Supernatural (7×20) – The Girl With the Dungeons and Dragons Tattoo


Aos que sabem, minha monografia terá como objeto de pesquisa a saga Harry Potter. Nem preciso declarar que sou uma potterhead assumida, que chora com qualquer coisa ainda referente ao mundo maravilhoso criado por J.K. Rowling e que, todos os dias dos quais fico empenhada em terminar esse trabalho antes do dia 18 de maio, choro mais e vivo momentos de pura nostalgia. Por esses fatores – entre muitos outros, claro – que esse episódio de Supernatural foi um lembrete do quanto o menino bruxo, Indesejável número 1, o Escolhido, entre muitos outros apelidos, inspira minha vida e me faz vibrar de alegria quando algo ou alguém faz uma menção nem que seja singela com relação à obra da tia Jo. Não hesitei em pedir (leia-se: implorar) para que os potterheads mais próximos assistissem a esse episódio. Necessariamente, aqueles que pedi para assistir, foi em sua maioria responsáveis por metade da construção do meu TCC. Ele não está pronto para eu escrever os agradecimentos após a epígrafe (estou certa?), mas é uma forma de espalhar o amor pela saga, de pedir que esses meus amiguinhos potterianos compartilhem à sagacidade dos meus irmãos queridos e, claro, entendam a minha atitude como um muito obrigado por serem tão abertos comigo e por me darem força nesse percurso que se torna mais difícil. Só os mais próximos sabem o quanto fazer esse trabalho de pesquisa tem sido minha provação e eu espero que o resultado final seja tão maravilhoso para mim, como para quem colaborou com ele.

E eu não poderia deixar de mencionar, respondendo ao post de Grey’s Anatomy com classe, a minha person: a mama Gleek (Mary Barros) (nah! eu não conheço minha amiga pelo nome dela. Se nem minha mãe conhece, por que eu deveria?). Obrigada pela força, por suportar os momentos de trevas com relação ao TCC e a todo resto. Saiba perfeitamente que o fato de eu fazê-la chorar, por causa do que Jo Rowling criou e voltou a nos unir, só terá fim no dia 15 de junho. Portanto, te fazer chorar é a meta! Obrigada por ser minha person, mesmo quando não quero atender ao telefone ou desapareço. Você é e sempre será minha twisted sister.

Momentos potterianos a parte, o episódio foi um presente maravilhoso dos irmãos Winchester que resgataram a magia de Harry Potter de forma respeitosa e lisonjeira para nenhum potterhead botar defeito. A série manteve o respeito com relação à saga e isso me fez feliz, pois não fizeram uso de sátiras forçadas e que não teriam graça alguma. O símbolo para o fandom potteriano é Charlie, a “irmão mais nova que Dean nunca queria ter”. A jovem ama o universo Potter, assim como outros da cultura geek, especialmente Hermione Granger, tendo uma bonequinha dela na sua mesa de trabalho. Ao receber a missão de Dick para hackear o disco rígido de Frank, que contém informações sobre sua empresa e sobre os Winchester, ela brinca sozinha, comparando a facilidade de descobrir os dados do HD com a dificuldade de Harry em descobrir onde ficava a Câmara Secreta. Para não faltar, a nossa heroína tem seu fiel amigo de escritório tão nerd quanto ela e juntos só faltam travar uma luta com seus sabres de luz. Mas como nada que é bom dura pouco, a inteligência da garota e todo seu jeito despojado de ser, acaba tendo uma penitência: a verdade sobre o líder dos leviatãs. Por sorte, Sam e Dean conseguem rastreá-la antes do pior acontecer. Daí, forma-se o trio: Harry, Hermione e Rony, onde Sam e Dean apenas assistem a atuação do cérebro do grupo.

Saindo um pouco de Hogwarts, Frank não apareceu no episódio, mas ficou no ar se ele está vivo ou desaparecido. Fica evidente a facilidadede dispensá-lo da trama, pois em nada ele acrescentava e o personagem mal aparecia. Agora com o retorno de Bobby, duvido muito que ele volte a ganhar atenção, pois o caçador mal humorado sempre será o foco de atenção dos Winchester, especialmente agora que ele começa a experimentar os perigos de se tornar um fantasma vingativo por conta do que Dick fez com ele. Outra questão que vale ser mencionada é sobre os casos sobrenaturais  resolvidos de Sam e Dean que passam a ter “funcionalidade” e “nexo”, como pretexto para não perderem a credibilidade a respeito de uma temporada tão oscilante. Da mesma forma que houve o resgaste dos flashbacks sobre a ajuda espiritual que Dean recebia de Bobby, os problemas que os irmãos tiveram com os leviatãs voltam à tona, para explicar melhor às intenções de Dick. Falando no inimigo da vez, sua campanha é um tanto quanto bizarra e engraçada: Coma bem, viva bem! O slogan apenas determina que Dick fará dos humanos carne fresca com a falsa intenção de trazer a cura de catástrofes contra a humanidade. Demorou e muito para a chefia ganhar a atenção dos holofotes e, como era de se esperar, fomos bombardeados com muitas informações logo no início do episódio. As coisas, ao que parece, vão esquentar, só não precisavam ter demorado tanto para isso.

Charlie virou minha ídola. Primeiro: ela é geek. Segundo: ela é fã de Harry Potter. Terceiro: ela ovaciona Hermione Granger. Quarto: ela não é Rony e Hermione. Quinto: ela é ruiva. Cada passo dessa personagem carismática me fez se apaixonar por ela, ainda mais por trabalhar em assuntos da web e hardware, além de ser hacker. Foi realmente muito divertido vê-la fazer citações do seu cotidiano com algo relacionado a algum livro/filme que popularizou muitos fandoms, como O Senhor dos Anéis, Arwen era o papel de parede do notebook dela, e Star Wars. Ao ver a promo e o título do episódio da vez, imaginei que a trama teria algo a ver com o livro O Homem que não Amava as Mulheres (The Girl with the Dragon Tattoo), mas não foi bem isso que aconteceu. Charlie foi uma ótima inserção assim como Garth nessa temporada e espero que ela consiga voltar futuramente.

Sam Winchester assumiu seu lado potterhead e ganhou muito mais meu amor, sendo que ele já o possuía desde 2005. Quando ele acalma Charlie, fazendo-a relembrar das atitudes tomadas por Hermione para salvar a pele de Harry e Rony, juntamente com as expressões de indignação de Dean que sempre honra o espanto por seu irmão ser muito nerd, valeu metade do episódio. Eu estava sentindo falta da naturalidade da série em desenvolver sua trama, pois esse foi bem dosado entre comédia e suspense. Depois de tanto aguardar, não há mais pontas soltas a serem trabalhadas, restando apenas Castiel que não voltou a ser citado e espero que o utilizem para alguma coisa, pois sinto falta do Misha. Vale comentar como as coisas ficaram ruins repentinamente para os irmãos e, quando parecia não haver mais solução, eis que os Winchester conseguem interceptar os planos de Dick. A argila vermelha é o mistério da vez e que responderá quais são as verdadeiras intenções de chefe dos leviatãs e as futuras consequências disso para o mundo.

Eu não queria que Charlie fosse embora, até porque se Dick encontrá-la, ela virará alimento. Mas adorei todas as sacadas do episódio. Houve um misto de revelações, piadas e ironias e o retorno dos leviatãs como pauta, algo que vinha reclamando a muito tempo por eles serem os inimigos dos Winchester. É muito bom voltar a falar bem da série, mesmo que seja temporariamente, pois não sei o que acontecerá daqui para a frente. Desde o último episódio, as coisas melhoraram em Supernatural e gostei da ideia de colocarem a possibilidade de Bobby se tornar uma entidade maligna, pois é algo que pode ser bem trabalhado mais para a frente. Ainda estou babando por esse episódio, de fato ele entrou no ranking dos meus favoritos, e espero que a qualidade e o ritmo da trama não diminua até a season finale.

Uma deixa: Hogwarts will always be there to welcome you home. Thank  you, potterheads!

Artigo escrito por: Stefs Lima

4 thoughts on “Supernatural (7×20) – The Girl With the Dungeons and Dragons Tattoo

  1. Paraaaaaa Tudo!!!! Como assim o seu TCC é sobre Harry Potter??? Que idéia mais fantástica e maravilhosa…

    Enfim,episódio mais do que fantástico, cheio de referências bem colocadas e geniais. Não há como não amar Charlie e desejar que esta seja uma personagem fixa no casting da série, nunca ouve outra persoangem feminina tão amavél na série como Charlie.

    E as referências a Harry Potter? Não tinha como não ficar com vontade de ver os filmes, ler os livros e devorar todo o mundo criado por JK novamente.

    Enfim, um bom episódio, e,a lém das belas referências, soube dar um rumo a série que andava um tanto quanto perdida.

    Atts

    • Simmm, meu TCC é sobre Harry Potter HUAHAUHAHAUUA por isso super me identifiquei com o episódio e achei mais incrível do que ele já foi, master fato!

      A série foi renovada, bem que poderiam colocar a Charlie como personagem fixa né? Ia ser demais HUAHAHHUAHAHAUHAUHAUHAUHAU

      Bjos

  2. Pingback: Supernatural – 7ª Temporada (2011) « A Casa das Séries

  3. Olá, também sou fã de Harry Potter e fiquei super encantada com a possibilidade de um trabalho acadêmico sobre ele. Já está disponível? como podemos tomar contato com ele? – Forte abraço ,
    Roselha

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