Gossip Girl (5×07) – The Big Sleep No More


Estou muito ocupado e sem tempo para assistir a séries nesse fim de ano, já que existem os vestibulares, provas, fim de cursos… Enfim. Como era feriado, arranjei um tempo para assistir ao episódio durante a madrugada e entrego o review fresquinho para vocês. Episódio bom. Sim, gostei muito. Somente uma coisa me incomodou de verdade. A Teoria do Caos existe, aceito isso! Mas as coincidências excessivas de Gossip Girlprecisam parar urgentemente. Se eu fizesse uma lista de todas as coincidências ridículas desse episódio, iria ocupar pelo menos duas páginas inteiras, então vou listar as piores, fazendo assim o review:

– Do you live in this building?

Honestamente, como os roteiristas esperam que acreditemos nisso? Primeiro, a Blake Lively, como sempre uma atriz mediana, não consegue nem fingir que está se esbarrando com o ex-namorado de Ivy. Ela vai convergindo sem nem disfarçar na direção de Max, e então instantaneamente viram amigos. Só uma pequena coincidência, certo?

– When you kissed me last week, there was a lot of chemistry between us and I know—

E aí vem a Teoria do Caos. Serena se bate com Max, viram amigos e ela o leva para um restaurante (para que a Gossip Girl veja). No caminho ela desiste magicamente, sai andando e deixa o turista perdidinho em New York. Enquanto isso, Charlie/Ivy segue para o mesmo restaurante, com o intuito de tirar fotos de Serena e o desconhecido. No caminho se encontra com Nate, que tinha ido procurá-la, e enquanto ele tenta convencê-la de que se amam, Max (o ex-namorado de Ivy, caso vocês estejam perdidos nessa imensidão de coincidências malucas) passa pela frente dela. Para que ele não a veja e estrague o disfarce, Charlie/Ivy beija Nate, e assim Max nem percebe que a ex-namorada estava ali. A consequência dessa série de loucuras é que, claro, a Gossip Girl tem milhões de olhos (um pouco demais essa idéia de que em qualquer lugar tem alguém com a câmera preparada para apertar o botão de tirar a foto, mas vamos aceitar isso), e assim em alguns minutos a foto do beijo está no seu site. Diana vê. Fim. Se só existisse nesse episódio a armação toda de coincidências, seria até criativo demais. Mas não. Em todo episódio de Gossip Girl vemos uma rede de acontecimentos ligados por situações ridículas. Não me convence!

– And probably I’ll never see him again… Gosh!

Não preciso falar sobre isso, certo? Essas aparições do nada são bem constantes em Gossip Girl. Mas, dessa reaparição de Max, surge aquilo que também é constante: Todos os personagens principais acabam indo para a mesma festa no final. Vamos recapitular? Shattered Bass, no final da temporada passada, é a memória mais fresca que tenho como exemplo. Todos os protagonistas acabam indo para as festas, e muitos sem motivo nenhum. Mas voltando ao The Big Sleep No More, título do episódio e da festa, descobrimos que (como sempre) todos se encontram lá. Blair tem um plano para revelar a maldade que há dentro de Chuck (interessante parte do episódio, adoro quando ela volta às origens maldosas), e planeja fazer isso na festa. Charlie precisa levar Nate num encontro (e para onde eles vão? Certo! Para a festa), a pedido da própria Diana. Serena precisa levar Max para chamar a atenção da Gossip Girl e ter assunto para escrever no seu blog. Claro, tudo leva para a festa Sleep No More

Onde nada de mais acontece. Charlie beija Max, a pedido de Diana, e Nate vê. Chuck não resiste aos encantos de Blair e a beija, comprovando a teoria dela de que ele não tinha mudado, e sua empregada vê (Só eu amo muito a Dorota?). Serena é vista sozinha na festa e sai no site da Gossip Girl (Max entrou antes, na festa, também a pedido de Diana). Aparentemente a Diana controla tudo que acontece na série, menos a storyline da Blair, ainda bem.

Alguém ligou para a situação do Dan? O livro dele deixou de fazer sucesso uma semana depois de ter sido o livro mais comentado de New York, e então ele resolveu desistir da turnê do Inside e ficar em casa. Boring.

Ao final, Charlie é demitida, e Serena aceita que a Gossip Girl deve deixar de existir. Foi um episódio excelente, tirando a parte de Dan, e se considerássemos que todas as coincidências foram apenas obras do destino tudo ficaria melhor. Espero que continue assim.

Artigo originalmente escrito por Caio Machado e publicado no Portal de Séries.

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