Grey’s Anatomy (8×11) – The Magic Moment


Depois de um episódio muito bom, grey’s tem uma prestação mais fraquita, focando-se em demasia na parte romântica das personagens. O episódio tentou fazer um paralelismo com o teatro e apesar de achar que inicialmente esse paralelismo até tinha sido bem conseguido, as situações que se sucederam fizeram com que este se tornasse num episódio desinteressante e cuja importância é mínima. Comecemos por Bailey, sinceramente este vai e vem na sua relação com o anestesia já enjoa, nunca gostei muito que Shonda apostasse em explorar a vida amorosa de Bailey, não é através desse caminho que Shonda tira melhor partido de uma personagem bem construída como é Bailey. A Bailey magnifica é focada, profissional, professora dedicada, não vai para blocos operatórios discutir a vida pessoal, não coloca os seus alunos a fazerem perguntas ridículas simplesmente para escapar a perguntas pessoais, esta não é a verdadeira Bailey, e sinceramente mais parece uma personagem criada para mais uma vez Shonda poder dar asas aos desvarios amorosos. Portanto todas as cenas que envolveram este trio foram dispensáveis e desnecessárias.

Outro dos aspectos que me irritou no episódio foi a constante repetição da história da morte de Henry, sinceramente a minha vontade era berrar como Kepner berrou, a paciência tem limites e a constante repetição da história só contribui para desgastar mais o episódio. Eu percebo a ideia de Shonda, mostrando-nos o luto difícil de Teddy, mas repetir vezes sem conta as mesmas palavras, as mesmas frases, fez com que uma história brilhante se transformasse numa história repetitiva e irritante. No entanto para atenuar um pouco a situação o final foi o momento mágico do episódio, com Cristina e Teddy impecáveis. Mas a peça central do episódio foi a operação às gemas siamesas, com praticamente toda a equipa do hospital. E se Teddy andava irreconhecível, que dizer do chefe tubarão, sinceramente a nova faceta de Webber não me agradou nem um pouco, por vezes parece que as personagens que conhecemos há oito temporadas simplesmente têm uma branca e retornam com personalidade irreconhecível. A verdade é que o caso acabou por não ser bem aproveitado e conduzido. No fim mais um envolvimento amoroso lançado com a descaída de Lexie. A vinda de Zola e os momentos com Derek e Meredith também fazem parte dos momentos a reter deste episódio, que infelizmente não teve muitos.

O melhor:

-Os momentos familiares entre Derek, Meredith e Zola;

O pior:

-A conclusão da história da morte de Henry;
-As repetições exageradas da morte de Henry, duas repetições seriam suficientes para perceber a ideia e não transformar a história em algo irritante;
-A novela amorosa constante, principalmente a de Bailey simplesmente não combina com a personagem.

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