Desperate Housewives (8×15) – She Needs Me


Devido ao problema que o portal teve durante os últimos dias só agora me foi possível postar a review de Desperate Housewives, e esta semana custou-me mais esperar uma vez que o episódio foi bastante agradável. Ao 15.º episódio ainda não entramos naquela fase que eu esperava ver nesta temporada, a sequência de episódios bombásticos com revelações e revelações relevantes e de preferência convincentes para nos deixar satisfeitos com o final, mas apesar tudo tivemos alguns avanços e para o que podemos esperar nos próximos episódios.

A história de Bree e Orson teve a sua resolução muito mais rápida do que aquilo que esperava, mas não foi uma boa jogada. Eu odeio Orson e não aguento vê-lo no ecrã, por isso afastá-lo, nem que temporariamente já foi uma boa decisão. Tal como vimos no último episódio, Orson consegue convencer Bree a sair com ele durante algum tempo de Wisteria Lane para a afastar das amigas e, de preferência, não voltar. O problema é que, perante a insistência de Bree para passar em casa dele para recolher um chapéu esquecido, e embora Orson tenha tentado arrumar as milhares de fotografias maníacas que guardava num painel sobre Bree, esta vê uma foto sua na noite do crime a transportar o corpo de Alejandro e percebe de imediato o que se passou, acabando por levar Orson a confessar ser o autor das cartas que recebera e até da morte de Chuck. Orson tenta desculpar-se com uma das suas histórias fantasiosas mas Bree afasta-se e pede-lhe que nunca mais se aproxime dela. Bree tem de facto muito azar na vida, e esta temporada principalmente, mas as coisas ainda estão para piorar porque Orson decidiu enviar uma carta para a polícia de Fairview, certamente com todos os segredos das senhoras que têm estado adormecidos e que certamente lhe trarão ainda mais problemas do que antes.

Gaby é egoísta, disso já sabemos e nem nos importamos, porque sempre foi assim e foi com esta personalidade que aprendemos a gostar dela. Esta semana, com o regresso eminente de Carlos a Casa, decide mandar Roy para fora de casa e para isso visita Mrs. McCluskey para lhe expor o problema. O facto é que durante a visita a senhora se sente mal e vai para o hospital onde Gaby descobre a doença que a afecta de novo. Karen pede-lhe para que não conte nada o marido porque não quer que este volte a passar pelo sofrimento de perder a companheira, mas perante o discurso emotivo do velhote a explicar-lhe o que é o amor depois de uma vida inteira em conjunto e do quanto os casais se acomodam, deixando de expor os sentimentos, revendo-se nas palavras dele, decide contar-lhe a verdade levando à reconciliação do casal. Agora é esperar que as coisas corram para a nossa querida McCluskey e que não tenho o final que imagino desde o que esta história começou.

Lynette e Susan voltaram a dividir protagonismo e com a história mais chata, embora seja mais agradável que a insuportável história com Tom ou as crises de arrependimento de Susan. Já sabíamos a posição de Susan e Lynette relativamente ao nascimento do neto, mas neste episódio as coisas diluíram-se um pouco. Susan decide arranjar um quarto para o bebé em sua casa para tomar conta do neto enquanto Porter trabalhar no seu novo emprego, e Lynette tenta manter-se à parte embora fique feliz ao saber que o filho pretende dar o seu nome à neta. O problema é que Susan não gosta do nome e decide convencer Porter a dar-lhe o nome de Sophia, gerando uma das típicas discussões entre senhoras, com direito a quedas e puxões em berços. Claro que no fim tudo termina bem e as duas chegam a acordo. Prevejo um final com as duas amigas a criarem a criança juntas.

Renne, Mike e Ben acabaram por protagonizar a história  mais promissora do episódio. Depois de receber o dinheiro de Renne e de deixar um tom de ameaça no ar, o agiota regressa à casa dela pedindo-lhe mais dinheiro. Perante a recusa, e num momento em que Renne visita Ben no hospital, o agiota invade a sua casa e vandaliza-a, sendo interrompido por Mike. O agiota tenta fazer pouco dele, mas Mike acaba por dar-lhe uma enorme tareia. O homem afasta-se ferido mas deixa no ar a ameaça: Mike tinha deito melhor se o tivesse morto. Finalmente temos um vilão a sério para a temporada, e sinceramente este parece-me perigoso o suficiente para pôr em perigo a vida de Mike, Renne, Ben e quem sabe, outras personagens. Vejamos o que vem a seguir.

Pelo que tenho lido, os próximos episódios serão bastante emotivos. Mal posso esperar.

O melhor – O avanço na história de Renne, que conseguiu neste temporada deixar de ser uma coadjuvante para ter o seu próprio vilão. Um óptimo avanço.

O pior – Nesta altura deveríamos estar a ter muita mais acção e episódio bem mais intensos. Não parece uma temporada final.

Artigo originalmente escrito por Rui Alvites e publicado no Portal de Séries.

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