Person of Interest (1×11) – Super


Depois daquele cliffhanger chocante do último episódio seria impossível nos apresentarem um episódio ruim. E do jeito que a série vinha sendo perfeitinha, em todos os sentidos, minhas expectativas foram altíssimas. E não me decepcionei. Só não vou dar um PERFEITO porque o caso semanal foi bem previsível (apesar de ter trazido situações extremamente cômicas para os protagonistas), mas todas as interações foram excelentes e os flashbacks foram os melhores até agora.

Carter continua sendo perseguida pelos federais, que só vão desistir quando – literalmente – arrancarem a cabeça de Reese. Gosto dessas histórias paralelas que vão surgindo, como Elias e esses homens da CIA, porque apesar de os casos semanais continuarem sendo ótimos, é sempre bem-vinda uma distração mais interessante.

Quem mais se assustou quando viu Angelo Batista (oops, Trask) aparecendo em uniforme de trabalho? E depois tomou um susto ainda maior quando percebeu que ele estava planejando um assassinato? (Pra quem não sabe, Angelo é um sargento bem certinho na série Dexter). Mas a reviravolta final mudou a nossa concepção sobre Trask, e apesar de ter sido previsível foi bem interessante.

A melhor parte do episódio foi – surpreendentemente – a interação entre Reese e Finch. Dessa vez é John que fica em casa nos computadores e Finch sai para fazer o trabalho sujo, inversão de papéis que coube perfeitamente na trama. Ver Reese andando de muleta (e, principalmente, utilizando-a como arma) foi um ótimo alívio cômico, assim como seus sábios ensinamentos de luta para Harold. Morri de rir com tudo isso.

Os flashbacks de Finch foram bem mais interessantes do que os anteriores, acrescentando informações sobre a máquina e deixando dúvidas ainda maiores. Será que Finch está conectado à máquina de algum modo que não sabemos? Sei que John disse isso brincando, mas poderia mesmo Finch ser a máquina? Deixando de lado essa teoria absurda, mais alguém percebeu que nos últimos 5 segundos do episódio apareceu um “Possible Threat Detected” (possível ameaça detectada) para Goodwin Nathan, o parceiro de Finch? Estou ansioso para saber o que aconteceu para essa colaboração acabar, mas esse final nos deu uma boa dica, já que Finch tem acesso a todas as informações da máquina e, certamente, sabe que Nathan é uma possível ameaça. Espero que em episódios futuros mostrem essa dupla novamente, e quem vai atacar quem (será que é assim que Harold fica com o problema na perna?)

Finch também participou de uma trama paralela ao caso semanal, convencendo Carter de que eles faziam o bem. Gostei muito de ver os dois juntos, além de que a feição da detetive quando percebeu que Finch preveu um possível crime foi impagável. Repito o que já falei outras vezes, quando Carter entrar na dupla (o que não vai demorar, acho que até já começou) vai ser genial. A policial certinha e os vingadores ilegais? Não posso perder!

Mais um episódio excelente, e o nível segue crescendo. Honestamente, não sei como pode ficar melhor (ok, se tirassem os casos semanais seria perfeito), mas ainda assim me surpreendem a cada semana que passa. Nunca pensei que gostaria tanto de uma série policial (se é que ela pode ser encaixada nessa categoria), e agora me pego ansioso por cada próximo episódio. Que venha Legacy!

Artigo originalmente escrito por Caio Machado e publicado no Portal de Séries.

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