Glee (1×17) – Dance With Somebody


If I should die this very day
Don’t cry, cause on earth we wasn’t meant to stay
And no matter what people say
I’ll be waiting for you after judgement day

Cause your love is my love
and my love is your love
It would take an eternity to break us
And the chains of Amistad couldn’t hold us

Escolhi a performance que mais me marcou para a foto de destaque e os dois trechos que mais sintetirazam tudo que senti e acredito que o que vocês sentem, não é mesmo meus amados Gleeks? Sabemos que não importará o que digam, Gleek que é Gleek estará a postos até o dia do julgamento final, pode soar dramático, mas faz total sentido por que apesar das conflitos e trincheiras que o Gazela e sua turma nos fazem encarar, estamos ali lado a lado ou frente a frente aguardando o fechar das cortinas. World War Glee a caminho do Season Finale e quando digo WAR é por que será uma batalha intensa com as emoções e com os batimentos cardiacos. Minha consulta já esta agendada, aconselho-os a fazer o mesmo. Conselhos da Glee Mamma, ok?!

Ao final desta jornada, esta tão cheia de vozes, cores, abraços, brigas, choros e declarações, só podemos chegar a uma conclusão: meu amor é o seu amor e o seu amor é o meu amor. Então quero dizer desde já: “Obrigada por me fazer sentir-me especial, por não me fazer deixar de acreditar e principalmente, por me permitir me segurar neste sonho nos últimos três anos”. Se Harry Potter me define desde meu treze anos, somo a ele –  claro em outra categoria e proporção diferente e menor – um espaço especial a esses desajustados, que em meio a tantas diferenças, encontraram uma voz comum para expressar aquilo que sentem. Aproveite esses quarenta e dois dias (na série), não quero falar o tempo real para nós e veja a série com carinho, bom tenho adotado isto a um certo tempo. O sentimento aqui é a SAUDADE (minha palavra favorita) e a ela relaciono as lições e o acolhimento que recebi, soa solitário dizer isto, mas é bom refletir-se em algo positivo, mesmo que seja meio distante de sua realidade atual e para aqueles que conseguem de fato tirar algo de proveitoso, mesmo que as vezes não pareça ter, continue assim, seja com Glee ou qualquer outra coisa positiva em sua vida.

Sentimentalismos a parte, vou guardá-los para boa parte deste review, “Dance With Somebody” foi feito sob medida para nos enviar na capsula do tempo gleekiana, remetendo a momentos emblemáticos e inesquecíveis. Se tem uma coisa que amo é este sentido de preservar os primórdios, honrando mesmo que singelamente aquilo que era no passado, por mais que tenha se modificado, o que é natural, é bom ver que ainda se mantem fieis a quem eram.

Agora a falar do segmento tributos, tão comuns, este foi mais tocante e emotivo que “Michael”, mas um pouco inferior em termos de fluidez, bom isto foi o que achei quando assisti pela primeira vez, porém ao revê-lo percebi que fez jus do inicio ao fim – isto pertence ao Potter, então não me aguento – a temática do despedir-se mas ao mesmo tempo recordar-se pra sempre. Mesmo diante de todos os problemas pessoais deste grande ícone da música, Whitney Houston sobrevoou os corredores e a sala de coral do McKinley High com suas lindas e impactantes letras, além de seu cântico incomparavelmente único ser bem representado pelo Cast, claro com um exagero aqui e um atutone acolá, mas num geral, a produção e o elenco conseguiu salvar todo o amor a ela e também a nós, por que chorar metade do episódio não foi nada fácil, algo que já estamos habituados, não é mesmo, Srta. COMÉDIA das terças-feiras na FOX?

Antes mesmo de assistir o Disco Episode semana passada, cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi ver esta cena, que abre por sinal o Whitney Episode. Sabe quando seu queixo cai, mas diferente do impacto que senti com Alex vestido de mulher, desta vez vimos algo que raramente aconteceu na série: uma versão acapella, puramente focada nas vozes e expressividade das quatro maiores vozes, as quatro unicas vozes, que junto ao Mestre Anders com seu brilhante arranjo e profissionalismo , reconstruíram “How Will I Know”, uma das canções mais dançantes da Diva no final dos anos 80.

Quanta classe, quando fluidez e o mais importante, quanta química Naya, Amber, Lea e Chris transmitem, principalmente por tornar a cena algo tão normal e prático, o que para nós sabemos que não é, ainda mais tratando-se de uma homenagem. Nunca esquecerei certos números em Glee e olha que existem uns bons alguns deles, mas este foi diferente de alguma forma, pois distanciou qualquer super produção e super arranjo, fazendo somente ao elenco, cujas vozes tão simétricas, pareciam uma só. BRAVA, Quarteto Fantástico, BRAVA!

Não sei se o paralelo foi o mais accurate possível, mas foi necessário para dar o gancho da homenagem a WH naquela semana. Schuester fica impressionado com o número musical dos quatro e pelo fato deles ainda não terem recuperado a morte de Whitney a dois meses. William Schuester, Harry Potter não morreu e eu ainda estou de luto, então por favor pare de trollar com as conexões humanas, ok?  Emma dá uma aula a explicar a representação de uma figura pública e o significado que transmitiu em determinado momento da vida de um adolescente, mesmo sendo intangível a você, a simbologia esta lá e por vezes perante as dificuldades e mudanças que enfrentamos neste período. Vou parar que meu lado PotterHead sempre fala mais alto e aí que isso aqui vira um mar de lágrimas mesmo.

“Diana die representing the lost of my childhood. So Whitney is her Diana?”

Claro que ia rolar uma pequena trollagem com Rachel jurando com três JJJ que o papel do “Guarda Costas” pertencia inicialmente a Barbra Straisand, o que todos sabemos ser fruto da mente fangirling da Ms. Berry, pois antes de WH entrar no projeto, o papel tinha sido proposto a Dianna Ross, escolha nada correta, pois Guarda Costas sem a Whitney – apesar dela não ser atriz – é mesma coisa de imaginar Marylin Monroe como Eliza Doolittle (Bonequinha de Luxo) ao invés da minha diva musa Audrey Hepburn.

Confusos com a real mensagem da tarefa da semana, Schue tenta explicar que através da WH, eles poderão expressar seu sentimentos através das belas e profundas mensagens contidas em suas canções. E claro que pra nós torturar, precisa realmente relembrar que muitos deles irão se formar daqui algumas semanas.  Aqui é impossível não rir e aplaudir Santana por cutucar o professor novamente, achando que este novamente está fazendo transferência sobre a realidade atual deles como formandos, mas concordo com o mestre, é uma fase dificil, decisoria e decisiva e que tudo irá mudar, mas você fala de um jeito creepy que quebra um pouco do clima nostálgico.

Turbulências aportam no Klaine Paradise, principalmente quando Blaine se mostra distante com os comentários de Kurt, algo que impossivelmente não nos remete aos monólogos de “Rachel Berry Talking About Herself”. Nosso Porcelana resolve fazer uma pesquisa na loja  Between the Sheets a fim de buscar inspiração para seu Whitney Houston Classic, mesmo que seu namorido não o acompanhe. Ladys and Gays, gostaria de apresentar o filho de Ryan Murphy com Zach Woodle (coreografo), Chandler Kiehl. Tava demorando pra surgir outro representante da comunidade, considerando que o Pedrinha Pedrão do Tião resolver se converter a Good Guy e está num retiro espiritual pedindo perdão, mas no fundo pronto pra pedir transferência ano que veem para o McKinley High. Trollagem pura eu sei, mas tudo é possível em Glee.

Totalmente diferente do Tião, Chandler assume um tipo mais Porcelana, claro muito mais glitter & rainbowns que nosso legitimo fashionista, mas ainda assim traz um entusiasmo marcante,além dos constantes elogios a Kurt, afinal este confessa ter perdido o costume em ser elogiado. Só eu queria que ele falasse algo digno de um “I Need Aplauses To Live” no meio da loja?. Mediante a tantos saltinhos excitados e empolgantes que o filhote dos chefões nazistas de Glee, era de se suspeitar que ele pediria descaradamente o celular do Mr. Hummel?

Apesar que Whitney e Keesha são polos opostos e não compatíveis – sorry mas o começo da canção ficou muito batidão da Joelma Gringa –  tudo vira glitter, rainbowns & love quando sabe-se que Britt dedicaria uma canção a sua amada Santana, alias tava na hora né Bee, só a latina a cantarolar a você desde a Season 2. Antes de ter seu momento “Dance With Somebody (Who Loves Me)” com quem realmente deve ser, quão hilário foi ver a empolgação dela a dançar/arremessar o Mike e principalmente o Blaine para longe.

Ainda fico impressionada com o talento e presença da Hemo. BRAVA! Relembrando que se Tina é a personagem mais trollada, Brittana foi o casal mais, então nada mais condicente que vê-las saltitando felizes a dançar num excelente número musical, com alguns problemas de pentiado, mas a química entre as duas sempre compensa o autotune farofa gleekiano da Tia Tic-Tac.

“Quinn, you’re still dancing in my dreams. And you can fly and breathe fire.”

Ai que saudades estava do Mr. Will Creepy Schuester, pois se achavam que o casamento Finchel foi super precipitado, pelo menos este envolvia somente o civil a priore. De reperente resolveram retomar a trama Wemma, afinal desde a Rihanna Pool Proposal nada mais havia sido tocado, inclusive pouco vimos da nossa querida Irma. Schuester conheçe Emma a mil anos e eles se gostam mesmo que no vai e veem a mais de três anos e ele ainda quer apressar as coisas com ela? Meu carro você nem conseguiu o free pass pro Hopi Hari dela e você quer casar daqui um mês? Claro que uns creepies kisses e uma leve forçadinha de barra conseguem silenciar a tensão e o despreparo de Emma para este grande passo, considerando que até chegar nele, a TOC Woman passou por bons bucados, entre eles quase casar com o Tio da Pochete, depois casar e não consumar o casamento com o Tio Jess Gostosão e mais recentemente a morar com o namorado e agora noivo, que a pediu em casamento em meio a uma piscina cheia de alunos saltitantes. Take It Easy, Mr. Buttshin, acho que a moça já passou por muitas emoções nestes últimos anos.

Que saudades sentia das conversas  Hummelberry e temos mais um momento deste em frente ao armário de Kurt. Rachel acaba por se aproximar bem no momento que ele recebe mais um engraçadinho sms de Chandler e quando descobre que o BFF veem trocando mensagens com o Mr. Between The Sheets, nosso Porcelana tenta explicar que não é nada demais, porém senti-se bem com os elogios e os flertes do bofe, pois Klaine vive algo que parece-se com um casal lésbico que namora a muito tempo que parecem irmãs, mas na versão deles estão mais para um casal de velhos, que agora precisam agendar sessões de amasso. Destaque para os comentários dos sms de Finn para Rachel e todo o esforço com os peitinhos dela, mesmo sabendo que sua amada não é provida deles. Quer um pouco querida, a Mamma tem pra doar?

“Blaine is supposed to make you feel good. Would you show Blaine those text messages? Oh, then i guess it’s not that innocent”

Essa sequência foi de fato a mais random de todo o episódio e acabou truncando importantes cenas e alguns tramas em especifico, mas enfim vamos tentar lembrar da existência do Teen Jesus e seu apoio espiritual na recuperação de Quinn, afinal o garoto com o ninho de passarinho na cabeça oferece-se para acompanhá-la a fisioterapia, rendendo um momento extremamente “Vamos tentar criar outro shipper, tentando lembrar que Quinn Fabray ainda existe”.

Mesclando com a sessão de fisio, eis que os dois se juntam para a tarefa da semana e num revival paraguaio de criar um certo clima, assim como fizeram entre Fabrevans na Season 2, dividem voz e o violão dele ao som de “Saving All My Love For You”, que sinceramente não ficou nada honrosa – mesmo com a candice natural da Lady Di –  muito disto talvez por que os dreads, figurino hiponga com papete e a cara de prisão de ventre do Mr. Larsen me distraíram por demais. Ainda acho que este não é o caminho e destaque que ela merece, enfiando-a em mais um affair sem potencial, que só faz relembrar quão fofo e combinante Sam era com ela ou mesmo Puck, que sempre será meu shipper ideal.

Tudo só piora quando este começa a desabafar com um dos ex-boyfriends, o bocão Sam e este dá um tapinha no ombro dizendo que o garotão terá que pensar quem deve colocar em primeiro lugar “suas necessidades como cara” ou seu “amor por Jesus”, o que soou meio ofensivo para ambos e até mesmo a Quinn, que parecia ser um pedaço de carne a ser abatido, mas enfim ainda temos as Glee Girls infernizando a Fabray no banheiro, pois ficara evidente que rolou um clima entre ela e Joe, o que a mal humorada já descartada considerando impossível alguém se interessar nela nesta condição. Acho engraçado que depois de todo o apoio e esforço do meu Marido a dois episódios, PLIM, simplesmente o arremessaram com sua cadeira novamente pra dentro da piscina do McKinley. Segure-se ai que te salvarei meu amado….

Sem ao menos esperarmos, BAAM eis que surge para o delírio da nação um dueto Pezberry ao som da eletrizante e sensual “So Emotional”, porém apesar do meu amor incondicional por ambas, minhas favoritas todos já sabem, foi meio “out of the blue” colocá-las juntas na tarefa da semana, afinal os demais duetos que tiveram, com excessão de “I Kissed A Girl” que foi dedicada a saída de Santana de Narnia, todos os demais elas foram obrigadas, seja pelo West Side Story ou para ajudar Schuester na proposta de casamento. Aqui na Whitney Week, Santana e Rachel parecem ter conscientemente concordado em cantar juntas e nada como ganhar um presente destas duas lindas, que levaram não só seus respectivos parceiros ao delírio, mas todo o fandom em mais um momento fangirling elevadíssimo e gliterizado, afinal os writers sabem aonde atingir, não é mesmo?

Quando falei que problemas no Klaine Paradise estavam por vir, com certeza o momento chegara, afinal agora que Finchel parece estabilizar-se  e Brittana vive finalmente o Glitter Rainbow Love, eis que o único casal a atormentar é Klaine, o que me faz questionar que mesmo sendo a melhor trama que eles tem desde “The First Time”, fico a pensar que precisou dezenas de episódios, dezenas de solos de Blaine e o considerável desaparecimento de Kurt como figura central, para assim explorarem o relacionamento.

Meu olho torto pelo Blaine não é simplesmente pelo fato dele cantar três vezes seguidas várias vezes nesta temporada, mas sim pelo fato de terem minimizado a importância e relevância que ele poderia ter com Kurt, como casal. Blaine tornou-se um esteriotipo gay e Kurt infelizmente foi pelo mesmo caminho e sabemos que tanto Darren quanto Chris tem talento de sobra pra muito mais.

A falta de prioridades da trama ficou evidente com ambos e esta grande discussão que eles tem serve como uma maneira de dar o potencial merecido a eles, mas ao invés de desenvolvê-los desde “The First Time” – tirando a trama Seblaine – , escolhem inserir um personagem filler como o irmão mais velho que bulinava sua moral ou que desbravava o dedo apontado a todas as direções. Confesso que me emocionei e impressionei com as atuações de Darren e Chris, principalmente do Sr. Engomadinho, pois as vezes é bom lembrar que ele também tem o que falar ao invés de só cantar. O grande problema aqui é como tudo chegou a este ponto, pois o que Kurt diz a respeito de não sentir-se elogiado e desejado é válido assim como Blaine a dizer que como pode Kurt questionar o amor que ele senti, sendo que mudara toda sua vida para estar ao seu lado, mas é ai?.

“Can you sing in my voicemail? I want to make your voice my ringtone”

Acho que qualquer Gleek se arrepiou quando ele disse “Who’s Chandler?” e claro que a dor no olhar de ambos era verdadeira, onde cada um tinha seus motivos para se sentir do jeito que sentiam, mas qual o desenvolvimento para tal ponto, pois assim como inseriram e tiraram o Pedrinha Pedrão Tião, agora Chandler serve como mais um desvio, este que sabemos será instantâneo assim como quando cozinhas um miojo no fogão. Ok, triângulos amorosos por mais inofensivos que parecem fazem parte de um núcleo teen, mas… Sutilmente os criadores usam desta discussão para justificar quão cansativo é ver o Blaine Show toda a semana, algo que mesmo o Porcelana diz se incomodar e também que o ex-Warbler se irrita com o fato de que tudo que conversam ultimamente é sobre NYADA. Sim, válido novamente, porém de onde surgiu isto, onde estão os passos, pois nada explode assim, ainda mais num relacionamento que evoluiu e amadureceu tanto quanto o dos dois.

Não lembro de nenhuma expressão, comentário ou mesmo cara torta a respeito, mas isto é o que faz Glee ser ainda um dos programas de TV mais preguiçosos atualmente, pois são em momentos vulneráveis como este que “MUSIC IS OVER STORY”.  Onde está a COURAGE, não somente como lema de Blaine Anderson a Kurt Hummel, mas da própria série em torná-los um modelo de casal homessexual, como fizeram durante a turbulenta Season 2, pois estes mesmo não sendo um casal ainda, davam um quadro senão ideal, mas a caminho de ser. Não sou PHD na comunidade GLBT, mas sei de algumas pessoas que se incomodam com a maneira com que o casal é retratado. Queria muito somente elogiá-los, mas acabei por aproveitar o momento para expressar meus motivos, pra não simplesmente deixar evidente que “odeio” o Blaine simplesmente por “odiar”, então aqui fica minha prorrogativa.

“You are the alpha gay! Even Rachel wanted to make out with you”

E o que eles fazem novamente?  Um solo ao Engomadinho, desta vez com o clássico dançante “It’s Not Right, But It’s Ok”, que pela primeira vez desde a série sucessiva de solos da personagem, fez sentido em termos de coerência com sua trama, pois não, não aceito que “Fighter” tenha sido colocado a duas semanas atrás. Um número bem produzido, apesar de não gostar muito do arranjo dado, que ao fim surpreende com a presença dos demais membros do ND ao fundo a acompanhá-lo a expressar suas emoções e claro a julgar a “inocente traição” de Kurt.

Concertando a aleatoriedade mesmo que maestral do dueto entre as duas, mais uma conversa de armário se dá e desta vez Santana resolve concordar que concentrou-se por tanto tempo em odiar Rachel que nunca parou para pensar quão incrível seria se tivessem transformado isto em incríveis momentos na sala de coral. Concordo plenamente, Pezberry tem um elo que as une e isto fica evidente quando a latina diz a judia que sempre admirou seu talento e que sabe que assim como ela, é a única que empurraria o esfaquearia o melhor amigo pra chegar ao topo, algo que já vimos muitas vezes as duas fazerem ao longo destes três anos. E com um pedido de colocar uma foto 3×4 em seu armário além de aproveitarem os quarenta e dois dias que as restam para ser amigas, Santana Lopez não escapa do tradicional “I’m Gonna Hug You Now, ok?” de Rachel Berry.

“Oh crap, i just realized i’m gonna miss you. Oh, God, say something irritating so i can get the taste of this out of my head, please”

Contando com o clima nostalgicamente de adeus que ficou mais que evidente desde o episódio anterior, aguardemos mais momentos assim entre as personagens, sejam elas inimigas ou não. Puck por sinal resolver deixar de ser um badass e mostra seu lado mais sensível e mesmo excluindo meu Marido da lembrança dos copinhos dos Brothers – Blaine estava presente e não vai se formar – o momento entre os boys no vestiário foi engraçadito. Ah só um detalhe aqui, o Sam não deveria ser um Sênior também? Não foi isto que convenceu os pais pra ele voltar pra Ohio e assim curtir os ultimos seis meses de sua vida no High School? Hum, entendo que o Chord é ator convidado novamente,  mas….

Foi a partir deste exato momento que Glee entrega suas melhores sequências e claro que estas tinham que começar com o relacionamento mais verdadeiro e perfeito de Glee: Burt/Kurt. Arrumando seu quarto com que levará, deixará e doará após partir pra NYC, o Papa Hummel aparece pra matar as saudades e começa a se apegar na simbologia dos pertences do filho, porém para qualquer pai e ainda mais nesta fase da vida de sua cria, a simbologia é mais a do adeus da presença emocional, do abraço diário e como Burt mesmo diz, dos almoços e jantares compartilhados, coisa que não fazem a muito tempo, principalmente por que as obrigações dele com o Senado não o permitem dividir momentos assim em família, mas isto não é bem o que acontece.

So why you being skipping dinner? Cause i don’t want you to go!”

Chris Colfer e Mike O’Malley nunca iriam desapontar em mais uma devastadoramente emocionante conversa e é quando o pai se diz aflito de perder o que eles tem, neste caso não perder o amor e o suporte que sempre deram um para o outro, mas o quanto a dinâmica deles irá mudar a partir do momento em que Kurt deixar a casa a caminho de NYC. Lembram-se da frase  “A house is not a home when there’s no one there to hold you tight, and no one there you can kiss good night”,  pois é, facilmente faço esse paralelo e isto não só faz pensar quanto a vida de ambos irá mudar, mas também que o Glee que agente conhece, mesmo já tendo se modificado a certo tempo, também não será o mesmo após o final desta temporada, pelo menos é o que sinto e nenhuma ideia brilhante e mirabolante para os planos futuros da série poderia tirar isto.

“You know, you and me, we, uh, we made each other men”

Pode soar absurdo e fora dos padrões atuais da sociedade para muitos, mas quão impactante é ouvir um pai a dizer ao filho gay que este o fez mais homem e vice versa. Sim sociedade, muito se pode aprender e quem melhor do que um pai e filho para proporcionar isto, afinal é o único laço inquebrável e intocável do ser humano e mesmo não sendo o comum a muitas pessoas, sejam elas homo ou hetero, todos tem o direto e deveriam ter a oportunidade de ouvir um “I’m Proud of my Son” ou “I’m Proud of my Daughter”. Sinto muito orgulho de ser filha dos meus pais, apesar de todos os problemas que a vida colocou a nossa frente e também de ter os melhores amigos(as), estes cujas realizações, conquistas e crescimentos também me proporcionam momentos de extremo orgulho e alegria, afinal senão consegues torcer e celebrar a alegria do outro que ama, o que isto diz sobre você mesmo?

Uma das canções mais impactantes e conhecidas de WS é “I Have Nothing” e o peso de representar uma canção como esta é imenso, porém o céu nunca foi limites para nosso Christopher Paul Colfer. Durante a Season 1, a primeira vez que o vemos mostrar seu verdadeiro talento é durante “Rose’s Turn”, que é para ele o que “Don’t Rain On My Parade” sempre será para Rachel. Já na Season 2, o grande hino é sem dúvida “I Wanna Hold Your Hand” e toda a simbologia da delicada saúde de seu pai. Agora nesta temporada, o momento musical mais bonito de “Dance With Somebody”  fica a seu cargo, deixando evidente quão precioso e admirável é a simples existência de alguém como Chris, não somente na televisão, mas no mundo. Admiração não cabe neste review já imenso, ainda mais quando traz tanto sentimento e voz ao momento e mesmo sendo uma canção resposta de desculpas a Blaine, serve também como uma espécie de ponte para sua despedida com o Papa Hummel. Se este arrancou sinceras lágrimas de seu amado, imagine de nós, não é mesmo? Como muitos Gleeks dizem, tive que me recolher-me a posição fetal em meio ao rio que escorria de meus olhos.

Emma tem novamente espaço dentro de sua salinha de conselheira e mesmo não sendo a pessoa mais apropriada para o cargo, eis que após tantos casais pararem a sua frente, chega a vez de Klaine bater a porta. Quão engraçado foi o paralelo Samcedes e o fato de que se nem o próprio roteiro sabe se eles são um casal, muito menos as personagem saberiam. Honestidade veem a mesa e os dois discutem a relação por intermédio de Irma e aqui realmente tentam construir uma conversa civilizada  para o problema, pois diferente de Finchel que planejam suas carreiras e uma vida juntos, Klaine não terá a mesma oportunidade, considerando que Blaine ainda é Junior.

O impacto da vida de sonhos que Kurt terá em NY é o grande divisor na relação dos dois, afinal modifica tudo e eis aí mais um desafio pra ideia brilhante da Gazela Murphy e sua gangue: como inovar o que eles tem ou seria a solução mais fácil separá-los efetivamente. Neste caso somente se o Doctor emprestar a Tardis para eles viajarem de NY a Ohio quando bem quiserem. Darren dá outra grande performance ao declarar que Kurt é o grande amor de sua vida e a ideia de perdê-lo o faz sentir-se perdido e sozinho.

“I’m trying to practice what life is going to be like without you”

Então vamos lá produção, esta frase é a deixa necessária, pois ao invés de colocá-lo a praticar suas habilidades vocais, vamos focar daqui pra frente no que realmente importa ao invés de despejar todos os medos, aspirações e problemas que tem um com outro em somente um episódio?  Agora não veem dizer que o tempo de antena Finchel toma muito dos demais, o que sim claro que acontece por que são protagonista, mas COME ON, Klaine é o segundo principal casal da série, está mais do que na hora de parar com cantorias e dar substância a eles. Isto digo também sobre Brittana, apesar de estarem estáveis como casal finalmente, ainda falta algo neste meio tempo, algo que acredito que ainda posso vir nesta reta final. E por fim retrato que a reclamação não deve ir a personagem de Blaine e sim a lazyness das mamães criadores que o transformaram num produto de venda (vide “Teenage Dream”), esquecendo quão especial e único Darren Criss é quando entrou no inicio da Season 2, mesmo com seus amigos passarinhos cantantes engomados.

É realmente importante explorar a vida da personagem adulta da série, mas sempre quando isto fica colocado no meio de outros acontecimentos, neste caso a partida dos Seniors do HMHS, Schuester e claro Emma, sua parceria, parecem perder-se no meio de tudo e pouco acaba sendo explorado, dando a sensação de imediatismo, algo que fazem a tempos, principalmente pela noção de que Schuester faz do Glee Club o ar que ele respira, lembrando que a própria Sue – que nem aparece neste episódio –  diz que ele precisa ter amigos adultos e agir como tal.

Sua ansiedade em casar-se em Maio se dá por que está desesperado com a partida de seus pupilos – algo que é natural até nós mesmos estamos William – e após o piti diva que dá com o Mr. Lavander, o casamenteiro de Ohio, torna-se creepy novamente.

Num desabafo sincero, Emma entende o por que da correria com o casamento, pois seu amado companheiro, este dedicado professor e mentor da turma do coral teme que quando cada um, ao tomar seu rumos, não estarão ao seu lado no primeiro grande momento de sua nova vida como adulto, propriamente dizendo. Mas não posso deixar de concordar que estas crianças não mudaram somente sua vida, mas a de muitos Gleeks ao redor do mundo, a minha inclusive, mesmo sendo meio Mamma pra isto.

“You and the kids gave each other a gift but the love that you have for each other, you keep it with you. That never goes away. If you and i had our weeding ten years from now, on the moon, those kids would be there”. 

Pulando a awkward cena entre Joe e Quinn em mais uma sessão de fisioterapia, vemos que mesmo com tudo que ela passara e este nova batalha que ela tem a sua frente, espero que eles fiquem somente no “I Don’t Know” e que este relacionamento sem química algum não vá pra frente, pois como ela mesmo disse inúmeras vezes e nunca cumprira, precisa focar-se em si e não em estar com alguém.

Lembro que me queixava muito durante a Season 2 com a falta de números musicais com todo o elenco e isto aos poucos foi se recuperando nesta temporada, inclusive com alguns momentos bem marcantes, entre eles a desestruturante “We are Young”. Aqui é o momento de realmente relembrar o verdadeiro sentido de “Open Yourself  Up To Joy”, pois além do paralelo com “Don’t Stop Belivin” durante o piloto, podemos ver que independente dos caminhos seguidos e das diferenças de cada um, eles conseguiram dar sentido ao que viveram nestes quatro anos – três para nós – mesmo que uns tenham entrado no meio do caminho, a história está escrita em meio a tanta falta de Triplo C (Consistência, Coerência e Continuidade).

Escolhi o trecho da canção de encerramento “My Love Is Your Love” para iniciar a review, pois é isto mesmo que já disse lá acima, alias vocês nem devem mais se lembrar de tanto que escrevi, mas fica aqui o primeiro Goodbye e ao ver cada um deles preenchendo aquele palco em meio a sorrisos e abraços me fez pensar que se Burt vai sentir muita falta de Kurt, eu sem dúvida sentirei muita falta de você, Glee.

Artigo preparado por: Mary Barros

6 thoughts on “Glee (1×17) – Dance With Somebody

  1. Este fora realmente um ótimo episódio Mama… O melhor de todos os tributos que Glee já fizera…

    Fiquei super ansioso para ouvir Chris cantar I Have Nothing e adorei a versão do rapaz, esta é sem dúvida uma das minhas músicas favoritas da WH.

    Não há nada que ahco necessário apontar no episódio que não gostei. Apenas sinto que a trama de Joe com Quinn é extremamente forçada e a personagem podia estar a mercê de uma trama muito melhor com sua paralisia.

    mas enfim, um bom episódio, bons momentos musicais, mas preferiria sem o efeito Guetta, e uma boa trama a ser explorada. O fim está chegando e está bem mais próximo do que imaginamos…

    XOXO

  2. Hey, Mary *-*
    Ufa terminei de ler mais um enorme texto lindo e tocando, que só você sabe fazer.=)
    Parabéns mais uma vez, você consegue transmitir todo seu amor por Glee(Até por Potter) em palavras que não têm quem não fique impressionado com oq lê.

    Nossa ‘montanha russa’ está indo bem nesses dois últimos eps em, ainda mais nesse, não dá pra negar que oq mais está sendo trabalhado agora em Glee é a despedida do elenco, o fim dessa geração. Will se mostra cada vez mais triste com a despedida, adorei ver todo o desespero dele querer fazer logo o casamento para que todos seus amados estivessem lá presente rs, percebemos como vai ser tão ruim pra ele perder sua turminha que sempre teve altos e baixos, até aqui. *-*

    Ah, Mary me tira uma dúvida por favor, venho pensando nisso a tempo e nunca consigo chegar há uma conclusão certa rs.
    Quais os personagens que vão se formar esse ano e sair da série?
    E quais vão ficar? =)

    Gostei muito das canções e performances.
    Ainda mais do dueto de Rachel e Santana(Perfeito as duas juntas *.* )

    Mas mil desculpas, tanto pra ti como para outros que curtem o Kurt, sinceramente I Have Nothing foi uma decepção sendo cantada por ele!
    EU AMO DEMAIS ESSA MÚSICA! A MELHOR DA WH PRA MIM, e me colocam pra cantar a pessoa que tem uma das vozes mais fraca do grupo! Não consigo ver o quanto as pessoas acham que ele canta bem, pois não canta! E eu odiei muito muito mesmooooooo darem “a minha” música pra ele, queria muito que fosse para Rachel, Mercedes ou Santana, mas jamais para o Kurt. =(
    Desabafei, desculpa ai, vi o quanto você o elogiou, e não consigo concordar com nada sobre o fato dele cantar ou fazer performances.

    Já o lance com seu pai é tão surreal que chega a dar inveja, é tão bonito ver a cena dos dois juntos, desdo começo eles têm uma química que funciona muito bem. (:

    Como é bom um eps onde a Sue não aparece, as coisas vão fluindo tão gostosas de se ver que nem ficamos cansados de ver as cenas onde ela aparece. =)’
    +1 ponto para o eps rs.

    Quinn, já não era sem tempo de arrumar um novo boy, tudo pra dizer realmente que ela ainda existe e que tem um significado, mas eu não gostei, achei forçado e queria que fosse mais explorado o lance dela depois do acidente. =]

    Poxa, até quando vão deixar Mike e Tina assim tão de lado. =/

    Gostei muito da conversa de Santana e Rachel. *-*

    Ah e a foto deles todos reunidos, pqp demaaaaais, nostalgia já :O ‘-‘

    Sem vontade de comentar sobre a briguinha do Kurt/Blaine😛
    zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz’ =)

    Oq me tocou mesmo, foi novamente o final de todos cantando juntos, suas últimas canções, nos preparando para o fim, mas ainda “We are Young”, é minha preferida deles juntos *.*
    Não sei como vai ser daqui pra frente, mas queria muito que esse circulo fosse fechado de uma maneira ÉPICA, com momentos da 1 Season junto com alguns da 2 Season e deixasse esses últimos eps marcados para sempre. Ai daqui há uns 5 anos eu veja essas 3 Temporadas com um sorriso no rosto por fazer parte dos fãs da série no momento que eram transmitida. *-*’

    Mary estarei aí contigo, mesmo pra dizer oq não gosto e que gosto, mesmo pra te encher o saco ou não rs, mas estarei aqui lendo seu texto lindo com um sorriso no rosto de que tudo valeu a pena!
    Obrigado por essas reviews, obrigado por me ajudar a ver as coisas no eps que às vezes eu deixei passar, e quando lia sua review entendia melhor, obrigado Mary por ser outra fã incondicional de Glee! =)
    Rachel sempre em nossos corações s2 hehe!
    Bjooooos’
    Até a próxima, que já está ai…😉

    • Aha, sei que demorei pra aqui aparecer, mas não é por desleixo não, é a correria mesmo!! Tem sido dificil publicar logo após o episódio, alias tenho conseguido assistir somente as sextas-feiras, até pq vc sabe que o processo do review leva cerca de 3 horas e pelo menos quase 1 pra correção – SIM, Glee Mamma é perfeccionista com seu filhote – mas bora lá, sempre é um prazer seus queridisssimos comentários, sem contar com a visão tb apaixonada que tens!

      Quanto a sua pergunta, sei que demorou pra vir mas vamos lá: Rachel, Finn, Kurt, Quinn, Mercedes, Mike, Santana oficialmente se formam, ai tem os em stand by: Britt (deve repetir) e Puck (corda bamba), agora fico em duvidas com o Sam. O Chord é convidado, mas o motivo pela personagem voltar foi por que ele queria passar o seu ultimo ano na escola ao lado de seus amigos, ele mesmo fala pra Quinn “Hold On To Sixteen”, mesmo eles não tendo dezesseis anos mas enfim..

      Tina e Artie dos ORIGINALS são os unicos ainda no penultimo ano, JRS, junto com Blaine. Agora os adjacentes, Sugar, Rory e Joe sei lá eu oq farão com eles, mas provavelmetne são JRS tb, alias o Irish Boy acho que é ainda mais nova, deve ser secundanista.

      Sei que não apreciou a rendição de Kurt, mas ainda estou emocionada, claro é estranho ver uma canção tão iconica ser repersentada assim, mas acho que a construção da cena contribuiu também pra emocionar, enfim…

      E com essa finalizinho vc quer deixar a Mamma aqui mais sentimental do que ela já é né! É bom saber que estaras ao meu lado até o final desta JOURNEY, seja com reclamações e amor, eu tb estarei juntinho a esses losers que tanto amo, até a ultima canção, até o ultimo abraço.

      Obrigada eu por sempre dispor do seu tempo pra ler oq escrevo e fico mais uma vez feliz em saber que contribui com minha “dissertação gleekiana”

      XOXO queridão!

      • Hey *–*

        Eu sei que foi por tempo mesmo que não tinha respondido rsrs
        Eu só tinha ficado com dúvida e estava esperando a resposta😛 haha

        Agora entendi, obrigado mesmo *–*’

        Sim, concordo que Kurt cantou com emoção e foi legal, só não gosto da voz mesmo, mas isso n tem problema *-*

        Eu estava bem sentimental naquele dia heheh🙂

        Bjooos, até mais \o/

  3. Marikerida: esplêndida review.Aliás, lágrimas começam a brotar dos meus olhos, pq como não ficar emotiva ao perceber que o fim de Glee, como conhecemos e amamos, está tão perto? E vc ainda ficou falando tanto de Harry Potter, eu que chorei horrores quando Dumbledore morreu, que encharquei a paciência da minha irmã quando assistimos ao HP e as relíquias da morte parte 2 kkkkk…
    Musicalmente, duas perfomances foram perfeitas no melhor padrão Glee: How I will know e I have Nothing.Eu amei tb papa Hummel, tem como não amar ele? Ah, sabe…dá um nó na garganta…kkkk se tô assim agora, nem sei como vou encontrar forças para comentar os outros eps.Infelizmente,(retornando ao episódio em si), pra mim não tem mais jeito, Blaine já foi tão esteriotipado que nada que a personagem faça consegue me tocar mais, então, eu particularmente preferiria vendo Kurt encontrar alguém que combine mais com ele.Ai, Mari, tô conseguindo continuar não!
    Glee me acompanha desde que entrei na facul.Daqui há dois semestres me formo, e ainda me lembro quando um amigo meu adorado me emprestou o primeiro DVD da série dizendo que eu ia amar.Nos tornamos losers de carteirinha, eu, ele, minha irmã, e todos os outros amigos que pude viciar…e agora…dizer que o meu coração é o seu coração é a única coisa que consigo expressar.

    • Lagrimas?? Soltaremos rios até o final desta temporada, pois vc bem sabe, pode ter SEason 4,5,6 e whatever, mas NADA, NADA será como isto que é agora, apesar de todas as falhas, é o ORIGINAL CAST, este que agt ama desdeo o começo e mtas vezes ama mais que a propria série em si.

      Todo mundo me xingou pq eu citei Harry Potter no meio, rsrsrs adoro dar golpes baixos, agora imagine EU escrevendo essa review e chorando boa parte dela… CLASSIC!

      Bjao queridona!

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