confesso que quando descobri o que iria acontecer na audição de Rachel fiquei realmente indignada, pois HELL TO THE NO que isto poderia acontecer, ainda mais com DROMP, seu hino desde os dois anos de idade, mas sabendo como funciona as trollagens com a personagem, o caminho para o sonho não poderia ser tão fácil e brilhante quanto talento dela. Nitidamente preocupada com a ousadia e os elogios que seu BFF recebera da tirana examinadora, Rachel se põe a frente com sua grande carta na manga, canção de seu musical favorito com sua artista favorita, ou seja, toda a pressão do universo estava depositada sob seus ombros.

Mesmo com o gesto adoravelmente romântico de seu noivo a levar flores no camarim não foi suficiente para impedir que Rachel Barbra Berry errasse a letra, ou seja, o engasgo ocorre e mesmo ganhando a chance de recomeçar, sabemos que ela não conseguiria romper o nervosismo e o desespero de ter errado a canção que nasceu para interpretar, pois pra quem gosta da Diva Streisand ou sabe minimamente sobre sua carreira no cinema, entendem que Rachel Berry é a Funny Girl de Ohio. E foi com um “WTH is going on” que vemos a estrela do New Directions afundar junto a sua audição, perdendo a grande chance de sua vida. Devastadoramente Finn, Kurt, Blaine e Schuester acompanham o choro, o apagar das luzes e o cair das cortinas com o “The Dream is Over”. 

 Os últimos minutos do episódio tentam alinhar os três plots, então enquanto Puck tenta sobreviver a prova de Geografia, Beiste abre seu coração, revelando ao quinteto o real motivo dela aparecer com o rosto roxo. Se antes nunca imaginaria que algo assim poderia acontecer com ela, agora percebe que a realidade dentro de um lar pode ser muito diferente, fazendo-a enxergar que não pode aceitar viver nestas condições. Sinceramente o que as garotas fizeram que possivelmente salvou a vida dela? Apelação clichê sem disfarce e mesmo com a treinadora revelando que prestará queixas e que morará com a irmã por algum tempo, sabemos que as coisas não funcionam bem por aí.

Eis aqui o momento de tentar enrolar tudo num só novelo de lã, a começar com o pedido de desculpas do quinteto ao som da belíssima “Shake It Out”, um verdadeiro hino de libertação e luta para qualquer pessoa que viveu ou vive um “Dark Period” em sua vida. Quão bom é ouvir a voz de Tina novamente, mas ainda devem um solo e até diria um episódio temático só pra ela, pois mesmo a fazer uma linda versão acapella, a voz de Jenna é engolida pelos gritinhos de Amber e a grosso timbre de Naya, mas ainda assim ótima performance do trio.

“Thank you Shannon, for giving me a second chance”

O que vemos em seguida nada mais é do que um retrato real do que acontece e até mesmo uma mulher do porte de Beiste pode se sentir fraca e vulnerável perante o homem que jurou amá-la e respeitá-la. Amor próprio as vezes é bom e espero que retomem de alguma forma esta trama, caso contrário foi um desprazer acompanhar mais uma jogada dos roteiristas.

Em situações como a de Rachel nenhum abraço ou mesmo consolo iriam acalmar seu coração perante a frustração de seu grande erro, ainda mais para alguém tão extremista e perfeccionista como ela. Kurt tenta a todo custo confortar sua melhor amiga, mas sabemos que isto é humanamente impossível, ainda mais que isto afeta em cheio sua auto-estima, sem contar que seu Broadway Dream fora esmagado no asfalto.

“I choked on a song that i’ve been singing my entire life”

Tava realmente sentindo falta de um determinado estilo de solo da Ms. Berry, este peculiar estilo muito utilizado durante a Season 2. Muitos se assustavam ( eu inclusive) com a expressividade de carões e bocões que Lea coloca em cena, algo que ela propria brincou durante uma entrevista que tentaria mudar no futuro. Todos sabemos que Lea é a maior lingua solta no twitter, alias ainda acho que representa o Troll Muprhy na popular rede social, afinal estas sempre a entregar um detalhe das gravações ou alguma canção ou simples provocando riots quase todos os dias. Um tempo atrás atrás revelou quão dificil foi o processo de gravação de uma das canções de Kelly Clarkson. Alguém teria alguma dúvida que ela iria arrepiar e quebrar tudo? “Cry” fez jus a original, sem contar que virou o hino das apresentações “Ugly Cry Berry” dentre todas os dramáticos e intensos solos que já vimos.

Lea você é uma linda de fato, mas senhor amado fico assutada quando seu combo Sing&Cry entra em ação, muito disto por que seu grande bocão e olhos arregalados dão ainda mais profundidade ao sofrimento de sua Rachel, este que era visível. O choro foi real, inclusive  me abracem, pois tive que pausar a cena final quando resolvem – pra destruir nossos corações – mostrar Rachel encolhida nos braços de Finn, este que a envolve tentando consolar seu desespero. E por maior que digam que seja um exagero de performance, este foi mais um momento que Lea Michele conseguiu em 3 minutos de cena, o que o episódio não conseguiu nos minutos restantes.

Sem mais, vejo todos vocês bem vestidos pra dançar nesta terça-feira no McKinley Prom, alias querido Well já separou o braçelete para combinar com meu vestido? rs

Artigo preparado por: Mary Barros

6 thoughts on “Glee (3×18) – Choke

  1. Hi, my bright Prom Date, teh day is coming… R u ready?

    Episódio válido por duas razões: Rachel e Shake it Out

    Primeiro: Quão prazeroso foram aqueles minutos iniciais, nossa linda tagarelando de uma forma bellísima e me tornando ainda mais apaixonados pela mesma.

    O quão arrepiante fora ouvir novamente DROMP, mesmo que fosse apenas o inicio da mesma. Quão triste fora o erro, quão sádico fora ver minha garota derrota, sabotada por si mesma.

    Rachel é uma estrela e acredito que ela ainda conseguirá esta vaga para NYADA, nem que com isso ela tenha de dar a sua vida em mais um bellísimo solo.

    Cry makes me cry…

    Segundo: Mama tenho de lhe agradecer. Após ver diversas vezes você se vangloriando no face porque iria no show do Florence and the Machine, decidi conferir um pouco mais de perto esta banda e baixei Cerimonials. Conhecia Dog Days, mas esta não tinha sido capaz de atrair o meu interesse no conjunto todo da banda, porém após ouvir este novo albúm fiquei deslumbrado e maravilhado com Florence. Shake It Out é uma das minhas favoritas canções do album e Glee fez um cover muito bonito da mesma.

    Já aproveitando a declaração a Florence. O que achas de No Light, No Light? Para mim é uma das canções mais bonitas que já ouvi e não consigo parar de escutá-la.

    E, segundo alguns spoiler que li (my bad), Tina terá um episódio centrado e si e terá até um solo!!! Isto é prova de que milagres podem acontecer.

    Enfim, o resto do episódio, com exceção do número baseado em Chicago (que fora até bacaninha), fora banal, forçado e desinteressante. Entendo a idéia da série e fico feliz por esta dar oportunidades a tramas que fogem do meio GLBT, mas como tudo foi colocado fora ridiculo, forçado e não deu jus a impressão que o tema precisava passar.

    Bom Mama, infelizmente não comprei o seu bracele e nem irei comprar. Sinto muito mas não irá combinar um bracelete de diamantes com o tema proposto pela festa. Mas conversei com meu amigo Doctor e consegui voltar tempo suficiente para matar um T-Rex e lhe trazer suas presas em forma de um belo colar. Espero que goste, Brittany achou o máximo, mas ela prefere presas de dragão.

    XOXO, My Dear Prom Date…

    • Oia mas que prazer tê-lo aqui novamente, pois é sempre concordamos a razão da série sempre foi e sempre será Ms. Rachel Barbra Berry.
      Cry make me Cry, fato!

      Graxinha eu sei do spoiler, se acha que a Mamma aqui não saberia? Eu dei uma de joana sem braça ao falar que ela merece um temático e um solo rs! Sabe como eu sou né rs😄.

      Agora eu quero ver todos os queixo cairem nas Nationals,como o solo da nossa CHILD STAR, ai sim quero ver NYADA não abrir tapete xd

      Ah não creio que vc ainda não tinha se maravilhado com o trabalho da Tia Flo e sua trupi. Sou apaixonada por ela desde que se lançou e o cd novo é MASTERPIECE. No Lights No Lights é TOP tbacho,mas sou suspeita AMO todo o cd! Já q está ouvindo-a, pegue o cd anterior, tb é divino!
      Foi um dos melhores shows que já vi, junto a person Stefs xd

      Ahhh nem quer me fazer chorar de vergonha né seu queridão falando que diamantes não combinam, mas como boa fã de Jurrasic Park e dos Dinos aprovo que seja de presas!Ai Britt, só vc pra propor um tema assim né!!!

      Bye my prom date🙂
      Love

  2. Marikerida!!!
    Episódio que, segundo meu amigo John, das três histórias a que se propôs a narrar, apenas a da Beiste saiu legal.A treinadora tem um apelo tão forte qto a mim, que eu não posso vê-la chorar que me dá um aperto.Quem diria que o Cooter, td bonzinho, poderia fazer algo como bater nela, que só é grandalhona, mas tem alma de garotinha? Whatever, Shake out valeu a pena, mas bem que poderiam deixar a Tina cantar uma sozinha, porque sempre tem que fazer com que sua voz seja sobreposta pela dos outros? Já com relação a Puck, eu tenho uma paixão meio descarada por ele kkkkk Puck é safado, cara-de-pau, mas tão adorável quanto, e eu queria que o RIB parasse de querer inventar a roda e faça com que ele e Quinn se acertem (but…a gente sabe como Glee tb gosta de enrolar).Não cheguei a chorar (ando tão emotiva, ave maria), mas não acho que sua trama chegasse a comprometer.E, agora, claro.O que fizeram com Rachel Berry não tem nome.A gente sabe que é tradição gleekiana haver trollada todo ep.18 em Rachel, mas engasgar cantando DROMP para entrar na NYADA, faça-me o favor…onde é que isso aconteceria se essa série parasse de gostar tanto de infernizar sua própria protagonista?!Não me entra essa história.Vê-la chorando, implorando por mais uma chance,seus sonhos se desvanescendo ao seu redor, ela chorando desesperada nos braços de Finn…Chorei msm junto.E vamo esperar pello baile!

    • Ah minha queridona, sempre dando o ar da graça por aqui, não é mesmo?!

      Então eu fiquei meio “CHOKE” com este episódio como mesmo percebeu, então pouco me sensibilizei perante tanta confusão rs!

      Bom, vc sabe como furunfa com nossa amada Ms. Berry, qto mais complicado, melhor, então que venha o desfecho com ela finalmente conseguindo seu HAPPY ENDING!

      #IMSTILLCRYINGBECAUSEOFCRY

      XOXO more

  3. Olá Mary!

    Ah, fiquei sem resposta no eps passado, mas tudo bem =/ hahaha’

    Um eps que tinha tudo pra ser melhor trabalhado e não foi nada disso que aconteceu.

    Não sei oq não gostei do eps, só não curti tanto, mas ameeei Shake it Out e Cry!
    Foi perfeito!

    Nenhuma outra pessoa ia conseguir fazer uma cena como nossa Lea no final, ela cantou pra caralhooooo, e ainda com toda emoção que só ela tem!
    Não sei como conseguem ‘trollar’ a personagem desse jeito, acho muita sacanagem, ela é a que dá mais valor em tudo, que luta com mais garra, e ainda acabam fazendo isso, mas eu tenho certeza ela ainda não perdeu!
    Estamos a falar de Rachel Berry, quanto mais impossível seja, mais possível é pra ela *—* s2

    A cena da Beiste foi até que legal e verdadeira, é realmente oq vemos pelo mundo, só que como tu falou, ela tão sumida não trouxe tanto impacto assim, pelo menos pra mim.
    Mas como foi lindo a canção Shake It cantada pelas meninas, até a Tina conseguiu se encaixar perfeitamente *-*
    Adoro ouvir Florence, e foi foda demais essa versão de Glee! Não sai da minha cabeça, fico ouvindo direto *-*

    Não sei oq comentar sobre o Puck, tenso rs.

    Bom, um eps mediano, parece que o próximo eps tem tudo pra ser muito bom. *-*
    =)

    Bjos, até a próxima.

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