Two And A Half Men (9×08) – Thank You For The Intercourse


Charlie está de volta! Mesmo sendo apenas Alan ficando louco. O luto e a saudade de Alan por Charlie são reenforçados quando Walden começa a cantar os jingles que Charlie escreveu, indo para o piano de Charlie para cantar os jingles. No entanto, com Walden redecorando, o piano vai ser doado, o que piora a situação de Alan, assim como o álcool. Então, ele conhece uma mulher que estava na praia e começa a agir e se vestir como Charlie.

Jake apareceu bem mais nesse episódio e parece que o caso dele não vai ser apenas um “caso”. A cena em que Alan/Charlie entra no quarto dele foi bem engraçada, talvez a melhor do episódio em termos de comédia, mas a cena de Jake conversando com Alan (antes da loucura) no chão, onde ficava o piano, foi bem interessante, pois mostrou mais de Jake além de seus peidos (e me fez pensar que talvez fosse interessante vermos mais de Jake).

A única coisa que não gostei no episódio foi a reação de Walden ao perceber o que estava acontecendo… por que internar Alan? Acho que essa decisão falha em dois pontos: primeiro, não seria a reação de uma pessoa na vida real; segundo, as possibilidades em termos de comédia se Alan não fosse internado são muito maiores, pelo menos de acordo com a minha imaginação (e sinceramente espero descobrir no próximo episódio que minha imaginação é muito pequena).

Esse episódio também mostrou como Charlie faz falta: após Alan perder a cabeça, os diálogos foram ágeis e, na maioria das vezes, engraçados.Mais uma vez, Walden provou que não pode ser o personagem principal e que a série só funciona quando ele divide os holofotes com outro personagem, e Alan certamente é o melhor deles. Mas até o momento, não tinhamos visto Charlie em um episódio com Walden, e o resultado é que Charlie faz falta à série. Isso ocorre, em minha opinião, por um motivo: a série foi pensada e construída tendo como centro um personagem como Charlie e não um bobão como Kelso (ops, Walden) e quando foi feita a troca, a dinâmica com os outros personagens certamente seria muito diferente (o que vemos, por exemplo, na amizade entre Walden e Alan e nas cantadas de Berta para Walden), mas as piadas e as risadas não deveriam diminuir, ou seja, a graça deveria existir, mesmo muitas coisas tendo mudado.

O que esse episódio nos mostrou, infelizmente, é que as coisas mudaram, mas a graça diminiu. E digo infelizmente porque eu não torço para a série afundar, afinal eu assisto, então gostaria que ela sempre crescesse em inteligência e graça. Por fim, a atuação de Jon Cryer foi fenomenal, e até mesmo Angus T. Jones não foi mal na cena do chão.

Pequenas observações:
* A referência do “winning” foi bem óbvia, mas eu achei engraçada.
* Também gostei de Jake aproveitando a tristeza do pai para tentar pegar uma cerveja.
* Na mesma cena, as coisas que Jake aprendeu com Charlie devem ter feito o Doctor Asap muito orgulhoso!

Artigo originalmente escrito por Vinicius Vinera e publicado no Portal de Séries.

 

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