Gossip Girl (5×06) – I Am Number Nine


As tramas continuam meio fracas, mas até que o episódio foi bom. Blair continua sendo a minha personagem favorita, mesmo o seu plot no episódio tendo sido… Imaturo. Bem, ela sempre foi a personagem mais imatura da série.  Ou talvez não. Dan continua recebendo tapas e mais tapas da Serena; e mesmo assim corre atrás dela a todo instante… Aparentemente, não sabe que o único interesse de Serena é no livro dele (ok, ela demonstra um pouco de pena, mas é só um pouco mesmo, o trabalho vem em primeiro lugar.)

Chuck virou sinônimo de chatice nessa temporada, assim como as tramas de Nate vêm sendo inúteis desde a quarta temporada. Só eu reparei que Juliet, a “vilã” da última temporada, começou a partir de um romance do Nate; e Diana, a “vilã” dessa temporada, também começou a partir de um romance do Nate? Isso é falta de criatividade ou os roteiristas acham que só Nate é bonito o suficiente para o trabalho de conquistador? De qualquer jeito, Chuck e Nate são simplesmente chatos e não tenho muito que falar sobre eles.

Somente uma coisa. Tudo bem que a maioria dos fãs de Gossip Girl são mulheres (desculpa aí, sociedade, eu não sou), e geralmente não se importam nem um pouco com a consistência das tramas, mas há algumas exceções… Eu. Coincidências podem até existir na realidade, mas se postas excessivamente em uma série de TV acabam com a sua credibilidade. Aquilo do Chuck ver a psicóloga conversando com Louis foi simplesmente ridículo. Já temos o fato de que – misteriosamente – Charlie aparece no apartamento de Blair no exato momento em que ela percebe a falta de uma das suas futuras damas de honra. Houve milhões de outras coincidências antes dessa (estou com preguiça de pontuá-las, perdoem), mas essa do Chuck foi a gota d’água. Como os roteiristas esperam que todos os telespectadores sejam meninas somente preocupadas com o cabelo do Chuck ou em como o Louis é fofo? Não! Há exceções, mesmo que poucas, que se preocupam com a consistência das tramas. Não se pode simplesmente jogar informações aleatórias, coincidências esquisitas e personagens novas e esperar que todo mundo aceite isso.

Pelo menos, para compensar tudo isso de ruim, temos finalmente o resultado do teste de paternidade da Blair (eu ainda tinha dúvidas quanto a isso, devo ser o único). Louis é realmente o pai do bebê dela, e com isso estou satisfeito. Amo o casal Chuck e Blair, mas quero ver se ela realmente vai se casar com o príncipe… Não sei se a série iria apostar em um acontecimento como um casamento real. Seria interessante. Ah, e no final do episódio Louis e Blair “dão um tempo”. Todos nós sabemos que isso não vai durar muito…

A Serena indo trabalhar para a Diana não me convenceu, e pareceu muito forçado. E se é para a Gossip Girl sair de cena, pelo menos nos digam quem é essa garota que há cinco anos nos informa sobre a scandalous lives of manhattan’s elite.

P.S.: Mais alguém percebeu o quanto a Charlie é baixinha? Nossa… Do lado da Penélope ela parecia uma criança…

P.S.2: Como assim, em uma semana o Inside está no top 10, é o livro mais comentado de New York,cobiçado por todos os roteiristas e produtores de Hollywood… E puff, num passe de mágica o livro vira lama. Ai ai ai.

P.S.3: Só porque houve a menção ao episódio do Empire State Building (chorei muito) valeu meus quarenta minutos de dor de cabeça.

Artigo originalmente escrito por Caio Machado e publicado no Portal de Séries.

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