Person of Interest (1×06) – The Fix


A palavra Fix, em inglês, pode significar diversas coisas, e um desses significados é “Conserto.” Foi exatamente isso o que fizeram nesse episódio; consertaram tudo o que eu tinha reclamado nos últimos reviews. Primeiramente, descobrimos que aquele nome “Elias M.”, cuja primeira aparição foi no episódio Mission Creep (1.03), está de volta num caso paralelo que Carter está cuidando. Aparentemente o caso Elias vai ser o foco da temporada (coisa um pouco lenta… sexto episódio…), e até agora não me desapontou. O detetive Sullivan investigou a morte de Elias nos anos 70, e acabou descobrindo a arma do crime e o assassino, concluindo o caso. Mas agora que um crime fora conectado à Elias o caso voltou a ser aberto, dessa vez nas mãos da detetive Carter. Sinto que algo bom vem por aí.

Além disso, o caso semanal foi perfeito. Já está ficando clichê falar isso toda semana, mas esse foi o melhor de todos os outros casos. De verdade. Achei que a interação entre Zoe e Reese seria maior, já que foi o que os vídeos promocionais tentaram nos vender, mas foi melhor assim. Não consigo imaginar John sendo simpático com ninguém, nem mesmo uma loira bronzeada. A personagem de Zoe fora a melhor coisa do episódio, sempre me deixando com dúvidas de que lado ela estava afinal.

Mr. Finch teve uma maior participação no caso dessa semana, não ficando sentado atrás do computador o tempo todo. Comprou 8% das ações de uma empresa farmacêutica cujo novo remédio tem como efeito colateral a morte. A única prova que existia contra a empresa era uma gravação que estava na mão de um jornalista chantageador. Quando Zoe interceptou a troca entre o jornalista e o dono da empresa, tirou uma cópia da gravação, e esse é o motivo pelo qual queriam matá-la (por isso seu CPF saiu na máquina).

Como falei no começo do review, consertaram tudo que eu achava ruim. Além de terem finalmente criado o tema da temporada (o caso Elias, que de algum modo vai voltar a cruzar o caminho de Reese), o caso semanal foi muito mais interessante, a atuação de Jim Caviezel foi mais convincente e a detetive Carter deixou de lado “o homem de terno” para resolver outros casos. É isso aí. Uma pena que algumas pessoas não deram chance para Person of Interest só por ser uma série policial… Ela é muito mais do que isso. E até eu, que não gostava do gênero, já virei fã.

Artigo originalmente escrito por Caio Machado e publicado no Portal de Séries.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s